Monthly Archives: fevereiro 2012

Série vinícolas argentinas – Bodegas Santa Ana

Em 1891, o imigrante italiano Luis Tirasso fundou a vinícola nesta região de invernos frios e secos e cujos verões são quentes e ensolarados de dia e frescos à noite. Santa Ana manifesta seu orgulho de inovar na direção das contínuas mudanças no gosto do consumidor em mais de 115 anos. No ano de 1974 iniciou seu processo de exportação que atualmente atinge 45 países.

Vinho, Gastronomia e Cultura no Club Transatlantico – SP na noite de 28.02.12

 Na noite de ontem tivemos o prazer de conduzir  jantar harmonizado no tradicional Club Transatlantico, com vinhos argentinos da MS Import e jantar preparado por Espedito Pereira, Chef  de Cozinha com a presença inclusive do Sr. Diretor de Patrimônio, Klaus Windmüller, Marcos Simonsen (MS Import) e Sérgio Cruz (Club da Champa) e de mais 60 pessoas entre sócios e convidados. A seguir, segue texto preparado pela assessoria de imprensa do Clube, esclarecendo que a matéria completa será publicada no mês de março.

Matéria completa nos próximos dias

Desvendar os segredos do mundo do vinho requer muita prática. E os eventos do Club Transatlântico favorecem cada vez mais quem se interessa em conhecer esses segredos. Na noite de 28 de fevereiro, o Club promoveu uma Harmonização de Vinhos em parceria com o Clube da Champa, www.clubedachampa.com.br.

“O Objetivo do evento é oferecer aos participantes algo novo, onde alguns possam conhecer e outros aperfeiçoar seus conhecimentos no mundo fascinante do vinho. Que possam se divertir, fazer novas amizades e ter a certeza de que o Club possui ótima gastronomia e uma grade cultural bem ampla, para todos”, elogia Sergio Cruz, do Clube da Champa.

Nessa harmonização, os vinhos vêm de uma parceria entre o Clube da Champa e a MS Import – www.msimport.com – No cardápio, Carpaccio de lombo de namorado ao vinagrete de carambola com buquê de folhas, acompanhado pelo Cinco Tierras Sorbus Blanc 2009 Chardonnay. O prato principal, Filé Mignon suíno envolto com repolho crespo e cogumelo Paris, servido com Pommes Duchesse, acompanhado pelo Malbec Argentino Sur de Los Andes Reserva 2007. Por fim, pêra ao creme de gorgonzola e nozes caramelizadas acompanhadas pelo Bordeaux Blanc “Vin Moelleux” Jardin de Rohan 2006, da França.

A novidade nesta harmonização é que o Chef Espedito explicou os pratos e o enófilo Jeriel da Costa – www.blogdojeriel.com.br,  os vinhos. O chef já é conhecido por outros eventos aqui no Club. Jeriel da Costa é Enófilo de carteirinha, ingressou na Associação Brasileira dos Amigos do Vinho SBAV-SP em 1998, onde atuou até o fim de 2010. Ou seja, o evento prometeu muitas gostosuras e muita informação. Ocorreu na noite de 28/02/2012 as 19:30, Club Transatlântico – Rua Jose Guerra 130, Chácara Santo Antônio, convites  e reservas no Club – www.clubtransatlantico.com.br.

 MATÉRIA COMPLETA NO MÊS DE MARÇO

Vino Nobile di Montepulciano Fattoria del Cerro 2008

Montepulciano é uma cidade sobre colinas a sudeste de Siena que faz vinhos DOCG de uma mistura à base de Sangiovese conhecida como Prugnolo Gentile. Os morros quentes com muita argila propiciam tintos com taninos sólidos e aromas terrosos. Em geral a denominação tem imagem mais tradicional que Chianti e menos elitista que Montalcino, sendo uma boa fonte de vinhos cálidos, de boa relação preço-qualidade e caráter bem toscano.

