Miguel Torres “Noches de Verano” Reserva País 2014

A Vinícola Miguel Torres Chile foi fundada em 1979 pela família Torres no Vale de Curicó. Faz 140 anos que a família vem produzindo vinhos na Espanha e é proprietária de vinhedos há 300 anos. Foi a primeira empresa vitivinícola estrangeira a se estabelecer no Chile. A Família Torres elegeu o país como destino devido às suas excelentes condições para o desenvolvimento da vitivinicultura. A vinícola chilena tem aproximadamente 400 hectares de vinhedos plantados em cinco áreas com diferentes tipologias e climas. É reconhecida pelo pioneirismo que a permitiu ser a primeira vinícola chilena a introduzir o uso de tanques de aço inoxidável e o uso de barricas de carvalho francês para o amadurecimento de vinhos tintos. Presente em mais de 100 países, a Miguel Torres se consolidou nestes 30 anos como uma das principais vinícolas produtoras de vinhos de qualidade. É uma empresa que compete num mercado global e que tem como diferencial a qualidade de seus vinhos, o respeito pelo meio ambiente e a responsabilidade social. Desde 2010, Miguel Torres Maczassek é o presidente executivo da Miguel Torres – Chile. É membro da quinta gerção dos Torres e se mudou com sua família para o Chile para manter a tradição e a paixão pela elaboração de vinhos que a família Torres vem demonstrando todos esses anos. Importador: Devinum

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Degustação

Miguel Torres “Noches de Verano” Reserva País 2014 – Álcool: 12% – Região: Cauquenes/Maule – Preço: R$ 27,20 (Club wine.com.br) – elaborado pelo método da “maceração carbônica”, o mesmo utilizado na produção do famoso vinho francês Beaujolais Nouveau, este tinto chileno exibiu aromas simples mas agradáveis. Para quem já está acostumado aos tintos chilenos, este exemplar da varietal “País” é um vinho fácil de beber. Seus aromas não lembram um tinto elaborado pelo método da maceração carbônica.  Os aromas são simples, que remetem aos vinhos chilenos comercializados na década de 1970 no Brasil. São aromas primários, portanto, da própria uva, dos vinhos rotulados sob a alcunha de “Gran Vino” ou “Vino de Chile”, mas que não eram elaborados com a nobre e onipresente Cabernet Sauvignon. São aromas que não desagradam. No paladar, é um vinho bem superior ao que o nariz entrega. Taninos macios, acidez média, fruta direta, fresca, bem fácil de ser compreendida. Não tem grande persistência nem complexidade, mas tem harmonia e principalmente frescor. Um tinto barato, que não foge da saudável tradição da indústria chilena de produzir bons vinhos por valores acessíveis. É a variedade da moda que vem chamando atenção da abalizada crítica de vinhos do Chile. Avaliação: 86/100 pts.

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