Monthly Archives: julho 2011

Resultado da degustação “três Superchilenos”: Don Melchor 03, Santa Rita Casa Real 05 e Caballo Loco n°10

No sábado (23.07.2011) recebemos alguns amigos em casa para uma degustação diferente. Cada um trouxe um “superchileno”. O anfitrião se dispôs a abrir o Caballo Loco n° 10. O Don Melchor 2003 e o Santa Rita Casa Real 2005 foram … Read more »

Douro Boys em São Paulo: amanhã post completo com todos os vinhos degustados

Acabamos de finalizar o artigo sobre um dos eventos mais falados da semana: a degustação dos vinhos produzidos pelos Douro Boys João Ferreira (Vallado), José Teles (Niepoort), Tomás Roquette (Crasto), Cristiano Van Zeller (Vale D. Maria) e  Francisco Olazabal (Meão). Não perca: será publicado amanhã, às 8:00 horas.

Cristiano Van Zeller, José Teles, João Ferreira, Francisco Olazabal e Tomás Roquette integram o grupo que reúne os cinco mais conhecidos produtores do Douro mundialmente

Novidades da GAM Affari Imports

 A GAM Affari Imports (telefones 011 5080-3816/ 50803817 ),  é uma importadora especializada em vinhos italianos estabelecida em São Paulo. Seus vinhos poderão ser encontrados em lojas especializadas (Maison des Caves é uma delas) e restaurantes (Ráscal p. ex.). O respeitado produtor Podere Canneta, que elabora Brunellos e Rossos di Montalcino na Toscana, além de deliciosos Chiantis e Supertoscanos é um dos seus principais itens de seu portfólio. Mas a importadora está crescendo e, brevemente, teremos vinhos de outras regiões como Piemonte e Sícilia, conforme nos relatou Antonella Bassani. Até um bom produtor brasileiro foi incorporado: Azienda Bassani, com dois Cabernets da ótima safra de 2005 na Serra Gaúcha: Cabernet Franc e Cabernet Sauvignon.

Vinhos Bassani serão distribuídos pela GAM Imports

 

Linha completa de vinhos italianos da GAM Affari de São Paulo. Qualidade acima de tudo: Rosso di Montalcino, Sant'Antimo, Moresco Supertoscano e Chianti Riserva

Brunello Val di Suga 1977: à venda por cerca de R$ 1.000,00

O frescor do Don Melchor 1995

Don Melchor, o primeiro vinho ultra-premium da indústria vinícola chilena, é o único que conta com 21 safras todas elas premiadas e reconhecidas pela crítica mundial, obtendo entre as mais altas pontuações em sua categoria pela prestigiada revista Wine Spectator. Com sua primeira safra – 1987 – lançada no mercado em 1989, Don Melchor debutou como primeiro vinho chileno de classe mundial, logrando posicionar o Chile como um país produtor de vinhos de qualidade. O objetivo no era somente desenvolver o melhor vihno tinto que o Chile pudera produzir, mas sim criar um vinho que expressaria sua própria identidade, a tipicidade do “terroir” de Puente Alto. Concha y Toro batizou seu novo Cabernet Sauvignon com o nome do fundador da Companhia, Don Melchor Concha y Toro.

 

 

Don Melchor converte-se no máximo expoente de Cabernet Sauvignon chileno que se produz no vinhedo de Puente Alto, localizado no vale do Alto Maipo a 650 metros sobre o nível do mar, reconhecido em nível internacional como um dos melhores do mundo. Ademais, posiciona o Chile como um dos grandes produtores de Cabernet Sauvignon do mundo. Nos últimos anos Don Melchor tem seu  desempenho destacado em nível global de qualidade, recebendo os mais altos reconhecimentos em sua história. No ano 2005, Don Melchor 2001 obteve o quarto lugar na lista dos Top 10 vinhos do mundo, do ranking de vinhos do ano elaborado pela prestigiada revista estadounidense Wine Spectator. Em 2006, pelo segundo ano consecutivo, Don Melchor 2003 resultou novamente eleito no  quarto lugar do ranking dos melhores vinhos do ano elaborado pela mesma revista. Tudo isso o converteu no vinho mais premiado da história da vitivinicultura chilena, tornando-o no vinho chileno mais premiado e reconhecido em nível mundial, posicionando-se como uma grande referência do Novo Mundo. 

