Ao preparar sua seleção dos 50 vinhos top portugueses, Julia Harting provou de maneira exaustiva diversos vinhos entre Portugal e Londres. Ao final do texto suas notas de degustação. “Baixo teor de álcool, alta de acidez, sabor relativamente neutro com uma ligeira agulha para lhe dar vivacidade – é provável que seja essa imagem de muitas pessoas dos Vinhos Verdes brancos (e também dos vinhos regionais do Minho). Isso deriva de escolhas geralmente estreitas disponíveis para além de Portugal, especialmente nos supermercados da Europa. Um vinho para ser bebido o mais jovem possível sem prestar muita atenção a eles. Este estilo é um reflexo da região, que é mais fria e úmida do que qualquer outra parte do Portugal. As provas realizadas entre Portugal e Londres vão deixar de lado dessa imagem. A variedade de estilos, qualidade e a profundidade dos melhores vinhos é tão impressionante que inclui quatro Vinho Verde brancos e um tinto na minha lista dos top portugueses no ano passado. Eles variam em estilo, desde os exemplares de aromas clássicos derivados dos solos pedregosos até vinhos de grande concentração como alguns Alvarinhos”.

Nesta sub-região os solos são de origem granítica, existindo em alguns locais faixas com calhau rolado. Este microclima caracteriza-se por invernos frios com precipitação intermédia ao passo que os verões são bastante quentes e secos o que denota uma influência atlântica limitada. A Sub-região desenvolveu-se à volta da margem Sul do Rio Minho numa zona de meia encosta. Os vinhos extremes da casta Alvarinho são o ex-libris da Sub-região de Monção e Melgaço. Fonte: CVRVV

 

Soalheiro Alvarinho 2011 Vinho Verde – beber entre 2012-2015 –  From Monçao and Melgaço. TA 5.9 g/l. Vineyards at 100-­200 m. Name means a place where there is sun and heat. Early harvest. First bottle too much SO2 and TCA? Second bottle much better: fragrant ripe fruit, citrus and pineapple. Mineral sourness on the palate offsets the sweetness of the fruit. Much more energy than the oaked Reserva. (JH) 12.7%. Avaliação: 17,5/20 pts.

Soalheiro, Primeiras Vinhas Alvarinho 2010 Vinho Verde – beber entre 2012-2018 – Monção and Melgaço subregion. Intense fruit aromas of citrus, pineapple and green fig with a a bit of celery thrown in. Utterly seductive on the palate -­ all that wonderful ripe fruit allied with lovely freshness and that sour mineral edge typical of Vinho Verde. Not sure if this is off dry or if the fruit is just very ripe. Very long indeed. Sometimes I have found Soalheiro wines almost too ripe, too broad but this shows excellent concentration and harmony without contradicting its Vinho Verde origins. Sometimes you just cannot escape the predictable choice! (JH) 13%. Avaliação: 17,5/20 pts.

 

Soalheiro, Reserva Alvarinho 2010 Vinho Verde – beber entre 2013-2018 -Fermented and aged in French oak. TA 5.5 g/l, pH 3.4. Gently honeyed and spicy on the nose with ripe citrus and stony apricot but also a hint of creamy vanilla, even coconut and pineapple. Pretty oaky on the palate but the fruit can take it. Intense, concentrated and long. Fresh yet rounded out by the creamy oak texture. Oak stands out a bit at the moment but it is all well balanced. Fruit is richer on the finish, much more tropical on the finish. Older vines (20 years). Almost too rich even though the acidity is good. Very distinctive style. (JH) 13%. Avaliação: 17/20 pts.

 

Soalheiro, Reserva Alvarinho 2007 Vinho Verde – beber entre 2011 – 2017 -Fermented and aged in oak. Complex nose: spicy clementines, a touch honeyed, creamy mealy oak. Has that classic Portuguese aged white wine flavour -­ a little like resin but much more pleasurable than that suggests. Full bodied and rich and yet still so fresh and youthfully mouthwatering. (JH) 13%. Avaliação: 17,5/20 pts.

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