Bodega uruguaia Familia Irurtia embarca seu primeiro container para Ucrania

LISTO PARA CARGAR 1

Enquanto nenhum importador brasileiro decide trazer os ótimos vinhos uruguaios produzidos pela Bodega Irurtia, os ucranianos  já decidiram: no último dia 14 de Maio, o  primeiro container foi para o porto de Montevideo, saído da vinícola em  Carmelo.

Logo após e quase um ano desde o  primeiro encontro com o pretenso  importador de FAMILIA IRURTIA na Ucrania, país integrante da extinta URSS, após longas conversações, degustações, os vinhos foram escolhidos,  selecionados e preparados.

Foi assim que Bodega IRURTIA obteve pleno êxito, coisa que se esta por concretizar, já que  somenta falta que o vinho chegue a seu destino final, nos supermercados e  lojas da Ucrania.

Agora nos resta torcer para  o consumidor ucraniano  encontrar nos vinhos da Familia IRURTIA um produto que lhe resulte interessante e  deseje adquiri-lo regularmente. Agora temos a certeza de que nesse container  embarcam vinhos de alta qualidade, algo que tem sido logrado graças  ao trabalho em equipe com todos colegas da vinícola, a quem tenho que  agradecer.

Tomara a próxima ordem de importação venha logo…

Lic. María  Silvia Bianchi BODEGA FAMILIA IRURTIA ++ 598 4542 2323 int.  208 mbianchi@irurtia.com.uy
María Bianchi da Bodega Irurtia e Jeriel

María Bianchi da Bodega Irurtia e Jeriel

Vini Vinci’13 – Compañia de Vinos del Norte de España

Logo na entrada da Vini Vinci 2013 o primeiro produtor que fizemos questão de provar:  os vinhos da tradicional Compañia de Vinos del Norte de España (Rioja)
CVNE - Vinhos de excelência, esbajam tipicidade e elegância

CVNE – Vinhos de excelência, que esbanjam tipicidade e elegância.

Aqui o simpático José Luis Cornejo del Olmo, Diretor CVNE para América Latina

Aqui o simpático José Luis Cornejo del Olmo, Diretor CVNE para América Latina

A seguir a descrição e avaliação dos vinhos degustados:

Cune Blanco 2011 – US$ 27,90 - elaborado exclusivamente com a variedade Viura, cor palha  claro, nariz floral secundado por toques cítricos e vegetais, boca untuosa, acidez delicada envolta em notas cítricas e minerais. Fácil de beber, muito fresco e de boa relação preço-qualidade. Avaliação: 88/100 pts.

vini vinci

Cune Rosado 2011 – US$ 17,90 - elaborado exclusivamente com a variedade Tempranillo, exibiu cor intensa, brilhante. Nos aromas uma profusão de frutas vermelhas (cereja e morango) com ampla sustentação na taça. Na boca exibiu o desejável e esperado frescor proporcionado pela acidez pungente e ao mesmo tempo delicada. Tem bom volume,  maciez e sobretudo balanço. Fácil de beber, vivaz e de boa relação preço-qualidade. Avaliação: 88/10 pts.

vini vinci

Cune Crianza 2009 – US$ 42,90 - elaborado com as variedades Tempranillo (85%), Garnacha e Mazuelo, com uvas cultivadas nas proximidades da cidade de Haro, este vinho se apresentou macio, redondo e com ligeira adstringência final. Avaliação: 88/100 pts.+

vini vinci

Viña Real Crianza 2009 – US$ 44,90 – elaborado com as variedades Tempranillo (90%), Garnacha e Mazuelo, com uvas cultivadas nas proximidades de Laguardia, este vinho se apresentou macio, redondo, expansivo, suculento e com a fruta se destacando. Seu final é harmonioso, aveludado e promete boa evolução na garrafa. Avaliação: 89/100 pts.+

vini vinci

Viña Real Reserva 2005 – US$ 77,90 – de composição idêntica ao Crianza, este vinho está num ótimo momento de sua evolução para ser bebido, eis que arrancou elogios da maioria dos presentes no momento no qual degustavamos. Logo na entrada já impressionou pela textura fina e acetinada de seus taninos. Seus 13,5% de álcool estão integrados aos demais elementos não havendo pontas, nem arestas. Notas de caramelo, chocolate e frutas negras. O final é macio, marcado pela fruta. Delicioso! Avaliação: 92/100 pts.+

