Daily Archives: 03/04/2012

Hannover promoveu almoço com enólogo português Rui Reguinga

A importadora Hannover trouxe a São Paulo o famoso enólogo português Rui Reguinga para apresentação de seus vinhos aos jornalistas e formadores de opinião.  Rui Reguinga e reconhecido por seu  talento.  Presta consultoria a diversas vinícolas de Portugal e de … Read more »

Algumas informações sobre o FSF – Fernando Soares Franco 2007 – Vinho Regional Península de Setúbal

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Sobre a José Maria da Fonseca

A José Maria da Fonseca é o mais antigo produtor de vinhos de mesa e moscatéis em Portugal. A família Soares Franco, proprietária da empresa desde há 176 anos, tem assumido um papel determinante no setor vinícola português.

Com mais de 650 hectares de vinhas, repartidos entre a Península de Setúbal, Alentejo e o Douro, e um moderno centro de vinificação com uma capacidade de 6,5 milhões de litros, a José Maria da Fonseca garante uma qualidade sustentável no estilo dos seus vinhos, que lhe permite fazer sempre mais e melhor.

 

Sobre o vinho FSF – Fernando Soares Franco – Vinho Regional Península de Setúbal, antes VR Terras do Sado

Homenagem de Domingos Soares Franco a seu pai Fernando Soares Franco, foi produzido com as castas (plantadas em solos arenosos de uma gleba de apenas 1,8 ha) Trincadeira (48,3%), Syrah (43,3%) e Tannat (8,4%), fermentadas e pisadas à pé em lagares. Um vinho elegante, moderno, com perfil internacional, produzido apenas em anos de exceção e em quantidades limitadas. Com aroma de mirtilo, chocolate, tabaco e especiarias, acompanha na perfeição pratos de caça, queijo ou assados.

A primeira colheita de FSF foi produzida em 1998. Com a segunda colheita, 2001, Domingos Soares Franco imprime um novo estilo, mais moderno e internacional, a este vinho, mantendo-se a homenagem a Fernando Soares Franco. Nascido em 1918 e licenciado em Agronomia, o Engenheiro Fernando Soares Franco foi sempre um inovador nas áreas em que se envolveu. A Enologia e a Viticultura foram as principais actividades a que se dedicou na José Maria da Fonseca, entre 1948 e 1988. Ao longo de quarenta anos incrementou e desenvolveu a Coleção Ampelográfica da Quinta de Camarate, e introduziu castas exógenas à região, mas com elevado potencial enológico.

As suas castas preferidas eram a Touriga Nacional, Touriga Franca, Tannat, Syrah, Trincadeira, Cabernet Sauvignon e Alvarinho. Foi ainda devido à sua persistência que se manteve a última vinha de Moscatel Roxo na região.

Por tudo o que Fernando Soares Franco representa, o enólogo, e seu filho, Domingos Soares Franco, decidiu criar o FSF 2005, feito através das castas preferidas de seu pai, acima citadas.

 

Vinificação

As uvas são pisadas num lagar em inox onde são fermentadas na sua totalidade a uma temperatura de 28ºC durante 6 dias. O resto da fermentação alcoólica é acabado em meias pipas de carvalho. O vinho permanece em cima das borras finas durante 3 meses, período durante o qual é feita a “battonage”. Após a primeira trasfega o vinho regressa às mesmas meias pipas. No final deste estágio, que leva o tempo necessário, é efectuada mais uma trasfega ao vinho seguindo de imediato para o engarrafamento, sem ser filtrado ou estabilizado pelo frio. 

Contrarrótulo repleto de informações

 

 O que a crítica diz sobre esse vinho?

” Feito com  Trincadeira, Syrah e Tannat, com estágio de 10 meses em carvalho novo. Média concentração na cor, apresenta um aroma que nesta fase está um bocado marcado pela barrica nova, mas que dá muito boas indicações quanto à ligação que estas castas se preparam para fazer com a barrica, destacando-se já as notas mais florais da casta portuguesas ao lado das notas de barrica; muito elegante na boca, aqui apostando num perfil que permite uma boa prova desde já. Aplaude-se a aposta na elegância em detrimento dos excessos de extração “. Boas colheitas anteriores: 2005, 2004 e 2001 (provado em 2011) e 1998 (provado em 2008). Nota: 17/20João Paulo Martins – Vinhos de Portugal 2012 – Notas de prova.

 

Análises:

Teor de Álcool 13,6% 

Acidez Total 5,2 gr/l

Acido tartárico

pH 3,64

 

Modo de Servir:

Deve ser servido a uma temperatura de 13C e  consumido a 16ºC, depois de decantado, acompanhando caça e queijo. O vinho pode criar depósito com a idade. Conservação em Cave Particular: Garrafas deitadas a uma temperatura ambiente de 12ºC e humidade de 60%.

Longevidade Prevista: 13 anos após o engarrafamento (fevereiro de 2009).

2925-511 Azeitão, Portugal. Tel: 351 21 219 7500 Fax: 35121 219 7501 Internet: www.jmf.pt

Importador no Brasil: CBD – Pão de Açúcar – preço médio: R$ 229,00

Chateau Lynch-Bages Grand Cru Classé Pauillac 2004 x Château Brane-Cantenac Grand Cru Classé Margaux 2003

Numa memorável degustação dois vinhos franceses inesquecíveis foram confrontados: o primeiro o Chateau Lynch-Bages Grand Cru Classé Pauillac 2004 (13% álcool) e o segundo o Château Brane-Cantenac Grand Cru Classé Margaux 2003 (13% álcool) e no contra-rótulo uma informação importante … Read more »