A Cousiño-Macul, fundada em 1856 e localizada na região metropolitana de Santiago, é a única vinícola das que se estabeleceram no Chile no século XIX que ainda se encontra nas mãos da família fundadora (sexta geração), a qual controla cem por cento da empresa. O nome da vinícola deriva do nome de seu fundador, “Don Matías-Cousiño”, que também é o nome da área onde se desenvolveu sua primeira sede, no Vale do Maipo. De outra parte o termo “Macul” é de origem indígena e significa “mão direita”. Olhando cuidadosamente o símbolo, veremos que o mesmo está formado pelas iniciais do nome da família fundadora, que teve papel fundamental na indústria de vinho chileno porque foi uma das primeiras a exportar sua produção para países como os Estados Unidos da América, países da América Central e Brasil, por exemplo. A missão da vinícola é produzir vinhos de classe mundial sem perder a alma chilena destacando todo caráter do terroir do Alto Maipo.
Cousiño-Macul Don Luis - safra: 2008 – álcool: 14% – região: Alto Maipo – uva: Chardonnay – Importador: Santar - tel.: 011 3227 7355 ou www.santar.com.br – preço: em torno de R$ 34,90 – Vinho emblemático desse produtor porque já foi um dos Chardonnays chilenos mais vendidos no Brasil. Possui estrutura que permite alguma capacidade de guarda. Análise organoléptica: bonita cor amarelo-limão brilhante com reflexo esverdeado.Perfil aromático unidimensional com abacaxi maduro sobre um fundo tostado. Na boca apresenta boa estrutura, pinceladas minerais, notas cítricas e um discreto amargor no fim-de-boca que não chega a incomodar porque este vinho sempre se destacou por seu equilíbrio e tipicidade. Fresco e redondo, apresenta álcool integrado. Como quem escreve já teve oportunidade de provar diversas safras, esse discreto caráter amargo subjacente poderá desaparecer com mais algum tempo de garrafa, porque a Cousiño-Macul produz vinhos longevos e nada como o tempo para aparar arestas deste tradicional Chardonnay chileno do Maipo. Avaliação: 86/100 pts.
Para o crítico inglês Hugh Johnson a Marqués de Riscal é “ a mais famosa bodega de Rioja Alta; atualmente com hotel e restaurante novos, fantásticos, de projeto arquitetônico de Frank Gehry. Tintos bons e leves, com um certo estilo e um esplêndido Barón de Chirel Reserva, feito com 50% de cabernet sauvignon. Pioneira em Rueda com um fragrante Sauvignon Blanc e um Limousinum pouco mais saboroso, fermentado em barril“.
O vinho deste post é da safra 2008
Degustação
Villa Collada by Marques de Riscal 2008 – álcool: 13% – uvas: Tempranillo, Graciano e Mazuelo – importador: Interfood (tel. 011 2602 7266) – preço: R$ 29,90 (Carrefour) – vermelho-rubi de média intensidade. Aromas frutados com destaque para frutas frescas sobre um fundo madeirado. Na boca taninos vivos, algum equilíbrio entre fruta, madeira (quatro meses), álcool e acidez num perfil moderno, fluído e fácil de beber. De média persirtência, termina um pouco secante. Tem na tipicidade e na relação preço-qualidade um de seus maiores destaques. Avaliação: 86/100 pts.
01.03.11 – Vinhos argentinos que obtiveram Trophy n0 “Argentina Wine Awards 2011″
“Argentina é um país muito extenso e possui uma diversidade como poucos países no mundo. Nossa idéia como indústria é trabalhar sobre os vinhos argentinos com base nessa diversidade e que abrir uma garrafa Argentina signifique qualidade, surpresa e uma experiência agradável”. Essa afirmação é de Alberto Arizu, presidente de Wines of Argentina no término da última jornada do concurso “Argentina Wine Awards” – AWA, que neste ano chegou na sua quinta edição e teve lugar durante o mês de fevereiro em Mendoza.
Há variedades que têm grande futuro pela frente como Malbec e Torrontés, segundo a opinião dos expertos, e protagonistas da indústria se mostraram abertos e atentos às críticas e sugestões para continuar crescendo no mercado mundial.
