Douro DOC Family Estates 2006

O Douro foi a primeira região vinícola do mundo tendo os seus limites demarcados em 1756. É a primeira região de vinhos portuguesa que toma o nome do rio que a atravessa e divide. Duas margens e uma mesma realidade que tem por elemento aglutinador um rio: Douro. É o único rio português que corre entre margens escarpadas até a foz. A erosão criou algumas “chapadas planas” onde se desenvolveram algumas vilas, aldeias e casas elevadas. Santa Marta de Penaguião é um dos exemplos e Peso da Régua é a cidade mais importante de todo Vale do Douro. Foi neste vale que se começou a produzir vinho seco que depois passou a ser beneficiado com a adição de aguardente, perdendo o nome de vinho fino para adotar o nome do cais de embarque (Vinho do Porto) para Inglaterra. Depressa se tornaria uma das riquezas de Portugal, responsável até hoje por uma grande parte dos bens exportados.

     No âmbito das sinergias criadas entre estas quatro familias surge naturalmente o projecto comum dos vinhos DFE. Produzidos e vinificados individualmente por cada um dos produtores, os vinhos são cuidadosamente seleccionados pela equipa de enólogos que potencia as qualidades de cada um criando blends distintos e com identidade própria que compõem o portfólio da Douro Family Estates.”


Informa o portal do produtor que: “No âmbito das sinergias criadas entre estas quatro famílias surge naturalmente o projeto comum dos vinhos DFE. Produzidos e vinificados individualmente por cada um dos produtores, os vinhos são cuidadosamente selecionados pela equipe de enólogos que potencia as qualidades de cada um criando blends distintos e com identidade própria que compõem o portfólio da Douro Family Estates.”

Degustação – 

Douro Family Estates DOC Douro 2006 – Álcool: 14,5% – Variedades: Touriga Nacional, Tinta Roriz, Touriga Franca e Tinta Barroca – importador: Ana Import (inativa) – cor vermelho-rubi escuro, com reflexo granada. Nariz amplo, com aromas de frutas negras, leves notas de madeira e cravo, canela e chocolate. O que caracteriza este vinho, além do agradável impacto dos taninos de ótima qualidade, que atingem uma adstringência ligeiramente adocicada, é também o seu equilíbrio gustativo, eis que o álcool, acidez, madeira e fruta estão em plena sintonia. Enfim, um “Ex-Libris”, de marcada tipicidade, encorpado, perfil que oscila entre o clássico e o atual, com mais virtudes do que defeitos. Fim-de-boca longo, persistente e harmonioso. Avaliação: 90/100 pts.

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