Don Melchor 1995: em perfeito estado de conservação e com muito frescor

Contra-rótulo

“Hace más de cien años, Don Melchor Concha y Toro contrató a un grupo de prestigiados enólogos franceses de la región de Burdeos para introducir, desarrollar y transplantar los más nobles cepajes franceses al Valle del Maipo, Chile y asi producir vinos finos y de extraordinaria calidad. hoy, la Viña Concha y Toro, en conjunto con enólogos franceses, han desarrollado un vino de “Clase Mundial” a partir de sua afamado Viñedo Puente Alto y de un riguroso processo de guarda en barricas de sólo 220 litros, importadas especialmente  para este excepcional vino”.  

 

Degustação

Don Melchor 1995 – álcool: 13% – uva: Cabernet Sauvignon (100%) -  preço: n/c – Vermelho rubi violáceo intenso e profundo com nítido halo de envelhecimento e ligeira turbidez. Nariz tipicamente chileno e unidimensional com muito mentol, folhas de hortelã e uma leve sugestão de alcaçuz. Abriu esplendidamente (bouquet) para caça, caixa de charutos, pimenta, especiarias, discreto toque de frutas negras e café torrado. Na boca eixibiu muita maciez. Redondo, de taninos finíssimos, sedosos e aveludados. Acidez salivante, corpo adequado a formar um conjunto elegante que se beneficiou do perfeito envelhecimento na garrafa. Vinho equilibrado, longo e profundo que não deve evoluir, porém, se bem conservado ainda aguenta mais algum tempo de vida pela frente. Avaliação: 94/100 pts. 

Francês paga US$ 120 mil em vinho branco e bate recorde

Das Agências de Notícias – Folha de S. Paulo, 28 de julho de 2011, Caderno Mercado, B6

 

O Sommelier Christian Vanneque, comprador da garrafa (crédito da foto: Ben Stansall/France Presse).

 

O sommelier francês Christian Vanneque entrou para a história depois de arrematar uma garrafa de vinho por £ 75 mil (cerca de US$ 120 mil). O valor representa a mais alta cifra já desembolsada em um vinho branco.
O Chateau d’Yquem, de 1811, superou o recorde de US$ 100 mil pago pelo também Chateau d’Yquem, de 1787, em 2006.
A data do vinho recordista é conhecida como o ano do cometa. Enófilos atribuem a excelência dos vinhos produzidos em 1811 à passagem de um cometa.
Vanneque, que trabalhou como sommelier em um restaurante de Paris, adquiriu a garrafa de um vendedor de vinhos antigos de Londres.
Steve Willians, representante da loja, diz ter conseguido a raridade na compra de uma adega de um colecionador europeu, em 2007.
A autenticidade foi comprovada por meio de testes com o vidro da garrafa e análise das cores do vinho e da etiqueta.
“Avaliamos os componentes e eles são exatamente iguais [aos originais]. Está numa condição impecável, o que é notável, considerando que já tem 200 anos”, afirma.
O comprador aproveitará a aquisição para promover seu novo restaurante, em Bali, na Indonésia.
Segundo ele, o vinho ficará exposto em uma vitrine blindada. Ele planeja abrir a garrafa em 2017, quando completará 50 anos de sua carreira como sommelier.
“Jamais a venderei, mesmo que um senhor chinês endinheirado ou um um homem rico do Oriente Médio faça alguma oferta. Não sou um colecionador famoso. Não sou rico. É importante que isso não esteja ligado a nenhum investimento. Sou um sommelier. Vinho é para beber”, afirmou.

Douro Boys em São Paulo – segunda parte

Na tarde de 25.07,  Sofia Carvalhosa Comunicação, promoveu no Restaurante Baby Beef Rubayat – Av. Brig Faria Lima n° 2954, tel. 011 3165 8888, umaMasterclass seguida de Coquetel” com a presença de João Ferreira (Quinta do Vallado), José Teles (Quinta de Napolés, Niepoort), Tomás Roquette (Quinta do Crasto), Cristiano Van Zeller (Quinta do Vale D. Maria) e Francisco Olazabal (Quinta do Vale Meão).

 A seguir, algumas fotos do evento que contou com a participação de grande parte da mídia enogastronômica de São Paulo: 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Duas magnuns: Quinta do Vallado 2005 e Quinta do Crasto Reserva 2008

 

 

 

Vinhos da Quinta do Vallado

 

 

Cristiano Van Zeller, da Quinta Vale de D. Maria

 

Quinta do Vale D. Maria 2007: safra excelente no Douro

 

 

 

2° Seminário Errazuriz no Brasil: primeiras imagens

A importadora Vinci organizou  o “2° Seminário Errazuriz no Brasil”, destinado aos profissionais de imprensa e formadores de opinião, que contou com a participação de Rodrigo Neves Mainardi (Marketing Vinci Importadora)  e do Gerente de Enologia Corporativo da Errazuriz.  Após a palestra foram  degustados … Read more »

