Monthly Archives: agosto 2010

Programação da SBAV-SP: setembro 2010

9 de setembro

Vinhos Toscanos

Villa Vino – A Tenuta Caparzo está localizada em Castelnuovo Berardenga/Montalcino, na região da Toscana e surgiu no fim de 1960. Desde então vem buscando aperfeiçoamento constante tanto nos vinhedos como na adega. Produz aquele que é apontado como um dos melhores Brunellos di Montalcino da Itália, o La Casa, que já recebeu, numa das safras, 96/100 pts. da Wine Spectator e normalmente tem altas pontuações dessa revista, da Wine Enthusiast e de Robert Parker. Já teve seu vinho incluído na lista TOP 100 2008 da WS e em dezembro de 2009, o Chianti Clássico e o Supertoscano Borgo Scopeto foram citados nas listas divulgadas pelo respeitado crítico Jorge Lucki, no jornal Valor Econômico. A degustação será conduzida por João Feliphe Dick Sommelier da MMV importadora.

Kiko Berti, representante da MMV em São Paulo, anunciou desconto de 20% sobre os valores de tabela para aquisição dos vinhos na noite da degustação.

Vinhos da degustação:

Vermentino IGT 2008 – Doga Delle Clavule 2008 – R$ 89,00

Morelino Di Scansano – Doga Delle Clavule

Rosso di Montalcino 2005 – Caparzo – R$ 115,00

Chianti Clássico Galo Negro 2005 – Borgo Scopeto – R$ 114,00

Brunello de Montalcino 2003 – Caparzo – R$ 270,00

Sócios: R$ 45,00

Não sócios: R$ 90,00

Jantar: R$ 40,00. Para pagamento até a véspera, desconto de R$ 10,00. Depositar na conta SBAV – Bco. Itaú Ag. 0445 – c/c 26504-4

14 de setembro

Novidades da Wine Lovers

As degustações da Wine Lovers são sempre agradáveis, porque a Cátia Betta prima pelo dinamismo característico dos mercadores de vinho, ou seja, daqueles que buscam vinhos inspiradores, fora de série, mas com preços acessíveis para todos os bolsos. A filosofia é que os apreciadores possam curtir a vida acompanhados de bons vinhos de boutique californianos, chilenos, argentinos e agora espanhóis. Apresentação: Cátia Betta

California:

1) Bogle Viognier 2008 – R$ 68,00

2) Bogle Old Vine Zinfandel 2007 – R$ 79,00

3) Bogle Phantom 2006 (Zinfandel, Petite Syrah e Mourvédre) – R$ 106,00

Espanha:

4) Miros Tinto Roble 2007 – Ribera del Duero (Tempranillo, Merlot, Cabernet) – R$ 55,00

5) Domínio de Valdelacasa 2006 (100% Tinta de Toro = Tempranillo) – R$ 89,00

6) Sugestão para o jantar – Miros de Ribera 6 meses barrica (Tempranillo) – R$ 68,00

Sócios: R$ 30,00

Não sócios: R$ 60,00

Jantar: R$ 40,00. Para pagamento até a véspera, desconto de R$ 10,00.

21 de setembro – Interfood/Navarro Correas

A Navarro Correas é uma vinícola pioneira na renovação do estilo dos vinhos argentinos, tanto na qualidade como no marketing. Inaugurou anos atrás, no distrito mendocino de Godoy Cruz, um estabelecimento de estética deslumbrante e uma bodega de alta tecnologia. Seus vinhedos são próprios e o estilo dos vinhos está num meio termo entre o estilo Novo Mundo e a elegância Européia. Outro dado importante é a valorização que a bodega faz das artes plásticas. Os rótulos dos vinhos (inclusive varietais) apresentam obras de pintores argentinos. Navarro Correas também é um produtor vitorioso nas exportações, eis que Estados Unidos figura na lista dos principais compradores, seguidos de diversos países da América Latina, dentre os quais o Brasil figura como um dos destaques.

A degustação será conduzida pelo Enólogo da vinícola, Gaspar Roby e contará com os seguintes vinhos:

Espumante Brut Malbec-Rosé

Collección Privada Chardonnay

Colleccón Privada Blend

Alegoria Gran Reserva Malbec

Alegoria Gran Reserva Cabernet Sauvignon

Structura

Alegoria Tardio

Sócios: R$ 30,00

Não sócios: R$ 60,00

Jantar: R$ 40,00. Para pagamento até a véspera, desconto de R$ 10,00.

28 de setembro

Vinhos portugueses da FTP Wines.

Em 2007, o grupo português TAVFER resolveu investir no mercado brasileiro de vinhos. Então foi criada a empresa FTPFernando Tavares Pereira. A empresa começou a atuar em meados de 2008 no RJ com apenas seis rótulos: três regionais Beiras e três Dão, com destaque para o tinto Quinta do Serrado DOC Reserva 2003, exclusivamente de Touriga Nacional. Esse vinho já obteve medalha de prata em 2004 no XLII Concurso de Melhores Vinhos do Dão. O Quinta do Serrado 2005, por exemplo, obteve medalha de Ouro no concurso nacional de vinhos engarrafados e medalha de Ouro no concurso da CVRDão de 2008. A empresa está sediada no Rio de Janeiro no bairro da Tijuca, sito à Rua Major Ávila 455, Loja 13, tel. (21) 2233 3111, portal ftpwines.com.br. A degustação será conduzida por Eduardo Artur Neves Moreira, Diretor da FTP, que anunciou a concessão de desconto de 15% sobre os valores de tabela dos vinhos na noite da degustação.

