Daily Archives: 14/08/2012

Club da Champa e Club Transatlântico vão promover degustação de vinhos dia 20.09

Viamonte Malbec Reserva 2009

Os vinhos Viamonte estão intrinsicamente ligados ao conceito de qualidade, porque são modernos, equilibrados e sobretudo fáceis de beber. Todos esses conceitos caracterizam os vinhos Viamonte porque quem os produz também se enquadra na condição de  consumidores de vinhos,  por isso que os vinhos tem estilo proprio, fiel àquilo que o consumidor que encontrar nos vinhos modernos. Viamonte é um projeto de excelência, no qual uma matéria prima de ótima qualidade, tecnologia de vanguarda e uma equipe de produção altamente capacitada são as premissas sobre as quais se assentam as bases da produção de vinhos que depois de alguns anos já são reconhecidos por sua elevada qualidade.

A  história desta bodega mendocina começa em 1973, quando Arturo Carlos Celasso começava a plantar os primeiros vinhedos de Cabernet Sauvignon no distrito de Maipú, portanto, desde esse momento  Viamonte tem  estado vinculada à vitivinicultura de forma continua  e com grande esforço, sendo essa a única atividade pela qual essa bodega se destaca no contexto dos produtores argentinos. Esses  quase 40 anos transcorridos como produtora de uvas finas, trouxe a experiência necessária para que em 2007 fosse dado início ao projeto familiar da  Bodega Viamonte, que resultou na construção da bodega localizada somente a 15 km da cidade de Mendoza, especificamente no distrito de Vistalba, ao pé da Cordilheira dos Andes, zona reconhecida a nível mundial por seu terroir, o qual permite produzir um dos melhores vinhos Malbec do mundo. A bodega ainda conta com tanques de aço inoxidável de 200.000 litros de capacidade; 25.000 litros em barricas de carvalho francês e americano,  prensas pneumáticas e bombas de última geração. Para completar tudo isso uma vista única do “Cordón del Plata” e uma  impactante vista da Cordilheira.

Degustação

Viamonte Malbec Reserva 2009 – álcool: 14,8% – região: Mendoza/Luján de Cuyo – vermelho rubi intenso com alguma profundidade. Aromas complexos com notas de geléia de ameixa, chocolate sobre uma nota tostada. Boca no mesmo diapasão, taninos macios, álcool generoso, fruta e madeira integradas. Final persistente, sem arestas.

Punto Vino Importadora

Av. Brigadeiro Luiz Antônio, 3780
Jd. Paulista -SP – Cep 01402-001
Tels.*55 11 3051 3731 / * 55 11 3368 2538
Cel *55 11 8133 3899

Harmonização – Espumante Courmayeur Executive com truta e risoto de limão

Harmonização do Espumante Courmayeur Executive com Truta ao molho Belle Meunière e risoto de limão siciliano e amêndoas do Restaurante Zeffiro. O espumante apresentou cor palha claro, borbulha fina, aromas de frutas secas e leveduras tudo confirmando sua boa tipicidade (elaborado com Chardonnay e Pinot Noir  – 12,5% álcool – método Charmat longo, autólise de oito meses). Na boca destaca-se por seu bom frescor, bom volume e sabor concentrado conferindo-lhe personalidade. Na harmonização saiu-se muito bem, porque apesar de concentrado não é pesado, sua boa acidez  deu-lhe força para enfrentar o molho Belle Meunière  e também a cremosidade do risoto. O resultado foi uma refeição prazerosa com o espumante, levemente mineral e sem amargor, escoltando perfeitamente o prato, muito saboroso e bem preparado. A harmonização ocorreu no Zeffiro Restaurante, sito à Rua Frei Caneca, 669 – Consolação – Telefone: (11) 3259-0932

Horário de Funcionamento: Segunda a quinta das 12h às 15h e das 19h às 23h Sexta das 12h às 15h e das 19h às 24h Sábados das 12h às 17h30 e das 19h às 24h Domingos e feriados das 12h às 17h30 e das 19h às 23h.

www.zeffiro.com.br 

Truta ao molho Belle Meunière e risoto de limão siciliano e amêndoas do Zeffiro

 

 

Relembrando a Expovinis 2012: MS Import

A MS Import apresentou novos produtores na Expovinis 2012. A seguir algumas imagens de vinhos portugueses – Dão (Quinta da Giesta) e  vinho verde orgânico Afros :

 

 

 

 

Vinho Verde orgânico Afros

Degustamos ambos e aprovamos, com destaque para os preços que serão comercializados pela MS Import.

