Monthly Archives: outubro 2010

Veenwouden Classic 2002 – um Clássico Sul-Africano

Para Hugh Johnson “Veenwouden é uma propriedade de administração familiar em Paarl. Reputação por seu Merlot e sua mistura bordalesa Classic”. Paarl (Pérola) é uma região sem saída para o mar, onde em geral faz muito calor. Sua importância para a vinicultura engloba qualidade e quantidade, já que possui mais de 17.500 hectares de vinhas, perdendo apenas Worcester. Graças a sua topografia e variedade de solos e mesoclimas, Paarl produz vinhos excelentes de todos os tipos, desde os espumantes a “portos”. As cepas mais bem sucedidas incluem Viognier, Semillón e Chardonnay entre as brancas e Shiraz, Mourvédre, Cabernet Sauvignon e Merlot entre as tintas. Atualmente o distrito abriga três zonas oficiais: Wellington, Simonberg-Paarl e Franschhoek (esquina francesa).

Sobre Veenwouden

Localizada em Franschhoek, região cortada pelo Rio Berg, onde os vinhedos estão plantados nas margens e nas melhores áreas de encostas. Os solos variam entre o pedregulho-arenoso dos maciços montanhosos próximos do Rio Berg, o granito da vizinhança e a rocha sedimentar e laminada. É uma das principais vinícolas produtoras de vinhos de alta qualidade da região. Atualmente as safras disponíveis de seus vinhos são: Veenwoudeen Classic 2005, Merlot 2006, Shiraz 2007, Chardonnay 2007, Vivat Bacchus White Blend 2009 (blend Viognier – 90% e Chenin Blanc) e Vivat Bacchus Red Blend 2008 (blend Merlot – 35%, Cabernet – 35% e Shiraz – 30%).

Degustação

Veenwouden Classic 2002 – região: Paarl – álcool: 14% – uvas: Cabernet Sauvignon (50%), Merlot (35%), Cabernet Franc (10%) e Malbec (5%) – engarrafado em junho de 2002 – preço: R$ 148,00 (Expand) - Amadurecido 24 meses em barricas francesas 70% novas e 30% de segundo uso. Análise organoléptica: rubi violáceo com discreto halo granada. Aromas medianamente intensos e complexos com notas tostadas, frutas negras e chocolate. Na boca sua entrada revela um vinho encorpado, taninos macios, bom equilíbrio entre fruta (ameixa, amora e figo), madeira, acidez e álcool. Rico, persistente, termina intenso e deixa uma nota tostada no retrogosto. Obteve de John Platter – 4½ estrelasAvaliação: 89/100 pts.

Pahlmeyer Cabernet Sauvignon Napa Valley 2004

O Confrade Alexandre Furniel cumpriu a promessa e quem escreve essas linhas teve a oportunidade de provar um vinho extraordinário de St. Helena, no Napa Valley (Califórnia, EUA), que não conta com importação regular para o Brasil: Pahlmeyer Cabernet Sauvignon 2004.

Pahlmeyer Cabernet Sauvigon 2004: 91/100 pts. de RP em 12/2006, 92/100 pts. de Stephen Tanzer e 93/100 da WS em 08/2007

Pahlmeyer é um vinho californiano produzido no Napa Valley, corte bordalês que leva 79% Cabernet Sauvignon, 11% Merlot, 5% Cabernet Franc, 4% Petit Verdot e 1% Malbec. Álcool na casa dos 15,2% absolutamente integrado ao conjunto que alia força e elegância de forma singular. Fermentado com leveduras nativas, seu preço sugerido nos EUA está na casa dos US$ 125. Exibiu vermelho-rubi violáceo intenso sem halo de evolução. Aromas finos com alguma opulência exibindo sugestões de baunilha, café torrado, groselha, ameixa, alcaçuz, mentol sobre um fundo defumado. Na boca sua entrada revela um vinho rico, encorpado, exuberante com taninos doces, acidez salivante, ótimo frescor com um gostoso toque de especiarias (cravo). Retrogosto mentolado. Termina longo e complexo. Apresenta fruta e madeira em perfeita integração. Vinho sólido e de grande tipicidade. Poderá ser consumido durante os próximos 10 anos. Avaliação: 92/100 pts.++

