Daily Archives: 25/04/2011

O Don Maximiano 2007 vem aí…

Vem aí mais um post de um vinho que poucos tiveram oportunidade de provar: Don Maximiano 2007. Sem dúvida, um dos melhores vinhos chilenos produzidos na atualidade, quiçá um dos melhores Cabernets do Novo Mundo.

 

 

O tradicional Don Maximiano 2007, nesta safra corte de Cabernet Sauvignon, Syrah e Petit Verdot, é até o momento o melhor chileno da safra 2007 que provamos. Um vinho guloso, que passou facilmente dos 90/100 pts. e que ainda não está disponível através de seu importador oficial. A garrafa degustada foi adquirida no Duty Free de São Paulo, aeroporto de Guarulhos por US$ 86. Atualmente está por US$ 99.  Já estamos elaborando o post  sobre esse ícone chileno, que nunca decepciona!

Outro Top Ten Expovinis 2011: Casas del Bosque Pequeñas Producciones Sauvignon Blanc 2009

O vinho Casas del Bosque Pequeñas Producciones  Sauvignon Blanc 2009 foi eleito o melhor Sauvignon Blanc da Expovinis 2011. Este vinho é importado por Obra Prima Imp. Exp. e Com. de Alimentos Ltda. - Fone/Fax: 55 41 3085-0030 - E-mail: info@obraprimaimportadora.com.br - Visite nosso site: www.obraprimaimportadora.com.br - representante em São Paulo: Whashington Flávio de Moraes

 

Acabamos de receber a notícia alvissareira do representante da importadora Obra Prima em São Paulo, Washington Flávio de Moraes: o vinhos Casas Del Bosque Pequeñas Producciones Sauvignon Blanc 2009 repetiu o feito de 2/3 anos atrás, quando o Casas Del Bosque Reserva Sauvignon Blanc se sagrou o melhor vinho de sua categoria no Top Ten da Expovinis.

Vencedor na categoria Vinhos Tintos do Velho Mundo no concurso TopTen da Expovinis 2011

 

 

Produzido na vinícola Quinta do Crasto, na região do Douro, o Roquette & Cazes 2007 é o vencedor na categoria Vinhos Tintos do Velho Mundo no concurso TopTen da Expovinis 2011, que começa amanhã, dia 26 de abril.

Nascido de uma parceria entre a família Roquete da Quinta do Crasto (Douro, Portugal) e a família Cazes do Chateau Lynch-Bages (Bordeaux, França), o Roquette & Cazes é um vinho de troca de experiências e conhecimentos. Nada melhor do que aproveitar a tecnologia de vinificação francesa no ?terroir? do Douro.

Ficha técnica

Castas: 60% Touriga Nacional, 15% Touriga Franca e 25% Tinta Roriz.
Sistematização: Patamares
Idade da vinha: 28 anos
Solo: Xisto
Denominação de Origem: Douro
Ano: 2007
Graduação Alcoólica: 14%
Vinificação As uvas, provenientes de talhões previamente selecionados, foram transportadas em caixas de plástico alimentar de 25 kg e sujeitas a uma rigorosa triagem à entrada da adega, antes de serem esmagadas e transferidas para cubas inox, com controle de temperatura e onde se realizou uma maceração alcoólica prolongada.

Envelhecimento: Em barricas de carvalho francês (70% novas, 30% de um ano) durante 18 meses.

Enólogos: Daniel Llose e Manuel Lobo 

Cor: Rubi intenso
Nariz: Excelente complexidade aromática, com notas de frutos vermelhos muito limpos, elegantes especiarias e suaves notas balsâmicas.
Boca: Inicio Elegante, que evolui para um volume e estrutura compacta de taninos macios e firmes. Agradável sensação de frutos do bosque em perfeita harmonia com suaves notas de especiaria fina. Final de grande solidez, frescura e persistência.

Preço sugerido: R$152,00

No Brasil, Roquette & Cazes é importado com exclusividade pela Qualimpor e pode ser encontrado em lojas especializadas, supermercados e restaurantes, em embalagem de 750 ml.

