- Astor Piazzolla
- Atmosfera Sentidos do Vinho
- Basílico
- Blog de Vinhos
- Bodega Bouza Uruguai
- Bodega Pisano Uruguai
- Bodegas del Medievo – Rioja
- Bucelasg60.blogspot.com
- Cálix Vinhos
- CH2A
- Club de Amantes do Vinho – La Cav
- Club do Jeriel
- Concha y Toro
- Confraria do Arinto
- Confraria2Panas
- Decantando a Vida
- Directorio Vinos
- Dufry Shopping
- Dutyfreedufry Brasil
- Enoeventos
- Enoeventos
- Enoleigos
- Escrivinhos
- Espaço do Vinho
- Esse eu tomei!
- Essência do Vinho – Portugal
- Falando sobre vinhos
- Gastrolândia
- Hannover Vinhos
- Jancis Robinson
- João à mesa
- La Cav – Clube dos Amantes do Vinho
- Louco por Vinhos
- Megavinho
- Mendoza Holidays
- MS Import
- Na Trilha do Vinho
- Notas do Raul
- O Gourmet.Net
- Os vinhos que a gente bebe
- Papo de Vinho
- Pautas de Guarda
- Planeta Vino
- Pousada Villa Victória – Mendoza – Victoria Wine Lodge
- Revista Adega
- Revista de Vinhos – Portugal
- Rui Falcão
- Sil-vinhas
- Snooth
- Todo Tango
- Tommasi no vinho
- Varela Zarranz – Uruguai
- Vignadores de Carignan
- Vinho para todos
- Vinho Sem Segredo
- Vinhos Brasucas
- Vinhos Pizzorno Uruguai
- Vino Arti
- Vino del Sol – "The Argentine Wine Specialist"
- Vinos iProfesional
- Vinoteca São Paulo
- Vivendo a Vida
- Volta ao Mundo Google Earth
- Wine Enthusiast
- Wine Everybody
- Wine-Searcher
- Wines of Uruguay
- Zeffiro Restaurante e Rotisseria
Daily Archives: 22/12/2011
Santa Helena Vernus Sauvignon Blanc Leyda 2010
Posted in Uncategorized
Quinta do Crasto Reserva Vinhas Velhas 1996
“Boa frescura, toque de brett (suor de cavalo), sensação floral ainda evidente. Muito elegante na boca, taninos resguardados, estilo bastante afinado, capaz de dar boa prova nos próximos anos. Conjunto bem interessante. 16“ – transcrito do catálogo João Paulo Martins – Vinhos de Portugal 2012 – Notas de Prova
O conceito de “vinhas velhas” no Douro significa que dezenas de castas foram plantadas misturadas e não apenas as mais famosas como a Touriga Nacional e a Tinta Roriz. A seguir resumo do contra-rótulo: “o Quinta do Crasto Douro Reserva 1996 foi vinificado a partir de uma rigorosa seleção de uvas provenientes de vinhas com uma idade média de 60 anos. O vinho mostra grande complexidade, concentração e intensidade que resultam das baixas produções das vinhas velhas e do envelhecimento durante oito meses em barricas de carvalho e americano e francês. Foi engarrafado, sem qualquer colagem ou filtração em maio de 1997, podendo vir a criar depósito durante o seu envelhecimento na garrafa”.
Degustação
Quinta do Crasto Reserva Douro 1996, 12% de álcool, Vinhas Velhas (25 a 30 castas diferentes), R$ n/c – importador: Qualimpor – Vermelho rubi com reflexo violáceo e halo granada em formação. Expressivo nos aromas de frutas negras maduras (destaque para ameixa), forte pitada de baunilha, leve tostado e discreto toque de violetas aportado pela Touriga Nacional sobre uma nota de sous-bois. Boca a subscrever o olfato, com taninos finos e amadurecidos pelo tempo, álcool, madeira, fruta e acidez integrados, muito boa concentração de sabor ainda ostentando alguma fruta – quase guloso – final longo e suave, sem nenhuma adstringência. Às cegas costuma surpreender, inclusive derrotando caldos lusitanos bem mais caros. É um vinho hedonista que não custa barato mas vale cada centavo empregado na sua aquisição. Tem ótimas perspectivas de evolução na garrafa nos próximos cinco/oito anos ou mais. Decantar por cerca de uma hora antes de servir. Avaliação: 90/100 pts. ++
Posted in Vinho degustado
Os melhores de Portugal e da Espanha, por Jorge Lucki
Finalizando a lista dos melhores vinhos que provei em 2011, segue agora a relação que contempla rótulos portugueses e espanhóis disponíveis em nossas prateleiras. A oferta é grande e bem representativa do que os dois países produzem de melhor e mais diversificado, o que propicia ao consumidor brasileiro exercer suas preferências com bastante liberdade. Ainda que a Espanha venha aumentando nos últimos três anos sua participação no mercado de vinhos importados do Brasil, Portugal detém uma parcela significativamente superior – devem fechar o ano ao redor de 2,8% e 12,0% em volume, respectivamente.