Douro

Doval Colheita Branco 2008 – R$ 60,00

Doval Reserva Branco 2008 – R$ 100,00

Doval Colheita Tinto 2007 – R$ 60,00

Doval Reserva Tinto 2007 – R$ 100,00

Dão

Picos do Couto Reserva Tinto 2005 – R$ 70,00

Quinta do Serrado Reserva Touriga Nacional 2003 – R$ 110

Quinta do Serrado Medalha de Ouro – 2005 – R$ 130

Sócios: R$ 35,00

Não sócios: R$ 70,00

Jantar: R$ 40,00. Para pagamento até a véspera, desconto de R$ 10,00.

Wines of Uruguay em São Paulo: a diversidade da produção Uruguaia – 1a. parte

Na tarde de 30 de agosto, realizou-se mais uma degustação anual de vinhos do Uruguai, no Hotel Renaissance, sito à Alameda Jaú 1620, com a apresentação dos vinhos da “Coleção Tannat Uruguai”. O evento foi  promovido por “Wines of Uruguay”.

Gustavo Magariños (Wines of Uruguay), Ventura (Vice-Pres. SBAV-SP) , Carlo (Wines of Uruguay) e Jeriel

Niels Bosner (Imp. Hannover) e Sebastián Gonzatto (Gimenez Mendez)

Gimenez Mendez Las Brujas Sauvignon Blanc 2010: este vinho se destacou na ala dos brancos dessa casta no evento - intensos aromas de maracujá e na boca ótimo frescor e bom balanço, um vinho ótimo para petiscos ou para ser bebido sozinho mesmo. Importado pela Hannover - tel 011 2638 0881 e 051 3337 3890

Vinhos H. Stagnari, importados pela Cantú: Dayman Tannat 2003, Cabernet Sauvignon 1X1 2008, Tannat Viejo 2007 (um dos destaques do evento que oportunamente será objeto de um post exclusivo) e Tannat Premier 2009

Alessandra Casolato, Assessora de Imprensa da Cantú

De Lucca: vinhos que respeitam o caráter varietal de cada cepa - da esquerda para direita - Merlot, Syrah, Tannat, Cabernet Sauvignon e Rio Colorado Reserva 2006

Acima vinhos do produtor De Lucca “Wines from El Colorado”, cuja característica principal é o respeito ao caráter varietal de cada uva – da esquerda para direita: Merlot, Syrah, Tannat, Cabernet Sauvignon e Rio Colorado Reserva 2006. Os varietais custam cerca de R$ 40,00 e são importados pela Premium de Belo Horizonte (tel 031 – 3282 1588)

La Fortuna: vinhos orgânicos do Vale de Lontué

A importadora MIB foi criada à partir da idéia de trazer para o Brasil vinhos e alimentos produzidos por produtores dedicados ao que fazem. Assim, vinícolas boutique, alimentos para alta gastronomia e produtos são o seu destaque. O foco das vendas é o consumidor final que tem interesse em estar sempre em contato com o que há de novo nesse mercado. A empresa é dirigida por Maria Inês Bairão e sua sede fica em Campinas, SP, na Rua Siqueira Campos 17, sala 11, tel. 19 3258 7486, portal www.mibbrasil.com. Na noite de 23 de agosto, por iniciativa de Daniel Perches, do blog vinhos de corte (www.vinhosdecorte), quem escreve foi convidado para participar da degustação dos vinhos orgânicos do produtor chileno “La Fortuna”, do Vale de Curicó, com a presença de Maria Inês Beirão.
A degustação compreendeu os seguintes vinhos:
La Fortuna Sauvignon Blanc 2009
La Fortuna Chardonnay 2009
La Fortuna Carménère Rosé 2007
La Fortuna Malbec 2006
La Fortuna Carménère 2007
La Fortuna Cabernet Sauvignon 2007
La Fortuna Cabernet Sauvignon Reserva 2004
Localização do Vale de Lontué
É uma sub-região do Vale de Curicó, 200 km ao Sul de Santiago, que por sua vez integra o Vale Central, aos pés da Cordilheira da Costa. A maioria dos vinhedos são vistos desde a estrada, onde grandes painéis de videiras se perdem no horizonte. A região apresenta cliam mediterrâneo com marcada sazonalidade das chuvas, que se concentram fortemente no inverno, com uma extensa estação seca com tempo bom. A amplitude térmica oscila 15°C entre o dia e a noite o que permite a produção de vinhos muito bons. Ainda que seja um vale eminentemente vitícola, aqui existe uma grande quantidade de vinícolas.
Sobre a La Fortuna
A Fazenda La Fortuna foi fundada em 1° de julho de 1870 proveniente do desdobramento de uma antiga fazenda conhecida naquela época como excelente produtora de frutas. De lá para cá são 140 anos de tradição na produção de vinhos. Os vinhedos se encontram dispersos em diferentes setores competando um total de 250 hectares, com diversos tipos de solos. Toda cautela foi adotada na eleição dos lugares das plantações de uvas, com o fito de assegurar o máximo aproveitamento de cada uma das variedades. Atualmente são cultivadas Cabernet Sauvignon, Merlot, Carménère, Malbec, Pinot Noir, Syrah, Sauvignon Blanc e Semillón. As excelentes condições climáticas e ambientais do terroir local possibilitaram a transformação de seus vinhedos para cultivo orgânico certificado e toda produção é vendida para mais de vinte países. A certificação veio de um órgão certificador suiço, o Institute for Market Ecology – IMO, sob as normas do HACCP – Acordo de Produção Orgânica Limpa. Por fim, importante salientar que a vinícola mantém bom relacionamento com seus trabalhadores, integrando-os aos benefícios da produção. A vinícola também foi adicionada ao “Comércio Justo” regulamentado pelo órgão alemão FLO, com um programa que possibilita a melhora da qualidade de vida dos trabalhadores e de suas famílias. Esse órgão oferece certificados em mais de setenta países e esse certificado garante aos consumidores que estão contribuindo para o desenvolvimento sócio-econômico na compra dessas mercadorias e colaborando para um planeta mais limpo.