Nesta edição, denominada “World´s Best Sommeliers” reuniu os mais prestigiados expertos internacionais. Ei-los: Guilherme Corrêa,Brasil; Élyse Lambert, Canadá; Roger Dagorn, EEUU; Gerard Basset, de Reino Unido e França; Sören Polonius, Suécia; Hans Qu, China; Andrés Rosberg, Argentina; Isa Bal, Reino Unido; Marcos Flores Tlalpan, México; Totte Steneby, Suécia; Paolo Basso, Itália e Göran Klintberg, Suécia. Pela Argentina estiveram presentes: Daniel Pi, Roberto de la Mota, Víctor Marcantoni, Edgardo del Pópolo, Susana Balbo, Luis Cabral de Almeyda, Pablo Cúneo e Federico Galdeano.
Vinhos ganhadores do AWA 2011.
Ao avaliarem os vinhos apresentados os juízes destacaram a evolução dos vinhos argentinos, especialmente aqueles que não são tão sofisticados como por exemplo o Torrontés, que consideraram “muito atraente e com uma elegância que está ganhando com o passar dos anos”. Também os expertos manifestaramn surpresa com vinhos de Bonarda, por sua qualidade, dando-lhes mais crédito do que normalmente tem; Syrah –especialmente de San Juan e do Norte – e ratificaram, como é sabido, a capacidade de expressão da Malbec nestas terras.
Estes são os 19 vinhos argentinos que obtiveram “Trophy”, a máxima distinção que atribuídas pelos jurados, no “concurso internacional Argentina Wine Awards 2011″.
Cremant Cuvée Silvain - Domaine du Rin du Bois - Vin Mousseux de Qualité AOC Touraine
Vinificação: prensagem imediata com seleção dos mosto; tirada da borra durante 12 a 24 horas; e depois primeira fermentação sob controle das temperaturas. Tiragem em fevereiro-março e segunda fermentação na garrafa: antes do escoamento, em garrafas sobre ripas, no interior de caves de tufo do Vale de Loire (de 6 a 12 meses).
Cremant Cuvée Silvain - Domaine du Rin du Bois – Vin Mousseux de Qualité – álcool: 12% – uvas: Chardonnay e Chenin Blanc – Região: Vale do Loire – preço: R$ 71 – importador: Cave Jado - Palha claro quase translúcido. Boa perlage: borbulhas pequenas e intensas. Nariz típico com leveduras, algum cítrico e discreta nota de mel. Ao longo da degustação apresentou média sustentação. Na boca a sua entrada revela um espumante macio, redondo, acidez delicada, corpo médio para pequeno com bastante leveza e que termina sem amargor. Apresentou boa tipicidade e pode ser guardado por mais algum tempo. Avaliação: 87/100 pts.
Troca de comando: saiu Jeanne Bourguignon e entrou Olivier Bourse, mas a La Cave Jado continua a mesma, com seus ótimos vinhos por preços mais do que justos!
O portal da Expand informa que: ” O Conde italiano Giordano Emo Capodilista, famoso por produzir excelentes rótulos na região do Vêneto, entre outros amigos com ampla experiência na função, não mediram esforços para produzirem este grande espumante. Vinificação Método Charmat, onde a 1ª fermentação das uvas foi feita pelo método tradicional rosé e a 2ª fermentação em cubas de aço inox, durante 20 dias sob baixa temperatura, garantindo a perlage muito fina do espumante. Em seguida o engarrafamento se deu em máquinas isobáricas” .
Vino Spumante Fontini Prestige Rosé – álcool: 12% – uvas: Pinot Noir, Merlot e Raboso – região: Selva del Montello/Vêneto – importador: Expand – preço: R$ 49,80 – Possui uma coloração rosa salmão brilhante e atraente. Exibe perlage fino com borbulhas pequenas. No nariz, toques florais e de frutas vermelhas frescas. Na boca tem acidez delicada, notas cítricas e corpo e persistência média. Termina com sutil amargor que não incomoda. Correta indicação de Willy Mariano. Avaliação: 85/100 pts.