vini vinci

Viña Real Gran Reserva 2001 – US$ 98.50 – elaborado com Tempranillo (85%), Graciano (10%) e Mazuelo (5%), já na cor de matiz castanho denunciou o peso dos anos. Aromas etéreos, frutas secas, sous-bois e toques animais. Na boca exibiu mais frescor do que o esperado. Taninos presentes (será que vão amaciar?) , bom equilíbrio entre álcool (13,5%), acidez, fruta e madeira num corpo pleno, expansivo e que marca o paladar. O final é persistente, longo denunciando uma ponta de austeridade. Avaliação: 91,5/100 pts.+

 vini vinci

Expovinis 2013 – Importadora Domno Brasil – Bordaleses Antoine Moueix

A  importadora Domno – Brasil foi um dos destaques do 17° Salão Internacional do Vinho - Expovinis 2013, não somente pelo tamanho de seu estande mas também pelo grau de profissionalismo e pelos vinhos que poderiam ser livremente degustados.  Não custa repetir, a Domno é uma importadora que está com um portfólio de respeito. A seguir, nossas impressões sobre os vinhos bordaleses (Saint-Émilion) das marcas: Antoine Moueix (AOC Bordeaux), La Grande Chapelle (Bordeaux), Chapelle Saint-Martin (AOC Puisseguin Saint-Émilion), Larose-Montenac (Médoc) e os Grand Cru Chateau Capet Guillier e Chateau Tour de Capet (AOC Saint-Émilion Supérieur).

CIMG0348

Sobre a Domno

A Domno do Brasil, criada em agosto de 2008, é uma empresa do grupo Famiglia Valduga especializada em importar vinhos finos de qualidade e na elaboração de  espumantes pelo método charmat. A sede da Domno fica na cidade de Garibaldi, terra dos espumantes, às margens da RSC 470 no quilômetro 224, numa área de mais de 60 mil metros quadrados, antiga área da Domec, tradicional empresa de destilados. O diretor da empresa é Jones Valduga, filho de João Valduga, um dos três sócios da Casa Valduga.

CIMG0330

Antoine Moueix Saint-Émilion AOC 2009 – álcool: 12,5% – uva: Sauvignon Blanc – Preço: R$ 101 - amadurecido seis meses em barrica de carvalho francesa – Palha brilhante. Aromas típicos com notas vegetais (grama cortada), frutas tropicais maduras com ênfase em maracujá, limão e damasco. Muito macio, cítrico, delicado na acidez e equilibrado no paladar. De longa persistência termina harmônico, sem amargor. Avaliação: 88/100 pts.

CIMG0332

La Grande Chapelle  Bordeaux AOC 2010 - álcool: 13% – uvas: Merlot (60%) e Cabernet Sauvignon (40%) - preço: R$ 73 – vermelho rubi com reflexo na transição para granada. Perfil unidimensional nos aromas com frutas negras (ameixas). Na boca exibiu taninos de presentes, leve aquecimento (álcool generoso), acidez média e final secante. Avaliação: 86/100 pts.

CIMG0346

Chapelle Saint-Martin  AOC Puisseguin Saint-Emilión 2009 - álcool: 13,5% – uvas: Merlot (70%), Cabernet Franc (25%) e Cabernet Sauvignon (5%) - preço: R$ 97 - vermelho-rubi com leve halo granada. Aromas finos, delicados com toques de frutas vermelhas sobre um gostoso fundo balsâmico. Na boca repete a elegância do nariz, com taninos macios, aveludados, álcool integrado, final persistente e suave. Detentor de boa relação preço-qualidade. Avaliação: 88,5/100 pts. 

CIMG0347

Château Capet-Guillier Saint-Émilion Grand Cru 2009 - álcool: 13,5% – uvas: Merlot (80%), Cabernet Franc (10%) e Cabernet Sauvignon (10%) - preço: R$ 304 - vermelho-rubi profundo com leve halo granada. Aromas finos, delicados com toques de frutas vermelhas sobre um gostoso fundo balsâmico. Discreta nota animal.  Na boca repete a elegância do nariz, com taninos macios, aveludados, álcool integrado, final persistente e suave. O conjunto é harmonioso e destaca-se pela harmônia. Um verdadeiro protótipo da elegância, sofisticação e classe francesas. Avaliação: 92/100 pts. ++

Champagne Taittinger agora na Interfood com novas safras e novos preços também

 

Taittinger Brut Reserve

 

Taittinger Nocturne

 

Taittinger Prestige Rose

 

 

Taittinger Brut Millésimé

 

 

Comtes Champagne Blanc de Blancs

 

 

Comtes Champagne Rosé

 

TodoVino.com.br

 

 

Coluna “Ao Bel-Prazer” – WINE.Com lança versão Toro Loco – Crianza – 2010

DSCF5011

Considerada a maior loja virtual de vinhos da América Latina, a Wine.com vem conseguindo, desde o lançamento do  rótulo espanhol “Toro Loco”, tornar-se um verdadeiro fenômeno de marketing e vendas de vinho no Brasil.