Foram degustados Sauvignon Blanc, Chardonnay, Malbec, dois Carménères e dois Cabernets

La Fortuna Sauvignon Blanc 2009 – região: Lontué – álcool: 13,5% – preço: R$ 52/56 – Avaliação: palha claro com reflexo esverdeado. Pouco intenso no nariz com leve toque vegetal e algum cítrico. Melhor na boca, corpo bom, médio frescor e traços vegetais tipicos da casta no Novo Mundo. Um pouco curto, termina com um discreto amargor e no retrogosto uma nota cítrica. Avaliação: 86/100 pts.

La Fortuna Chardonnay 2009 – região: Lontué – álcool: 13,6% – preço: R$ 52/56 - Palha esverdeado. Nariz mais aberto do que o exemplar anterior, com notas amanteigadas, leve abacaxi e discreto cítrico sobre um fundo mineral. Boca no mesmo diapasão, limpa, fresca com toques de frutas como damasco, marmelo e abacaxi. Termina curto e deixa uma nota doce no retrogosto. Avaliação: 86,5/100 pts.

La Fortuna Carménère Rosé 2007 – região: Lontué – álcool: 13,2% – preço: R$ 52/56 - Carmin com reflexo alaranjado. Nariz convidativo com notas de licor de cacau, café torrado e pimentão confirmando a tipicidade da casta. Na boca um degrau a menos, corpo magriço, frescor mediano e algum descompasso entre álcool, acidez e doçura. No retrogosto deixa uma nota de chocolate. Avaliação: 83,5/100 pts.

La Fortuna: vinhos orgânicos do Vale de Lontué

La Fortuna Malbec

La Fortuna Malbec 2006 – região: Lontué – álcool: 13,1% – preço: R$ 52/56 - Rubi violáceo intenso com discreto halo de evolução. No olfato sobra de álcool que cedeu espaço para toques resinosos, pouca fruta. Depois de algum tempo leve sugestão defumada. Melhor na boca com taninos potentes, macios, nota de fruta negra (ameixa) e discreto chocolate amargo. Termina denso, rugoso e um pouco duro, mas confirma a tipicidade da casta em solo andino e deve crescer à mesa. Avaliação: 86/100 pts.+

La Fortuna Carménère 2007 – região: Lontué – álcool: 13,8% – preço: R$ 52/56 – Rubi violáceo intenso com alguma profundidade e halo púrupura. Fechado no nariz apresentou os traços típicos da casta com discretas notas de pimenta verde, café torrado sobre um fundo vegetal. Na boca um degrau acima, taninos macios, fruta e madeira em integração, sem arestas, corpo pleno e final com alguma persistência e uma nota herbácea no retrogosto. Avaliação: 86,5/100 pts.

La Fortuna Chardonnay

La Fortuna Cabernet Sauvignon 2007 – região: Lontué – álcool: 12,8% – preço: R$ 92/96 – Rubi violáceo mais intenso do que o exemplar anterior. Nariz com as típicas notas balsâmicas dos cabernets chilenos, licor de cassis, leve geléia, tudo com boa sustentação na taça. Boca a subscrever o olfato, frutada, intensa, longa, bom frescor, taninos macios, final harmônico, persistente e redondo. Avaliação: 87/100 pts.+

La Fortuna Reserva 2004

La Fortuna Cabernet Sauvignon Reserva 2004 – região: Lontué – álcool: 13% – preço: R$ 52/56 – Rubi intenso com halo granada. Nariz fino, delicado, empolgante, com gostosas notas de toffee, chocolate, leve acento animal sobre um fundo de ameixas maduras. Boca que repete o nariz com taninos redondos, equilíbrio entre álcool, acidez, fruta e madeira. Vinho harmônico, sedoso, com tudo no lugar certo e praticamente sem arestas. Longo, intenso e profundo, termina com uma pequena adstringência que antes de incomodar lhe confere personalidade. É um vinho que se bebe com muito prazer, ainda que possa evoluir na garrafa. À Conferir. Avaliação: 88,5/100 pts.+

Informações técnicas

Os brancos não passam por madeira e são fermentados sobre suas lias por três meses (Sauvignon Blanc) e seis meses (Chardonnay).

Vinte por cento do mosto do rosé e dos tintos amadurece em barrica de carvalho francês de primeiro uso. Depois disso o restante do vinho é estabilizado, filtrado e engarrafado.

Sobre a produção orgânica

Os vinhedos da La Fortuna são trabalhados sob um rigoroso protocolo orgânico supervisionado e certificado pelo IMO – Suiça:

1. As pragas são controladas sem a utilização de herbicidas químicos.

2. Não são usados fertilizantes químicos e o nitrogênio atmosférico é fixado no solo com o uso de leguminosas e entre as fileiras de parreiras é incorporada matéria orgânica produzida na própria fazenda a partir das cascas e sementes de uvas.

