Novidades da importadora Ravin – São Paulo

rogerio-davila

Da esquerda para direita: José Alberto Zuccardi (vinícola Familia

Zuccardi), Luana Franceira, Rogério D’Ávila (Diretor Comercial),

Viviane Borges (Gerente de Marketing) e a chef Regina Barreiro

Almoço na RAVIN

Realizado na segunda semana de janeiro, na sede da Importadora paulistana RAVIN, sito à Rua Gandavo 526, Vila Mariana, tel 011 5574 5789, com a presença do Diretor Comercial Rogério D’Ávila, do Diretor de Operações e Finanças Alberto Porto Alegre, da Consultora de Vinhos Elaine Silva e demais membros da Ravin. Merece menção especial a recepção de primeiro nível e o almoço preparado com extrema competência pela Chef Regina Barreiro, escoltado por vinhos de diversas procedências do crescente portfólio da Ravin.

O menu:

Entradas

Salada Waldorf

Creme de Mandioquinha

Prato principal

Picadinho Húngaro

Sobremesa

Mousse de Maracujá

Novidades da RAVIN

Quem escreve essas linhas teve a satisfação de examinar, pela primeira vez, o novo catálogo da Ravin. Nele estão contemplados os seguintes produtores:

Família Zuccardi – Mendoza (Argentina)

Espumantes Pol Clément – Tournan (França)

Jean-Baptiste Audy – Bordeaux (França)

Grand Theatre/Univitis (França)

Médici Ermete – Emilia-Romagna (Itália)

Sacchetto – Veneto (Itália)

Tenuta San Guido (Sassicaia e Guidalberto) – Toscana (Itália)

Zaccagnini – Abruzzo (Itália)

A Mano – Puglia (Itália)

Calatrasi – Sicilia (Itália)

Morgante – Sicilia (Itália)

Agrícola Punica – Tenuta San Guido – Sardenha (Itália)

Vega Sauco – Toro (Espanha)

Quinta de la Rosa – Douro (Portugal)

Terras de Fialho – Alentejo (Portugal)

Azeites Família Zuccardi – Mendoza (Argentina)

A apresentação do catálogo é compacta e de fácil manuseio. Nele, Rogério D’Ávila anunciou a incorporação de novos produtores, a saber:

Spice Route – Swartland/Cape West Coast (África do Sul) com dois de seus principais vinhos, o Pinotage e o Mourvédre.

Fairview – Paarl/Stellenbosch (África do Sul)

La Capra - Coastal Region (África do Sul)

Goats do Roam – Paarl (África do Sul)

Viña Maipo (Chile), com uma linha de vinhos que vai do espumante Maipo Brut, passando pelos Varietais, linha Reserva, Gran Devoción até o vinho top Limited Edition, um Syrah do Vale do Maipo de produção limitada e de elevada qualidade. Importante destacar que a Viña Maipo fez uma aposta firme na Syrah e praticamente há vinhos dessa casta em todas as linhas.

Clerget Terroirs – Cotes-du-Rhône (França)

Lusovini – Terras de Fialho (Portugal)

Boas Quintas – Dão (Portugal)

Além desses produtores, a Ravin passará fazer a distribuição com exclusividade para São Paulo do conceituado produtor Batasiolo, que tem um portfólio vasto que vai do Vino di Tavola “Della Casa”, Frascatti, Moscato D’Asti, Dolceto, Barbera, Chianti até Barbaresco e o celébre Barolo Ceréquio. Produtores nacionais distribuídos pela Ravin: Botticelli (VSF) e Marco Luigi (RS).

O novo catálogo, resultado de recentes viagens de Rogério e do sócio Alberto Porto Alegre, será lançado brevemente com a participação da imprensa especializada. Resumidamente, um dos objetivos da Ravin é o de, nos próximos cinco anos, crescer à razão de 10% ao ano e trabalhar no máximo com 200 rótulos. Outras informações serão divulgadas no evento.