Para aqueles que possuem a mínima afinidade e interesse pelo tema vinho, impossível não ter ao menos ouvido falar nesse propalado “Toro Loco”, nos últimos doze meses – e com boa margem de probabilidade, já deve até ter experimentado o nomeado vinho espanhol, um típico Tempranillo, que desce redondinho, deixa o obrigatório gostinho tostado de madeira, mais um suave caramelo, etc., etc. E que por todos esses atributos tem-se que desembolsar apenas R$ 25,00…

DSCF5004

Pois bem, coerente com a mesma diretriz – a de popularizar e ‘descomplicar’ o vinho – a   empresa, que opera e domina um eficiente sistema de vendas on line desde 2008, acaba de trazer ao público brasileiro uma nova versão do muito bem sucedido produto: o  Toro Loco Crianza -  da safra 2010. Pela novidade, e em se tratando de um “Crianza” (vinho que, segundo a legislação espanhola, deve passar por 24 de maturação, somando barril e estágio na garrafa), o consumidor final deverá acrescentar apenas R$ 10,00 ao preço do Toro Loco comum.

A proposta de uma empresa, que fecha um balanço na casa das 150 mil garrafas /mês em vendas, é explicita quanto a desmistificar o lado ortodoxo ou elitista do mundo vinho. É literalmente a de propiciar uma alta rotatividade e expansão no consumo de vinhos. Para tanto, uma completa logística foi desenvolvida para a propagação, comercialização e distribuição dos mais de 2 mil rótulos de vinhos que ela publica em seu web-catálogo.  E alguns conceitos tradicionais ou arcaicos tiveram igualmente de ser superados – ou contornados…

DSCF5014

É o caso do “crianza” em pauta. O produtor do Toro Loco foi premiado e reconhecido internacionalmente, o que lhe deu ousadia suficiente para tentar um crianza não tão preso as rígidas regras da vinicultura do seu país. O sommelier da Wine.Com deixa claro que se trata de um vinho que “cria um estilo crianza”, pois tem 6 meses de barril de carvalho e mais 6 meses de estágio na garrafa. “Somente as grandes vinícolas têm condições de deixar a produção parada, envelhecendo por anos, antes de colocar o produto no mercado”, argumenta o sommelier Manoel Luz.

Seja como for, o novo “estilo crianza” do já consagrado Toro Loco cumpre o que promete, ou vai até além no seu patamar de custo / benefício. Um vinho fácil de beber, com aroma discreto de baunilha, fruta madura; na boca revela corpo médio, com taninos relativamente suaves, melhorando se arejado. Vale a prova e merece a boa avaliação e repercussão que o ‘primo’ original tem alcançado.

Toro Loco Crianza / Ficha técnica:

  • Safra : 2010
  • Tipo : Tinto ; Uva : Tempranillo (90%) e Cabernet Sauvignon (10%)
  • Teor Alcoólico : 12.5%
  • Amadurecimento : 6 meses em barris de carvalho, seguidos por 6 meses em garrafa
  • País : Espanha
  • Região : Utiel-Requena
  • Vinícola : BVC España

 

DSCF5010

A colunista Jezebel Salem

Jezebel Salem, jornalista por profissão que já atuou em áreas diversificadas, como cultura e economia, mas que logo se especializou no hoje chamado jornalismo gastronômico. Foi repórter e redatora em vários canais da imprensa, como os jornais O Estado de São Paulo, Gazeta Mercantil, Shopping News, Jornal da Tarde, entre outros, inscrevendo-se entre os pioneiros dessa especialidade que ao longo dos últimos 25 anos, tanto espaço e entusiastas conseguiria conquistar. Participou das primeiras edições da revista Gula (surgida no início dos anos 90) e assinou artigos em várias publicações do gênero.

