Monthly Archives: janeiro 2010

Casillero del Diablo Sauvignon Blanc 2009: vinho do mês – fevereiro 2010

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O comentário do vinho do mês é uma das principais atividades dos enoblogs e desta vez a qualidade do vinho escolhido é ótima e a decisão de escolhê-lo foi do Cristiano Orlandi, Vivendo Vinhos – http://vivendovinhos.blogspot.com, vinho facilmente encontrado em qualquer supermercado do sudeste do Brasil, 38º vinho da Confraria dos Enoblogs.

“Casillero Del Diablo percorreu um longo caminho até converter-se na marca de vinho chileno mais conhecida em todo mundo”

Desde suas primeiras safras o Casillero del Diablo passou a ser um dos vinhos chilenos de destaque da Concha y Toro. Começou a ser exportado para a Europa em 1963. No ano de 2002 o Casillero atingiu presença em mais de 100 países. Em 2003 é lançado no mercado asiático e superou mais de um milhão de caixas vendidas. A fama mundial só tem sido possível graças ao constante desenvolvimento enológico de profissionais comprometidos em atingir a qualidade no seu nível mais elevado em cada uma de suas versões. Marcelo Papa é o seu enólogo e elegeu como objetivo inserir novas cepas e encontrar os melhores vales chilenos para elas. É um verdadeiro “best value” que corrobora a assertiva de que o Chile é o maior produtor mundial de vinhos “good value of money” porque importantes prêmios internacionais consolidaram a boa fama do Casillero del Diablo no mundo inteiro.

À partir de 2005 Casillero del Diablo decidiu conquistar uma nova categoria e começa a elaborar vinhos de segmento superior de qualidade: vinhos de edição limitada e de terroirs exclusivos. Por fim, Casillero del Diablo passou a ser o vinho “premium” da linha de varietais mais completa do mundo: Cabernet Sauvignon, Merlot, Carménère, Syrah, Malbec, Pinot Noir, Chardonnay, Sauvignon Blanc, Pinot Grigio, Riesling e Gewürztraminer. Em 2008 Hugh Johnson classificou o exemplar da safra 2006 entre “os melhores” (outras duas classificações utilizadas pelo crítico britânico: passáveis e fracos) sob a seguinte descrição: “Sabor cítrico e de ervas; tem adstringência e fisgada, sem ser um assalto ao paladar”

Degustação – Casillero del Diablo 2009 – Vale Central – preço médio: R$ 30,00 – Cor amarelo palha com reflexos esverdeados. No olfato despontam aromas cítricos e refrescantes próprios da Sauvignon Blanc com discreto acento mineral. Na boca é macio, de boa acidez e corpo médio com total subscrição do olfato. Álcool fundido na acidez e na fruta perfazendo um conjunto equilibrado e sem o amargor vegetal dos Sauvignons mais baratos. Tem boa tipicidade principalmente por conta de sua acidez cítrica. Sua concentração de sabor evoca frutas tropicais. Termina suave e seu retrogosto tem media intensidade.

Nota: 87/100 pts.

Ventisquero Grey 2005: um Cabernet Sauvignon de estirpe

Ventisquero Grey CS

Ventisquero Grey CS

Com a ascenção da Carménère chilena muitos produtores passaram a lhe dar mais destaque em detrimento de suas primas Cabernet Sauvignon e Merlot e por isso, atualmente, há uma gama de bons Carménères à disposição dos consumidores. O mesmo não se pode falar da Merlot, que ficou praticamente “esquecida”, uma vez que desde a década de 1990 todos os investimentos recaíram sobre a Carménère que vem sendo apontada como “uva símbolo” do país. Outras vinícolas investem na Syrah, Pinot Noir, Malbec, Cabernet Franc e até na Carignan com resultados animadores (a própria Ventisquero tem se destacado com Cabernet Sauvignon, Syrah e Carménère), mas não se tem conhecimento de nenhum Merlot de nomeada. Todavia, ousamos dissentir do ponto de vista de que a Carménère é a “uva símbolo” do Chile porque este lugar é de fato da Cabernet Sauvignon. E tem mais. Sem exagerar é fato inconteste que os cabernets chilenos estão entre os melhores do mundo. É só consultar qualquer publicação do gênero (nacional e internacional) para constatar as altas pontuações atingidas por esses vinhos. Contudo, como forma de identidade a Carménère foi a escolhida e o Brasil é um de seus maiores consumidores. E, apesar do importante papel que desempenhou no passado, a Merlot foi deixada de lado. Mas toda aquela empolgação inicial foi ultrapassada porque a principal estrela na constelação chilena de bons vinhos ainda continua sendo a Cabernet Sauvignon.

O vinho escolhido para esta resenha é um Cabernet Sauvignon, da linha Grey, que em termos de posicionamento no mercado está acima da linha Queulat – Gran Reserva e abaixo somente dos ícones Pangea (Syrah) e Vértice (Carménère e Syrah).

Além da indicação do teor alcoólico (14,5%), o contra-rótulo assinado pelo enólogo Felipe Tosso consta a seguinte informação: “Quiero presentarles nuestro Ventisquero Grey, creado pensando em la pureza del terroir del Valle de Yali. Este gran vino proviene de la selección de las uvas de las laderas del fundo Trinidad, madurado durante 16 meses em barricas de encinas francesas, para entregarnos um vino de exuberante elegância, complejidad y equilíbrio, el cual es la inspiración de um gran equipo de trabajo”.