Segundo Tasting Wines of Chile em São Paulo 2012 – Santa Rita Casa Real Cabernet Sauvignon 2007

O Santa Rita é o primeiro vinho da esquerda para a direita.

No dia 8 de agosto, quarta-feira, Peter Richards (Master of Wine e colunista de vinhos da BBC Londres e da revista Decanter), Pedro Parra (único PhD em terroirs da América Latina) e Carlos Cabral (consultor de vinhos do grupo Pão de Açúcar) apresentaram os maiores vinhos do Chile em uma degustação imperdível promovida pela Wines of Chile.  O evento ocorreu às 11h30 hs no Hotel Unique – Av. Brigadeiro Luis Antônio, 4.700 – São Paulo. A seguir, nossas impressões sobre o vinho Santa Rita Casa Real Cabernet  Sauvignon 2007:

O Casa Real 2007 ainda está jovem e deve evoluir muitíssimo bem na garrafa nos próximos dez anos!

Abaixo a descrição e avaliação do Santa Rita Casa Real 2007 (Grand Cru) – amadurece 15 meses em barrica de carvalho francês de primeiro usoanálise organoléptica: vermelho rubi intenso, profundo com reflexo violáceo com halo púrpura. Apresentou  aroma de ameixas maduras com um fino toque de menta, notas de bala toffee sobre um fundo defumado e especiado. Na boca é elegante, de alta concentração e estrutura que demonstra seu alto potencial de envelhecimento. É um vinho maduro, sólido, complexo com sugestões de menta, licor de cassis e ameixa. Possui taninos finos um pouco menos sedosos do que o habitual (talvez porque o vinho ainda não esteja pronto). Longo e persistente, seguramente vai continuar a evoluir na garrafa nos próximos 5/10 anos. Avaliação: 90/100 pts.++

Sete linhas para Baden – Alemanha

Com 15 mil hectares de vinhedo, é a terceira região vinícola da Alemanha. Foi a primeira até a filoxera destruir seus vinhedos e, atualmente, seus vinhos de mesa são os mais consumidos do país. As cepas de uvas brancas ocupam 75% dos vinhedos e uma delas, a Müller-Thurgau, representa 40% do total. Utiliza-se a Spätburgunder, nome alemão da Pinot Noir, para produzir vinhos tintos e Pinot Gris, a qual se chama Rülender, para os brancos. Quase todo vinho da região é produzido em adegas cooperativas. FonteA Enciclopédia do Vinho – Luis Tomás Melgar Gil – Ediouro

Dezoito linhas para o vinho na Venezuela

A Vitis Vinifera chegou às terras da atual Venezuela levada pelos jesuítas espanhóis, que plantaram as primeiras cepas em Cumaná, em 1523. Elas se desenvolveram mal, porque o clima excessivamente úmido e quente da Venezuela e as terras ricas em matéria orgânica eram muito pouco  adequados para o cultivo de videiras. Nos últimos anos foram plantados novos vinhedos em zonas como Altagracia, Lagunillas e Barquisimeto.  Na zona de Altagracia, que conta com 365 dias de sol durante o ano, solos pouco férteis e ciclos fixos de chuva e seca, é possível obter até duas ou colheitas por ano, o que a transforma em capital vinícola da Venezuela. Das 22 variedades que foram plantadas inicialmente, somente oito se adaptaram ao terreno e apenas 3 prosperaram adequadamente: Chenin Blanc, Syrah e Tempranillo. Em Humocaro, a região de maior altitude em relação ao nível do mar, a Sauvignon Blanc adaptou-se bem.