3. Não se utilizam produtos químicos para o controle de insetos que é feito a partir de um produto natural obtido da casca da Quillay (árvore).

4. A elaboração dos vinhos na adega se realiza utilizando-se baixas concentrações de anidrido sulfuroso, que chegam a ser menores do que a metade usada nos vinhos convencionais. Também não são utilizados produtos de origem animal nas clarificações.

Confirmado: degustação FTP Wines na SBAV-SP, em setembro

Terça, 28 de setembro, 20:00 horas

Vinhos portugueses da FTP Wines.

Em 2007, o grupo português TAVFER resolveu investir no mercado brasileiro de vinhos. Então foi criada a empresa FTPFernando Tavares Pereira. A empresa começou a atuar em meados de 2008 no RJ com apenas seis rótulos: três regionais Beiras e três Dão, com destaque para o tinto Quinta do Serrado DOC Reserva 2003, exclusivamente de Touriga Nacional. Esse vinho já obteve medalha de prata em 2004 no XLII Concurso de Melhores Vinhos do Dão. A empresa está sediada no Rio de Janeiro no bairro da Tijuca, sito à Rua Major Ávila 455, Loja 13, tel. (21) 2233 3111, portal ftpwines.com.br. A degustação será conduzida por Eduardo Artur Neves Moreira, Diretor da FTP, que anunciou a concessão de desconto de 15% sobre os valores de tabela dos vinhos na noite da degustação.

Douro

Doval Colheita Branco 2008 – R$ 60,00

Doval Reserva Branco 2008 – R$ 100,00

Doval Colheita Tinto 2007 – R$ 60,00

Doval Reserva Tinto 2007 – R$ 100,00

Dão

Picos do Couto Reserva Tinto 2005 – R$ 70,00

Quinta do Serrado Reserva Touriga Nacional 2003 – R$ 110

Quinta do Serrado Medalha de Ouro – 2005 – R$ 130

Sócios: R$ 35,00

Não sócios: R$ 70,00

Jantar: R$ 40,00. Para pagamento até a véspera, desconto de R$ 10,00.

SBAV-SP: Alameda Gabriel Monteiro da Silva 2.586, Jd. Paulistano, São Paulo, tel 011 3814 7905, reservas com Nelson, e-mail: vinho@sbavsp.com.br

SBAV-SP 30 anos: 1980 - 2010

Bodegas y Viñedos Sánchez Muliterno – sem importador

Erick Scoralick (SBAV-SP), Daniel Perches (www.vinhos de corte.com.br), Beto Duarte (papodevinho.blogspot.com), Silvia Cintra Franco (www.vinhoegastronomia.com.br),  Roberto Ventura (vice-presidente da SBAV-SP),  Clóvis e Simon. Agradecimento ao Sommelier Mauro Torquato pela presteza e eficiência no serviço do vinho.

participantes da degustação

 

Bodegas y Viñedos Sánchez Muliterno Magnificus Syrah 2006: amadurece 11 meses em barrica francesa “Allier”. Um vinho que arrancou elogios por conta de sua tipicidade

Bodega y Viñedos Sánchez Muliterno é uma bodega familiar  situada em Albacete, no Sudeste da Espanha, que é parte da elitista  classificação D.O Pago, o máximo reconhecimento à qualidade que uma adega pode obter na Espanha. Os vinhedos estão cobertos por “guijos” que são pedras pequenas, o que originou o nome da Denominação de Origem: Pago Guijoso. É a primeira e provavelmente a única adega na categoria D. O. Pago, que tem o sistema de qualidade da norma ISO 9001:2000 e meio ambiental 14000:2004.  Os  vinhos já receberam prêmios  e são elaborados com as seguintes castas: Sauvignon Blanc, Chardonnay, Tempranillo, Syrah, Cabernet Sauvignon, Merlot e Petit Verdot. Atualmente seus vinhos são exportados para os EUA, Canadá, China e Alemanha.

Em 1984 houve a plantação dos primeiros vinhedos da vinícola Finca El às Guijoso, localizada na cidade de El Bonillo na Província espanhola de Albacete, em Castilla-La Mancha. Sua finalidade: a produção de uvas de alta qualidade para fazer grandes vinhos. O CEO Juan Sánchez-Muliterno García, diz que “a Bodega está equipada com instalações modernas para fazer um vinho de produção limitada, com elevado nível de qualidade, com uma produção anual de 200 mil garrafas.”

Vinhos das Bodegas y Viñedos Sánchez Muliterno no evento de São Paulo, 10 de junho de 2010

Bodegas y Viñedos Sanchez Muliterno Viña Consolación Reserva 2004, feito exclusivamente de Cabernet Sauvignon, amadurecido em barrica de carvalho americano por 22 meses: boa tipicidade da casta em solo espanhol

Juan Sanchez- Muliterno García destaca que para a designação exclusiva da D. O. Pago Guijoso,  os vinhos devem ser produzidos por métodos “saudaveis”, com a não utilização de pesticidas nas vinhas e os vinhos têm muita personalidade, utilizando leveduras indígenas selecionadas  para a fermentação, marcando um terroir único.