Durante o almoço preparado pela Chef Regina Barreiro, na companhia de Rogério D’Avila e demais membros da Ravin, tivemos o privilégio de degustar os seguintes vinhos:

Viña Maipo Syrah 2009 – Valle Central – 13,3% – R$ 17,50 (disponível em março)

Com o costumeiro acerto o britânico Hugh Johnson observa que “o Chile não precisa de um influxo de diferentes variedades de uvas, mas de um melhor entendimento daquelas que já tem”. Este Syrah é o “entry level” desta vinícola integrante do conglomerado Concha y Toro e impressiona por seu perfil que corrobora a assertiva anterior. Vamos à sua análise organoléptica: Rubi violáceo de média concentração. Aromas simples e francos com groselha, mentol e uma ponta de especiarias. Boca redonda e macia. Corpo médio e balanceado confirmando a fruta. Álcool integrado. Fim-de-prova limpo, suave e sem arestas. Boa tipicidade. Excelente relação qualidade-preço.

Avaliação: 86/100 pts.

Viña Maipo Gran Devoción

Carménère/Syrah – Valle Del Maule – 14,5% álcool – R$ 69,00 (primeiro semestre 2010)

No Chile, o Vale do Maule com seus extensos vinhedos é a bola da vez. Muitos investimentos e a melhor compreensão de seu terroir já estão a produzir resultados alvissareiros. Uma das principais características da linha “Gran Devoción” é que todos os vinhos tintos levam Syrah, seja como “protagonista” ou “coadjuvante”. Este, produzido com uvas dos vinhedos de “Villa Alegre y Lourdes”, amadurecido 14 meses em barricas de carvalho francês e americano, surpreendeu por sua maciez, presença de fruta e balanço. Aqui, a protagonista com 75% de participação é a Carménère e a coadjuvante é a Syrah, com 25% restantes. Análise organoléptica: Atraente cor púrpura intenso brilhante com reflexos arroxeados. Boa complexidade aromática com leve toque achocolatado e vegetal da Carménère e uma ponta de especiarias da Syrah. Na boca encanta pela maciez de seus taninos, presença de frutas negras com madeira integrada e discreta sobra de álcool. Rugoso e ao mesmo tempo profundo, termina redondo e suave prometendo boa evolução na garrafa nos próximos anos.

Avaliação: 88/100 pts. +

Viña Maipo Limited Edition Syrah 2005 – Valle del Maipo – 14,5% álcool – R$ 105,00

O Vale do Maipo é apontado por suas características como o melhor terroir chileno da Cabernet Sauvignon, cepa mais importante deste tradicional produtor de vinhos do Novo Mundo. Todavia, numa tentativa de derrubar esse paradigma, a Viña Maipo elabora este vinho que tem uma pequena participação de Cabernet Sauvignon, apenas 9%. A Syrah fica com o restante e provém do “Viñedo Quinta Del Maipo”, no coração do Vale do Maipo, cortado pelo rio de mesmo nome com as benesses do solo aluvial, pedregoso e pobre em nutrientes, como convém às videiras. Degustação: cor semelhante a do exemplar anterior com mais profundidade e intensidade. No olfato alcaçuz, notas balsâmicas, groselha, geléia de amoras, coco e ligeira sobra de álcool. Boca a revelar um vinho potente, vigoroso, quente, concentrado e sobretudo tânico reivindicando mais alguns anos na garrafa para o seu arredondamento. Tem perfil distinto dos Syrahs de Aconcágua e sobretudo de Colchágua. A fruta doce e madura confirma as sensações olfativas. Termina longo, agradável e com uma ponta de adstringência. Pede uma carne suculenta, como por exemplo costeletas de cordeiro e queijos curados. Longa vida na garrafa pela frente. À conferir. Apenas à título de informação, a safra 2006 deste mesmo vinho amealhou 90/100 pts. da Wine Advocate de Robert Parker e 91/100 pts da WS.