Wines of Portugal: Vinho Verde Quinta de Carapeços na Expovinis 2013

A seguir imagens colhidas no estande da Wines of  Portugal na última Expovinis (2013). Comigo (na foto abaixo), Miguel Pereira de Abreu, Sales Manager da Quinta de Carapeços, que produz Vinhos Verdes de ótima qualidade disponíveis no Brasil através da importadora Vinhos do Mundo. Na oportunidade pudemos confirmar a qualidade dos vinhos que já havíamos provados em Portugal, só que agora em nova safra: 2012.

Jeriel e Miguel Pereira de Abreu

Jeriel e Miguel Pereira de Abreu

 

CIMG0265

Vinhos de qualidade acima da média importados no

Brasil pela Vinhos do Mundo – RS com distribuição em

SP

Wine Spectator avaliou positivamente vinhos da Quinta do Crasto

Acabaram de sair as novas notas da Wine Spectator, que a juntar-se às notas de Robert Parker de março último, fazem da Quinta do Crasto, o produtor português com notas mais altas nestas duas importantes publicações Norte-americanas.

O Quinta do Crasto Reserva 2010 teve a nota mais alta na Wine Spectator com 93/100 pts. e o Quinta do Crasto Vinha da Ponte 2010 obteve a nota mais alta de Robert Parker com 95/100 pts.

 

Todos os vinhos do Crasto, da gama Crasto Superior para cima obtiveram mais de 90 pontos nestas duas publicações.

 

CRASTO SUPERIOR TINTO 2010

- 90/100  pts. Robert Parker, março 2013

 

QUINTA CRASTO RESERVA VINHAS VELHAS 2010

- 93/100 pts. Wine Spectator, maio 2013 (nota máxima)

- 92/100 pts. Robert Parker, março 2013

 

QUINTA DO CRASTO TINTA RORIZ 2010

- 91/100 pts.  Wine Spectator, maio 2013

 

 

QUINTA DO CRASTO TOURIGA NACIONAL 2010

- 93/100 pts.  Wine Spectator, maio 2013

- 94/100 pts. Robert Parker, março 2013

 

QUINTA CRASTO VINHA DA PONTE 2010

- 92/100 pts.  Wine Spectator, maio 2013

- 95/100 pts. Robert Parker, março 2013 (nota máxima)

 No Brasil a importação é da Qualimpor Ltda.

www.qualimpor.com.br

O elegante Carmelo Patti Malbec 2007

Fundada em 1998, a vinícola Carmelo Patti criou um dos primeiros empreendimentos vitivinícolas em Argentina denominados “de autor”. Este enólogo com mais de 40 anos de carreira, dá forma à idéia de fazer vinhos com o estilo artesanal que sempre o motivou. Depois de diferentes experiências sob o comando de departamentos enológicos de varias vinícolas em Mendoza, cria El Lagar. Em uma pequena e antiga “bodega” de Mayor Drummond, Luján de Cuyo, Mendoza, começa a elaborar partidas limitadas; as quais se diferenciaram desde o princípio por seu estilo elegante, balanceado e ao mesmo tempo com estrutura e alta complexidade. Sempre fazendo foco nos detalhes que precisam a elaboração de vinhos de qualidade, Carmelo Patti define sua filosofia enológica com volumes de vinho limitados, o que lhe permite ser  protagonista do começo ao fim. Com a mesma filosofia, ele decide ser amigo do tempo. Seja pelos períodos que descansam em barricas de carvalho, ou pelo prolongado envelhecimento nas garrafas em condições controladas de temperatura e umidade. Todo esse esmero e paciência faz com que seus vinhos cheguem aos consumidores no momento oportuno em que ele considera que deveriam ser oferecidos. Safra após safra, Carmelo Patti transmite com seus vinhos uma coerência de caráter de intensidade e delicadeza que lhe são proporcionadas devido à sanidade e qualidade de suas uvas. Carmelo Patti reforça sua idéia de transmitir simplicidade a seus vinhos, emulando-a de seu jeito de ser. Sempre procurando oferecer uma experiência de satisfação que permaneça na lembrança do degustador.

CIMG0537

Carmelo Patti Malbec 2007 – álcool: 14% – região: Lujan de Cuyo/Mayor Drummond – engarrafado em março de 2009 – 14.400 garrafas  produzidas - vermelho rubi violáceo de média intensidade com discretíssimo halo de evolução. Aberto nos aromas com notas florais (violetas), ameixas sobre um fundo de chocolate. Na boca a sua entrada revela um vinho de taninos aveludados, de boa acidez a provocar alguma salivação, fruta e madeira coexistindo pacificamente. Enfim, um Malbec diferenciado, sem excesso de álcool e  com a madeira bem colocada. O estilo é uma clara opção pela elegância. Termina sem arestas ou qualquer aspereza. Avaliação: 89/100 pts.

