Daily Archives: 19/03/2012

O mapa do vinho na Alemanha

Mapa das principais regiões vinícolas da Alemanha - crédito da imagem: Academia do Vinho

 

Apesar de áreas consideradas Tafel e Landwein se estenderem ao norte até Meckelenburg, perto da costa Báltica, a maioria dos vinhos de qualidade se origina no sudoeste. Desde o Sul de Bonn até a fronteira com a Suíça, o rio Reno circula por regiões vitivinícolas e muitas refletem a importância desse grande rio e afluentes – entre eles Ahr, Mosel, Saar, Ruwer e Nahe. Rheinhessen é a região mais vasta, mas os pontos mais privilegiados ficam nas encostas íngremes e de orientação sul de Rheingau. Franken, a leste, acompanha o rio Main, e mais adiante ficam os dois pequenos enclaves de Saale-Unstrut e Sachsen. A maioria dos vinhos é branca, e a uva preferida é a Riesling. Fonte – Alemanha, terra dos brancos, volume 9, Adega Veja Vinhos do Mundo. 

Molinero Cabernet Sauvignon Vale de Curicó 2011

Informa o portal do importador: “A marca Don Cayetano é importada exclusivamente para o Brasil pela Almería Importação e Exportação Ltda, que é uma importadora que utiliza  um método de importação de vinhos sem que se perca atributos primordiais como qualidade, exclusividade e tradição. Isto  porque a Almería acredita nessa filosofia que tem sido rigorosamente aplicada desde a nossa origem, em 2004.

Almería Importação é uma empresa dedicada exclusivamente a importar e distribuir vinhos de qualidade garimpados pelos seus experts e colaboradores em todo o mundo.

Nossa maior missão é buscar a excelência em qualidade, preço e atendimento.

Comercializar o vinho com o mesmo respeito, entusiasmo e paixão de quem o
degusta; esta é a nossa razão.

A bodega é uma empresa  de tamanho médio, situada no Vale de Colchagua, um dos mais prestigiosos do Chile. Atualmente, a Bodega se converteu em uma das empresas vitivinícolas com maior crescimento no Chile, ocupando o 14º lugar em vendas entre mais de trezentas Bodegas Chilenas. 

Com 600 hectares de vinhedos próprios, a bodega consegue controlar a alta qualidade de seus vinhos, desde o processo produtivo das uvas até a fase de engarrafamento. Com vinhedos próprios também no Vale de Leyda para produção de vinhos brancos de qualidade,  conta com alta tecnologia, 3 enólogos chilenos e um prestigioso consultor italiano, Alberto Antonini”.

 

Molinero Cabernet Sauvignon 2011 - boa tipicidade e equação preço-qualidade favorável ao consumidor, eis que custa apenas R$ 29,90

 

 

Degustação

Molinero Cabernet Sauvignon 2011 – região: Vale de Curicó – álcool: 13% – importador: Almeria – tel. 011 3492.3204 ou www.almeria.com.br  – preço: R$ 29,90 – vermelho rubi intenso com leve halo púrpura nas bordas. Aromas típicos da Cabernet Sauvignon no Chile  com  notas de frutas negras, especiarias sobre um fundo mentolado. Na boca taninos presentes de boa qualidade. Álcool e acidez integrados. Boa concentração de sabor com alguma fruta. Final limpo, persistente que remete às sensações olfativas iniciais. Tem na tipicidade e na relação preço-qualidade seus principais atributos. Avaliação: 86/100 pts.

Projeto imagem Ibravin 2012 – Visita à Vinícola Miolo

A Vinícola Miolo também foi visitada na tarde de 15.02.2012. Lá, os jornalistas foram recepcionados pelo sempre atencioso Enólogo Adriano Miolo, um dos responsáveis pela grande expansão e modernização das linhas de produção de vinhos  dessa vinícola brasileira nos últimos anos. Houve uma degustação vertical do vinho ícone da vinícola, o Lote 43 (R$ 96 no portal da Miolo + frete), depois foram degustados vinhos que serão lançados na Expovinis 2012 (aqui tivemos surpresas agradáveis) e finalmente houve um jantar oferecido aos jornalistas que tiveram a oportunidade de degustar outros vinhos da Miolo.