A vinícola Planeta é uma dinâmica empresa familiar administrada pelos primos Alessio, Francesca e Santi Planeta que atualmente conta com 865 acres de vinhedos, espalhados sobre diversas áreas da Sícilia, ilha do Mediterrâneo separada da Itália peninsular pelo estreito de Messina, considerada uma região vinícola emergente do velho continente que vem se destacando pela qualidade de seus vinhos. A sede da Planeta fica na província litorânea de Agrigento.
Planeta Plumbago: novidade da Sícilia
Contra-rótulo
“Plumbago is produced from vineyards which have been planted over 25 years ago. The name is derived from one of the wild flowers that flourishes around the winery. The violet red colour of the flower is akin to the colour of the flower is akin to the colour of the indigenous and fruity Nero D’Ávola grape. Soft yet intense, Plumbago is the ideal accompaniment to Mediterranean dishes and grilled meats”.
Degustação
Planeta Plumbago Rosso Nero D’Ávola IGT Sícilia 2008 – álcool: 13,5% – região: Menfi/Agrigento/Sícilia – importador: Interfood (tel. 2602 7266) – preço: R$ 70,90 – vermelho rubi com halo púrpura. Aromas florais e frutados com notas de amoras, ameixas e framboesa. Na boca taninos presentes de boa qualidade, madeira (8 meses) integrada à fruta. Um vinho equilibrado, moderno que valoriza a fruta, persistente, intenso e que termina macio e redondo. Avaliação: 88/100 pts.
A importadora Hannover, comandada por Niels Bosner, trouxe para São Paulo, José Miguel Viu Bottini, da vinícola chilena Viu Manent, para apresentação de novos vinhos e de safras novas: El Incidente Carménère e Vibo Malbec produzido em Mendoza, na Argentina. Novas safras do ícone da vinícola Viu 1 e Single Vineyard Malbec. A Viu Manent é uma das vinícolas chilenas mais premiadas nos concursos internacionais e está estabelecida no destacado Vale de Colchágua onde posui 260 de hectares cultivados com vinhas. Exporta para mais de quarenta países e o Brasil ocupa a 4a. colocação. Produz várias linhas de vinhos, desde o top VIU 1, passando pelos varietais “Single Vineyard”:Malbec, Cabernet Sauvignon e Syrah e recentemente cruzou a Cordilheira dos Andes para produzir a linha ViBo (Viu Botini), em Mendoza. Todos esses vinhos são distribuídos pela Hannover, que tem São Paulo, Rio de Janeiro (vai abrir filial) e a Bahia como mercados mais importantes e ainda conta com distribuidores em Paraná, Santa Catarina, Vitória, Natal, Recife, Goiás e Brasília. Em breve a Hannover lançará seu novo catálogo com vinhos de Portugal (9 vinícolas), Espanha (2 vinícolas) e França (2 vinícolas) que se somarão a dois produtores da Argentina, um do Uruguai e um do Chile.
Afonso, Niels, José Miguel e Jeriel reunidos no Restaurante Dui para degustação de novas safras e de novos vinhos da Viu Manent
Nas pontas: Vibo, Malbec produzido nas "fraldas" da Cordilheira dos Andes em Mendoza e no centro, Viu Manent Malbec Special Selection produzidos em Colchágua, no Chile
Recentemente, foi incorporado na linha de vinhos Viu Manent um Carménère de alta Gama: "El Incidente"
É do Guia Descorchados 2009 que vem uma breve definição dessa vinícola que produz, inegavelmente, um dos grandes Cabernet chilenos do Vale do Maipo: “Viñedo Chadwick é propriedade de Eduardo Chadwick (Viña Errázuriz), e se encontra na propriedade que foi campo de polo de seu pai, a zona mais ocidental do vinhedo Tocornal, onde também estão outros nomes ilustres como Almaviva e Don Melchor. Geralmente, o Chadwick é um vinho maduro, de estrutura elegante. A safra 2005 ainda está jovem para mostrar suas qualidades, que são muitas”
Chadwick 2005: obteve 93/100 pts. do Guia Descorchados 2009 - um verdadeiro Cabernet Sauvignon como poucos!!!