Pois bem. O “Fundo Trinidad” fica no Valle de Yali, sub-região do Vale do Maipo, 140 km a sudoeste de Santiago e a 35 km do Pacífico. A proximidade com o mar proporciona influência marítima à região. A altitude varia de 150 a 260 metros acima do nível do mar. O clima apresenta uma longa estação seca com influência da costa e temperaturas médias variando entre mínima de 5°C e máxima de 15°C. No verão a temperatura média varia entre mínima de 12°C e máxima de 29°C.

No corte do Grey Cabernet Sauvignon 2005 existe uma pequena participação da Syrah (10%). Foi realizada a maceração pré-fermentativa a baixas temperaturas para extrair maior quantidade de cor e aroma. O mosto foi fermentado em tanques de aço inoxidável e cerca de 100% dele passou dezesseis meses em barricas de carvalho francês e mais um ano de afinamento na garrafa antes de sua liberação. Também não podemos olvidar de que a safra de 2005 foi excelente no Chile e que a colheita da Cabernet Sauvignon ocorreu em abril, isto é, no exato momento em que a uva apresentou qualidades organolépticas ideais tantos nos aromas como na maturação dos taninos.

Degustação

Ventisquero Grey CS 2005 – R$ 79,90 (Carrefour) cantu.com.br

Cor rubi violáceo profundo e com discreto halo de evolução. Ao nariz uma explosão balsâmica com eucalipto e mentol secundados por frutas negras maduras (ameixas e amoras). Um toque de baunilha, licor de cassis, especiarias (pimenta) e uma boa sugestão defumada com boa sustentação. Boca quente (14,5% álcool), redonda, macia, de taninos suaves e aveludados, com a repetição das sensações olfativas (frutado), num corpo médio com leve nota de madeira em integração com os demais elementos. Longo e persistente. Termina com uma leve nota de chocolate e apresenta um retrogosto duradouro. De fato um Cabernet Sauvignon de alto nível, que esbanja tipicidade e que conta c/bom potencial de evolução na garrafa (3/5 anos).

Avaliação: 88/100 pts.+

Adega Cooperativa Favaios

A história de Favaios perde-se no tempo. Segundo os historiadores, o nome deriva de “Flavius”, antiga povoação romana, pertencente à terra de Panoias. D. Afonso II outorgou-lhe carta de alforria em 1211. Recebeu o 1º Foral de Afonso III em 1270, confirmado por D. Dinis em 1248 e renovado por D. Manuel em 1514. Foi vila e sede de concelho até 1853. A vinicultura é a base da economia de Favaios que tem na Adega Cooperativa de Favaios o seu pilar mais forte e conhecido. Os seus Moscateleiros representam 80% das vendas da região e acreditam que o clima e a geografia tornam os seus Moscatéis abençoados pela natureza, entre os quais Favaíto aperitivo feito de uva Moscatel Galego da região de Favaios.

Guado Al Tasso 2005

eRobertParker.com©

92/100 RP/100 em
01 Jun 2008 The estate’s flagship wine, the 2005 …

Wine Spectator©

91/100 WS em
01 Jan 2008 Focused and pretty, with lovely perfumes …

Caballo Loco

Caballo Loco: primeiro blend Super Premium chileno

Caballo Loco: primeiro blend Super Premium chileno

O Caballo Loco até hoje é um dos melhores tintos do Chile, com diversos prêmios alcançados nos principais concursos internacionais. A vinícola afirma ter sido o primeiro assemblage categoria ‘Super Premium” Andino.

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É cuidadosamente feito através do sistema de “soleras” muito comum em Portugal e na Espanha. Mauro Marcelo Alves assinala que “Atípico, nasceu de maneira torta, digamos assim, mas muito boas intenções por trás da loucura. Ao voltar da Austrália no início dos anos 90, para dar novo impulso à vinícola Valdivieso, o enólogo chieleno Luis Simian fez a lição de casa: estudou com cuidado os vastos vinhedos da empresa e percebeu que alguns davam frutos melhores que os outros, reagindo de forma superior a cada nova safra. Então veio a idéia de miscigenar tudo, não importando a variedade e, principalmente, desconsiderando o uso da mesma safra. E ainda: o vinho anterior entraria na composição do próximo. Seria um vale-tudo para fazer do resultado o melhor dos vinhos da Valdivieso – e o nome veio espontaneamente: Caballo Loco. Esse é o apelido de Jorge Coderch Mitjans, um dos proprietários e diretor-geral da vinícola por muito tempo, assim chamado por causa de sua animação permanente e métodos pouco usuais de trabalho. Nada mais apropriado”. Abaixo uma retrospectiva da composição de cada edição.


A edição n° 1 foi composta das safras 1992, 1993 e 1994.

A edição n° 2 é um corte de 50% da n° 1 e 50% da safra 1995.

A edição n° 3 é um corte de 50% da n° 2 e 50% da safra 1996.

A edição n° 4 é um corte de 50% da n° 3 e 50% da safra 1997.

A edição n° 5 é um corte de 50% da n° 4 e 50% das safras 1998 e 1999.

A edição n° 6 é um corte de 50% da n° 5 e 50% das safras 2000 e 2001

A edição n° 7 é um corte de 50% da n° 6 e 50% da safra 2003.