 

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A seguir algumas imagens da visita:

Safras degustadas na vertical de Lote 43: 1999 (a primeira produzida), 2002, 2004, 2005, 2008 e 2011 (amostra de barrica):

- 1999 -

Granada brilhante esmaecido com alguma turbidez. Aromas etéreos. Na boca um vinho macio, sedoso, em franco declínio. Leve acento mineral. Aqui as videiras estavam dispostas “em latada”. O amadurecimento se deu em barricas americanas por oito meses. O auge deste vinho já passou. Provavelmente deve ter ocorrido há 2/3 anos atrás. Avaliação: 83/100 pts.

 

- 2002 –

Vermelho rubi com nítido halo granada em formação. Muito fechado no nariz – apenas uma  quase imperceptível nota mentolada dominou o conjunto. Boca no mesmo diapasão, carecendo de frescor. Taninos macios, fruta escassa, final simples. Aqui também cabe destacar que o vinho foi amadurecido em barricas de carvalho americano (90%) e francês (10%). As videiras passaram a ser conduzidas por espaldeiras. Avaliação: 84/100 pts.

 

 - 2004 -

Vermelho rubi intenso com discreto halo granada em formação.  Paleta de aromas de média intensidade com licor de cassis, ameixa sobre um fundo mentolado. Na boca já se sente o estilo “Michel Rolland” com fruta gulosa, álcool generoso, taninos finos, acidez média, final persistente ainda que um pouco secante. Seu auge se aproxima. Avaliação: 86/100 pts. 

 

 - 2005 -  Pode ser encontrado no Makro Speciale por R$ 102,70

Vermelho rubi intenso com reflexo violáceo e discretíssimo halo granada em formação. Aromas semelhantes ao 2004 só que um pouco mais abertos e intensos.   Na boca é um vinho concentrado, volumoso, de taninos macios e de boa acidez e álcool integrado. Termina frutado, suave e elegante. Ainda pode ganhar alguma complexidade na garrafa, mas o ideal é desfrutá-lo já. Avaliação: 87/100 pts.

 

- 2008 –

Vermelho rubi intenso com reflexo violáceo. Perfil aromático semelhante aos vinhos anteriores – licor de cassis, mentol e geléia de frutas vermelhas, sobre um fundo de baunilha e côco. No paladar taninos finos, álcool integrado, acidez de bom tamanho e leve prevalência da madeira sobre a fruta. Vai ganhar harmonia com mais algum tempo de afinamento na garrafa. Assim esperamos! Avaliação: 88/100 pts.+

 

 

- 2011 – amostra de barrica  – aqui por força da legislação que rege a DO Vale dos Vinhedos, a Merlot obrigatoriamente tem que ser majoritária. Aqui ela participa com 60% do corte. O remanescente é de Cabernet Sauvignon. Na taça exibiu cor vermelho rubi intenso, profundo, quase retinto. Fechado nos aromas. Apenas uma nota de barrica se fez notar. Na boca é um vinho espesso, forte, tânico, com a fruta ocultada pela madeira. Final de prova longo, complexo e intenso. Avaliação: 87/100 pts.

 

Vertical do vinho "ícone" da Miolo, o Lote 43: esperávamos mais!

Vinhos com lançamento previsto para a Expovinis 2012:

Quinta do Seival Alvarinho 2011 - álcool: 13% – região: Campanha Gaúcha – amarelo palha na transição para o dourado. Complexo nos aromas com notas florais e alguma fruta de polpa branca, maracujá e arruda. Boca que subscreve o nariz, acidez delicada que lhe confere elegância e sobretudo frescor. Se for degustado às cegas irá surpreender, porque a sua maior característica é justamente ser semelhante aos congêneres ibéricos. Avaliação: 87,5/100 pts.

