Frontera, é o verdadeiro “best-seller” do vinho chileno, nascido no fértil Vale Central do Chile, cujas vinhas estão protegidas naturalmente pelas quatro fronteiras naturais chilenas:
Norte, o Deserto de Atacama, o mais seco do mundo.
No Sul, as impressionantes impressionantes.
Para o Ocidente, o vasto Oceano Pacífico.
Para Leste, a majestosa Cordilheira dos Andes.
Contra-rótulo
“Carácter frutal, con aromas a ciruelas y especias, suave y redondo. Maridaje: ideal para acompañar pastas, quesos, cordero, pollo a la parrilla y todo tipo de risottos. Servir a temperatura ambiente”.
Concha y Toro Frontera: fácil de ser encontrado, custa menos do que R$ 25 e o Carménère se destaca por sua maciez.
Degustação
Frontera Carménère 2006 – região: Valle Central – Uva: Carménère – álcool: 13% – Importado e distribuído por VCT Brasil – Rua Alcides Lourenço da Rocha n° 167, 4° andar, Brooklin Novo, SP, tel. 11 5105 1599 , cep 04571-110 – preço: cerca de R$ 25,00 - Rubi violáceo com média concentração. Aromas típicos da casta com notas herbáceas, chocolate, café torrado e pimentão. Na boca a sua maciez é um dos destaques, taninos redondos e adequada concentração de sabor. Não é muito complexo, mas tem personalidade. Termina com alguma persistência e deixa uma nota vegetal no fim-de-boca. Além de típico, tem a favor de si a relação preço-qualidade. Bom para ser bebido sozinho, mas deve crescer à mesa. Avaliação: 85,5/100 pts.
Fundada em outubro de 1956 por três amigos, Aparecido Godoy, Gino Rossi e Antônio Hornick que decidiram contestar o modismo das pizzas de massa grossa e lançaram, na cidade, as melhores fininhas de seu tempo, com ingredientes de alta qualidade. … Read more »
A Quinta da Murta é uma propriedade vinícola com 27 hectares, situada a 2,5 km de Bucelas e aprox. 20 km a norte de Lisboa. A propriedade possui 14,5 hectares de vinha, produzindo vinhos brancos DOC Bucelas e tintos Regional da Estremadura. A primeira colheita data de 1994. A Quinta está inserida na Rota dos Vinhos, constituindo também um destino de enoturismo, realização de concursos, vendas de vinho e eventos e oferece um enquadramento paisagístico deslumbrante. Bucelas é uma região pujante, cujos vinhos brancos são colocados categoricamente entre os melhores do país. No entanto, também há relatos de experiências interessantes com tintos na região. A Quinta conta com assessoria do jovem enólogo Hugo Mendes. Seus vinhos se caracterizam pelo perfil moderno, que tem a fruta como protagonista e a madeira como coadjuvante. Intensos, balanceados e sobretudo frescos, são caldos bem feitos que dão idéia da evolução dos brancos portugueses. A linha de vinhos foi provada na última Expovinis, porém, o Quinta da Murta Clássico foi degustado novamente consoante avaliação no último bloco deste post.
Sobre a casta Arinto
Cultivada sobretudo no norte e no centro de Portugal, a casta Arinto é a rainha absoluta da zona de Bucelas, produzindo vinhos secos, frisantes, com acidez refrescante, apresentando aromas cítricos, de maçã e minerais. Também conhecida como Pedernã na região do Vinho Verde. Os Arintos de Bucelas são considerados os melhores brancos do país, mesmo por quem não aprecia vinhos mais ácidos.
O contra-rótulo informa que:
Após a escolha das uvas mais maduras da casta Arinto, fermentamos o mosto em barricas novas de carvalho francês e americano, nas quais se seguiu um estágio de três meses em presença das borras “batonage”. Este vinho de grande equilíbrio , entre os aromas frutados e frescos da casta e os da baunilha e fumados próprios do carvalho novo tem uma cor amarelo palha e uma boca complexa e longa, com características para uma boa evolução em garrafa. Deste vinho de escolha, produziram-se apenas 5.400 garrafas.
Quinta da Murta: enoturismo
Quinta da Murta 2007 – Branco Clássico DOC Bucelas – 13,5% álcool – uva: Arinto – sem importador para o Brasil (fazer contato neste blog ou principantesdosvinhos.blogspot.com) – Preço: 15 euros –Palha claro com reflexo esverdeado. Aromas abertos e complexos com frutas tropicais frescas (pêssego, abacaxi e marmelo) sobre um fundo levemente defumado ladeado por uma gostosa nota de baunilha. Na boca é untuoso, multifacetado e fresco. Denso, apresenta sugestões de frutas cítricas e uma pitadinha de mel. Termina longo e profundo, convidando para o próximo gole. Tem estrutura de sobra para evoluir na garrafa. Produção: apenas 2.600 garrafas. Avaliação: 89/100 pts. ++
Portugal aperfeiçoou sua produção nos últimos anos com recursos da CEE
96-100 pts. Espetacular
90-95 pts. Excelente
85-89 pts. Muito Bom
80-84 pts. Bom
75-79 pts. Regular
50-74 pts. Fraco
símbolo + após a nota = vinho que tem condições de envelhecer bem nos próximos 0-5 anos
símbolo ++ após a nota = vinho que tem condições de envelhecer bem nos próximos 5-10 anos ou mais