Rua Antônio Chagas, 529 - Brooklin.
SAC: 0800-7024492
www.qualimpor.com.br

Jermann Sauvignon 2006

 
 
 

O vinho deste post é da safra 2006

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Silvio Jermann é bastante conhecido devido à elevada qualidade dos vinhos brancos que produz. Recentemente, o exemplar da safra 2006, objeto deste post, obteve 88/100 pts. da Wine Advocate de Robert Parker. Venezia Giulia fica no Friuli-Venezia Giulia, Itália. Segue informação colhida no portal do importador, Cellar: “Vindos da Áustria, os bisavós de Silvio chegaram à Venezia Giulia em 1881 e ali iniciaram nova vida trabalhando nos parreirais, tornando-se depois proprietários e vinicultores. Anos depois, o bisneto Silvio, inconformado com os métodos tradicionais de vinificação usados até então, estudava enologia em Conegliano sonhando com o momento de mudar tudo aquilo. Queria fazer vinhos perfumados, harmoniosos, segundo a lógica dos novos mercados e erradicar os líquidos pesados e rústicos que ali predominavam. Hoje, sonhos realizados, Silvio Jermann é conhecido como “il geniale artista del vino”, sendo respeitado internacionalmente por cada um dos conhecedores da matéria. Autor de notáveis vinhos como o Chardonnay “Were Dreams, now is just Wine” (Eram sonhos, agora é apenas vinho”)  e o recente Riesling “Afix”, suas criações mais respeitadas sãa o extravagante “Vintage Tunina”, modelado a partir de Sauvignon e Chardonnay, com a adição das castas autóctonas Ribolla Gialla, Malvasia Istriana e Picolit e o magnífico “Capo Martino”, outro Trebicchierista”.

   
Degustação
Jermann Sauvignon Venezia Giulia IGT 2006 – álcool: 13,5% – região: Friuli Venezia Giulia – importador: Cellar – tel. 011-5531.2419 – preço: R$ 85 (2009) -  palha brilhante com reflexo dourado,  exala aromas de flores brancas, manga, mel sobre um discreto fundo mineral. Na boca é suave, refrescante sem sentir o peso de cinco anos, exceto por sua rolha vazada.  A tipicidade é o seu maior destaque. Confirmou no palato as sensações olfativas. Termina persistente e redondo e no retrogosto apresenta as típicas notas  vegetais da casta, com muita delicadeza e elegância. Avaliação: 90/100 pts.

Gracia de Chile Visión Cabernet Sauvignon e Carménère 2004

No Chile, o Vale de Rapel está dividido entre os Vales de Colchágua e Cachapoal integrando o Vale Central.  Ambos estão adquirindo importância vitivinícola de forma independente e possuem características geográficas e climáticas diferentes  que originam vinhos de estilos próprios, por isso que existe lógica nessa divisão.  Assim, a cada dia são menos etiquetas que mencionam de forma genérica Vale de Rapel.

Gracia de Chile Cabernet Sauvignon e Carménère: duas uvas que demonstram mais afinidades do que diferenças entre si

No contra-rótulo consta:

“Em busca de um vinho diferente e característico do terroir chileno, nasce a linha de bi-varietais da Viña Gracia, onde as diferentes cepas se combinam em perfeita harmonia, proporcionando uma experiência nova e sedutora. Este vinho vermelho profundo é um perfeito exemplo desta linha. Nele a Cabernet Sauvignon apresenta toda sua estrutura robusta, com aromas de cassis e framboesas, combinados com os taninos suaves e sedosos e riqueza aromática da Carménère. A influência da fruta é intensa e complementadas por notas de tostado provenientes de seu envelhecimento em barris de carvalho francês durante seis meses”.

 Obteve medalha de prata no “Japan Wine Challenge 2006″

Degustação

Gracia de Chile Visión 2004 – uvas: Cabernet Sauvignon (70%) e Carménère (30%) – álcool: 13,5% – importador: Wal – Mart Brasil Ltda. – preço: R$ 27,50 -  Vermelho-rubi intenso com halo granada. Aromas de média intensidade com notas de pimentão e chocolate. Na boca um vinho redondo e com os taninos amaciados em decorrência do envelhecimento na garrafa. Concentrado e de boa acidez, é um vinho fácil de beber e de boa tipicidade, eis que a junção dessas duas uvas resulta em vinhos equilibrados e saborosos. Avaliação: 87,5/100 pts.