Monthly Archives: setembro 2011

Barón de Gurpegui “Le Petit” 2004

Contra-rótulo: “Vino de pago de nuestra viña “La Baronia” (Valle de Colchagua). Como su hermano mayor “Le Petit” mantiene la misma filosofia de un vino singular, elaborado con proporciones secrets de Cabernet Sauvignon, Pinot Noir, Shiraz y Carménère que varian cada año según el resultado de la cosecha en propiedad. Su paso por madera es mínimo a fin de preservar la fruta, la frescura; no en vano es “El Pequeño”. Un vino joven, fresco, afrutado, carnoso, potente, de gran personalidad. Buen paso de boca, largo y persistente. A juicio de los críticos: “claro exponente de lo que debe ser un gran vino joven”.

 

O blend "Le Petit" 2004 amadureceu 6 meses en barricas de roble (70 % francés e 30 % americano)

 

Degustação

Barón de Gurpegui “Le Petit” 2004 – álcool: 13% – uvas: Cabernet Sauvignon, Pinot Noir, Shiraz e Carménère – região: Vale de Colchágua – importador: World Wine - vermelho rubi com halo granada.  No nariz aromas de frutas negras maduras, especiarias  sobre um fundo defumado. Na boca já dá sinais de cansaço, taninos em declínio, acidez mediana, média persistência e um travo amargo ao final sem incomodar. Madeira perfeitamente integrada à fruta. Final de média persistência sem arestas. Avaliação: 83/100 pts.

Tamaya Reserva “Hand Picked Grapes” 2003

Contra-rótulo: “De um profundo e vivo matiz vermelho, seus aromas são finos frutos pretos, como o cassis, a cereja e o mirtilo, mais algo de cânfora e trufas. Na boca, os taninos se percebem firmes e finos e, ao mesmo tempo,  notas de chocolate conectam-se em completa harmonia com uma deliciosa e especiada baunilha. Sua degustação final é de uma elegância distinguida”.   

O vinho deste post é da safra 2003

Degustação

Tamaya Reserva “Hand Picked Grapes” 2003 – álcool: 13,5% – uvas: Merlot (54%), Cabernet Sauvignon (23%) e Syrah (23%) – região: Quebrada Seca/Ovalle/Vale do Limari – importador: Del Maipo – vermelho rubi intenso, profundo, com halo granada em formação. Na boca é um vinho denso, potente, com uma forte carga de madeira ainda por se integrar. A fruta aparece discretamente. Taninos rugosos de boa qualidade. Alguma sobra de álcool. Sem amargor. Intenso, persistente, termina adstringente, portanto, ainda não está pronto. Será que essa situação se inverterá nos próximos anos? Difícil prever. Cresceu à mesa acompanhando massa com molho funghi. Avaliação: 85/100 pts.

Bogle Phantom 2006: Petite Sirah, Zinfandel e Mourvèdre

 ” Bogle Phantom…sua aparições são para provocar e atormentar, com suas sensuais notas picantes, toques suculentos de amora e frutos pretos que são aprofundados por aromas de fumo para cachimbo e pimenta do reino, enquanto sugestões sutis de cravo e baunilha suavemente envolvem o paladar. Intenso e delicioso, este personagem rico e espirituoso se abre para revelar frutas vermelhas do tipo “berries”.  Amadurecido por mais de dois anos em carvalho americano de um, dois e três anos de idade, o suficiente para  captar e concentrar a essência das três castas únicas, criando ainda um  vinho vívido e encorpado, impossível de esquecer. Embora o vinho seja notável agora, a idade na garrafa só irá concorrer para a melhor  integração dessas variedades únicas e distintas. Dê boas-vindas a esse “fantasma”,  que irá tomar conta de sua adega  novamente com este ótimo exemplar da safra 2006, para desfrutar de refeições completas com seu acompanhamento saboroso e caloroso…antes que o Phantom desapareça novamente! Fonte: boglewineries 

  Ficha Técnica

  • Denominação: Califórnia
  • Vinhedos: Clarksburg, Lodi e Amador
  • Data de lançamento: 9 de agosto de 2010
  • Vinho pH: 3,59
  • Vinho de acidez: 0.60g/100ml
  • Álcool: 14,5%

