Daily Archives: 01/06/2011

Luce della Vite by Frescobaldi

O Luce della Vite 2006, blend de Merlot e Sangiovese, obteve 94/100 pts. da WS em 31.10.2009 e 89/100 de RP em 30.06.2009

Em 1995, um acordo entre a família Marchesi de Frescobaldi e a vinícola da Califórnia de Robert Mondavi adquiriram uma propriedade em Montalcino detendo cada uma das partes 50% , fundando a vinícola Luce della Vite. Foi a primeira experiência da combinação da Sangiovese com a Merlot em Montalcino.
O nome Luce vem da palavra luz. Representada pelo sol, é uma luz que dá calor, nutre e faz as uvas crescerem, portanto, a tradução lateral seria “luz da vida”.
Localizada na zona vinícola de Montalcino, a sudoeste desta cidade medieval, o Luce della Vite compreende 192 hectares, com aproximadamente 55 de vinhedos. Uma parte das vinhas foi plantada em 1977, enquanto a maioria dos vinhedos foramplantados e replantados em 1997. Neste mesmo ano foi lançado seu novo, primeiro e exclusivo vinho Luce, considerado uma das melhores interpretações das qualidades do terroir Montalcino. Alguns anos mais tarde, Marchesi di Frescobaldi assumiu a propriedade total  da Luce della Vite. Em 2007 produziu seu primeiro Brunello, a fim de sublinhar a intima ligação da vinícola com o produto de maior prestígio da zona de Montalcino. Hoje a vinícola faz parte da holding Tenute di Toscana, que por sua vez é contralada por Marchesi di Frescobaldi. Os vinhos Luce della Vite estão disponíveis em todos principais mercados internacionais e reconhecidos pelos mais exigentes críticos.
Vinhos importados pela Ravin:
 
Luce della Vite IGT 2006
 
Luce Brunello di Montalcino DOCG 2005
 
Lucente IGT 2008
 
A Ravin está sediada no Largo Senador Raul Cardoso, 30 | Vila Mariana | São Paulo – SP | Tel.: (11) 5574-5789 – portal: www.ravin.com.br

03.06, 21:00 horas: degustação chilenos Casa Silva no Portal dos Vinhos

As diferentes expressões da Tannat, do Madiran ao Uruguai

Casino ataca negociação do Pão de Açúcar

 

Rede francesa alega que Abilio Diniz desrespeitou acordo de acionistas ao sondar rival francês Carrefour para fusão. Em comunicado, empresário nega ter descumprido regras acordadas em 2006 com sócios franceses.