 

Miolo RAR Gewürztraminer 2011 – região: Campos Novos de Cima/RS – álcool: 13% – palha claro com reflexo esverdeado. Aromas discretos, todavia, típicos com leve nota floral (rosas) e uma pontinha de líchias. Boca que ratifica o nariz. Algum açúcar residual (cerca de 16 g/l ), corpo médio para magro e final limpo, sem amargor ou qualquer aresta. Deve crescer à mesa, sobretudo oriental. Avaliação: 85/100 pts.

 

 

Miolo Terranova Testardi 2010 – uva: Shiraz – álcool: 14% – região: VSF – Vale do Rio São Francisco – preço: não divulgado - vermelho rubi intenso, profundo com reflexo púrpura. Aromático no nariz com a fruta que logo assume a dianteira com gostosas notas de groselha, frutas vermelhas e especiarias. Na boca exibiu taninos mastigáveis, de boa textura e a fruta sinalizada no nariz foi plenamente confirmada. O estilo deste vinho fica num meio termo entre os bons Syrah chilenos e os típicos Shiraz australianos. Um vinho que vale à pena ser provado. Avaliação: 87/100 pts.

 

Almadén Tannat Vinhas Velhas 2011região: Campanha – álcool: 14% – preço estimado: entre R$ 50 e 60 – produzido com uvas de vinhedos de mais de 35 anos da recém-adquirida vinícola Almadén,  na região da Campanha Gaúcha, pertinho da fronteira com o Uruguai, este vinho apresentou a cor típica da casta, intensa, concentrada e profunda. Nos aromas muita fruta vermelha e preta com leve toque herbáceo que não incomoda. Na boca taninos harmoniosos que dão balanço e vida ao conjunto, que se destaca por seu equilíbrio gustativo, eis que tudo está em sintonia: álcool, taninos, acidez, fruta e madeira. Toques lácteos e alguma sensação de cremosidade fecham o conjunto, que é persistente e macio. Este Tannat é uma prova da adaptação dessa casta ao terroir brasileiro, notadamente região da Campanha e Serra Gaúcha, nesta ordem. Um vinho bem elaborado. Avaliação: 88/100 pts.+ 

 

 

Giropaletes, máquina importada utilizada na “remoage” dos espumantes.

Vinhos servidos no jantar oferecido aos jornalistas

Espumante Miolo Cuvée Tradition Demi-Sec – álcool: 12% – uvas: Chardonnay e Pinot Noir – ano de triagem: 2010 – palha claro com reflexo esverdeado. Perlage intensa, borbulhas pequenas em grande quantidade. Aromas de média complexidade com leveduras, fruta seca e pão fresco. Boca no mesmo diapasão, com o frescor movimentando o conjunto que se destaca por sua delicadeza. Longo, termina guloso. Avaliação: 87/100 pts.

 

Giuseppe Cuvée Chardonnay DO Vale dos Vinhedos 2009 - álcool: 14% - Serra Gaúcha – amarelo com reflexo dourado. Aromas típicos com abacaxi maduro, notas amanteigadas sobre uma pincelada de baunilha. No paladar é um vinho fresco, elegante e de boa tipicidade. De boa persistência, deixa uma nota de frutada no retrogosto. Avaliação: 87/100 pts.

 

Miolo Reserva Pinot Noir 2010 – região: Campanha – álcool: 13% – vermelho rubi pouco concentrado e ligeiramente esmaecido, cor típica da casta. Fraca expressão aromática. Boca simples, neutra, taninos de boa qualidade, corpo magro e baixa persistência. Avaliação: 83/100 pts.