Avaliação: 88/100 pts. ++

A Naca Rosso IGT Sicília – Calatrasi 2006 – 14,5% álcool – R$ 298,00

A Casa Vinícola Calatrasi di San Cipirello (cidade ao Sul de Palermo/Itália) é uma vinícola siciliana cuja produção apresenta qualidade em constante crescimento. Já obteve, inclusive, a certificação ISO 9002. O estilo de seus vinhos conjuga tradição siciliana e gosto internacional. As principais uvas são Chardonnay, Catarratto, Nero d’Avola, Merlot, Syrah, etc. Análise organoléptica: Com 95% de Nero D’Avola e 5% de outras uvas autóctones, este A Naca apresenta cor rubi intenso com reflexos púrpura. Nariz amplo, envolvente e complexo com alcaçuz e alguma fruta (cereja e amora) sobre um fundo de tabaco. Na boca sua entrada é quente e confirma as sensações olfativas com taninos densos, poderosos e doces. Ótima acidez e integração dos taninos, fruta e madeira (amadurece 15 meses em barricas de origem não divulgada). Deixa uma sensação agradável no fim de boca. Vinho que se destaca por conta de sua tipicidade e inequívoca personalidade mediterrânea. Seu estilo lembra um bom Amarone.

Avaliação: 90/100 pts. ++

Guidalberto IGT Toscana 2006 –13,5% álcool – R$ 348,00

A Tenuta San Guido está estabelecida em Bolgheri, Toscana e produz um dos vinhos mais destacados e amiúde apontado como o melhor de toda Bota: Sassicaia. Fundada em 1968 seu proprietário é o Marchese Nicolò Incisa della Rocchetta, filho do piemontês Mario Incisa della Rocchetta (morto em 1983) e da ítalo-americana Clarice della Gherardesca. Guidalberto della Gherardesca, viveu em Bolgheri no começo século XVIII e foi o pioneiro da viticultura nessa região. A primeira safra do Guidalberto foi lançada em 2000 e nesta versão 2006 leva 45% de Cabernet Sauvignon, 45% de Merlot e 10% de Sangiovese. Amadurece doze meses em barricas novas de carvalho americano (20%) e francês (10%) e o restante das barricas são oriundas do Sassicaia. Análise organoléptica: rubi violáceo intenso e profundo. Paleta aromática complexa, fruta em evidência com notas de amoras, ameixas, especiarias e uma leva sugestão balsâmica. Na boca é um vinho expansivo e solidamente estruturado com uma impressionante massa de taninos de ótima qualidade. Sem conflito entre fruta e madeira. Necessita de tempo para evoluir na garrafa, contudo, já dá mostras do que será daqui alguns anos: um vinho de estilo francês com acento italiano. Fim de prova persistente e sem arestas. Vinho reconhecidamente longevo, produzido com uvas da safra 2006 considerada excelente na Toscana, para ser bebido nos próximos dez anos. Obteve 92/100 pts. da WS (31.10.2008) e de RP (01.06.2008) e também está disponível na Ravin.

Avaliação: 91/100 pts. ++

Batasiolo “Bosc d’la Rei” Moscato D’Asti 2007 – 5,5% álcool- R$ 44,00

Palha com reflexos esverdeados. No nariz uma profusão de aromas que vai de damasco, maracujá até abacaxi em calda. Na boca é frisante e se destaca por conta de seu frescor, ótima acidez e apesar do baixo teor alcoólico, tem boa sustentação e concentração de fruta. Termina persistente, equilibrado com sugestão de mel. É acompanhamento ideal para panettones e doces em compota. Apresentou excelente harmonização com o mousse de maracujá preparado por Regina Barreiro. Por sua versatilidade, também pode servir como aperitivo.

Avaliação: 87,5/100 pts.

10 Responses to Novidades da importadora Ravin – São Paulo

  1. Caro Jeriel, tudo bem?

    A Ravin está com grandes rótulos, Sassicaia, Guidalberto, Zuccardi… Desse jeito a Wine Brands e ela vão quebrar a Expand. Por falar nisso aonde é que a Expand vai parar?