A edição n° 8 é um corte de 50% da n° 7 e 50% da safra 2004.

A edição n° 9 é um corte de 50% da n° 8 e 50% da safra 2005.

A edição n° 10 é um corte de 50% da n° 9 e 50% da safra 2006.

A edição n° 11 é um corte de 50% da n° 10 e 50% da safra 2007.

Degustação – Caballo Loco n° 10 – Valle Central – 14,5% álcool – Importadora Bruck – preço: R$ 290 (Baccos – disponível n° 9 – em promoção por R$ 229,50) – no contra-rótulo consta que: “Caballo Loco es uma partida limitada de vino producido com nuestras mejores uvas, cuidadosamente seleccionadas por nuestros enólogos, um vino premiado numerosas veces, ideal para ocasiones especiales” – Análise organoléptica: rubi intenso e profundo demonstrando concentração. No nariz é muito elegante e complexo porque revela uma paleta frutada intensa e diversificada com sugestões de cassis, ameixas, amoras secundadas por baunilha, tabaco e uma suave nota mentolada. Boca no mesmo diapasão apresentando taninos potentes e aveludados mas ao mesmo tempo delicados e estruturados. Acidez, áIcool, fruta e madeira integrados e garantido-lhe longa sobrevida na garrafa. Termina longo, adocicado e convidando para o próximo gole.

Avaliação: 90/100 ++

Melhores chilenos

A quarta edição do Concurso Syrah du Monde 2010, foi realizado no início de junho na cidade de Ampuis, na região norte do Rhone, na França . Nesta quarta edição, foram 387 vinhos participantes de 27 países. A França foi o mais premiado, com 12 medalhas de ouro e 34 medalhas de prata. Vinhos da África do Sul recebeu 8 medalhas de ouro, nove de prata, enquanto a Austrália ganhou cinco medalhas de ouro e 11 prata. Os vinhos chilenos ganharam três medalhas de ouro e nove de prata. As medalhas de ouro foram para os vinhos Bisquertt La Joya Reserva 2009, Winemaker’s Selection Nova Syrah 2007 (Emiliana), Syrah Gran Reserva 2007 (Casas del Bosque).
A Argentina registrou uma medalha de ouro para o vinho Shiraz 2008 Callia Magna e uma medalha de prata para o Trapiche Oak Syrah Barril 2008.

A 27º edição do International Wine Challenge, um dos mais importantes concursos da Inglaterra, contou com um número record de 46 paises produtores (15% a mais que o ano passado), com vinhos de qualidade muito elevada. Foram distribuídos 111 Troféus e um total de 4.026 Medalhas. A França foi o país que mais obteve medalhas: 75 Medalhas de Ouro e um total de 947 medalhas. A Austrália foi o segundo colocado obtendo 65 Medalhas de Ouro e Portugal foi o terceiro melhor colocado com 35 Medalhas de Ouro. O Chile teve 6 vinhos agraciados com Troféus. Ei-los

Cono Sur Ocio Pinot Noir 2008, Cono Sur Vineyards & Winery

Terra Noble Gran Reserva Carmenere 2007, Vinedos Terranoble

Matetic Eq Syrah 2008, Matetic Vineyards

Antakari Carmenere Syrah 2008, Viña Falernia

Marques De Casa Concha Merlot 2007, Viña Concha Y Toro

Terrunyo Carmenere 2007, Viña Concha Y Toro

Veja a lista completa dos vinhos premiados no site: http://www.internationalwinechallenge.com/trophies.aspx

Segundo o Guia de Vinos de Chile– Edicion Bicentenário – os Melhores Vinhos Tintos Chilenos de 2010 são:

• Don Melchor 2006 – Viña Concha y Toro

• Peuhen 2005 – Viña Santa Rita

• Pangea Syrah 2006 – Viña Ventisquero

• D Donoso 2005 – Viña Casa Donoso

• Les Dix 2004 – Viña Los Vascos

• Microterroir 2005 – Viña Casa Silva

• Caminante 2006 – Viña Gracia

• Rapsódia 2007 – Viña Loma Larga

• Casa Real Cabernet Sauvignon 2005 (Etiqueta Exportação) – Viña Santa Rita

• Ninquen 2005 – Viña Montgras

Segundo o Guia de Vinos de Chile 2010 – Edicion Bicentenário, os Melhores Vinhos da Décadaque historicamente ultrapassaram 88 pontos durante 08 anos e participaram pelo menos 3 vezes como melhores do ano – foram:

• Almaviva, – Viña Almaviva

• Chardonnay Amelia, Viña Concha y Toro

• Cabernet Sauvignon Casa Real, Viña Santa Rita

• Clos Apalta, Viña Casa Lapostolle

• Domus Aurea, Cabernet Sauvignon, Viña Quebrada Macul

• Don Melchor, Cabernet Sauvignon,Viña Concha y Toro

• Merlot Reserva, Viña Cono Sur

• Montes Alpha M, Viña Montes

• Sauvignon Blanc Reserva, Viña Veramonte

• Carmenère Terruñillo, Viña Concha y Toro.