Chateau Bahans Haut-Brion 2003 – um “second vin” memorável

Sobre Pessac-Leognan

É provavelmente o distrito viticultor mais antigo de Bordeaux e cultiva vinhas desde a idade média. Em 1.987 o Norte de Graves tornou-se a denominação separada de Pessac-Léognan, tomando emprestado o nome das duas principais comunas localizadas a Oeste e a Sul da cidade de Bordeaux. Alguns dos vinhedos estão rodeados por extensões da cidade. Com solo cascalhoso, esse distrito tem grande potencial, como demonstrado por nomes de grande prestígio – os Chateaux Haut-Brion e Pape Clément -, e recebeu investimentos consideráveis nos últimos anos. Os tintos são de estilo semelhante aos de Médoc – firmes, estruturados e longevos -, mas talvez de boca um pouco mais cheia e com nuance defumada e mineral. A produção minúscula de brancos é a melhor de Bordeaux: são finos, cheios e persistentes, com aroma e sabor de frutas cítricas e capacidade de envelhecer.

Sobre o Chateau Haut-Brion

O Château Haut-Brion se estabeleceu no século XVI e desde 1935 é propriedade da família americana Dillon. É o único fora do Médoc classificado como “Premier Grand Cru Classé en 1855″. O vinhedo de 45 ha hoje está rodeado por extensões urbanas de Bordeaux e as vinhas ali cultivadas são das primeiras a amadurecer na região e são confiáveis. Com a generosa ajuda da Merlot no corte (sua participação no corte é maior do que no de seus rivais), o vinho Haut-Brion fica menos austero que seus pares de Médoc. Seu segundo vinho também não costuma decepcionar: Chateau Bahans Haut-Brion, cujo potencial de envelhecimento pode alcançar até 20 anos nas boas safras.

Pontuações do Chateau Bahans Haut-Brion 2003

89/100 – Robert Parker – 30.04.2006

90/100 – Wine Spectator – 31.03.2006

90/100 – International Wine Cellar – 01.06.2006

89/100 – Jean-Marc Quarin – 01.05.2010

Degustação

Chateau Bahans Haut-Brion 2003 – Appelation Pessac-Leógnan Contrôlee – álcool: 13% – uvas: Cabernet Sauvignon, Merlot e Cabernet Franc - preço: US$ 259,00 – safra 2005 – Mistral; safra 2006 – R$ 454 na World Wine – vermelho-rubi intenso com reflexo violáceo sem halo de evolução. No nariz um vinho marcadamente aberto e maduro, aromas complexos com cargas de framboesa, amora e geléia sobre um fundo defumado. Na boca é um vinho deliciosamente fresco, de taninos finos e doces que acariciam o palato. Nada está em descompasso: álcool, acidez, taninos, fruta e madeira formam um conjunto invejavelmente equilibrado. Redondo, longo, intenso e profundo promete evoluir positivamente na garrafa nos próximos dez anos ou mais. Avaliação: 91/100 pts. ++