CVRTejo – Fiuza & Bright

O evento promovido com firme apoio da CH2A Assessoria de Imprensa  no dia 25.07.2011 em São Paulo, contou com a importante participação de oito vinícolas portuguesas integrantes da “Comissão Vitivinícola Regional do Tejo – CVRTejo”,  além da presença de José Gaspar (Presidente da CVRTejo), Alessandra Casolato, Magali Corgosinho (ambas da CH2A), Walter Fonseca (importadora Vinea que representa os vinhos Fiuza & Bright no Brasil) e dos seguintes produtores: Agro-Batoréu, Casal Branco, Quinta do Casal Monteiro, Casal do Conde, Casa Agrícola Paciência, Fiuza & Bright, Agrovia – Quinta da Lapa e Casal da Coelheira. Pela Fiuza & Bright,  Rita Martins apresentou seus vinhos que são objeto do presente.

Sobre Fiuza &  Bright

A Fiuza & Bright nasceu em 1985 da parceria entre a família Fiuza, com tradição secular na viticultura e o enólogo australiano de renome internacional Peter Bright. Pioneira no estudo das castas internacionais em solos portugueses, desenvolveu uma gama de vinhos monovarietais. Hoje, associa também estas castas às melhores uvas nativas criando vinhos de caráter único. Por fim, a Fiuza & Bright produz os seus vinhos com as uvas provenientes das suas quintas não deixando ao acaso nenhuma etapa produtiva, garantindo vinhos de elevada qualidade. No Brasil, seus vinhos são importados e distribuídos com exclusividade por Vinea Importadora, tel. 011 3059 5200 

Degustação
Provamos todos tintos e brancos desse tradicional produtor ribatejano e gostamos, inclusive da apresentação, que se caracteriza por uma rotulagem limpa e moderna. São vinhos equilibrados, frescos  e com a madeira utilizada de forma judiciosa.  O primeiro vinho foi o branco Premium 3 Castas (Chardonnay, Arinto e Vital) 2010.  Depois, passamos para o bivarietal Oceanus 2009, um tinto elaborado à partir de lotes de Touriga Nacional e Cabernet Sauvignon, sem passagem por madeira. Em seguida, o monovarietal  Fiuza Merlot 2009 que é, para quem escreve, um dos melhores representantes dessa casta em solo lusitano: um tinto vivaz, macio, com boa dose de fruta e de agradável frescor. Além disso, é reconhecidamente longevo. O Fiuza 3 Castas 2009, elaborado com as castas Syrah, Cabernet Sauvignon e Touriga Nacional agradou por seu  balanço e concentração de sabor. Depois, provamos o “Fiuza Premium 2008” , corte das uvas Cabernet Sauvignon e Touriga Nacional, vinho de perfil elegante, com bons aromas, bom corpo e principalmente fruta em evidência. Por último, provamos o topo de gama Ikon 2008. Um vinho mais estruturado, saboroso, elaborado exclusivamente com Touriga Nacional,  amadurecido em barrica de carvalho francês durante 8 meses, que está na galeria dos melhores do evento, quiçá de Portugal.

A seguir algumas fotografias do evento:

 

 

Os Vinhos Fiuza contam com importador: Vinea

 

 

O vinho 3 Castas é bastante conhecidos nessas bandas!

      

 

 

Walter Fonseca (Vinea) e Clóvis Pavan (enófilo experiente)

 

Rita, Walter e Clóvis

Decanter trouxe Marcelo Retamal que deu uma verdadeira aula sobre o terroir chileno

Ontem a Decanter (tel. 011 3073 0500), promoveu uma degustação dos vinhos De Martino com a presença do Enólogo-Chefe Marcelo Retamal. Adolar Hermann e Cézar França estiveram presentes. Como é de seu costume, Marcelo proferiu uma rica palestra onde teceu diversas … Read more »

Bodegas Paternina com novo importador

Paternina é uma bodega espanhola líder na elaboração, amadurecimento e engarrafamento de vinhos de Rioja, Jerez de la Frontera e Ribera del Duero. Paternina é reconhecida internacionalmente  por seus produtos e  atualmente experimenta promissora fase de crescimento decorrente de sua sólida base técnica, comercial, financeira, que são elementos garantidores da sua qualidade. É uma empresa moderna que continuamente se renova e investe em novos projetos. 

Conde de Los Andes Gran Reserva 2004 e Paternina Banda Roja Reserva 2005. Desaparecidos do mercado brasileiro, esses tradicionais riojanos estão de volta através da Orion Vinhos - tel. 011 3331 3808. E o melhor. Por preços acessíveis!

 

Endereço da Orion:  www.orionvinhos.com.br