Resultado da degustação de vinhos do Rhône na Confraria

Na noite de 13 de setembro a Confraria “Vinho & Boa Cia.” se reuniu para degustar, às cegas,  seis vinhos do Rhône. O coordenador do mês foi o João. Estiveram presentes, além de quem escreve essas linhas, Paulo, Bibe, Flávio, Cecília, Silvia e Rosely. Abaixo a lista dos vinhos degustados:

Châteauneuf-du-pape Clefs des Papes Gigognan 2006 – 14,5% álcool: Interfood – R$ 140,90

Châteauneuf-du-pape Domaine de Janasse Vieillles Vignes 2004 – 14% álcool – sem importador

Châteauneuf-du-pape Château Cabrières 2007 – 14,5% álcool - sem importador

Châteauneuef-du-pape  La Bernardine 2008 – 14% álcool – Mistral – R$ 214,60

Crozes-Hermitage Jean-Luc Colombo “La Tuiliere” 2008 – 13% álcool – Decanter  (que importa o “Lee Fées Brunes” – R$ 174,20)

Château de La Gardine Côtes-du-Rhône Villages 2006 – 14% álcool – Decanter – R$ 103,95

 

A degustação teve tema livre dentro do Rhône: 4 Chateauneuf-du-pape foram levados pelos Confrades

Sobre o Vale do Rhône: É uma região produtora francesa de grande disparidade climática. Enquanto que o Norte é mais frio (clima temperado de influência continental com bruscas mudanças de temperaturas) e uma única cepa responde por sua produção (Syrah), o Sul é quente, fértil e nele pontificam diversas castas como a própria Syrah, Grenache, Mouvèrdre, etc. No Norte o solo é predominantemente rochoso e por conta do declive e da erosão, são necessários terraços de rocha e estacas de madeira para as treliças. A Syrah, como supramencionado, é a cepa protagonista e o seu cultivo se dá nos cinco “Crus”, a saber:  Côte-Rôtie, Hermitage, Cornas, St-Joseph  e Crozes-Hermitage. Ela apresenta nuances específicas de acordo com a denominação. Na ala das brancas, as principais uvas são a Viognier, Marsanne e Roussanne.  Já o Sul do Rhône responde por 95% da produção e a principal apelação é Châteauneuf-du-Pape, seguida por Gigondas, Vacqueyras, Tavel, Lirac e em nível de produção Cotes-du-Rhône e Cotes-du-Rhône Villages se destacam, assim como Cotes-de-Ventoux. Os vinhos são marcados pelo estilo vigoroso, cálido e se assemelham aos do Languedoc-Roussilon e Provence do que propriamente aos elegantes vinhos do Norte. O clima é mediterrâneo e os verões são secos, quentes e os invernos chuvosos. A Grenache é a base dos tintos em parceria com diversas outras uvas (supracitadas). Os brancos tem menor participação e costumam ser cheios e frutados.

Nesta foto os vinhos na ordem de classificação da esquerda para direita; abaixo o nome completo dos vinhos degustados:

1° lugar – Châteauneuf-du-pape Château Cabrières 2007 – 14,5% álcool - sem importador – Flávio

2° lugar – Châteauneuf-du-pape Domaine de Janasse Vieillles Vignes 2004 – 14% álcool – sem importador – Rosely

3° lugar – Crozes-Hermitage Jean-Luc Colombo “La Tuiliere” 2008 – 13% álcool – Decanter  (que importa o “Lee Fées Brunes” – R$ 174,20) – Paulo Guerra

4° lugar – Châteauneuf-du-pape Clefs des Papes Gigognan 2006 – 14,5% álcool: Interfood – R$ 140,90 - João

5° lugar – Châteauneuef-du-pape  La Bernardine 2008 – 14% álcool – Mistral – R$ 214,60 – Mistral – Silvia

6° lugar –  Château de La Gardine Côtes-du-Rhône Villages 2006 – 14% álcool – DecanterR$ 103,95 – Jeriel

 

O campeão da degustação não conta com importador no Brasil

 

Joõ, coordenador do mês, lado direito da foto

Respectivamente os 1° e 2° lugares

 

Champagne levado pelo coordenador João

 

Tokay levado pelo Coordenador do Mês, João

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