Fonte: Guia Ilustrado Zahar – Vinhos do Mundo Todo

Los Vascos Cabernet Sauvignon Rosé 2009

Sobre a INOVINI

Desde 1946, a Aurora importa e distribui produtos exclusivos de alta qualidade e líderes de mercado. Possui sua própria equipe de vendas e merchandising, que cobre todo o território nacional. O portfólio da empresa contempla os mais diversos tipos de produto, como a tequila José Cuervo, os chocolates Lindt, a pimenta Tabasco e as mostardas French´s e Maille. A divisão de vinhos, INOVINI tem como foco o segmento médio de mercado e a distribuição está fundamentada na sólida parceria com os principais restaurantes e lojas especializadas de vinho. O portfólio da INOVINI é composto por marcas consagradas, como: Los Vascos (Colchágua); Ferreira (Porto); Louis Latour (Borgonha); Robert Mondavi (Califórnia); Nino Franco (Vêneto); Falesco (Úmbria); Hardys (South Australia); Laurent Perrier (Champagne); Domini (Douro); Weinert (Mendoza); Tio Pepe (Jerez); Beronia (Rioja), Remy Pannier (Loire), Golan Heights (Israel) e José Maria da Fonseca (Portugal).

Degustação

Los Vascos Cabernet Sauvignon Rosé 2009 – álcool: 14% – Região: Peralillo/Colchágua/Chile – preço sugerido: R$ 34,90 – importador: Inovini (televendas 011 3623-2288) - Bonita cor rosa-salmão brilhante. Aromas abertos de tutti-fruti, morango e goiaba branca. Na boca acusa uma pequena sobra de álcool que acaba sobreposta por seu intenso frescor, sugestões cítricas (grapefruit) sobre um fundo de cereja e morango. Sua complexidade gustativa é muito boa para um rosé e isso o torna guloso, para ser bebido aos goles generosos despreocupadamente. É um vinho de caráter festivo que deve crescer à mesa, quem sabe até como acompanhamento de uma Paella. Termina curto sem amargor. Avaliação: 86/100 pts.

Jantar harmonizado com Vinhos da Magna Import na Escola de Gastronomia de Jean Nassó “Gourmandise”

 
Na noite de 27 de outubro de 2010, a Magna Import em conjunto com Jean Nassó GourmandiseRua Henrique Schaumann 306, Pinheiros, SP, promoveram uma jantar harmonizado da linha verde de Risottos Liofilizados Jean Nassó com Vinhos Orgânicos Emiliana. A organização do evento coube a CH2A Assessoria de Imprensa, de Alessandra Casolato. Além do próprio Jean Nassó, que simpaticamente dava as boas vindas aos convidados, estiveram presentes Marcelo Frajuca, Diretor Comercial da Magna Import, jornalistas e formadores de opinião.
Foram degustados os seguintes vinhos:
Casa Bella Malvasia – Itália
Emiliana Adobe Reserva Gewürztraminer Rapel 2009 – Chile
Emiliana Winemaker’s Selection Casablanca Syrah 2005 – Chile
Emiliana Reserva Colchágua Ultra Premium “G” – 2005 – Chile
Don Manuel Villafañe Ícone Mendoza 2007 – Argentina
 
 

Risoto de sobremesa: "Risotto com chocolate suiço e ganache de avelã com sorvete de creme pralinée"

Do lado direito, Jean Nassó: francês formado em gastronomia na Universidade de Glion, Suiça e nos melhores hotéis e restaurantes de Paris: Meurice, Prince de Gales e Hitz. À frente de um restaurante famoso em Houston, participou na NASA da criação do cardápio para missões dos astronautas. No Brasil dirigiu a La Colombe D’Or e o conhecido Restaurante Jean Nassó de Aldeia da Serra

Jean Nassó preparando filezinhos de magret de pato, lombo de cordeiro, etc..

Novas Syrah 2005 - elaborado com uvas cultivadas no Vale de Casablanca, é um dos melhores vinhos de sua faixa de preço

Giancarlo Bolla (La Tambouille) e Jean Nassó

"G" Emiliana 2005 Ultra Premium. Um vinho do mesmo nível de qualidade do Don Melchor e do Almaviva. Os três vinhos são produzidos pela Concha y Toro

Sinfonia de Risotos preparados por Jean Nassó. O primeiro da esquerda para direita chama-se "valenciana com camarões", o segundo "açafrão com tartufi", o terceiro "quatro qeuijos" e o que está em cima é o "funghi porcini"