  

Bogle Phantom 2006: um vinho que sempre contou com boas avaliações da revista Wine Spectator. Recebeu três estrelas da britânica Decanter com a seguinte descrição: “aromas de chocolate, finesse no paladar fino com um incisivo toque de ameixas”  Uma das avaliações do Portal Snooth: “Feito a partir de Petit Sirah (53%), Zinfandel (44%) e Mourvèdre (3%), este Phantom é um tinto tânico,  encorpado  para beber com carnes grelhadas e queijos. Tem sabores picantes de cerejas, amoras, ameixas e cacau”. Avaliado em 23.05.2011. Preço: R$ 128 - Wine Lovers – telefones (11) 5531-0081 / 8439-3392 – contato@winelovers.com.br

Maria Mansa VQPRD Douro 2001

Situada no vale do Douro, norte de Portugal, a Quinta do Noval produz vinho do Porto desde 1715. Entre as grandes casas tradicionais produtoras de vinho do porto, a Noval é a única pela ênfase que dá à vinha. Saliente-se que esta mesma vinha situada no Vale do Rio Douro que dá o nome à empresa e que os seus principais vinhos do porto vintage, o Quinta do Noval Nacional e o Quinta do Noval são “vintage de quinta”. O objetivo é produzir grandes vintage clássicos que sejam, para além disso, harmoniosos e elegantes expressões do “terroir” da Quinta do Noval.

 Degustação

Maria Mansa VQPRD  Douro 2001 – álcool: 13,5% – uvas: Tinta Roriz, Touriga Franca e Tinta Barroca – importador: Grand Cru – preço: R$ 59 (2004) - vermelho rubi com halo granada. Aromas de fruta madura com boa sustentação sobre um fundo balsâmico. Na boca taninos macios e aveludados. Longo, profundo, além da tipicidade, exibe muito boa relação qualidade-preço. Avaliação: 88/100 pts.

Quais são os países/regiões que têm mais vinhos com boa relação preço/qualidade?

Recentemente, fomos instados pela Repórter Especial da revista Vinho Magazine Maria Edicy Moreira, para responder à pergunta que entitula este post (que também foi formulada para mais nove enófilos de todo Brasil), a nossa resposta segue abaixo transcrita (VM n° 91, fls. 56 - já nas bancas), isto é, indicamos vinhos produzidos somente no Brasil:

1. Aurora Millésime Cabernet Sauvignon 2008 – R$ 49,90

2. Don Laurindo Assemblage (Tannat, Merlot e Cabernet Sauvignon) 2006  - R$ 42

3. Alma Única Merlot 2005 – R$ 35

  

Primeiras impressões sobre o Wine Dinner no Pasta D’Autori

Na noite de ontem tivemos a oportunidade de participar de um “Wine Dinner” promovido pelo Chef Rafael de Cara  e divulgado por Blue Comunicações, de Marilú Peretti (tel. 5594.0218), no Restaurante  “Pasta D’Autori” localizado na Rua Prof. Atílio Innocenti 743, Itaim Bibi, tel. 011 3044-0615.

A seguir a relação dos pratos servidos e respectivos vinhos sicilianos utilizados na harmonização, todos da importadora Mistral, com exceção do Prosecco, que é de outra região produtora italiana:

Prosecco 13 Garbél Adriano Adami – recepção – US$ 46,50

Insalata de halloumi, fichi e pancetta com Sallier de La Tour Grillo 2009 -  US$ 30,75

Tortelli di Zucca com Tasca d’Almerita “Le Rosé” 2009 – US$ 38,90

Peto d’anatra com salsa d’arancia e mele com Etna Rosso Santo Spírito – Tenuta delle Terre Nere 2008 – US$ 89,90
 
Pere ao macaron com gelato com Tasca d’Almerita Capofaro Malvasia di Salina IGT 2008 – US$ 89,90
 

Pata D'Autori - Rua Prof. Atílio Innocenti, 743 – Itaim Bibi - São Paulo

 

