Daily Archives: 10/02/2012

Domaine de Chevalier Pessac-Léognan

“O longevo vinho branco à base Sauvignon Blanc é o astro dessa vinícola, mas a qauntiade é muito limitada. O tinto, principalmente de Cabernet Sauvignon, tem melhorado e já se tornou um Graves clássico, complexo e mineral, com equilíbrio e muita persistência. O Domaine de Chevalier é gerenciado desde 1983 por Olivier Bernard, que construiu novas instalações, renovou o vinhedo e trouxe quatro grandes ventiladores bara combater as geadas na primavera.” Fonte: Adega Veja do Vinho volume 2.

Seis linhas para Château Montrose

Propriedade da família Charmolüe desde 1896, o outro segundo vinhedo de St-Estèphe tem perfil semelhante ao do Château Latour, em Pauillac. O vinhedo profundo sobre cascalho fica próximo do estuário do Gironde com exposição sudeste e os vinhos com predomínio de Cabernet Sauvignon são firmes, metálicos e de longo envelhecimento. Nas safras recentes, maior nível de amadurecimento do vinho ajudou a suavizar o exterior às vezes ríspido. Fonte: Adega Veja do Vinho volume 2.

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Série vinícolas argentinas – Doña Paula

A vinícola tem uma história recente e promissora. Foi fundada em 1997 com a aquisição de 760 hectares. Neste momento já contava com 30 hectares de vinhas plantadas em 1971. Os anos seguintes foram marcados pela expansão dos vinhedos e implantação de modernas instalações. Em 1999 ocorreu a primeira colheita. Os anos 2000 e 2001 foram focados na preparação para o lançamento comercial de seus vinhos. A vinícola assume com orgulho o estilo do novo mundo e seus vinhos são caracterizados pelas frutas marcantes. Importador: Grand Cru.

Os estilos de Vinho do Porto

Fomos instados por um leitor assíduo do blog e, em atendimento a essa solicitação, encontramos o texto que segue, que nos dá uma boa noção sobre os diversos tipos de Vinhos do Porto. O artigo é da lavra do especialista ao final  mencionado. Integra um dos volumes da coleção “Adega Veja – coleção Vinhos do Mundo”. Esclareço que o texto abaixo apenas dá noções básicas e não pretende exaurir a matéria nele contida. Vale à pena dar uma olhadinha, senão vejamos:

“Há diversos tipos de Vinho do Porto e todos são vinificados  da mesma maneira. Ainda assim, cada um tem sua peculiaridade. O melhor é dividir os vários estilos em duas categorias principais, de acordo com o tipo de envelhecimento. Uma delas destaca o efeito da madeira sobre o vinho, como no caso do Tawnies. A outra favorece a fruta, a exemplo do Ruby, LBV e do Vintage.

Tawny – Porto corrente, obtido por lotes de vários vinhos semelhantes, envelhecido por cerca de três anos em barricas menores. O nome em inglês faz referência a alourado, porque sua cor vai alourando com o tempo, devido à oxidção pelos poros da madeira.

Tawnies com indicação de idade - são vinhos de categoria superior, de difernetes colheitas, envelhecidos em barricas menores, cuja idade média é indicada nos rótulos, nas versões 10, 20, 30 e 40 anos.

Colheita – é proveniente de uma só colheita, de qualidade, mencionada no rótulo. Envelhece em madeira por no mínimo 7 anos.

Ruby – Porto corrente, combinação de vinhos jovens, que amadurece de dois a três anos em grandes tonéis, em que a madeira exerce pouca influência, deixando destacar a fruta.

LBV - é o Late Bottled Vintage, originário dos melhores vinhedos e de uma única colheita, mencionada no rótulo. O nome faz referência ao fato de que é amadurecido por mais tempo, de quatro  seis anos, em grande tonéis de madeira e, portanto, vai para garrafa mais tarde.

Vintage – é considerado o mais nobre dos Portos. Só é produzido quando a safra, indicada no rótulo, é excepcional. Antes de declrar um Vintage, as casas produtoras precisam de aprovação da Câmara de Provadores do Instituto do Vinho do Douro e do Porto. Para preservar a fruta concedida pela generosidade da natureza, esse vinho especial não amadurece em madeira. É engarrafado logo aos dois anos e pode envelhecer por dezena de anos em garrafa “. – Fonte: Curso de Vinhos Fortificados, por José Maria Santana - Adega Veja, Coleção Vinhos do Mundo.

Porto Branco, White, também com vários estilos. Pode ser seco (Dry ou Extra Dry), meio-seco, doce ou muito doce (Lágrima).  Feito com cepas brancas locais (principalmente Viosinho, Rabigato, malvasia Fina, Codega, Gouveio, Moscatel, Arinto, Fernão Pires, Folgasão e Donzelinho), pode ser bebido como aperitivo.

Nota:  as imagens desse post são de vinhos importados por Orion Trading - telefone: 011 3331 3808