Degustação
Chadwick 2005 – álcool: 14% – uva: Cabernet Sauvignon – região: Alto Maipo/Tocornal – importador: Expand – preço: R$ 480 - Vermelho-rubi com reflexo violáceo intenso, profundo com halo púrpura brilhante. No nariz uma explosão de aromas frutados com notas de cereja, groselha, licor de cassis que formam um núcleo sólido apoiado por notas tostadas sobre um fundo de madeira fina (cedro). Na boca seus taninos sólidos e ao mesmo tempo aveludados formam um conjunto muito bem acabado, apoiado na fruta, no álcool generoso, na acidez salivante e na madeira que se integrara ao longos dos próximos 5/10 anos. Um verdadeiro gigante do Vale do Maipo, com delicadas notas de frutas maduras que formam um conjunto forte e elegante. Termina com longa persistência deixando uma nota herbácea contrabalançada por licor de cacau. Avaliação: 92/100 pts.++
O primeiro Chadwick foi lançado em 2002. Era da safra 1999 e logo após seu lançamento foi aclamado pela crítica especializada como um marco na produção de vinhos chilenos, eis que suas uvas Cabernet Sauvignon são de um vinhedo vizinho ao vinhedo onde se plantam as uvas do magnífico Almaviva
Através de convite de Camila Perossi,uma das mais competentes assessoras de imprensa que conhecemos, fomos convidados para conhecer a nova loja da importadora Grand Cru em São Paulo, na tarde de 25.03, na Avenida Brigadeiro Luiz Antônio n° 3780 (tel. 3051 3731), esquina com Estados Unidos. A loja é uma franquia, comandada pela SommeliéreIone Fiuza e foi inaugura há cerca de 30 dias, possui estacionamento em frente e está instalada numa casa ampla com muito conforto, inclusive salas de degustações e cursos. Houve uma degustação dos vinhos Matarromera com a presença do Diretor de Comunicações Remi Sanz e Gabriel Martínez, Gerente de Exportações da Bodega.
Camila Perossi (Assessora de Imprensa da Grand Cru), Ione Fiuza (Sommelier e proprietária da nova loja) e Jeriel
A nova loja possui os mesmos rótulos, inclusive franceses que estão na matriz da Rua Bela Cintra
Emina: 100% Tempranillo
Gabriel Martinez e Remi Sanz, do Grupo Matarromera, conduziram a degustação
Degustação
Emina Verdejo 2009 – álcool: 13% – álcool: 13% – preço: R$ 29 – importador: Grand Cru (tel. 011 3051 3731) - palha esverdeado brilhante. Aromas florais e frutados (pêssego e maçã). Boca curta, macia, médio frescor, discreto acento mineral. Termina sem amargor. Boa tipicidade e alguma relação preço-qualidade. Avaliação: 84/100 pts.
Emina Prestígio 2006 – uva: Tempranillo – álcool: 14,5% – preço: R$ 98 – importador: Grand Cru - vermelho-rubi concentrado e profundo. No nariz notas herbáceas. Depois de algum tempo café torrado. Na boca a sua entrada revela um vinho quente, taninos um pouco duros, madeira se integrando à fruta mas aparecendo um pouco, boa acidez e final adstringente. Avaliação: 85/100 pts.
Matarromera Crianza 2007 – uva: Tempranillo – álcool: 14% – região: Ribera del Duero – preço: R$ 98 - cor semelhante à do vinho anterior, nariz com alguma complexidade com notas balsâmicas e de frutas negras. Na boca é um vinho de taninos presentes de boa qualidade, persistente, de médio corpo e longo. Termina secante, mas seu perfil está mais próximo do tradicional do que da modernidade do vinho anterior. Deve melhorar com mais algum tempo na garrafa. Avaliação: 86/100 pts. +
Matarromera Reserva 2005 – uva: Tempranillo – álcool: 14,5% – região: Ribera del Duero – preço: R$ 145 - vermelho rubi com discreto halo granada. Aromas complexos com n0tas de licor de cássis, azeitonas, mentol e depois de algum tempo na taça chocolate. Na boca é um vinho potente, tânico (qualida muito boa) e equilibrado. Fruta e madeira integradas. Termina com pequena adstringência. Avaliação: 88/100 pts.+
Os gregos e romanos se estabeleceram nesta região apropriada para viticultura e comercialização de vinhos. Assim, a vinha foi plantada um pouco antes do Médoc, em Blayais. Os vinhos rapidamente ganharam reputação em Roma e as vinícolas cresceram rapidamente ao longo da costa do estuário, ensejando dinâmismo e prosperidade à região.