Este compromisso com a excelência também é transferido para outras atividades que podem ser realizadas na Finca. Dos quase 3.000 hectares, a metade é destinada à agricultura e o resto está composto de cerrado, com florestas de carvalhos e  zimbros que são únicas no mundo, habitat ideal para a caça. Além das vinhas e da adega, dispõe de instalações para pecuária, azeitonas e alojamento em casas de 2-5 quartos para os visitantes. Ela também possui um salão  para realização de convenções de negócios e cursos de degustação de vinhos.

 

 

Endereço da  Finca El Guijoso:  Carretera El Bonilla Ossa de Montiel, Km 11 – Província Albacete – Localização: El Bonillo – Tel: 967 193 222. Portal:

 

www.sanchez-muliterno.com.es. Contato: Katarina Holmer. E-mail: export@sanchez.com

 

Degustação

Bodegas y Viñedos Sanchez-Muliterno Magnificus Syrah 2006 – álcool: 14,5% – Denominación de Origen Pago Guijoso - Região: El Bonillo, Albacete, Castilla La Mancha – Púrpura intenso com reflexo arroxeado nas bordas.  Destacados aromas de eucalipto, especiarias e ameixas sobre um fundo defumado. Na boca a sua entrada indica um vinho de sólida estrutura, com taninos musculosos e ao mesmo tempo sedosos, concentrado e sem arestas.  Madeira (11 meses em carvalho frances Allier) integrada à fruta. Um dos vinhos mais elogiados da degustação, por conta de sua concentração, tipicidade e alguma finesse. Estilo que lembra Rhône.  A única observação ficou por conta de seu rótulo, considerado de gosto duvidoso pelos presentes. Garrafa n° 6500.  Avaliação: 89/100 pts.

 

Bodegas y Viñedos Sanchez-Muliterno Finca Consolación Reserva 2004 – álcool: 14% – uva: Cabernet Sauvignon – Denominación de Origen Pago Guijoso -  Região: El Bonillo, Albacete, Castilla La Mancha - Rubi violáceo intenso com profundidade. Nariz aberto com notas herbáceas e leve licor de cassis. Boca densa, rica e forte. Taninos de ótima qualidade ainda presentes. Bom entrosamento da madeira (22 meses em carvalho americano) com a fruta resultando num vinho gostoso e equilibrado. Acidez de perfil gastronômico. Retrogosto com notas herbáceas. Enfim, um Cabernet Sauvignon de perfil “Velho Continente”, bem feito e de boa tipicidade. Deve crescer à mesa e tem estrutura para envelhecer na garrafa por longos anos. Avaliação: 89,5/100 pts.

 

As notas acima correspondem à média das avaliações de Jeriel, Simon e Erick

Bodegas y Viñedos Sánchez Muliterno – sem importador

Erick Scoralick (SBAV-SP), Daniel Perches (www.vinhos de corte.com.br), Beto Duarte (papodevinho.blogspot.com), Silvia Cintra Franco (www.vinhoegastronomia.com.br), Roberto Ventura (vice-presidente da SBAV-SP), Clóvis e Simon. Agradecimento ao Sommelier Mauro Torquato pela presteza e eficiência no serviço do vinho.

participantes da degustação

Bodegas y Viñedos Sánchez Muliterno Magnificus Syrah 2006: amadurece 11 meses em barrica francesa “Allier”. Um vinho que arrancou elogios por conta de sua tipicidade

Bodega y Viñedos Sánchez Muliterno é uma bodega familiar situada em Albacete, no Sudeste da Espanha, que é parte da elitista classificação D.O Pago, o máximo reconhecimento à qualidade que uma adega pode obter na Espanha. Os vinhedos estão cobertos por “guijos” que são pedras pequenas, o que originou o nome da Denominação de Origem: Pago Guijoso. É a primeira e provavelmente a única adega na categoria D. O. Pago, que tem o sistema de qualidade da norma ISO 9001:2000 e meio ambiental 14000:2004. Os vinhos já receberam prêmios e são elaborados com as seguintes castas: Sauvignon Blanc, Chardonnay, Tempranillo, Syrah, Cabernet Sauvignon, Merlot e Petit Verdot. Atualmente seus vinhos são exportados para os EUA, Canadá, China e Alemanha.

Em 1984 houve a plantação dos primeiros vinhedos da vinícola Finca El às Guijoso, localizada na cidade de El Bonillo na Província espanhola de Albacete, em Castilla-La Mancha. Sua finalidade: a produção de uvas de alta qualidade para fazer grandes vinhos. O CEO Juan Sánchez-Muliterno García, diz que “a Bodega está equipada com instalações modernas para fazer um vinho de produção limitada, com elevado nível de qualidade, com uma produção anual de 200 mil garrafas.”

Vinhos das Bodegas y Viñedos Sánchez Muliterno no evento de São Paulo, 10 de junho de 2010

Bodegas y Viñedos Sanchez Muliterno Viña Consolación Reserva 2004, feito exclusivamente de Cabernet Sauvignon, amadurecido em barrica de carvalho americano por 22 meses: boa tipicidade da casta em solo espanhol

Juan Sanchez- Muliterno García destaca que para a designação exclusiva da D. O. Pago Guijoso, os vinhos devem ser produzidos por métodos “saudaveis”, com a não utilização de pesticidas nas vinhas e os vinhos têm muita personalidade, utilizando leveduras indígenas selecionadas para a fermentação, marcando um terroir único.