Participantes do Wine Dinner realizado na noite de 29.09.2011

 

Cedric, Rafael e Danny Obregon

 

Vinhos Sicilanos da  Importadora Mistral

O “Wine Dinner” contou com organização impecável. O experiente Cedric Grelin, que dá cursos e treinamentos na importadora Mistral conduziu e proferiu palestra que primou pela clareza, eis  que discorreu com tranquilidade sobre cada vinho degustado e teceu comentários sobre as respectivas harmonizações, no que foi auxiliado pelo Chef Rafael Cara. Houve um vinho que teve comportamento acima esperado nesse “Wine Dinner”, todavia, matéria completa será elaborada e publicada nos próximos dias. Aguardem!

Vinea apresentou quinze vinhos “Joffré e Hijas – Bodega RJ Viñedos – Mendoza” em São Paulo

Na noite de 28 de setembro, a importadora Vinea comandada por Walter Fonseca, promoveu a apresentação do mais novo produtor incorporado no seu portfólio:  Joffré e Hijas – Bodega RJ Viñedos, Mendoza, Argentina. Além de Walter, estiveram presentes Raúl Joffré Presidente e … Read more »

Pinino Cupio Rosso di Montalcino 2008 DOC

Fundada em 1874, a casa vinícola Pinino está localizada no famoso distrito toscano de Montalcino – Itália. Desde 2003, a propriedade passou a pertencer a Andrea e Hannes Gamon, austríacos: Silva e Max Hernandez, espanhóis. Assim teve início um período de transformação. Os casais de empresários, antes atuantes na indústria da moda, resolveram aproveitar a paixão por vinhos toscanos e dedicar-se integralmente a vitivinicultura, com o propósito de produzir vinhos de alta classe. Os vinhos são feitos de acordo com as antigas tradições de Montalcino, comuna italiana reconhecida pela qualidade de seus vinhos. São produzidos em grandes barricas de carvalho esloveno, com o objetivo de alcançar o melhor padrão de qualidade nos vinhedos e adegas. Além disso, há a continua busca das famílias proprietárias para tornar-se referência na Itália.

 

Cupio Rosso di Montalcino 2008 - custa R$ 95 na Inovini

 

O Cupio Rosso di Montalcino é fermentado em tanques de aço inoxidável com temperatura controlada e durante aproximadamente seis meses em  grandes tonéis de carvalho. Tem características que evidenciam seu aroma de frutas vermelhas e flores. Na boca, é um Sangiovese clássico, com gostoso frescor, taninos presentes, mas finos, corpo médio, sabores frutados, boa harmônia e persistência final. Enogastronomia: um tinto que pede pratos à base de carnes escuras assadas, grelhadas ou cozidas com ervas. Massas com molhos escuros, ricos também fazem boas harmonizações. Fonte: Agência Ideal.

 

O sempre confiável Quinta do Crasto Reserva Vinhas Velhas 2007

O conceito de “vinhas velhas” no Douro significa que dezenas de castas foram plantadas misturadas e não apenas as mais famosas como a Touriga Nacional e a Tinta Roriz. O próprio contra-rótulo esclarece que “o Quinta do Crasto Douro Reserva 2007 foi vinificado  a partir de uma rigorosa seleção de uvas provenientes de vinhas com uma idade média de 70 anos. A sua grande complexidade e concentração resulta das baixas produções das vinhas velhas e do envelhecimento durante dezoito meses em barricas de carvalho francês e americano. Foi engarrafado, sem qualquer colagem ou filtração, estando sujeito, durante o seu envelhecimento, a formar um ligeiro sedimento”. Costumeiramente recebe notas altas da Wine Spectator e de Robert Parker e essa safra não é exceção porque recebeu 94/100 de RP em 31.12.2009. Já a safra 2005 ocupou a terceira colocação no Top 100/2008 da revista norte-americana Wine Spectator com 95/100 pts.  

Quinta do Crasto Reserva 2007: estagio em barricas de carvalho francês (85%) e carvalho americano (15%), onde permaneceu cerca de 18 meses.