Ney Ayres, Alessandra Casolato e Didú Russo

Don Manuel Villafañe Ícone: oportunamente será avaliado mas a primeira impressão desse vinhos foi extremamente positiva

 

A seguir rápidas impressões sobre os vinhos degustados, eis que os vinhos Adobe Gewürztraminer e Don Manuel Villafañe serão objetos de posts oportunamente:

Casa Bella Malvasia 2009 – R$ 35 – Dourado brilhante, aromas florais (flores do campo) e frutados (damasco), corpo magro, média acidez, presença de açúcar residual e baixa persistência. Vinho fácil de beber, de preferência gelado. Avaliação: 83/100 pts.

 

Adobe Gewürztraminer 2009 – R$ 42 – palha esverdeado, nariz aberto com lichias, pétalas de rosas, jasmim e toques de erva cidreira. Denso na boca, acidez moderada típica da casta, pequeno amargor no fim-de-boca. Avaliação: 87/100 pts. +

 

Emiliana Winemaker’s Selection Casablanca Syrah 2005 – R$ 92 - Rubi intenso sem halo de evolução. Nariz delicado e elegante com notas de especiarias, licor de cacau, frutas negras sobre um fundo balsâmico. Na boca é um vinho guloso que repete a delicadeza e elegância do olfato. taninos finos e presentes. Equilibrado, não apresenta sobra de álcool (14,5%) e nem de madeira. A acidez causa boa salivação. A fruta se expressa na forma de sugestões de ameixa e amora maduras. Longo, persistente, deixa uma nota de chocolate no fim-de-boca. Vale o preço porque provavelmente é o melhor Syrah chileno de clima frio à disposição em nosso mercado. Avaliação: 89/100 pts.++

 

Emiliana “G” Reserva Ultra Premium Colchágua 2005 – preço: R$356 – Retinto na cor, exibe aromas ricos de especiarias (55% Syrah), licor de cassis (15% Cabernet Sauvignon), café torrado (15% Carménère) sobre um fundo balsâmico. A Merlot participa com 15% no corte. Na boca é um vinho que se destaca por sua maciez, potência e elegância entrelaçados harmonicamente. Apresenta uma ótima concentração de sabor, que além de confirmar as sensações olfativas dão vida a este que provavelmente é um dos melhores vinhos chilenos de sua categoria. Não custa barato, mas na lojinha da Concha y Toro em Santiago, este vinho ocupa lugar de destaque porque sua garrafa fica do lados de seus outros dois irmãos mais velhos: Don Melchor e Almaviva. Avaliação: 91/100 pts.++

 

Abaixo breve descrição daquele que para quem escreve, foi a grande surpresa da degustação, eis que já conhecia a linha de vinhos acima:

Don Manuel Villafañe 2007 – Mendoza – R$ 117 – Rubi violáceo intenso e impenetrável. No nariz a Malbec se destaca (45%) com notas florais (violetas), um toque de lavanda, chocolate sobre um fundo balsâmico. Na boca causa impacto por conta da força de seus taninos e de seu álcool (14,5%), não o suficiente para macular o conjunto que apresenta riqueza de sabores. Longo, persistente, deixa uma nota de ameixas no retrogosto. Avaliação: 90/100 pts.

Por fim, cabe esclarecer que a Escola de Gastronomia de Jean Nassó “Gourmandise”, tem por enfoque as cozinhas brasileira, francesa, italiana, espanhola, japonesa, árabe, mexicana, etc.. em grupos mínimos de 6 e no máximo 10 pessoas, com módulos de entradas frias e quentes, massas, peixes, frutos do mar, carnes, guarnições, pães, sobremesas, doces, bolos, chocolates e sorvetes. O local também pode ser utilizado para confraternizações, celebrações com amigos, reuniões com executivos e clientes VIP, etc. A Escola Jean Nassó fica na Rua Henrique Schaumann 306, Pinheiros, tel 011 3062 0798, São Paulo, Capital. www.jeannassogourmandise.com.br e-mail: info@jeannassogourmandise.com.br e trabalha com vinhos e azeites da Magna Import.