Importador no Brasil: Av. Presidente Vargas Nº 02
Dionísio Cerqueira – SC – cep 89.950-000 – telefone: (49)
9802-8884 – e-mail: nevewines@hotmail.com

Luigi Bosca “Finca Los Nobles” Chardonnay 2010

Leôncio Arizu imigrou de Navarra, Espanha, ainda criança, e em 1901 realizou o primeiro plantio de vinhas européias da vinícola. Como isto iniciou-se uma das vinícolas de longa trajetória, em Mendoza, que permanece nas mãos da família fundadora. Hoje a vinícola conta com 650 hectares de vinhedos próprios em Luján de Cuyo. Suas exportações iniciaram-se em 1984 para Suíça e hoje os seus vinhos encontram-se no Brasil e em mais 20 países. No Brasil seus vinhos gozam de uma boa relação custo x benefício. Importador: Decanter

O Finca Los Nobles é um Chardonnay de estilo Borgonha muito superior aos Borgonhas Genéricos existentes no mercado

O Finca Los Nobles é um Chardonnay de estilo Borgonha muito superior aos Borgonhas Genéricos existentes no mercado

Degustação

Luigi Bosca “Finca Los Nobles” Chardonnay 2010 – álcool: 13,5% – regiões: Luján de Cuyo – Vistalba – Las Compuertas – Finca Los Nobles – amadurecimento: 12 meses em barricas de carvalho francês novas, 12 meses em garrafa – importador: Decanter – preço: R$ 122,53 -  palha brilhante de média intensidade, sem denunciar sua passagem por madeira. O olfato traz fruta tropical madura, geléia de laranja, damasco sobre amêndoas torradas. Na boca sua entrada revela um vinho de acidez delicada, fresco, cremoso e com um acento mineral difícil de notar nos brancos platinos. O estilo nada tem haver com Novo Mundo. Às cegas pode surpreender. Final longo, de grande persistência. Tudo indica que vai ganhar complexidade na garrafa. Avaliação: 89/100 pts.+

Expovinis 2013 – Importadora Domno – Brasil – Bodega Vistalba

O estande foi de longe um dos destaques da feira, não somente por sua apresentação mas também por sua organização. Não custa repetir que a Domno é uma importadora que está com um portfólio de respeito. A seguir nossas impressões sobre os vinhos mendocinos da Bodega Vistalba:

CIMG0348

Tomero Sauvignon Blanc 2012 – álcool: 12,8% - preço: R$ 56 -  palha claro com reflexo esverdeado brilhante. Pouco intenso mas exibindo os aromas da casta com notas vegetais e de frutas tropicais maduras (maracujá e damasco). Na boca bom frescor proporcionado pela acidez. Final de média persistência  com ligeira aspereza dentro do aceitável. Avaliação: 87/100 pts. 

Tomero Malbec 2011 – álcool: 14,1% - preço: R$ 56 - vermelho rubi intenso. Aberto nos aromas com leve toque de violetas sobre ameixa. Na boca os oito meses de barrica estão bem integrados. Álcool generoso. Taninos macios e final persistente, bem resolvido. Avaliação: 87/100 pts.

 CIMG0336

Tomero Cabernet Sauvignon 2010 – álcool: 13,8% - preço: R$ 56 - vermelho rubi intenso. Aberto nos aromas com frutas vermelhas e negras sobre especiarias. Na boca taninos macios, álcool integrado e confirmação dos aromas. Persistente, exibiu boa tipicidade e final suave, sem amargor. Avaliação: 87,5/100 pts.

Vistalba Gran Reserva Malbec 2009 – álcool: 14,5% – preço: R$ 260 – quase negro na cor, aberto nos aromas com especiarias, frutas vermelhas e negras sobre um toque de baunilha. Na boca é a Malbec numa de suas melhores expressões. Taninos aveludados, álcool generoso. Ótima concentração de fruta num perfil que concilia elegância com potência. A madeira está presente (18 meses de carvalho francês) mas não incomoda. O final é longo, persistente e deixa uma nota de chocolate. Avaliação: 90/100 pts.

CIMG0348