Idade Média Na Idade Média, as vinhas herdadas dos romanos não tinham desaparecido e o vinho manteve toda sua notoriedade, mesmo com a redução dos vinhedos que permaneceram somente nos locais próximos dos portos de embarque.
Luís XIV
Sob Luís XIV, a posição estratégica de Blaye afirmou-se com a construção da cidadela de Vauban. Verificou-se que houve a maior conquista militar de sua carreira, eis que a área durante os cinco séculos seguintes não sofreu nenhuma perturbação importante.
O século XVIII Quando a paz foi restabelecida, o século XVIII assistiu o regresso a uma vida pacífica. Novas experiências com variedades de uvas, métodos de cultivo e métodos inovadores de vinificação por sua vez trouxeram ao mercado um novo estilo de vinho que acompanhou essa fase de prosperidade.
A Filoxera
Infelizmente, Blaye não escapou à essa terrível praga que devastou vinhedos franceses em meados do século XIX. Assim, a produção de vinho Blayais caiu em 1853 para 10% da safra normal. A população local com muita coragem, esperança e paixão restabeleceu progressivamente a primazia dos vinhedos. Mas foi à partir de 1860 que o progresso começou a dar resultados qualitativos impressionantes, reabrindo as portas do comércio com Paris, para abrir em seguida para Holanda, Inglaterra, Bélgica, Alemanha …
O século do progresso Em 1905, a criação das “Appellations d’Origines”, abriu caminho para um século de inovações tecnológicas e legislativas. Com a criação da Appellation d’origine Contrôlée passou-se a se regular as áreas de produção, a vinha, o rendimento por hectare e teor mínimo de álcool dos vinhos. Em 1938, são criados os primeiros vinhos regulamententados pela AOC Côtes de Blaye: Premières Côtes de Blaye Rouge e Premières Côtes de Blaye Blanc e Blaye Rouge.
Atualmente Durante a segunda metade do século XX tivemos com Emile Peynaud, grande enólogo de Bordeaux, o advento de “enologia moderna” claramente defendida por ele com argumentos mais do que convincentes. Assim, nas décadas de 1980/1990, verificamos uma verdadeira revolução em termos de qualidade e muitos jovens vinicultores de Blaye concorreram para isso em 1987 ao se reunirem na “Maison du Vin de Blaye”. Essa evolução recente permite agora o renascimento dos vnhos da promissora AOC Blaye.
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Degustação
Château Frédignac Premières Côtes de Blaye 2007 – uva: Merlot – região: Bordeaux – álcool: 13% – importador: Cave Jado – preço: R$ 49,00 - vermelho rubi com alguma concentração e reflexo violáceo. No olfato despontam aromas de frutas vermelhas como morangos, cerejas e amoras. Na boca é um vinho razoavelmente estruturado, de boa acidez mas com alguma aspereza nos seus taninos, não o suficiente para prejudicar sua tipicidade. De média persistência, ostenta no rótulo a cepa utilizada: “Merlot”. Uma boa pedida para quem está se iniciando no mundo do vinho. Avaliação: 85/100 pts.+
96-100 pts. Espetacular
90-95 pts. Excelente
85-89 pts. Muito Bom
80-84 pts. Bom
75-79 pts. Regular
50-74 pts. Fraco
símbolo + após a nota = vinho que tem condições de envelhecer bem nos próximos 0-5 anos
símbolo ++ após a nota = vinho que tem condições de envelhecer bem nos próximos 5-10 anos ou mais