Degustação

Vino Nobile di Montepulciano Fattoria del Cerro 2008 – álcool: 14% – importador: Cantu – preço: R$ 98 – vermelho rubi violáceo intenso. Aromas típicos da Sangiovese com notas de alcaçuz, algum floral sobre um fundo defumado. Encorpado, taninos macios, ligeiramente adocicados  e boa concentração de sabor.  Termina sem arestas. Avaliação: 88/100 pts.

Château Rauzan-Ségla

 

“Considerado o segundo melhor vinho da denominação após o Château Margaux na classificação de 1855, esse château teve a reputação abalada no fim dos anos 1990. Houve boas safras em 1983, 1986 e 1988, mas só com a aquisição da vinícola pela família Wertheimer (1994), dona da Chanel, ela recuperou glória e consistência. Investimentos pesados transformaram esse segundo  vinhedo e hoje o vinho expressa genuína distinção e elegância.”

 

O Resveratrol

 

O resveratrol é um polifenol do grupo dos não flavonóides e do subgrupo dos estilbenos. Existem no vinho cerca de 200 diferentes tipos de polifenóis. Essa substância também mais marcantemente presente em vinhos tintos, veio à baila em 1995, quando a equipe do Dr. John Pezzuto, da Universidade de Illinois, nos EUA, atribuiu a ela ação anticancerígena  e preventiva de doenças cardiocirculatórias, decorrente de sua potente ação antioxidante, neutralizadora de radicais livres. O resveratrol também minimiza a formação de placas de gordura nas artérias (aterosclerose) e reduz a aderência das plaquetas. Pezzuto demonstrou, com sua equipe, que o resveratrol neutraliza o crescimento e a disseminação do câncer além de acelerar  a morte das células cancerígenas. Apesar de haver assumido papel de destaque na mídia como benfeitor da saúde humana, o resveratrol, alerta o Dr. Jairo Monson, é apenas um dos 200 polifenóis existentes no vinho e talvez nem seja o mais importante no tocante a uma eventual ação salutar. – Fonte: Coleção Folha o Mundo do Vinho – A Harmonização do Vinho – vinho e saúde – pág. 55

Pesquisas mostram que consumo frequente e moderado de vinho traz benefícios ao coração e melhora a absorção de insulina em pessoas obesas

A recente divulgação dos resultados de duas pesquisas de conceituadas universidades da Europa fez crescer ainda mais a lista de benefícios conhecidos pelo consumo de vinho.

De acordo com os pesquisadores da Universidade de Barcelona, o álcool promove um aumento no nível de interlucina- 10 – substância capaz de diminuir a inflamação nas artérias  e os polifenóis presentes nas sementes e nas  cascas  das uvas tintas, geram a redução nos níveis de substâncias que estimulam a formação de placas de gordura nas paredes das artérias. A conclusão é de que tanto as uvas quanto o álcool, são bons para o coração e que, provavelmente, há uma forte vantagem em ingerir os dois juntos.

Já segundo os cientistas da Universidade Maastricht, na Holanda, o resveratrol – um dos ingredientes do vinho também proveniente das uvas – reduz a resistência à insulina e protege o organismo contra os efeitos nocivos de uma alimentação rica de calorias. A substância consegue fazer o corpo gastar menos energia ao melhorar o funcionamento do metabolismo e da saúde do obeso. O resultado é a presença menor de gordura no fígado, níveis mais baixos de açúcar na circulação e uma pressão sanguínea reduzida. Os participantes do estudo também apresentaram mudanças na forma como os músculos “queimavam” calorias do organismo.

A dose de vinho sugerida para o consumo diário é de aproximadamente 300 ml, cerca de duas taças. Além dos benefícios descritos acima, as substâncias presentes nos tintos, por exemplo, são potentes antioxidantes que retardam o envelhecimento celular e previnem a aglomeração de placas de gordura no sangue. Outra propriedade importante que também encontramos principalmente nos vinhos tintos é o potássio, importante no controle do excesso de sódio (sal) no organismo, ajudando a controlar a pressão arterial. Fonte: Agência Ideal.