Sobre a Degustação

Participaram da degustação: Elmano Marques, Gilvam Passos, Severino Marques, Dario Vale, Nelson Solano, Bosco Pinheiro, José Roberto Alves, Gustavo Ribeiro, Armindo Albuquerque, Manoel Neto e Rodrigo Lima. Por decisão da maioria, foi estabelecido que a degustação fosse feita às cegas, em duas etapas, sendo os cinco primeiros vinhos escolhidos aleatoriamente, e de pronto revestidos em papel alumínio e numerados. A degustação seguiu a seguinte ordem:

1 – Cecília Torres – 89% Cabernet Sauvignon do Alto Maipo
7% Cabernet do Maipo
4% Syrah do Maipo
Guarda de 16 meses em barricas francesas novas

2 – Pablo Morandé – 71% Cabernet Sauvignon do Alto Maipo
12% Cabernet de Maipo
8% Cabernet Franc de Maipo
5% Carrignan de Maule
4% Syrah de Maule
Guarda de 19 meses em barricas francesas novas

3 – Marcelo Papa – 70% Cabernet Sauvignon do Alto Maipo
22% Syrah de Maipo
6% Cabernet de Maipo
2% Carmenere de Cachapoal
Guarda 15 meses em barricas francesas novas

4 – Aurélio Montes – 70% Cabernet Sauvignon do Alto Maipo
15% Cabernet de Colchagua
15% Syrah de Colchagua
Guarda de 18 meses em barricas francesas novas

5 – Adolfo Hurtado – 70% Cabernet Sauvignon do Alto Maipo
11% Cabernet do Maipo
8% Syrah do Maipo
7% Carmenere de Cachapoal
4% Malbec de Colchagua
Guarda de 19 meses em barricas francesas novas

http://www.erobertparker.com/entrance.aspx

Publicado no Jornal Valor Econômico eis a relação dos 50 Melhores Vinhos da América do Sul, que irão fazer parte do Guia Descorchados Amércia do Sul 2010.

1º – DV Catena Vineyard Designated Nicasia Vineyard 2003 – Argentina Importadora Mistral
2º – La Reserva del Calimoro 2006 – Chile – Importadora Casa do Porto
3º – Maycas del Limarí Reserva Especial Syrah 2007 – Chile – Importadora Enoteca Fasano
4º – Ribera del Lago Cabernet-Merlot 2007 – Chile – Sem Importadora no Brasil
5º – Nicolas Catena Zapata 2006 – Argentina – Importadora Mistral.
6º – Cypress Vineyard Sauvignon Blanc 2009 – Chile – Importadora Vinea
7º – Carmín de Peumo Carmènére 2007 – Chile – Importadora VCT
8º – Tanagra Syrah 2007 – Chile – Importadora Decanter
9º – Finca La Anita Malbec 2006 – Argentina – Importadora Bodegas
10– House of Morandé 2006 – Chile– Importadora Carvalhido
11º- Sol de Sol 2007 – Chile– Importadora Zahil
12º–Casa Real Reserva Especial 2006 – Chile – Importadora Gran Cru
13º–Microterroir de Los Lingues Carmènére 2006 – Chile – Importadora vinhos do Mundo
14º–Manso de Velasco Viejas Vinas Cabernet Sauvignon 2006 – Chile – Importadora Reloco
15º–Noemia Malbec 2006 – Argentina – Importadora Vinci
16º -Riglos Gran Corte Cab. Sauvignon /Malbec 2006 – Argentina – Importadora Gran Cru
17º-Quebrada Seca Chardonnay 2007 – Chile – ImpTortadora Enoteca Fasano
18º-Tabali Reserva Especial Sauvignon Blanc 2009 – Chile – Importadora Gran Cru
19º-Catena Zapata Malbec Argentino 2007 – Argentina – Importadora Mistral
20º-Carmen Wine Maker´s Reserva 2007 – Chile – Importadora Vince
21º-Alfa Crux Malbec 2006 – Argentina – Importadora Vince
22º-Paisage de Barrancas 2006 – Argentina – Importadora World Wine
23º-Zavala 2007 – Chile – Importadora Épice
24º-DV Catena Vineyard Designated AdrianaVineyard 2003 – Argentina – Importadora Mistral
25º-Terrunyo 2007 – Chile – Importadora VCT Brasil
26º-Caro 2007 – Argentina – Importadora Mistral
27º-Lota 2007 – Chile – Importadora Santar
28º-Albis 2006 – Chile – Importadora Winebrands
29º-J Alberto 2008 – Argentina – Importadora Vince
30º- Pequeñas Producciones Sauvignon Blanc 2009 – Chile – Importadora Obra Prima
31º–Finca Altamira Malbec 2007 – Argentina- Importadora Expand
32º-Trivento Golden Reserve Malbec 2006 – Argentina – Importadora VCT Brasil
33º-Sophenia Syntesis Malbec 2007 – Argentina – Importadora Expand
34º-Ribera del Lago Sauvignon Blanc 2007 – Chile – Sem importador no Brasil
35º-Alta Vista Alto 2005 – Argentina- Importadora Épice
36º-Linda Flor Malbec 2005– Argentina – Importadora Gran Cru
37º-Vila Francioni Sauvignon Blanc 2009 – BraSIL – Lojas Especializadas
38º-Cadus Single Vineyard 2005 – Argentina – Importadora Santar
39º-Morandé Edición Limitada Sauvignon Blanc 2008 – Chile – Importadora Carvalhido
40º-Finca Mirador Malbec 2007 – Argentina – Importadora Expand
41º-Finca Bella Vista 2007 – Argentina- Importadora Expand
42º-Mendel Finca Remota Malbec 2007 – Argentina – Importadora Gran Cru
43º-Storia Merlot 2005– Brasil – Lojas especializadas
44º-Flecha de los Andes Gran Corte 2006 – Argentina – Importadora Gran Cru
45º-Talento 2006 – Brasil – Lojas especializadas
46º-Colomé Estate Malbec 2006 – Chile – Importadora Decanter
47º-RAR 2005 – Brasil – Lojas especializadas
48º-Cheval des Andes 2006 – Argentina – Importadora LVMH
49º-Triple C Carmènére 2006– Chile – Importadora Gran Cru
50º-Pulenta Gran Estate Malbec 2007– Argentina- Importadora Gran Cru