Este compromisso com a excelência também é transferido para outras atividades que podem ser realizadas na Finca. Dos quase 3.000 hectares, a metade é destinada à agricultura e o resto está composto de cerrado, com florestas de carvalhos e zimbros que são únicas no mundo, habitat ideal para a caça. Além das vinhas e da adega, dispõe de instalações para pecuária, azeitonas e alojamento em casas de 2-5 quartos para os visitantes. Ela também possui um salão para realização de convenções de negócios e cursos de degustação de vinhos.

Endereço da Finca El Guijoso: Carretera El Bonilla Ossa de Montiel, Km 11 – Província Albacete – Localização: El Bonillo – Tel: 967 193 222. Portal:

www.sanchez-muliterno.com.es. Contato: Katarina Holmer. E-mail: export@sanchez.com

Degustação

Bodegas y Viñedos Sanchez-Muliterno Magnificus Syrah 2006 – álcool: 14,5% – Denominación de Origen Pago Guijoso - Região: El Bonillo, Albacete, Castilla La Mancha – Púrpura intenso com reflexo arroxeado nas bordas. Destacados aromas de eucalipto, especiarias e ameixas sobre um fundo defumado. Na boca a sua entrada indica um vinho de sólida estrutura, com taninos musculosos e ao mesmo tempo sedosos, concentrado e sem arestas. Madeira (11 meses em carvalho frances Allier) integrada à fruta. Um dos vinhos mais elogiados da degustação, por conta de sua concentração, tipicidade e alguma finesse. Estilo que lembra Rhône. A única observação ficou por conta de seu rótulo, considerado de gosto duvidoso pelos presentes. Garrafa n° 6500. Avaliação: 89/100 pts.

Bodegas y Viñedos Sanchez-Muliterno Finca Consolación Reserva 2004 – álcool: 14% – uva: Cabernet Sauvignon – Denominación de Origen Pago Guijoso – Região: El Bonillo, Albacete, Castilla La Mancha - Rubi violáceo intenso com profundidade. Nariz aberto com notas herbáceas e leve licor de cassis. Boca densa, rica e forte. Taninos de ótima qualidade ainda presentes. Bom entrosamento da madeira (22 meses em carvalho americano) com a fruta resultando num vinho gostoso e equilibrado. Acidez de perfil gastronômico. Retrogosto com notas herbáceas. Enfim, um Cabernet Sauvignon de perfil “Velho Continente”, bem feito e de boa tipicidade. Deve crescer à mesa e tem estrutura para envelhecer na garrafa por longos anos. Avaliação: 89,5/100 pts.

As notas acima correspondem à média das avaliações de Jeriel, Simon e Erick

Caymus Cabernet Sauvignon Special Selection 2000

Caymus Special Selectión 2000: 92/100 pts. da WS em 15.05.2003

Um dos livros de leitura fácil que serve de fundamentação para alguns posts deste blog denomina-se: “1001 vinhos para beber antes de morrer”, prefaciado por Hugh Johnson e de autoria de Neil Beckett, editora Sextante. À pág. 483, sobre o Caymus Cabernet Sauvignon Special Selection 1994, consta que: “tudo o que diz respeito aos vinhos da Caymus desperta controvérsia. Os admiradores amam a fruta madura e arredondada e a textura aveludada e doce; os críticos consideram a presença de carvalho excessiva e destacam a falta de elegância e finesse. Os fãs gostam da acessibilidade do vinho desde cedo; os críticos notam que os vinhos envelhecem melhor em safras mais ácidas e menos acessíveis. As uvas para o “grand vin” provêm de um terreno localizado em um platô aluvial de 6 hectares na extremidade leste de Rutherford. Após o falecimento do pai, Chuck Wagner alterou algumas práticas vitícolas. Ao longo do século XX, lotes selecionados, repletos de fruta e tanino, recebiam um tratamento oxidante, com envelhecimento em barril por até quatro anos. No entanto, na safra de 2000, Chuck Wagner decidiu empregar frutos ainda mais maduros e reduzir o amadurecimento (élevage) para 18 meses, de modo a não obscurecer as características de fruta madura e a garantir a acessibilidade.

O catálogo do importador informa que: “Para muitos o melhor produtor da Califórnia. O Special Selection é um dos maiores vinhos do mundo. Ele foi eleito o “vinho favorito da década de 90″ pela Wine Spectator. Trata-se de um tinto de classe incomparável, com uma legião de admiradores pelo mundo afora.” No portal da Mistral consta “Fabuloso, nas palavras de Robert Parker, com 96 pontos (safra 2004), o Caymus Special Selection é um dos maiores ícones do país e, sem dúvida, um dos melhores tintos do mundo. Concentrado, complexo e elegante, foi apontado pela revista Wine Spectator como o melhor vinho do Napa Valley, com resultados excelentes em 14 safras. Uma referência.”