Toni Sciarretta

Claudia Rolli

Folha de  S. Paulo, B6, Mercado, 1° de junho de 2011

O grupo francês Casino levou ontem uma disputa com o empresário Abilio Diniz, com quem divide o controle do Pão de Açúcar no Brasil, para uma câmara internacional de arbitragem de conflitos societários.
O Casino alega que Diniz desrespeitou um acordo de acionistas, fechado em 2006, ao sondar o rival Carrefour para uma possível aquisição no Brasil, sem consultá-lo.
Em jogo está o mercado de varejo supermercadista no Brasil – o de maior expansão dos concorrentes históricos Casino e Carrefour fora da França. O destino do Carrefour no Brasil, que teve perdas contábeis de 550 milhões em 2010, foi tema de reunião ontem do conselho da varejista francesa.
O acordo de acionistas dá o controle do Pão de Açúcar a Abilio Diniz e prevê que as duas partes sejam consultadas em assuntos considerados estratégicos, como aquisições e novos negócios.
A regra sempre foi seguida, inclusive nos casos da compra do Ponto Frio e das Casas Bahia. Seria a primeira vez que Diniz não teria consultado os franceses para prospectar novos negócios.
Em nota, Abilio Diniz afirma que não desrespeitou nenhum acordo com os sócios. “Não descumpri qualquer disposição dos acordos de acionistas arquivados na companhia, nem dos demais contratos celebrados entre os acionistas controladores.”
Além de difícil viabilidade jurídica, a sondagem ao Carrefour seria prematura demais para ser formalizada.
Devido à concentração de mercado, dificilmente seria aprovado por órgãos de defesa da concorrência. A aquisição poderia ser feita de forma fatiada, com troca de ações ou a compra do Dia, bandeira popular do Carrefour.
A atitude do Casino de recorrer à arbitragem foi considerada “agressiva” pelo mercado. O Casino pediu ao Pão de Açúcar que comunicasse o mercado brasileiro antes da abertura da Bolsa local.
Com a publicidade do conflito, as ações PN (preferencial, sem voto) do grupo Pão de Açúcar caíram ontem 4%.
A arbitragem é um mecanismo de solução de conflitos contratada previamente pelos sócios para evitar que uma disputa chegue à Justiça. No caso do Pão de Açúcar, a controvérsia será analisada pela ICC (Câmara Internacional de Comércio).
Casino e Diniz formaram uma holding chamada Wilkes, que detém 25,4% do capital da rede supermercadista. Apesar de terem participações diferentes no Pão de Açúcar (Diniz tem 13,7%, e Casino, 16,2%), os dois dividem, meio a meio, a Wilkes.
Pelo acordo firmado há cinco anos, a partir de junho de 2012 o Casino poderá assumir o controle do Pão de Açúcar. Hoje, o grupo é tocado no dia a dia por Abilio Diniz, presidente do conselho de administração. Mesmo que o Casino assuma o controle do Pão de Açúcar, Diniz seguirá no conselho.

Éclat Botrytis Semillón 2007 – vinho do mês CBE#

Para o mês de junho de 2011, quem escolheu o tema para o 56° vinho da Confraria Brasileira dos Enoblogs, foi o confrade Leonardo Araújo, do blog vivaovinho.blogspot.com, um dos fundadores da CBE, consoante relata o Coordenador, Alexandre Frias.  O tema sugerido foi: “Vinho branco de sobremesa até R$ 100 “.  Assim sendo, escolhemos o Valdivieso Éclat Botrytis Semillón 2007, chileno do Vale de Curicó, amadurecido 12 meses em barrica de carvalho de origem não divulgada pelo produtor. Vencedor na sua categoria na 8a. edição do “Wines of Chile Awards 2011″ – AWoCA.
 

Éclat Botrytis Semillón 2007

 

Segue uma breve definição de Botritys Cinerea: ” Sauternes ensinou ao mundo como aproveitar a podridão nobre, causada pelo fungo Botrytis Cinerea. Esse fungo, naquela região de muita neblina, na confluência de dois rios caudalosos, prolifera-se sobre as uvas, perfurando a película e retirando dos bagos apenas a água de que necessita, deixando na polpa todo o açúcar e os ácidos fixos naturais. A uva fica concentrada, embora a produção seja escassa, cara e trabalhosa.”  Fonte: Coleção Folha de S. Paulo O Mundo do Vinho, de Eduardo Viotti.

 

Degustação

Éclat Botrytis Semillón 2007 – álcool: 9% – região: Lontué/Curicó – importador: Ravin – tel 011 5574 – 5789 – amarelo brilhante com reflexo dourado. Aromas  intensos e complexos com notas cítricas, mel e a tradicional nota crocante da botrytis. Na boca a sua entrada revela um vinho rico, cremoso, refrescante e apesar de ostentar apenas 9% de álcool tem boa estrutura, reforçada pela doçura natural da fruta, com pinceladas de limão e abacaxi, principalmente. Untuoso, de acidez vibrante que subscreve as notas de botrytis sinalizadas no nariz. Intenso, profundo e persistente, termina sem arestas. Sua principal virtude é o equilíbrio entre doçura, álcool e frescor. Avaliação: 91/100 pts.+  

ViniVinci’2011 – (6) – Brancos Ibéricos

Viña da Nora - Rías Baixas (Albariño)

 

 

Nora Neve

 

 

 

 

 

O K-naia é um Rueda que custa US$ 37,50