    Um abraço.

    • Eugenio,

      Comigo tudo bom. Seu blog tem apenas cem dias e já demonstrou a que veio: fazer a divulgação do bom vinho com seriedade e qualidade. Para mim isso é assaz importante. Parabéns, porque sempre dou uma olhadinha na “dica da semana”

      Qdo for a Itália vou te pedir algumas dicas, ok?

      Fique atento porque brevemente a Ravin vai lançar seu catálogo (versátil, de fácil consulta e repleto de informações úteis para o enófilo) e relatarei mais detalhes desse lançamento.

      Como sou Diretor da SBAV-SP, tenho o hábito de visitar algumas importadoras no sentido de fazer contatos para realização de degustações. Pois bem. Impressionei-me ao visitar a RAVIN e o seu Diretor Comercial Rogério D’Ávila, que trabalhou cerca de oito anos na Expand é um cara sério, espirituoso e seguro. Lá, dificilmente ocorrerá problema de conservação porque entrei no depósito e constatei “in loco” a correta guarda dos vinhos em ambiente refrigerado. A logística e o transporte me pareceram eficientes. Os vinhos da Família Zuccardi, por exemplo, não ficam meses ou anos aguardando providências a cargo de seu importador. São transportados por via rodoviária diretamente de Mendoza para São Paulo passando pelo oeste Catarinense. Prova disso é que no Carrefour aqui perto de casa o varietal Santa Julia Sauvignon Blanc 2009 já está à venda há uns três meses!!! Outros vinhos como o Zuccardi Série A (vale à pena provar o Bonarda) são de safras recentes o que é um benefício para o consumidor, porque já chegam prontos para consumo e o envelhecimento na garrafa por muito tempo não lhe acrescentará nenhuma qualidade.

      A equipe é basicamente egressa da Expand o que dispensa comentários porque tiveram uma boa formação.

      Por fim, também concordo com a afirmação do Rogério na recente entrevista que deu ao jornal Valor Econômico de que a recuperação da Expand será positiva para o mercado, porque já imaginou o contrário: desemprego, concentração dos rótulos somente nas mãos de um importador, etc..

      abç

      Jeriel

  2. Jeriel,

    Falando um pouco de promoções, aqui em Brasília na virada do ano o Carrefour queimou um monte de vinhos, ocorreu por aí também?
    Los Vascos LE DIX 2003 por R$29,90, Chateau Carbonnieux 04 tinto (sempre quis tomar o branco) R$39,90, Borgonha Latour R$39,00, Um Reserva Privada Nebiollo chileno, de R$87,00 na Tio Sam por R$9,00 e outras barganhas. Amigos meus com informações privilegiadas compraram TUDO, aliás foram eles que me informaram após fazerem a festa.

    Há algum tempo estou mergulhado nos vinhos brancos, você saberia me dizer se por aí se acha o Silex ou o Pur Sang, dois vinhos do Didier Dagueneau (Loire) que a Expand vendia?

    Um abraço e vou ficar ligado no lançamento do catálogo da Ravin.
    Eugênio.

    • Eugênio,

      Fico impressionado com algumas promoções do Carrefour. Ocorreu o mesmo comigo. Qdo. fui avisado tudo já havia se esgotado. Para ter idéia consegui comprar apenas uma garrafa do Carbonnieux tinto 2004 e outra do branco 2005 (parece-me que obteve 93/100 do Parker) e mesmo assim tive que revirar a adega climatizada de uma das lojas para achar essas duas que certamente estavam escondidas para algum cliente especial.

      Le Dix Los Vascos 2003 por R$ 29,90, nem no Chile….somente no Carrefour mesmo.

      O Nebbiolo chileno é o Cremaschi Furlotti 2004. É ótimo porque tem muita tipicidade. também fiz um post sobre ele. Decante-o no mínimo uma hora…

      Irei ficar atento.