 

Degustação

Caymus Cabernet Savignon 2000 – álcool: 14,1% – região: Califórnia/Napa Valley/Rutherford – importador: Mistral – preço: US$ 319,50 (safra 2005) - Rubi violáceo intenso, profundo com levíssimo halo de evolução. Nariz sóbrio, sério e harmonioso, com notas de groselha, amoras, licor de cassis, algum floral sobre um fundo defumado. Na boca causa impacto por conta de seu elevado frescor e taninos de excelente textura, a proporcionar um vinho rico, aveludado, maduro, limpo, na qual está clara a opção pela elegância. Álcool, acidez, madeira e fruta absolutamente integrados, com essa última em evidência. Termina longo e guloso. Vinho completo, é um digno Cabernet Sauvignon comparável aos melhores cortes bordaleses. Beber agora, porém, vai continuar a evoluir na garrafa nos próximos dez anos, eis que sua fama é a de amadurecer lentamente. Avaliação: 93,5/100 pts. ++

 

Casa Valduga Premium Chardonnay 2010 – 375 ml

Garrafas de 375 ml atendem ao estilo de vida dos solteiros e são versáteis na hora das harmonizações

Atendendo a pedidos e à demanda cada vez mais exigente do mercado “single”, a Casa Valduga lança vinhos premium em meia garrafa em duas versões: Chardonnay e Cabernet Sauvignon. São úteis para refeições de famílias pequenas porque são apropriadas para o dia-a-dia com a vantagem do preço 40% menor do que as garrafas normais.

Juciane Casagrande, Diretora Comercial da Casa Valduga salienta que “a meia garrafa possibilita harmonizações diversas com vários pratos ao longo de uma refeição. Você pode pedir um branco para a entrada e um tinto para o prato principal”, por exemplo.

Casa Valduga Premium

Elaborada com uvas de safras especiais, em versão “original” a linha Premium traz os rótulos Chardonnay, Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Merlot, Sauvignon Blanc e Gewürztraminer, além dos espumantes Brut, Moscatel e Blush e do Prosecco Premium, elaborado pelo método Champenoise.

Degustação

Casa Valduga Premium Chardonnay 2010 – origem: Vale dos Vinhedos/Bento Gonçalves – álcool: 13% – preço sugerido: R$ 20,00 – descrição: Palha com reflexo esverdeado. Nariz com notas de frutas tropicais frescas (abacaxi, manga e uma ponta cítrica) com média sustentação. Na boca é um vinho fresco, de boa acidez, corpo ligeiro com boa fruta. Sápido, termina sem amargor. Avaliação: 86/100 pts.

Vinhos Ícones: Vega-Sicilia 1999, Nicolás Catena Zapata 2005, etc.

Nicolás Catena Zapata 2005


Recebeu em 31.12. 2008 98/100 pts. da Wine Advocate de Robert Parker. Patricio Tapia no livro “Cem vinhos imperdíveis” assinalou que: “Os fatos, ou melhor, os vinhos, continuam confirmando esta adega como a mais importante e influente de nosso país, hoje com o jovem e talentoso Alejandro Vigil no comando absoluto de todos os vinhos da adega. Ele e Nicolás Catena são os que pensam nos vinhos; depois, uma grande equipe liderada por “El Colorado” (Alejandro) Sejanovich lhes dão forma. O estilo é bem definido, são elegantes e agradáveis de beber, com grande complexidade – que não significa concentração – e com o objetivo de serem os melhores em cada segmento de preço. Os malbecs de terrenos específicos e seu vinho top continuam entre os mais destacados da América do Sul” O seu importador oficial para o Brasil, Mistral, informa que: “Com nota 98+ de Robert Parker na safra 2004 e 98 pontos na safra 2005, este grande ícone é sem dúvida um dos melhores vinhos do mundo, e talvez o melhor da América do Sul. É um tinto grandioso que merece altíssimas notas da imprensa especializada, elaborado com um corte de Cabernet Sauvignon e Malbec, provenientes dos melhores vinhedos de altura de Nicolás Catena.

Sua primeira safra causou sensação no mundo do vinho, ao ser apresentado em cinco provas distintas, às cegas, com vinhos da magnitude de Château Latour, Château Haut-Brion e Opus One, ficando 4 vezes em primeiro lugar e 1 vez em segundo”. Importador: Mistral – tel 011 3372 3400.

 

Vega-Sicilia 1999 -

O importador informa que:


Certamente o mais consagrado e lendário vinho espanhol. Um vinho realmente único em todos os sentidos, sempre entre os melhores do mundo. Com um estilo e personalidade incomparáveis, ele é extremamente elegante, complexo e longevo, um dos vinhos mais disputados e colecionados que existem. Produzido apenas nos melhores anos. O Guía Peñin é categórico: “Vega Sicília produz os melhores vinhos da Espanha”.

Produtor: Vega Sicilia
País: Espanha
Região: Ribera del Duero
Safra: 1999
Importador: Mistral (tel 01 3372 3400)
Volume: 750 ml
Uva: Tinto fino (Tempranillo) 80/85%, Cabernet Sauvignon 10/15%, Merlot 0/5%
Vinhedos: Vinhedos antigos localizados na região de Ribera del Duero. Rendimento muito controlado e limitado. Colheita manual. Triagem estrito das uvas.
Vinificação: Vinificação tradicional em pipa de carvalho com leveduras naturais. Controle de temperatura. Fermentação malolática completa.
Maturação: O vinho reposou por 20/22 meses em pipa de carvalho. seguinte 22 meses de barricas de carvalho novo, 28 meses em barricas de segundo uso e um periodo final de 30 meses de pipa de carvalho. O vinho ficou alguns meses em garrafa antes de ser comercializado.
Temperatura de Serviço: 18 a 20ºC
Teor Alcoólico: 14%

Mauro Vendimia Selecionada 2004Mariano Garcia é o vinicultor mais famoso da Espanha. Trabalhou para Vega-Sicília por 30 anos, entre 1968 e 1998 e lá criou alguns vinhos monumentais. Em 1984, deu iníco a uma pequena vinícola familiar na região de Tudela de Duero, que fica na fronteira da denominação Ribera del Duero e a batizou de mauro, em homenagem a seu pai. O Mauro comum e, mais tarde, o Mauro Vendimia Seleccionada colocaram a vinícola no topo da hierarquia da região de Duero. Atualmente, seus dois filhos se juntaram a ele na vinícola.