Novo Santa Julia Oak Aged [+] “Mais” Torrontés 2011

Nascida em princípio dos anos 90, a Santa Julia é uma das marcas emblemáticas do vinho argentino.  A Bodega Santa Julia é uma clara amostra da combinação de qualidade e diversidade dos solos de Mendoza, dando como resultado vinhos modernos e fáceis de beber. Em suas diversas categorias, encontramos desde uvas clássicas como Malbec, Chardonnay, Torrontés ou Cabernet Sauvignon, até variedades pouco convencionais na Argentina tais como Viognier e Pinot Grigio. Criada em homenagem à única filha de José Alberto Zuccardi, a Bodega Santa Julia representa o compromisso em alcançar os níveis mais altos de qualidade, mediante práticas sustentáveis que contribuam para o cuidado do meio ambiente e sendo úteis para a comunidade em que vivem. A terceira geração da família através de diferentes programas trabalha com o cuidado da terra, das pessoas que nelas trabalham e com a comunidade. Para eles não se pode produzir vinhos de alta qualidade sem o cuidado perfeito das condições ambientais em que trabalham. É por isso que estão focados na agricultura sustentável, interagindo  com o meio ambiente sem agredi-lo. A Bodega Santa Julia acredita que o vinho não é apenas a expressão do solo, clima ou a variedade que é cultivada, mas é fundamentalmente a expressão de todas as pessoas envolvidas em sua preparação.

 

Contrarrótulo

[+] significa:

+ 100% das uvas cultivadas de forma sustentável.

+ programas de bem estar social.

+ conservação de energia.

+ uso de adubos verdes.

+ preservação da vida selvagem.

+ irrigação dos vinhedos com a pura água da montanha e programs de reciclagem de água.  

Degustação

Santa Julia Oak Aged [+] “Mais” Torrontés 2011 – álcool: 13,5% – região: Mendoza  – importador: Ravin – preço: R$ 38 - Palha claro brilhante. Nos aromas leves notas florais (jasmim), laranja lima sobre um fundo herbáceo. No paladar é um vinho macio, fresco e integrado.  Termina persistente, marcante e sem amargor. Ótima relação preço-qualidade. Avaliação: 87/100 pts.

Treze linhas sobre a classificação de Bordeaux de 1855

A classificação bordalesa mais famosa está relacionada aos vinhos tintos da península de Médoc e aos vinhos doces de Sauternes, tendo sido elaborada por ordem do imperador Napoleão III para os vinhos que participaram da Exposição Universal de Paris, em 1855. Com base em décadas de estatísticas, o Syndicat des Courtiers de Bordeaux categorizou segundo o valor comercial 60 châteaux de Médoc e um de Graves (Château Haut-Brion) de Graves em cinco níveis (de premier cru a cinquième cru, de primeiro a quinto vinhedo). De modo semelhante 26 châteaux de  Sauternes  e Barsac  foram listados como primeiro ou segundo vinhedo, com o Château d’Yquem  destacado como premier cru supérieur. A lista só foi alterada uma vez: em 1973, o Château Mouton-Rothschild passou de segundo para primeiro vinhedo. A calssificação ainda é um bom indicador de qualidade, apesar de alguns châteaux merecerem status maior do que outros, o que em geral é representados pelo preço dos vinhos.  Fonte: Adega Veja do Vinho – volume 2 – França/Bordeaux

 

Bordeaux – Margem esquerda na Confraria – resultado: Château Duhart-Milon Rothschild 2000 venceu a peleja