Hernán Amenábar, enólogo-chefe da Undurraga, na Mr. Man

A importadora Mr. Man promoveu degustação na tarde de 7 de outubro, na sua sede em São Paulo, com a presença do enólogo-chefe da Viña Undurraga, Hernán Amenábar. Três vinhos foram degustados: Undurraga Aliwen Rosé/Syrah Merlot 2008, Sibaris Syrah 2007 … Read more »

Post n° 500: Santa Rita Casa Real 2005 – Cabernet Sauvignon de expressão

O principal vinho tinto da Viña Santa Rita foi batizado com o nome da “Casa Real” (hoje hotel) construída em 1880 pelo fundador da empresa, Domingo Fernández-Concha, em Buín, no Vale do Maipo, 35 km ao Sul de Santiago. O vinhedo Casa Real, em Buín, replantado nos anos 1950, forma a base do corte do Casa Real, um dos raros tintos icones do Chile realmente chileno e não algo criado como parte de uma joint venture bancada por estrangeiros. O fato de que a marca tem sido supervisionada há quase duas décadas por Cecília Torres, a primeira mulher a se tornar vinicultora de alto padrão no Chile, significa que a evolução qualitativa do Casa Real tem sido constante, aperfeiçoando-se no que diz respeito ao amadurecimento em carvalho desde 1993 e ficando com maior concentração de fruta desde 1997. Vários vinicultores chilenos admitem que, além de ser subestimado como ícone tinto, o Casa Real, com seu preço razoável, não deixa de ser, até certo ponto, uma boa compra. Fonte: 1001 Vinhos para beber antes de morrer

Contra-rótulo

Casa Real lleva su nombre en honor a Don Vicente Garcia Huidobro, marqués de Casa Real, cuyo titulo de nobleza le fuera otorgado por el rey de España en el siglo XVIII. Este extraordinario vino refleja la maxima expresión del terroir. Su alta concentración de frutas rojas y el gran carácter son obtenidos de uvas provenientes de viñedos de bajo rendimiento, de más de 40 años de antiguedad, ubicados en el corazón del Valle del Maipo. El vino se conserva en barricas de encina francesa donde se atiende cuidadosamente su maduración. Con el fin de preservar todos los atributos naturales de la uva Cabernet Sauvignon, el vino se mantiene sin filtrar. Por esta razón, la botella puede contener alguns sedimentos. Se recomienda decantar antes de servir.

Santa Rita Casa Real Cabernet Sauvignon 2005: 90/100 pts. da WS em 30.11.2009

Degustação

Santa Rita Casa Real Cabernet Sauvignon 2005 – álcool: 14,5% – região: Buín/Vale do Maipo – importador: Grand Cru – preço: R$ 330 (em promoção por R$ 290) - amadurece 15 meses em barrica de carvalho francês de primeiro uso – análise organoléptica: vermelho-rubi intenso, profundo com reflexo violáceo sem halo de evolução. Apresenta um complexo aroma de frutas negras e ameixas maduras com um fino toque de menta, notas de bala toffee sobre um fundo defumado. Na boca é elegante, de alta concentração e estrutura que demonstra seu alto potencial de envelhecimento. É um vinho maduro, sólido, cheio de sabores de menta, licor de cassis e ameixa. Possui taninos robustos, mas nem um pouco agressivos e uma elegância que lhe dá distinção. Longo, persistente e profundo, seguramente vai continuar a evoluir na garrafa nos próximos 5/10 anos. Avaliação: 90,5/100 pts.++

Degustação da Tahaa vinhos na SBAV-SP: resultado positivo

O portfólio da Tahaa é bastante variado e possui boas opções

A Tahaa é uma empresa com o compromisso de levar às pessoas os melhores vinhos, oferecendo sempre sugestões de rótulos de ótimos produtores, cuidadosamente selecionados nas melhores áreas vinícolas do mundo. A Tahaa vai promover promoções efetivamente vantajosas, onde poderão ser adquiridos vinhos de alta qualidade por ótimos preços: África do Sul, Argentina, Chile, Espanha, Itália, França e Portugal.