7º ANNUAL WINES OF CHILE AWARDS

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Abaixo a relação dos vinhos premiados:

Best Syrah & Best in Show :
San Pedro 1865 Single Vineyard Syrah Cachapoal 2007, Cachapoal Valley

Best Value Red:
Via Wines Oveja Negra Reserva Cabernet Franc Carmenere 2008, Maule Valley

Best Sauvignon Blanc & Best Value White:
Viña Bravado Marina García Schwaderer 2009, Casablanca Valley

Best Chardonnay:
Cono Sur
20 Barrels Limited Edition Chardonnay 2008, Casablanca Valley

Best Other Whites:
Cono Sur
Vision Viognier 2009, ColchaguaValley

White Blends:
Estampa
Reserve Sauvignon Blanc/Chardonnay/Viognier 2009, Casablanca Valley

Best Pinot Noir:
Cono Sur
20 Barrels Limited Edition Pinot Noir 2008, Casablanca Valley

Best Merlot:
Ventisquero
Grey Merlot 2007, Colchagua Valley

Best Carmenere:
Casa Rivas Gran Reserva Carmenere 2007, Maipo Valley

Best Cabernet Sauvignon:
Echeverria
Founders Selection Cabernet Sauvignon 2005, Maipo Valley

Best Other Reds:
Odfjell
Vineyards Orzada Carignan 2006, Maule Valley

Best Red Blend:
O. Fournier
Centauri Blend 2008, Maule Valley

Com o objetivo de divulgar e destacar a qualidade dos vinhos chilenos no Canadá, na noite de 15 de janeiro último, no Clube de Golfe La Dehesa (Santiago do Chile), em meio a uma atmosfera festiva, houve a premiação dos melhores vinhos chilenos. 111 vinícolas participantes e 467 amostras de vinho deram vida ao Festival Anual de Vinhos do Chile 2010 ocorrido entre 9 a 14 de janeiro de 2010. O evento chegou a sua sétima versão patrocinado por “Wines of Chile”, e pela primeira vez teve a participação de juízes do Canadá, terceiro maior importador mundial de vinhos chilenos.

Os prêmios: 51 medalhas de ouro, 136 medalhas de prata, 14 como o melhor em sua categoria e dois pelo preço. E o mais esperado da noite -vinho “best in show”: San Pedro Syrah 18652007

Critério de avaliação: pontuação entre 84/86 pontos, determinado medalha de bronze, 87/90 pontos – prata e 91/100 pontos – ouro. Em seguida, o San Pedro Syrah 18652007, Vale de Cachapoal, foi escolhido o melhor vinho do evento. Um prêmio que consolida o trabalho de Marco Puyo em sua nova carreira na vinícola San Pedro. Outro prêmio esperado da noite, após os elogios do júri durante a manhã no seminário “Navigaing Canidia Market”, foi o de melhor Sauvignon Blanc da competição. O premiado foi o Marina Sauvignon Blanc 2009 (Vale de Casablanca) da Viña Bravado (enólogos Constanza Schwaderer e Felipe Garcia), que por sua vez, deu um forte apoio ao Movimento dos Viticultores Independentes criado em 2009. Enquanto isso, Cono Sur foi classificada como a vinícola com mais prêmios. A Syrah seguiu como a cepa com mais medalhas de ouro, num total de nove medalhas, contra seis recebidas pela Carménère (segunda mais premiada).

Degustação de Vinhos Franceses da Borgonha e de outras regiões do Velho Mundo

Na noite de 21 de janeiro de 2010, quem escreve essas linhas juntamente com José Luiz, Pagliari, Lucas, Vitor, Arthur, Romeu e Marcos reuniram-se no Rosmarino, sito à Rua Henrique Monteiro 44, Pinheiros, tel. 3819 – 3897 para degustação dos seguintes vinhos:

Batard-Montrachet Grand Cru Etienne Sauzet 2003 – 13,5% álcool
Chevalier-Montrachet Grand Cru Domaine Michel Niellon 2003 – 13,5% álcool
Poully-Fuisse Verget 2004 – 13% álcool
Montagny LeRoy 2002 – 13% álcool
Quartz Lês Cailloux du Paradis Vin de Table (sem safra; lote 2004) 12,4% álcool
Tondonia Rioja Reserva 1990 – 12,5% álcool
Vallegarcia Viognier 2004 – 14% álcool
Redoma Douro DOC 2000 – 14% álcool
Casa Lapostolle Cuvée Alexandre Chardonnay 2006 – 14,5% álcool – jantar

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Abaixo o menu escolhido pelo José Luiz e que foi servido após a degustação:

Entrada
Vitel Thonée
Prato Principal
Linguado em crosta de batata ao molho aromático de aniz estrelado.
Sobremesas
Terrine de frutas frescas
Pastiera de grano
Creme Brûlée ao limão siciliano
Sorvete de capim santo
Frozen de yogurt com amarena
Café

A degustação transcorreu normalmente e o serviço do vinho foi bastante profissional porque o garçon escolhido, acostumado no atendimento de confrarias se desincumbiu muito bem e serviu na ordem pré-estabelecida (às cegas) com presteza além do habitual. A comida estava ótima e o menu servido aprovado pelos comensais. Registro aqui homenagens à equipe do Rosmarino, comandada pelas irmãs Ângela Amado e Stela Krempel, sempre muito atenciosas e preocupadas com todos os detalhes.