O tema escolhido pelo Coordenador da Confraria para a última reunião de 2.011 foi  Bordeaux - Margem Esquerda e os confrades não deixaram por menos. Isso pôde ser notado pela acirrada peleja dos vinhos escolhidos criteriosamente por  Paulo Guerra, Flávio Siqueira e Rosely, tanto é que houve um rigoroso equilíbrio nas notas atribuídas, havendo pequenas diferenças de pontuação. É bom lembrar que na margem esquerda pontifica a Cabernet Sauvignon, onde o solo é composto basicamente por cascalho. Margaux, Pauillac, Saint-Estéphe e Saint-Julién, no Médoc e mais ao sul em Graves são regiões cujo terroir possibilita a expressão máxima desta cepa. Os vinhos são sólidos, complexos, firmes e têm excelente potencial de envelhecimento, principalmente nos melhores château.

Vinhos Bordeaux da margem esquerda

Os rios Garonne e Dordogne cortam Bordeaux em sentido noroeste rumo ao  Atlântico, dividindo a região em três segmentos: a oeste do Garonne ficam os vinhedos da margem esquerda de Médoc, Graves e Sauternes; a leste do Dordogne fica a área da margem direita, incluindo St-Émilion, Pomerol e Fronsac; no meio fica a faixa de terra chamada “entre-deux-mers”, literalmente “entre dois mares”.

Duhart-Milon 2000: o campeão da peleja, foi adquirido em 2003 e conservado na adega climatizada desde então.

Chateau Duhart-Milon Rothschild 2000 – Domaine Barons de Rothschild (Lafite) – Quatrième Grand Cru Classé - Vizinho do  Château Lafite, sob mesma direção. Maior precisão à partir de 2002; melhora constante da qualidade e reputação. Segundo rótulo: Moulin de Duhart. A safra 2000 recebeu 3 estrelas na Decanter de julho de 2005 (15,25/20), com a descrição ” buque concentrado e potente, frutas escuras e cedro, alta porcentagem de CS, amadurecerá bem nos próximos 5-15 anos, preço £30. Avaliações: 90/100 RP (30.04.2003)  e WS 89/91 – 28.04.2011, Decanter 4/5 – 28.09.2011, 16/20 Bettane et    Dessauve . Jean-Marc Quarin© 15.5-16/20 – 87-89/100 – Intternational Wine Cellar© e

 

Análise organoléptica - vermelho rubi com reflexo violáceo com discreto halo granada. Nariz fino e aberto com notas de especiarias, frutas vermelhas e negras, couro, tabaco sobre notas balsâmicas. Na boca taninos presentes de textura finíssima, acidez conferindo frescor, madeira e fruta plenamente integradas e muita fruta tornando esse vinho singular, concentrado e sobretudo prazeroso. Álcool elevado sem incomodar conferindo maciez. Fim-de-boca com ligeiro dulçor. Longo, profundo, ainda vai evoluir na garrafa nos próximos cinco/dez anos.Tornou-se campeão da degustação logo no início abrindo larga vantagem sobre os outros vinhos, também Bordeaux da margem esquerda. Avaliação: 93/100 pts.++ 

 

Pauillac - margem esquerda

Château Hautes-Bages Libéral, Cinquième Cru menos conhecido de Pauillac, de 28 ha (vizinho à Latour), do mesmo plantel de La Gurge. Os resultados são excelentes, cheios de vigor (Hugh Johnson). Análise organoléptica – safra 2003: vermelho rubi intenso brilhante com halo granada. Aromas típicos com notas de frutas negras, especiarias sobre um fundo herbáceo que domina o conjunto. Taninos presentes de qualidade muito boa, vinho macio, equilibrado, persistente e de final longo, sem arestas com toques de caramelo. Avaliação: 89/100 pts.

Champagne servido antes da degustação

Hugh Johnson assim define o Champagne acima: “barato e com sabor à altura do preço”.