 

Miolo Merlot Terroir 2009 – DO Vale dos Vinhedos – álcool: 14% -vermelho rubi brilhante com reflexo violáceo. Aromas típicos com ameixa, chocolate sobre um fundo herbáceo. Na boca um degrau a menos. Taninos um pouco duros, baixa acidez, corpo médio para bom, fruta escassa e final um pouco secante. Talvez mais algum tempo de afinamento na garrafa lhe fará bem. Avaliação: 84/100 pts.+

 

 

 

Conclusão

A degustação na Miolo foi quase completa porque vinhos de diversas linhas puderam ser provados, inclusive os de outras vinícolas que integram o grupo Miolo. Os espumantes agradaram, não somente por seu frescor, mas também por sua apresentação moderna que já dá uma idéia da qualidade do líquido que está aprisionado na garrafa.  Registre-se o salto qualitativo dado pelos espumantes Almadén, que podem ser encontrados em São Paulo por menos de R$ 15 e que são detentores de uma equação preço-qualidade muito interessante. Passando aos tintos, a primeira degustação cingiu-se ao festejado Lote 43, vinho ícone da vinícola. Produzido somente nas melhores safras desde 1999, essa degustação vertical foi conduzida pelo Enólogo Adriano Miolo. Todavia, devido à extensa programação elaborada pelo Ibravin, a degustação foi realizada “às pressas” o que, salvo melhor juízo, é um fato inconcebível para esse tipo raro de degustação. Numa vertical, o degustador tem que analisar os vinhos sob a perspectiva do tempo. E essa análise há que ser cuidadosa e nunca às pressas, como foi. Por outro lado, o Lote 43 é um vinho que em São Paulo dificilmente pode ser comprado por menos de R$ 100. E o seu desempenho na taça não foi ruim. Mas esperava-se mais, muito mais de um vinho que ocupa o topo da pirâmide de vinhos da Miolo.

Mas se o Lote 43 não confirmou as expectativas, um fato causou “espécie”: a ausência do Miolo Sesmarias 2008 (R$ 283 no portal, valor que ainda deverá ser acrescentado o frete), provavelmente o vinho nacional mais caro em produção na atualidade, que não pôde ser degustado.

 

De outra parte, quatro vinhos “super-premium” de terroirs distintos foram apresentados: Alvarinho 2011 (Campanha Gaúcha), RAR Gewürztraminer  2011 (Campos de Cima da Serra – RS),  Terranova Testardi 2010 (Vale do São Francisco – Bahia) e Almadén Tannat Vinhas Velhas 2011 (CG). Todos esses vinhos chamaram atenção dos presentes.  Bem feitos, equilibrados,  elaborados com castas que saem do padrão vigente, são caldos procedentes dos mais distantes rincões brasileiros que serão comercializados por preços acessíveis (assim esperamos) e que, graças à diversidade, serão opções interessantes para o consumidor que quiser sair fora do quadrilátero Chardonnay, Sauvignon Blanc, Merlot e Cabernet Sauvignon. Por fim, no capítulo dos espumantes, reiteramos o que dissemos no início. O grande destaque ficou por conta do novo Almadén. Os demais confirmaram a boa qualidade, com destaque para apresentação dos rótulos da linha “Cuvée Tradition”

Vinícolas pedem alta do Imposto de Importação de 27% para 55%

 

O pedido de salvaguarda encaminhado pelas vinícolas brasileiras ao governo federal contra a concorrência dos vinhos estrangeiros no mercado interno inclui o aumento de 27% para 55% no Imposto de Importação. Se aprovada, a medida não será aplicada sobre os produtos chilenos, argentinos e uruguaios, mas deverá provocar um aumento de 10% a 20% nos preços pagos pelos consumidores pelos vinhos importados de outras partes do mundo, conforme estimativa da Associação Gaúcha de Supermercados (Agas).

A alíquota de 55% é a máxima permitida ao país pela Organização Mundial do Comércio (OMC). Se for aprovada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), que deve decidir em março se abre o processo de salvaguarda, ela valerá para o equivalente a 38,8% dos 72,7 milhões de litros de vinhos finos (elaborados a partir de uvas viníferas como cabernet sauvignon) importados pelo Brasil em 2011, excluídos os produtos originários dos três países imunes.