      Qto. ao Carbonnieux branco é um dos melhores brancos que já provei, faça uma busca no meu blog porque foi uma das primeiras resenhas que fiz. Ainda tenho aqui uma ou duas garrafas do 1999 adquiridas numa dessas queimas do Carrefour, essa me custou singelos R$ 19,90 para um vinhaço branco com mais de dez anos que ainda tem bastante frescor e principalmente muito aroma.

      Qto aos franceses do Didier Daguenau vou me informar e assim que tiver alguma informação te falo. Nunca provei mas já li muito…..

      Essa troca de informações é muito importante, vou fazer um link seu pra cá, ok?

      abração

      Jeriel

  3. Olá Jeriel, aproveitando que você está indo para Itália, dê uma olhada no recente Post do DCV – http://www.decantandoavida.com . Ultimamente tenho bebido muito vinho da Itália; resultado do passeio que fiz! Tenho muitas dicas de vinhos e de lá, sim, e posso te enviar, caso queira. A Itália cresce na qualidade de produção “a olhos vistos”; isto é fato.
    Abraços e parabéns pelo BLOG, que sou leitor assíduo, principalmente a Categoria Degustações.
    Antonio Coêlho.
    http://www.decantandoavida.com .

    • Antonio,

      Pretendo ir para Itália ainda este ano mas não marquei passagem ainda.

      De fato demorou mas a Itália acordou e a qualidade inegavelmente melhorou. No momento a minha preferência são os Supertoscanos mais baratos (pouquíssimos). Ainda sobre vinhos italianos: aqui em SP, a World Wine começou na sexta-feira um “Bota-Fora”. Não vão mais trabalhar com a vinícola Falesco. O Pesano Merlot 2006 de R$ 97 por R$ 48,50. Oportunamente será objeto de post. Delicioso, redondo, macio, cujo enólogo é apontado pelo domínio da merlot na Itália, vinho que aguenta bastante tempo ainda. Dá uma olhada no portal worldwine.com.br

      Ainda irei postar muitos textos sobre vinhos italianos, supertoscanos, sul da Itália (Puglia, Sícilia, Sardenha), sem perder o foco do blog que são os vinhos da América do Sul.

      abraço e grato pela visita

      Jeriel

  4. Ok. Pode fazer o link para sua página. No DCV já há o link do seu blog na seção “cave de links”. E se vir os Didier Dagueneau por aí, por favor me avise.
    Abç. Eugênio.

    • Eugênio,

      Informei-me sobre os vinhos do Didier Dagueneau: esgotaram-se rapidamente na Expand logo após a notícia de seu falecimento.

      A única esperança é a de encontrar alguma garrafa com algum defeito de aparência
      no Expand Sale. Aí te aviso, ok?

      Vou fazer o link.

      abraço

      Jeriel

  5. Caro Jeriel.

    Realmente é ótimo sempre ler suas noticias sobre o vinho…
    Pois é um excelente informante e preciador dos mais belos vinhos existente pelo mundo…
    Estou iniciando o meu Blog também, sei que estou caminhando… mas sempre vejo blog, jornais, tudo sobre esse mundo maravilhoso do vinho…
    Venho lhe dar o parabéns pelo belíssimo trabalho…

    Abraços

    Claudio Galhardo

    • Claudio,

      Entrei no seu blog e vou fazer um link pra cá. Vc precisa, u r g e n t e m e n t e se filiar à Confraria dos Enoblogs, porque o conteúdo do seu permite essa filiação.

      Bem diagramado o seu blog poderá ser visitado pelo público em geral e por no mínimo 150 blogueiros. Vc escreve bem, com objetividade e clareza. P. Ex. o seu artigo informando que o preço do delicioso Guidalberto das excepcionais safras de 2006 e 7 na Toscana baixou para R$ 289 seria visto por muita gente.

      Um de meus próximos posts abordará o lançamento do catálogo da Ravin.

      Obrigado pela visita.

      Jeriel

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