Ao final, a Stela, que convidada também participou da degustação (registro que se trata de uma degustadora experiente que faz comentários pertinentes e observações técnicas coerentes) e brindou o grupo abrindo uma garrafa do Cuvée Alexandre, um delicioso chardonnay chileno do Vale de Casablanca, produzido pela Casa Lapostolle, safra 2006, 14,5% álcool, muito equilibrado e que arrancou elogios dos presentes.

Abaixo segue a lista em ordem decrescente:

9.- Redoma Douro DOC 2000 (13% álcool) – cor dourada, nariz fechado e decadente na boca – Importador Mistral – preço: R$ 107,82 – (safra 2008)

8.- Vallegarcía Viognier 2004 – Vino de La Tierra de Castilla (14% álcool) – Palha esverdeado, no nariz lembra torrontés (floral intenso). Boca leve, fresca, delicada e com amargor ao final
Importador World Wine – preço: R$ 137,00

6.- Montagny LeRoy 2002 – Borgonha (14% álcool) – cor viva, palha esverdeado, distinguiu-se no olfato por conta de suas notas de frutas brancas. Boca, macia, complexa, fina, agradável, longa e intensa. Boa tipicidade.
Importador Zahil preço: R$ 330,00

5.- Tondonia Reserva 1990 – Rioja (12,5% álcool) – amarelo carregado sem turbidez. Pouco intenso, porém, muito fino e complexo. Começou com notas de tabaco e depois de algum tempo mel, resina e cânfora. Rico, mineral e delicado no palato. Acídulo e saboroso termina longo, suave com retrogosto marcante. Um belo vinho que impressiona por seu frescor.
Importador Vinci preço: R$ 215,10 – (safra 1991)

4.- Quartz Lês Cailloux du Paradis – Earl Courtois Daumas - Vin de Table (sem safra; lote 2004 – 12,4% álcool)- carregado na cor e rico no nariz com mel, marmelo, frutas cristalizadas, agridoce e um traço vegetal que identifica sua casta: Sauvignon Blanc. Na boca repete a riqueza olfativa, denso, encorpado, rugoso e marcante. Vinho salivante, pitoresco, de curiosa tipicidade, que ficou na segunda colocação para quem escreve essas linhas.
Importador: World Winepreço: R$ 134,00

3.- Batard-Montrachet Grand Cru Etienne Sauzet 2003 – (13,5% álcool) – Palha esverdeado, nariz complexo com notas florais, ligeiro amendoado, crocante e na boca repete as sensações olfativas, elegante, macio, fresco com boa fruta – destaque para abacaxi.
Importador: não tem

2.- Poully-Fuisse Verget “Terroir de Fuissé” Vers Asnières 2004 – 13% álcool – Palha esverdeado. Aromas de frutas brancas sobre um fundo madeirado. Boca no mesmo diapasão com ótimo frescor, untuosidade e exemplar harmonia de seus elementos constitutivos com tudo no lugar certo. Termina sedoso e convidativo. Ótima tipicidade com longa sobrevida na garrafa.
Importador: World Wine – preço R$ 187,00

1.- Chevalier-Montrachet Grand Cru Domaine Michel Niellon 2003 – 13,5% álcool – Foi o melhor vinho para sete dos nove degustadores. Palha claro límpido e brilhante. No início começou discreto no nariz e depois de alguns minutos na taça mostrou singular complexidade com baunilha em primeiro plano. Depois frutas brancas, flores, amêndoas e uma leve nota crocante repetida no palato que, indubitavelmente foi o seu ponto alto. Macio, leve, fresco, limpo e sobretudo untuoso com acento mineral. Álcool, fruta, madeira e acidez entrelaçados harmonicamente com muita finesse. Termina macio e sem nenhuma aresta. Vinho de perfil típico dos grandes caldos borgonheses, porque tem classe, muita classe. De longa guarda seu único defeito é o de não contar com importação regular para o Brasil.