Para os chilenos, beneficiados por um acordo bilateral que reduz a zero o imposto deimportação, o pedido é pelo estabelecimento de cotas. No caso dos argentinos e uruguaios, as regras do Mercosul impedem a tributação, mas o setor tem expectativa de que o Brasil adote algum tipo de proteção para a indústria nacional, como as licenças não automáticas aplicadas pelo governo de Buenos Aires em relação às exportações brasileiras de calçados, por exemplo.

Há cerca de cinco anos as indústrias vinícolas do Brasil e da Argentina mantêm um acordode cavalheiros, acompanhado pela Receita Federal, que impede a entrada de vinhosargentinos no país com preços inferiores a US$ 8 a caixa de 12 garrafas. Mesmo assim, o principal vizinho do Mercosul é o segundo maior fornecedor de vinhos para o mercado brasileiro, com 16,7 milhões de litros exportados em 2011, conforme a União Brasileira deVitivinicultura (Uvibra). O volume corresponde a 22,9% das importações de vinhos finos pelo Brasil no ano passado.

O maior exportador para o país é justamente o Chile, com 26,6 milhões de litros em 2011, enquanto o Uruguai enviou apenas 1,3 milhão de litros e não preocupa o setor. No mesmo período, o mercado interno totalizou 92,2 milhões de litros, incluindo os 19,5 milhões delitros de produto nacional (que ficou com uma fatia de apenas 21,2% da demanda total).

Segundo o presidente da Agas, Antônio Cesa Longo, porém, o aumento dos preços dos importados não deverá provocar um aumento do consumo dos vinhos nacionais. Neste caso, acredita, o mercado tenderá a se abastecer com contrabando ou com compras em “free shops”.

Autor: Por Sérgio Ruck Bueno | De Porto Alegre
Valor Econômico – 28/02/2012

Interfood TODOVINO Wine Tour 2012

 

A importadora INTERFOOD –  TODOVINO já está com tudo pronto para a realização de sua primeira feira que acontece no dia 2 de Maio em São Paulo e 3 de Maio no Rio de Janeiro.

Durante a feira, serão apresentadas novidades do portfolio da importadora. O evento contará com importante presença de produtores de vinhos de países como França, Itália, Espanha, Portugal, Argentina, Chile, Uruguai, Austrália e África do Sul.

São eles – Itália: Fattoria dei Barbi, Schiopetto, Bortolo Nardini, Fantinel, Rocca di Montegrossi, Chianti Melini, Feudo MonaciBolla, Sella & Mosca, Planeta, Giuseppe Cortese, Rocche dei Manzon, iAnella Andreani, Tommasi, Elio Grasso

França: La Chablisienne, Chateau D’Esclans, Cattier, Dampierre, Armand de Brignac e Barton & Guestier

Argentina: Trapiche, Finca La Celia, Septima e Navarro Correas  

Chile: Santa Helena e Misiones de Rengo

Portugal: Aveleda, Dão Sul, Porto Cálem e Companhia das Quintas

Espanha: Marqués de Riscal, Codorníu e Quixote

Uruguai: Família Deicas

 África do Sul: JC Le Roux e Durbanville Hills

Austrália: Rosemount Penfolds

Destaque para a vinda pela primeira vez ao Brasil de Gianlucca Grasso (Elio Grasso), Joaquin Sanchez (Quixote), Fabian Gardini (Navarro Correas). Vale também atenção especial: Matias Rivera (enólogo Santa Helena), Giuseppe Albertino (Rocche dei Manzoni), Santiago Deicas (Família Deicas) e Marco Ricasoli (Rocca di Montegrossi). 

Serviço

São Paulo – Dia 2 de Maio de 2012, das 15:00 às 21:00 – Hotel Tivoli – Al. Santos, 1437 – Jardins 

Rio de Janeiro – Dia 3 de Maio de 2012, das 15:00 às 21:00 – Clube Naval Piraquê- Av. Borges de Medeiros, 2364 – Lagoa  

Ingressos: R$150,00

Não serão vendidos nos locais do evento, somente através do telefone   11 2602-7266. Vagas limitadas www.todovino.com.br