Com um atendimento diferenciado e personalizado, sua equipe está sempre à disposição, prontamente apta para esclarecer dúvidas e fornecer toda a informação necessária para a realização de excelentes compras. Para a Tahaa, nada é mais importante do que o cliente ter a plena convicção de ter realizado uma compra que o deixou realmente satisfeito, porque o vinho não é simplesmente uma bebida. É a união de um conjunto de características de cada local, formando uma bebida singular, única. O prazer de conhecer essa combinação de características é o grande atrativo de um vinho, é o que exerce fascínio nos seus apreciadores.

A Tahaa nasce com o compromisso de oferecer excelentes escolhas para que você possa descobrir e viver o melhor do mundo do vinho. É uma grande satisfação poder levar a você vinhos para fazerem parte da sua vida. Tahaa, vinhos para a vida. Tel (011) 5096-3282

Preços promocionais:

Los Clop Malbec 2007 – Bodega de Los Clop / Mendoza / Argentina – pontuações: RP 85 e WS 83 – R$ 25,50 – Avaliação: 81,5/100 pts.

Terra de Lobos 2005 – Quinta do Casal Branco / Ribatejo / Portugal – pontuações: RP 84 e WS 83 - R$ 31,50 – Avaliação: 83,5/100 pts.

Chianti Classico Castello di San Sano 2006/ Toscana / Itália – pontuações: 2GR (06); WS 86(03); RP 85(02) – R$ 98 – Avaliação: 86/100 pts.
Chateau Gaudin 2005 Vincent Lataste / Bordeaux / França – preço: R$ 205 – Avaliação: 87/100 pts.
Rosso di Montalcino La Velona 2006 / Toscana / Itália – pontuações: 2GR (04); 2GR (05); WS 81(05); WS 87(06) – preço: R$ 114 – Avaliação: 87/100 pts.
Ontañon Crianza Rioja 2006 – RP 88(07); GP 89 – preço: R$ 70 – Avaliação:87,5/100 pts.
Cepas Viejas Dominio de Tares 2005/ Bierzo / Espanha – pontuações: RP 90; WS 90(03); GP 91 – preço: R$ 160 – Avaliação: 89,5/100 pts.

As notas acima resultam da média das avaliações de Márcio Guedes, Roberto A. Ventura, Henrique Storto e Waldir Gandolfi

Preços promocionais:

Los Clop……………………..R$ 25,50
Ontanõn Crianza……………R$ 52,50
Cepas Viejas………………..R$ 120,00
Chianti Classico…………….R$ 98,00
Rosso di Montalcino……….R$ 114,00
Chateau Gaudin…………….R$ 205,00
Terra de Lobos………………R$ 31,50

Promoção: compre 3 e leve 4 ; e a partir de 4 garrafas temos um desconto de 25%

Obs. Para esta promoção o preço dos vinhos é o valor integral.

Rosana Bacigalupo

rosana@tahaavinhos.com.br

Consultora de Vinhos
telefone : +55 11 5096 3282 – celular : +55 11 8287-2863

Marqués de Cáceres Reserva 2004 – um Rioja como poucos

Sobre essa vinícola, o sempre respeitado crítico britânico Hugh Johnson autor do festejado “Guia de Vinhos” assinala que “Marqués de Cáceres é uma bodega estabelecida em Cernicero, Rioja Alta, que produz bons vinhos tintos feitos com modernos métodos franceses, dentre os quais o excelente Gaudium e brancos surpreendentemente leves e fragrantes”. No Brasil, esses vinhos são trazidos pela importadora “Mr. Man”, que conta com mais de 25 anos de experiência no atendimento ao varejo, atacado e indústria com produtos importados e o compromisso de atender com eficácia as necessidades de seus clientes que encontram diversificação e qualidade entre as mais conceituadas marcas e produtores de diversos países vinicultores.