Agradecimentos: José Luiz e Vitor pelo inusitado convite

Beni di Batasiolo Chianti DOCG 2006

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O Chianti é um dos mais notáveis e apreciados vinhos tintos da Itália. Vem da vasta região denominada Toscana, que compreende as Províncias de Arezzo, Firenze, Pisa, Pistoia, Prato e Siena, com mínimo de 75% de Sangiovese, a qual pode adicionar-se Canaiolo Nero e as brancas Trebbiano Toscano e/ou Malvasia del Chianti e outras variedades de uvas tintasrecomendadas e/ou licenciadas nas áreas de produção. Normalmente o Chianti tem uma cor rubi brilhante tendendo ao granada com o envelhecimento; aroma intenso, vinoso, às vezes a lembrar violetas e um caráter mais acentuado de sutileza no processo de amadurecimento com sabor harmonioso, seco, frutado, pouco tânico, apresentando-se amiúde vivo e arredondado. Na etiqueta fixada próxima ao gargalo da garrafa consta a indicação de uma das sete sub-áreas geográficas reconhecidas. Ao ser produzido a partir de uvas colhidas e vinificadas em suas respectivas zonas de produção poderá ostentar o termo “superior”. Com envelhecimento de ao menos dois anos (com início em 1° de janeiro seguinte ao ano da colheita) e o mínimo de três meses de amadurecimento em garrafa, teor alcoólico mínimo de 12%, o vinho Chianti (“superior” excluído) tem direito à qualificação “Riserva”. É um vinho gastronômico por excelência, desde os pratos simples do dia-a-dia até os mais sofisticados.

 

Por fim, cabe observar que cerca de dois terços da produção de Chianti DOCG é feita fora de Chianti Classico e inclui vinhos genéricos e outros de subzonas específicas. Feito basicamente do mesmo corte do Classico, o Chianti DOCG tem padrão menos interessante, mas algumas subzonas escondem algumas jóias.Os bons exemplares têm grande acidez e taninos potentes, aromas terrosos e de cereja tradicionais da Sangiovese e muita persistência gustativa.

 

 

 

Sobre o produtor: Beni di Batasiolo

Fundada em 1958, é uma vinícola que anos atrás redefiniu sua gama de vinhos. Essa grande Maison Piemontesa, sempre buscou atingir níveis de elevada qualidade calcando-se em importantes escolhas técnicas, como p. ex. atrasar o lançamento de um de seus principais vinhos, o Barolo Bofani e “pular” a safra de 2002, ruim na Itália e praticamente no restante de toda Europa são alguns de seus exemplos. O resultado deste trabalho, que sempre envolveu o enólogo da casa, Giorgio Lavagna, bem estimulado pelafamília Dogliani, reflete-se na qualidade média dos vinhos: desde o singelo Vino di Tavola Batasiolo della Casa até os premiadosBarolos (Corda della Bricolina, Cerequio e Bofani), são tintos de grande aceitação e alguns deles contam com diversas premiações internacionais e também dentro da Itália.

 

 

Degustação – Beni di Batasiolo Chianti DOCG 2006 – Castellina In Chianti – 12,5% alc. Distribuído em São Paulo por Ravin Importadora – preço médio R$ 43,00

Cor: rubi violáceo com discreto halo granada.

Aromas: no início uma nota de alcaçuz domina o conjunto. Depois chocolate sobre um fundo vegetal. Apresentou boa sustentação na taça, com uma nota discreta de tabaco. No fundo de copo uma gostosa sugestão a lembrar chocolate.

Boca: tânica, boa acidez com um leve traço mineral. Discreta presença de fruta madura. Vinoso, intenso, termina com ligeira adstringência. Boa tipicidade.

Avaliação: 85/100 pts.

Segunda degustação de vinhos da MMV Importadora

Degustação de vinhos de importação da MMV Importadora, cuja distribuição na Cidade de São Paulo cabe à Villa Vino, com sede à Rua Tabapuã 133, cjto 71, Itaim Bibi, telefone 3168 6919 e 7735 4944, com apresentação de Kiko (Fernando Scarpelli Berti), realizada na noite de 12.01.2010 no Restaurante “Ráscal”, do Shopping Villa Lobos, Lapa, Capital – SP.

Sincero agradecimento aos participantes e ao Sommelier Alessandro, que se desincumbiu com invulgar desenvoltura servindo todos com tranqüilidade e presteza.

A Tenuta Caparzo, engloba três vinícolas: Borgo Scopeto, em Castelnuovo/Berardenga, Caparzo, em Montalcino/Siena e Doga delle Clavule, localizada em Magliano in Toscana.

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Surgiu na Toscana no fim de 1960 e desde então vem buscando aperfeiçoamento constante tanto nos vinhedos como na adega. Seus vinhos tiveram boas notas boas e se destacaram pela tipicidade, com exceção do Caparzo Bianco. Produz um dos melhores Brunellos di Montalcino, o La Casa que chegou a receber 96/100 pts. da Wine Spectator e normalmente recebe altas pontuações dessa revista, da Wine Enthusiast e de Robert Parker. Já teve seu vinho incluído na lista Top 100 2008 da WS e recentemente (dez/09), o Chianti Clássico e o Supertoscano Borgo Scopeto foram citados nas listas atuais do respeitado crítico Jorge Lucki.

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Caparzo Bianco Toscana IGT
Origem: Itália – safra: 2008 – álcool: 12% – uvas: Chardonnay (75%), Sauvignon Blanc (20%) e Gewürztraminer (5%) – região: Montalcino/Toscana – preço: R$ 95,00 (vendido com desconto por R$ 69,00)
Amarelo na transição para o dourado. Nariz agradável e de boa complexidade com prevalência das notas florais sobre um fundo defumado com uma leve pontinha de mel. Infelizmente a boca não entrega o anunciado no nariz porque tropeçou na falta de tipicidade e principalmente na falta de frescor. Corpo ligeiro e baixa persistência. Termina com ligeiro amargor. Bom para o dia-a-dia ou como acompanhamento de pizzas. WS 81/100 pts.
Avaliação: 84/100 pts.