Château Smith-Haut Lafite  Pessac-Leógnan

“Não se fez economia para melhorar essa antiga propriedade desde sua aquisição por Florence e Daniel Cathiard, em 1990. Reestruturou-se todo o vinhedo, reduziram-se as safras e aplicaram-se métodos orgânicos. As adegas foram renovadas e os novos tanques de fermentação de madeira foram introduzidos e foi montada uma tanoaria que fornece 50% dos barris. O aromático Sauvignon Blanc do château foi o primeiro a se beneficiar, mas desde 1994 o vinho tinto, mistura tradicional de Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Merlot, adquiriu densidade, corpo e fineza “. Adega Veja do Vinho – volume 2 – Análise organoleptica do exemplar da safra 2003: vermelho rubi com halo granada. Aromas abertos de média intensidade e destacada complexidade com sugestões de café torrado, fruta madura, mentol sobre leve herbáceo. Na boca praticamente confirmou as sensações olfativas. Exibiu taninos pulsantes, sedosos e macios. O conjunto é elegante e encontra sustentação na fruta e na madeira integradas. Profundo, instigante, persistente, deixa uma nota de chocolate no fim-de-boca limpo, sem arestas e com grande possibilidade de evolução na garrafa. Avaliação: 91/100 pts.+    Château Larrivet-Haut-Brion Pessac-Léognan 2000 – propriedade em Léognan com padrões perfeccionistas, com consultoria de Michel Rolland. Vinho tinto rico e moderno. Também produz 4.500 garrafas de um branco fino, fermentado em barril. Novas instalações em 1999 (Hugh Johnson). Análise organoléptica: o vice-campeão da degustação mostrou porque a safra 2.000 é considerada uma das melhores de Bordeaux. Apresentou linda cor violácea brilhante com leve halo de envelhecimento. Aromas clássicos com sous-bois, couro, frutas negras em compota sobre notas de vermute. Na boca taninos poderosos, polidos e de textura finíssima. Denso, profundo, estruturado com camadas e camadas de sabores. Ainda vai ganhar complexidade. Só perdeu para o Duhart-Milon na persistência gustativa mas ganhou na complexidade dos aromas. Vinho que só tende a ganhar refinamento com o tempo. Avaliação: 92/100 pts.++ 

 

O ranking da degustação:

Château Hautes-Bages Libéral 2003 Pauillac - Avaliação: 89/100 pts. – Flávio 

Château Smith-Haut Lafite  2003 Pessac Leógnan – Avaliação: 91/100 pts. – Paulo

Château Larrivet-Haut-Brion 2000 Pessac-Léognan - Avaliação: 92/100 pts. – Rosely

Chateau Duhart-Milon Rothschild 2000 Pauillac – Avaliação: 93/100 pts. – Jeriel

PONTUAÇÕES – ROBERT PARKER e WINE SPECTATOR

Château Hautes-Bages Libéral 2003 Pauillac -  87/100 pts. RP e 91/100 pts. WS 

Château Smith-Haut Lafite  2003 Pessac Leógnan - 92/100 pts. RP e 93/100 pts. WS 

Château Larrivet-Haut-Brion 2000 Pessac-Léognan - 90/100 pts. RP e 91/100 pts. WS 

Chateau Duhart-Milon Rothschild 2000 Pauillac - 90/100 pts. RP e 90/100 pts. WS 

A importância vinícola da costa da Toscana

A costa da Toscana é a área vinícola que mais cresce na Itália. Graças às propriedades aristocráticas de Bolgheri e as vinícolas boutiques de Maremma, investiu-se muito nas regiões costeiras de Livorno e Grosseto nos últimos dez anso, vantajoso também para as áreas antes pouco conhecidas ao redor de Pisa e Lucca. Região de vinho tinto; a Sangiovese está presente em DOCs mais tradicionais, Morelino di Scansano, mas o foco são cepas internacionais como Cabernet Sauvignon, Merlot e Syrah. Ao contrário das DOCs mais novas e obscuras, o nome da vinícola indica a qualidade e o estilo do vinho. Fonte: Adega Veja do Vinho volume 6.