O portal do importador, Vinci, informa que:


Um tinto espetacular, de classe mundial, Mauro Vendimia Seleccionada é elaborado por Mariano Garcia, responsável por algumas das melhores safras de Vega Sicilia já produzidas. Uma grande referência em Ribera del Duero e um dos maiores ícones do vinho espanhol, ele foi o “Vinho do Ano” em toda a Espanha pelo Guía Peñin e pela Revista Sibaritas em 2006. Além disso, Mariano Garcia foi eleito o enólogo do ano pelas mesmas publicações. Intenso, profundo e extraordinário, tendo merecido 94 pontos de Parker nesta safra.

Características Técnicas

Produtor: Bodegas Mauro
País: Espanha
Região: Ribera del Duero
Safra: 2004
Importador: Vinci (tel. 011 2797 0000)
Volume: 750 ml
Uva: Tempranillo
Vinhedos: Vinhedos localizados na região de Ribeira del Duero.
Vinificação: Fermentação tradicional com controle de temperatura.
Maturação: Permanece 30 meses em barricas novas e usadas de carvalho francês e americano.
Temperatura de Serviço: 18 a 20ºC
Teor Alcoólico: 14,5%

     
     

 

Corton-Charlemagne Pavelot 2005.

Corton se caracteriza por produzir o único tinto “Grand Cru” da Côte de Beaune. Já em Corton Charlemagne a Chardonnay pontifica e ocupa um terço da área de Corton. O vinho aí produzido é rico, condimentado, com permanência no palato. É o Grand Cru Chablis da Côte d’Or que envelhece como um tinto. Côte d’Or é uma terra de vinhos reputados e caros. Os tintos são intensos aromaticamente e estagiam em barricas de carvalho por um período entre 12 e 24 meses. Já os vinhos brancos são quase unanimimente considerados os melhores do mundo e a popularidade da Chardonnay advém desse prestígio local. São quase todos fermentados ou estagiados em baricas de carvalho (8 a 16 meses em geral), recebendo, pelo menos em parte, a fermentação maloláctica (para reduzir a carga ácida) seguida de repouso sobre as borras (com agitação, a battonage), adquirindo complexidade inigualável.

Domaine Jean-Marc et HuguesPavelot

Jean Marc Pavelot é um produtor discreto, proprietário de um vinhedo especial de apenas 11 hectares e um dos melhores 1ers Crus de Savigny Les Beaune. Soube combinar as novas técnicas com a sabedoria adquirida pelo pai e trata as vinhas com grande cuidado, conseguindo uvas mais sadias a cada ano. Seus vinhos têm personalidade. São potentes, elegantes, finos e inesquecíveis.

San Carlos Gran Reserva Cabernet Sauvignon 2001

Viu Manent elabora vinhos que justificam sua fama de compartilhar a liderança do pujante Vale de Colchágua, reconhecidamente um dos melhores terroirs chilenos para uvas tintas. Também é reconhecida pela elevada qualidade dos Malbecs que produz, amiúde apontados como os melhores deste lado da Cordilheira. A vinícola foi fundada em meados do século XIX, sendo, portanto, uma das mais antigas do Chile ainda em atividade. Não obstante, sua história recente remonta a 1966, quando a propriedade San Carlos de Cunaco foi adquirida por Miguel Viu Manent. “Don Miguel”, deu início à produção de vinhos finos para vendê-los às grandes vinícolas da época. Em 1990, a vinícola sofreu uma mudança radical, quando passou a elaborar seus próprios para exportá-los.

Contra-rótulo: San Carlos Gran Reserva Cabernet Sauvignon

A Viña San Carlos de Cunaco foi fundada na metade do século XIX na cidade de Santa Cruz, localizada no coração da região de Fazendas do Vale de Colchágua. Esta é uma das mais antigas vinícolas do Chile e uma das mais significativas da indústria vitivinícola, com mais de 100 anos de tradição.

Degustação

San Carlos Gran Reserva Cabernet Sauvignon 2001 – álcool: 13,5% – região: Vale de Colchágua – importador: Hannover Com. Imp. e Exp. Ltda. – tels. 011 2638 0881 ou 051 3337 3890 – adquirido na Best Wine (em meados de 2008 por R$ 9,90 – preço promocional – o normal na época: R$ 39) - rubi de média concentração com hala granada. Aberto no nariz com aromas complexos, balsâmico sobre um leve fundo picante. Após algum tempo na taça uma gostosa nota de licor de cacau passou a dominar o conjunto. Boca aveludada, macia e estruturada. Taninos finos no auge da evolução. Acidez e álcool equilibrados. Fruta ainda presente com toque de ameixa e figo. Especiarias como cravo e pimenta do reino. Intenso, média persistência, termina redondo, suave e deixa uma nota de chocolate no retrogosto. Este vinho é uma prova inequívoca da longevidade dos CS Chilenos e também corrobora a assertiva de Hugh Johnson – Guia de Vinhos 2008 “Cabernet Sauvignon permanece o trunfo – que outro país oferece mais consistência no nível inicial?” – Avaliação: 88/100 pts.