Vinos Altagracia, linha Pomar

A empresa vinícola mais importante de Altagracia e talvez da Venezuela, é a Pomar. Seus melhores vinhos são o Pomar Reserva Chenin Blanc, um vinho branco seco, o Pomar Tempranillo Varietal, um tinto de cor telha,  o Pomar Reserva Blanco, elaborado com uvas Sauvignon e Semillón e o Pomar Reserva Tinto, das uvas Syrah, Cabernet Sauvignon e Tempranillo.  FonteA Enciclopédia do Vinho – Luis Tomás Melgar Gil – Ediouro

 

Acaba de chegar ao Brasil o “vinho em lata” Ciao

Penfolds Kalimna Block 42 Barossa Valley Cabernet Sauvignon 2004 – o vinho mais caro do mundo

Esqueça o célebre vinho australiano Grange porque há um novo líder da Penfolds – um Cabernet Sauvignon, que custa o espantoso valor de US$ 168.000 por garrafa. O vinho mais caro já vendido diretamente de uma vinícola será colocado à venda esta semana, pela Penfolds, da Austrália. O lançamento da edição limitada do Penfolds Block Kalimna 42 Cabernet Sauvignon 2004, tem um preço estabelecido de US$ 168.000  a garrafa. O preço diferenciado do vinho provém de sua raridade. O vinho foi feito a partir das mais antigas vinhas produtoras de Cabernet Sauvignon em todo o mundo, transplantadas da França para a Austrália em 1830, e mais tarde plantadas no vinhedo Kalimna, em Barossa Valley, a nordeste de Adelaide. Apenas 12 garrafas da safra 2004 serão vendidas. No Brasil, os vinhos Penfolds são importados com exclusividade  pela Interfood.

Após breve pesquisa encontramos as avaliações abaixo:

Notas de degustação de Robert Parker – 96/100 pontos.
O Penfolds Kalimna Block 42 Cabernet Sauvignon 2004 (100% Cabernet Sauvignon)  passou 13 meses em barricas americanas novas de 300 litros. O resultado é um vinho de cor roxa que exibe um perfume maravilhosamente intenso de flores de acácia, grafite, trufas negras, mirtilos e amoras. No paladar é  encorpado,  opulento, com uma intensidade surpreendente, bem como os seus altos níveis de taninos. O último componente é em grande parte escondido por camadas sobre camadas  de frutas e glicerina. Este vinho notável tem estrutura para envelhecer graciosamente nos próximos  20-25 anos. ”
Robert Parker, Wine Advocate # 167 (outubro de 2006).

Wine Enthusiast – J.C. (2007/11/01) – 97/100 pts.

É incrivelmente escuro na cor, muita concentrada porque produzido a partir de parreiras plantadas em 1886 e desde então produzindo continuamente Cabernet Sauvignon. Nos aromas notas de menta e de ervas combinam-se com chocolate e cassis para se obter um todo complexo e equilibrado. Apesar da densidade da fruta, não há absolutamente nenhuma sensação de peso ou peso excessivo e, embora os taninos pareçam cremosos no meio de boca, eles são expansivos e dão um toque de seda no final de prova persistente. Cerca de 500 caixas produzidas. Beba entre 2012-2030.

Notas dos principais críticos:

James Suckling 100 / 100
Jeremy Oliver 98 / 100 2034 to 2044
Stephen Tanzer 98 / 100
Wine Enthusiast 97 / 100
Wine Spectator 97 / 100
Jancis Robinson 19 / 20

 

 

Postado em 29 de novembro de 2011 – Fonte: JamesSuckling.com

Penfolds Cabernet Sauvignon Barossa Valley Kalimna Bloco 42 – 100/100 pts.

” Era meu primeiro ano no meu próprio domínio – www.JamesSuckling.com, e  provei muitos vinhos excelentes – cerca de 6.000.

Meus Melhores Vinhos do Ano - É uma excelente seleção de vinhos com uma dúzia deles fascinantes. Muitos, como você pode ver, eu dei perfeitos 100/100-pts.

Minha lista dos meus 12 melhores vinhos do ano engloba simplesmente os de pontuação superiores. Eu não levava em conta as quantidades de caixas produzidas, preços, disponibilidade, ou qualquer outra coisa. Eu acredito que é mais simples do que as minhas experiências passadas de selecionar os melhores vinhos de um determinado ano. Assim, os vinhos estão listados por pontuação e por ordem alfabética.

Um dos vinhos com 100/100 pts. é o Penfolds Cabernet Sauvignon Barossa Valley Kalimna Bloco 42. Como escrevi num relatório de degustação  algumas semanas atrás, o Bloco 42 é parte da Penfolds “Special Bin” e possui vinhas plantadas desde meados da década de 1880, que ainda estão vivas e florescentes em seu próprio porta-enxerto. Estas são o que alguns acreditam ser as mais antigas videiras Cabernet Sauvignon em produção no mundo. Cerca de 500 caixas foram feitas. E somente  duas vezes: 2004 e 1996.