Grande Degustação de Vinhos Alentejanos em São Paulo – 2017 – Herdade da Malhadinha Nova

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No último dia 21 de setembro, a CVRA – Comissão Vitivinícola Regional Alentejana, organismo que certifica e promove os Vinhos do Alentejo, promoveu na Cidade de São Paulo uma degustação com dezenas de vinícolas, que aproveitaram o momento para dar a conhecer as novidades e os rótulos que já se revelam ícones no mercado brasileiro. Além da participação na degustação livre, muitos profissionais, jornalistas, blogueiros e demais conhecedores de vinhos também participaram das degustações comentadas de vinhos alentejanos, conduzidas pelo jornalista brasileiro (RJ) Alexandre Lalas – A importância da Aragonez. A seguir nossas impressões sobre três vinhos da Herdade da Malhadinha Nova, agora sob importação da Barrinhas. Na ocasião fomos gentilmente servidos por Gregório, que representa a importadora sediada no RJ em SP:

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Monte da Peceguina VRA branco 2016 – álcool: 13% – Variedades: Antão Vaz, Arinto, Verdelho e Roupeiro – região: Albernoa/Alentejo – importador: Barrinhas – Palha brilhante com reflexo esverdeado a denotar juventude. Aromas florais e cítricos, leve nota amanteigada sobre um fundo de fruta tropical (maracujá). Na boca repete esses aromas, bom frescor, acidez delicada e corpo médio. Persistência média num final macio, sem arestas. Avaliação: 89/100 pts.

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Monte da Peceguina VRA Rosé 2016 – álcool: 13% – Variedades: Antão Vaz, Viognier, Roupeiro e Verdelho – região: Albernoa/Alentejo – vermelho cereja brilhante a denotar juventude. Aromas de frutas vermelhas frescas com boa amplitude. Na boca confirma os aromas com bom frescor, acidez delicada e corpo médio. Persistência média num rosé sedoso, sem arestas. Avaliação: 88/100 pts.

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Monte da Peceguina VRA 2015 – álcool: 14,5% – variedades: Touriga Nacional, Syrah, Aragonês, Alicante Bouschet e Cabernet Sauvignon – região: Albernoa/Alentejo – cor vermelho-rubi com reflexo violáceo escuro, profundo sem halo de evolução. Aromas florais (violetas), leve nota tostada sobre um fundo discretamente herbáceo. Na boca é um vinho seco, integrado, taninos macios, fruta em evidência, bom frescor, acidez na medida e corpo médio/bom. Alguma profundidade gustativa num final intenso, prazeroso, porém, sem sofisticação. Avaliação: 89-90/100 pts.

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