Degustação

Quinta do Crasto Reserva Douro 2007, 14,5% de álcool, Vinhas Velhas (25 a 30 castas diferentes), R$ 178,50 - importador: Qualimpor – Vermelho rubi com  reflexo violáceo nas bordas. Expressivo nos aromas de frutas vermelhas frescas (cerejas e morangos), forte pitada de baunilha, leve tostado e o tradicional toque de violetas aportado pela Touriga Nacional. Boca a subscrever o olfato, com taninos finos e ligeiramente adocicados, álcool, madeira, fruta e acidez integrados, excelente concentração de sabor com muita profundidade de fruta – chega a ser guloso –  final longo e suave, sem nenhuma adstringência. Às cegas costuma surpreender, inclusive derrotando caldos bem mais caros. É um vinho hedonista que não custa barato mas vale cada centavo empregado na sua aquisição. Tem ótimas perspectivas de evolução na garrafa nos próximos cinco/oito anos ou mais. Decantar por mais de uma hora antes de servir. Avaliação: 91,5/100 pts. ++

Sob a bênção do vulcão, por Patrícia Jota

Enquanto chilenos mapeiam seus terroirs vulcânicos, os italianos recuperam os vinhedos do monte Etna – Folha de S. Paulo, 29.09,2011, Comida, G6. 

 

 

Aquele tinto de uvas cultivadas em solos de origem vulcânica me deixou intrigada. Aroma embalado em notas de eucalipto e pimenta-preta e um paladar fresco, com toquezinho de tanino.
O Traiguen Pinot Noir é elaborado no Chile pelo Clos des Fous, um projeto do qual faz parte Pedro Parra, PhD em terroir, e três amigos que se juntaram para desbravar novas zonas vinícolas no país.
Esse pinot noir é uma das primeiras criações do quarteto. Foi apresentado num evento da Wines of Chile, em São Paulo, e deve desembarcar por aqui em 2012.
Saí da degustação encafifada com a história de berço vulcânico, até porque, em seguida, me deparei com os rótulos da Volcanes de Chile, que acabam de chegar ao Brasil.
“Temos 2.900 vulcões e queremos entender o impacto do aspecto geológico”, diz a enóloga Pilar Díaz.
Parra explicou que, se as videiras são plantadas em encostas, as raízes se esforçam para crescer por entre as fraturas das rochas, o que se reflete em vinhos minerais, profundos e complexos.
Enquanto os chilenos mapeiam seus terroirs de vulcões, na Sicília os produtores redescobrem vinhedos no monte Etna.
É o caso da vinícola Planeta que, em 2009, elaborou a primeira safra do branco Carricante (não disponível no Brasil). A Tasca d’Almerita cultiva ali, a 750 metros de altitude, a variedade nerello mascalese que dá origem ao tinto Tascante 2008.
E, na ilha Salina, também dotada de solo vulcânico, essa casa produz um vinho de sobremesa. Nesse caso, juntam-se os ventos constantes e a proximidade do mar para “temperar” as uvas malvasia.

Summit 2900 Sauvignon Blanc Reserva 2010

Summit 2900 Sauvignon Blanc Reserva 2010


Aroma de mel e maracujá
ORIGEM Chile
ONDE Zahil tel. 0/xx/11/3071-2900
QUANTO R$ 43

 

Summit 2900 Cabernet Sauvignon 2010

 

 

Summit 2900 Cabernet Sauvignon 2010


Tinto leve, com aroma de cassis e toque floral
ORIGEM Chile
ONDE Zahil tel. 0/xx/11/3071-2900
QUANTO R$ 30

Tascante 2008: importado por Mistral custa R$ 250

 

Tascante 2008


Ataque de fruta vermelha, evolui para notas minerais
ORIGEM Sicília, Itália
ONDE Mistral tel. 0/xx/11/3372-3400
QUANTO R$ 250

 

 

Malvasia di Salina 2008: garrafa de 500 ml por R$ 161 na Mistral

Malvasia di Salina 08


Um vinho doce com aroma floral expressivo
ORIGEM Salina, Itália
ONDE Mistral tel. 0/xx/11/3372-3400
QUANTO R$ 161 (a garrafa com 500 ml)