Os vinhos portugueses contam com a tradição e, sem dúvida, com os esforços e a presença constante de seus produtores por aqui, além do apoio da ViniPortugal, associação interprofissional criada com o objetivo de promover os vinhos da “terrinha”, que empreendeu várias ações em diversas partes do Brasil durante o ano, para reforçar posição e aumentar as exportações para o Brasil, eleito por eles, mercado prioritário (junto com Angola). O consumidor brasileiro tem sido bastante receptivo a eles – Portugal disputa com a Itália o terceiro lugar no ranking de importados (que na verdade só está à frente por conta dos malfadados lambruscos, que, pasmem, representam quase 70% das garrafas italianas que aqui entram). Tintos do Douro e do Alentejo lideram as preferências, porém ganham pouco a pouco mais espaço vinhos do Dão, Tejo e Lisboa, recompensa por terem evoluído qualitativamente e oferecerem preços interessantes. A tabela abaixo mostra um bom número de opções, inclusive de belos brancos, gênero que merece atenção, sobretudo no verão que vem por aí. Boa notícia é o crescimento (finalmente) da importação de Vinhos do Porto, cujos números não definitivos apontam um salto de 95 mil caixas para 120 mil caixas no período de um ano.
A Espanha, por sua vez, sempre viveu do (merecido) prestígio dos rótulos de Rioja e Ribera del Duero, mas que alcançaram preços demasiado elevados. Eles facilmente superam R$ 500,00, atingindo patamares estratosféricos, razão maior para não serem aqui listados – fica até difícil preencher a coluna da direita, a dedicada à boa relação qualidade x preço. Isto explica, ao menos em parte, a pouca penetração dos vinhos espanhóis no mercado brasileiro. Os resultados que têm alcançado (e que esperam sejam mais expressivos no futuro) se deve a rótulos de regiões em ascensão. Várias delas contribuem para ocupar o espaço reservado a “Espanha – outros tintos”. Serve como dica aos que pretendem comprar bons vinhos espanhóis sem pagar absurdos.
A coluna de vinhos de 2011 termina por aqui. Muita saúde e um ótimo 2012 a todos. Bebam bem, sem (excessiva) moderação. Até fevereiro.
Posted in Artigo
Imagens do jantar harmonizado com vinhos italianos da MS Import
A importadora MS Import de Marcos Simonsen realizou mais um jantar harmonizado com grande participação (cerca de 60 pessoas), desta vez com vinhos italianos integrantes de seu portfólio abaixo mencionados:
Moon Hills Vermentino 2010 – R$ 48
Colle di Giove Montefalco Bianco DOC 2010 – R$ 46
Lima Mayer Rosé Alentejo 2010 – R$ 45
Rosato Le Cinciole Toscana 2010 – R$ 53
Le Potazzine IGT 2009 – R$ 46
Cinciorosso Le Cinciole IGT 2009 – R$ 61
Camalaione IGT 2005 – R$ 220 - 90/100 pts. da Wine Advocate - Robert Parker em 30 de junho de 2008 e 91/100 pts. da Wine Spectator em 15 de outubro de 2008.
Os pratos que foram servidos no Restaurante Freddy de São Paulo:
Coquille de Crabe
Carpaccio de Chester com Salada
Patê Maison
Confit de Canard
Chateaubriand Madeira
Poisson Grilé aux Herbs
Marjolaine
Profiteroles
Frutas da Época
Este foi o último de 2011, em 2012 a MS Import promete realizar aquele que será tão bom quanto os anteriores, agora com os vinhos Riojanos “Del Medievo”.
Posted in Eventos

































