Os preços dos vinhos no Aeroporto de Ezeiza – Bs. As.

Em recente viagem para o Chile tivemos uma longa e demorada conexão em Buenos Aires. Ficamos quase cinco horas no aeroporto, assim, tivemos tempo de sobra para pesquisar os preços dos vinhos argentinos e colher as fotos que seguem. Tire você mesmo suas conclusões comparando os preços da Argentina (US$ – Duty Free) com os do Brasil, sem esquecer que a tributação e margens de lucro excessivas concorrem para o encarecimento do preço final do vinho. Mas existe “uma luz no fim do túnel”: nem todos importadores aplicam margens exageradas. É o que se infere das imagens abaixo, que fizemos em atenção a alguns leitores, que acessam com frequência as matérias anteriores sobre o assunto:

Catena Estiba Reservada - no Brasil R$ 878,89

Catena Estiba Reservada – no Brasil – custa US$ 399,50

Clos de Los Siete no Brasil R$

Clos de Los Siete no Brasil custa R$ 105

Zuccardi Zeta 2009 - no Brasil R$ 325

Zuccardi Zeta 2009 – no Brasil custa R$ 325

 

Catena Malbec Argentino no Brasil custa US$ 199

Catena Malbec Argentino no Brasil custa US$ 199,50

 

Cobos Bramare aqui custa R$

Cobos Bramare Malbec Marchiori Vineyard  aqui custa R$ 470

 

 

Rutini Malbec aqui custa R$ 127

Rutini Malbec aqui custa R$ 127

 

 

Zuccardi Q aqui custa R$ 134

Zuccardi Q Tempranillo aqui custa R$ 134

 

Judas Malbec aqui custa R$ 249

Judas Malbec aqui custa R$ 249

 

Cadus Bonarda aqui custa R$ 108,28

Cadus Bonarda aqui custa R$ 108,28

 

Salentein Single Vineyard Pinot Noir

Salentein Single Vineyard Pinot Noir

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Rutini Antologia e Apartado. Preços no Brasil – respectivamente R$ 230 e R$ 242

 

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One Response to “Os preços dos vinhos no Aeroporto de Ezeiza – Bs. As.”

  1. Flavio Pizzato Responder

    Jeriel,
    mas o que você esperava? Se é ‘duty free’ é livre de quaisquer impostos (ou com grande redução de). Não invalida nenhuma das observações sobre os exageros em alguns canais e a fome de tributos desta nossa nação. O que piora tudo isso é que mesmo tirando esse tipo de impostos que ocorrem na comercialização, os bens de consumo elaborados/produzidos/manufaturados/desenvolvidos no Brasil têm tributação na cadeia produtiva, tirando a competitividade, já capenga, do ‘made in brazil’, dando vantagens incomparáveis para o que é produzido em outros países. Esse é um dos ‘verdadeiros custo Brasil’ que pouco é comentado. E ainda pergunta-se porquê basicamente exportamos commodities e matérias-primas, ou a moderna era da troca de espelhinhos por ouro. Acorda Brasil!

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