Rua Beatriz 150, Vila Beatriz, tel 011 3030 7100

Degustação

Marqués de Cáceres Reserva 2004, Região: Rioja Alta, Álcool: 13,5% , uvas: Tempranillo (85%), Garnacha Tinta e Graciano (15%), Preço médio: R$ 130 – Importador: Mr. Man – vermelho-rubi com halo púrpura a denúnciar jovialidade. Nariz complexo a lembrar geléia de frutas vermelhas, especiarias, madeira fina (cedro) sobre um discreto fundo vegetal. Boca complexa, expansiva, de taninos finos e bem presentes sem incomodar, bom entrosamento entre barrica e fruta com livre expressão dessa última. Álcool e acidez generosos, porém, sem incomodar. Finaliza aveludado deixando uma nota frutada no longo fim-de-boca. Ótima perspectiva de evolução na garrafa. Vinho de ótima tipicidade que recebeu 87/100 pts. da WS em 11/2009Avaliação: 90/100 pts.++

Los Vascos Cabernet Sauvignon 2007

Los Vascos Cabernet Sauvignon é um vinho produzido pela Domaines Barons de Rothschild, a mesma do Chateau Lafite. Trata-se de um vinho tipicamente bordalês e as uvas da composição possuem aromas complexos de frutas negras como cereja, cassis e ameixa, nuances de framboesa, morango, ervas e pimenta negra. O amadurecimento em carvalho agregou notas de canela, baunilha, tabaco e chocolate. Na boca é denso, intenso, com acidez equilibrada, boa estrutura e termina com deliciosos sabores frutados e um toque de alcaçuz. É ideal para acompanhar cordeiro, carnes vermelhas e queijos.

Sobre a INOVINI

Desde 1946, a Aurora importa e distribui produtos exclusivos de alta qualidade e líderes de mercado. Possui sua própria equipe de vendas e merchandising, que cobre todo o território nacional. O portfólio da empresa contempla os mais diversos tipos de produto, como a tequila José Cuervo, os chocolates Lindt, a pimenta Tabasco e as mostardas French´s e Maille. A divisão de vinhos, INOVINI tem como foco o segmento médio de mercado e a distribuição está fundamentada na sólida parceria com os principais restaurantes e lojas especializadas de vinho. O portfólio da INOVINI é composto por marcas consagradas, como: Los Vascos (Colchágua); Ferreira (Porto); Louis Latour (Borgonha); Robert Mondavi (Califórnia); Nino Franco (Vêneto); Hardys (South Australia); Laurent Perrier (Champagne); Domini (Douro); Weinert (Mendoza); Tio Pepe (Jerez); Beronia (Rioja), Remy Pannier (Loire), Golan Heights (Israel) e José Maria da Fonseca (Portugal).

Degustação

Los Vascos Cabernet Sauvigon 2007 – álcool: 13,5% – Região: Peralillo/Colchágua/Chile – preço sugerido: R$ 34,90 – importador: Inovini (televendas 011 3623-2288) - Rubi violáceo intenso com leve halo púrpura. Aromas pouco intensos com notas de frutas maduras (ameixas e amoras), especiarias (pimenta-do-reino, nóz moscada) sobre um fundo vegetal. Na boca taninos presentes de boa qualidade, contrabalançados por firme acidez firme e álcool integrado. A madeira tem leve prevalência sobre a fruta, que ainda assim se faz presente com uma pitada de ameixa e framboesa maduras. É um vinho denso e forte que termina persistente com alguma rusticidade cujo tempo se encarregará de suavizar. Deve crescer à mesa, principalmente com um “bife de chorizo”. Avaliação: 86/100 pts.+