Vermentino Doga delle Clavule
Origem: Itália – safra: 2008 – álcool: 12% – uva: Vermentino – região: Maremma/Toscana – preço: R$ 89,00 (vendido com desconto por R$ 69,00)

Palha com reflexos esverdeados. Nariz floral, frutas brancas e uma ponta cítrica. Boca macia, acidez delicada, boa integração dos elementos álcool, fruta e principalmente acidez. Sápido, de boa estrutura e mais tipíco do que o anterior. Bom para aperitivos e carnes brancas.
Avaliação: 85,5/100 pts.

Sangiovese Caparzo Toscana IGT
Origem: Itália – safra: 2008 – álcool: 13,5% – uva: Sangiovese – região: Montalcino/Toscana – preço: R$ 75,00 (vendido com desconto por R$ 65,00)
Cor rubi violáceo intenso sem halo de evolução. Nariz complexo com sugestões de frutas negras como amora e framboesa sobre um fundo terroso. No palato um vinho limpo, ligeiramente tânico (qualidade boa), equilibrado, de acidez plena, seco e fácil de beber. Madeira bem integrada (4 meses em carvalho esloveno). Termina com alguma rusticidade e levemente secante. 3/5 anos de guarda
Avaliação: três taças (86/100 pts.)

Borgo Scopeto Chianti Clássico “Galo Nero”
Origem: Itália – safra: 2005 – álcool: 14% – região: Castelnuovo Berardenga/Chianti Clássico/Toscana – uva: Sangiovese (100%) – preço: R$ 114,00 (vendido com desconto por R$ 104,00)

Cor semelhante ao anterior só que mais intensa. Nariz complexo com notas de baunilha, toques lácteos e uma leve sugestão medicinal com uma boa dose de frutas negras e especiarias. Ao ingressar na boca, apresenta uma estrutura plena e encorpada, com acidez salivante, taninos austeros e ao mesmo tempo elegantes formando um conjunto harmônico que termina com leve rugosidade que se dissipará com mais algum tempo na garrafa (torcemos para isso). Agradou por conta de sua ótima tipicidade e persistência. Para ser degustado nos próximos 8/10 anos. Amadurece doze meses em barricas de carvalho esloveno e afina mais cinco meses na garrafa.
Avaliação: 87/100 pts. ++

Borgo Scopeto Chianti Classico Riserva DOCG – Vigna Misciano
Origem: Itália – safra: 2005 – álcool: 13% – uva: Sangiovese – região: Montalcino/Toscana – preço: R$ 194,00 (vendido com desconto por R$ 174,00)

Misciano é uma pequena vila do século XV onde está localizado o vinhedo mais importante da Borgo Scopeto. Situado a 360 metros de altitude, de exposição sul/sudeste e de solo cuja matriz é de areia e argila. Este Vigna Misciano só é produzido nas safras consideradas boas após uma rigorosa seleção de uvas. Análise organoléptica: vermelho rubi intenso com reflexos granada. Nariz intenso, fino com alcaçuz, frutas negras, musgo, cânfora e chocolate sobre um fundo tostado. Boca que confirma o nariz, quente, plena, generosa, taninos austeros, poderosos a revelar uma verdadeira usina de força face sua potência incomum, acidez gastronômica, madeira por integrar formando um conjunto aristocrático que certamente ganhará complexidade com mais alguns anos na garrafa. Vinho seco, de boa estrutura e de retrogosto com notas de chocolate e madeira. Excelente tipicidade. À mesa deve crescer ainda mais. Amadurece 18/24 meses em barrica de carvalho esloveno e francês e seu afinamento é no mínimo de 8 meses na garrafa. O produtor informa que sua capacidade de envelhecimento ultrapassa quinze anos.
Avaliação: 88/100 pts. ++


Cà del Pazzo Toscana IGT 2004 – Supertoscano
Origem: Itália – safra: 2004 – álcool: 13,5% – região: Caparzo/Montalcino/Toscana – uvas: partes iguais de Sangiovese Grosso e Cabernet Sauvignon – preço: R$ 284,00 (vendido com desconto por R$ 264,00)

A antiga denominação de Caparzo, nos registros cadastrais, era Cà del Pazzo, região das uvas do primeiro superstoscano da região de Brunello. Vinho produzido somente nas boas safras após uma atenta seleção de uvas. Análise organoléptica: estilo diametralmente oposto ao do Chianti Misciano. Cor semelhante só que um pouco mais viva e brilhante. Nariz sedoso sobressaindo inicialmente uma nota de mentol secundada por alcaçuz, especiarias e fruta em compota. Ao ingressar na boca, apresenta uma estrutura imponente e ao mesmo tempo generosa porque inunda o palato, com seus taninos aveludados, fruta em evidência e notas tostadas. Intenso, longo e profundo, apresenta grande harmonia de seus elementos. Alia de forma singular a força da Sangiovese com a elegância e balanço da Cabernet Sauvignon. Um vinho de excelente tipicidade que termina com surpreendente doçura, sem nenhuma aspereza. Para ser degustado nos próximos 10 anos. Amadurece 24 meses em barrica de carvalho francês e afina 12 meses na garrafa antes de ser distribuído. Consoante informação do produtor pode evoluir de 10 a 15 anos dependendo da safra. Decantar.
Avaliação: 90/100 pts. +