Daily Archives: 18/06/2011

Vinhos da Sérvia – “Rajacke pimnice vinarija vukasinovic”

 

A República Sérvia (ex-Iugoslávia) também produz vinhos. Recebemos para análise e degustação  quatro garrafas: Cabernet Sauvignon, Riesling , Chardonnay e Sauvignon Blanc. É da Wikipédia a informação que segue: “A Sérvia  é um país europeu, cuja capital é Belgrado, localizado no sudeste da Europa, na região balcânica. Faz fronteira a sudoeste com Montenegro, país do qual se separou em 2006, a oeste com a Bósnia e Herzegovina, a noroeste com a Croácia e ao sul com a Macedônia e Albânia, ao leste com a Romênia e a Bulgária e ao norte com a Hungria. A província do Kosovo, no sul, proclamou sua independência unilateralmente em 17 de Fevereiro de 2008, mas o governo sérvio não a reconhece.

É uma ex-república iugoslava, tendo integrado, até junho de 2006, uma confederação com Montenegro denominada Sérvia e Montenegro. No dia 5 de junho do mesmo ano, a Sérvia declarou sua independência, 2 dias após Montenegro ter feito o mesmo. No entanto, a Sérvia foi reconhecida como o estado sucessor da união, que por sua vez sucedia a República Federal da Jugoslávia. A 22 de dezembro de 2009 a Sérvia apresentou a candidatura oficial de adesão à União Européia”.

Vinhos da Sérvia: recebemos quatro vinhos desse pequeno país do Sudeste da Europa para degustação: Cabernet Sauvignon, Riesling, Sauvignon Blanc e Chardonnay. Esses vinhos serão degustados, avaliados e o resultado será publicado brevemente neste blog.

 

“A Sérvia foi ainda um principado autónomo (face ao Império Austríaco) entre 1817 e 1878, um principado independente entre 1878 e 1882 e um reino independente entre 1882 e 1918. No início do século XX, lutava para formar a Grande Sérvia, um estado envolvendo toda a região balcânica. Como resultado das Guerras balcânicas(1912-1913), anexou a Macedónia e o Kosovo. Durante a Primeira Guerra Mundial, teve uma atuação destacada, e a partir de 1918 passou a ser um dos Estados integrantes do Reino da Jugoslávia (que se converteu em República Socialista após 1945), tomando o nome de República Socialista Federal da Iugoslávia em 1963. Em 2003, passou-se a denominar Sérvia e Montenegro. E em 2006, após uma votação para a independência do Montenegro, consumou-se enfim a dissolução formal da federação. A 17 de fevereiro de 2008, o parlamento de Kosovo aprovou, unilateralmente, a declaração da independência da província feita pelo primeiro-ministro kosovar Hashim Thaçi durante uma sessão especial na capital, Pristina. A sessão contou com a presença de 104 parlamentares”

Degustação promovida pelo Consórcio de Vinhos Brunello di Montalcino em São Paulo: Azienda La Magia

A Azienda Agricola “La Magia”  é conduzida pela família Schwarz, originária do Alto Adige, que dá muita importância à viticultura natural, evitando o uso de substâncias químicas nas videiras e no solo. O resultado é uma videira robusta, um terreno sano, uma produção muito baixa de elevada qualidade. A área de 52 hectares está destinada às videiras, sendo que 16 hectares são conduzidos de forma especializada. São produzidas 40.000 garrafas de Brunello di Montalcino, 30.000 de Rosso di Montalcino e uma pequena quantidade de vinho de mesa rosé e de azeite de oliva extravirgem de primeira prensagem.  Na tarde de 6 de junho puderam ser degustados os seguintes vinhos, que eram servidos sob os olhos atentos de Fabian Schwarz:

  

La Magia Rosso di Montalcino “La Magia” DOC 2009

La Magia Brunello di Montalcino DOC 2006

 

Este produtor está procurando importador.

  

 

 

Viniportugal: Quinta do Noval by Grand Cru

 Situada no vale do Douro, norte de Portugal, a Quinta do Noval produz vinho do Porto desde 1715. Entre as grandes casas tradicionais produtoras de vinho do porto, a Noval é a única pela ênfase que dá à vinha. Saliente-se que esta mesma vinha situada no Vale do Rio Douro que dá o nome à empresa e que os seus principais vinhos do porto vintage, o Quinta do Noval Nacional e o Quinta do Noval são “vintage de quinta”. O objetivo é produzir grandes vintage clássicos que sejam, para além disso, harmoniosos e elegantes expressões do “terroir” da Quinta do Noval. No evento ocorrido no Leopolldo, Nicolas Farias Torres, Sommelier da importadora Gran Cru, educadamente serviu os seguintes vinhos:

 

Maria Mansa Douro DOC 2004 – R$ 59

Cedro do Noval Douro DOC 2007 – R$ 110

Quinta do Noval Douro DOC 2005 – R$ 290

Quinta do Noval Douro DOC LBV Unfiltered 2000 – R$ 120

Quinta do Noval Douro DOC  10 Year Old Tawny – R$ 120

 

Nossa opinião

O vinho com menor pontuação ficou com 88/100 pts., o Maria Mansa 2004.  Necessário dizer algo mais?