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Expovinis 2013 – Importadora Domno Brasil – Frontaura y Victoria

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O estande foi de longe um dos mais visitados da Expovinis 2013, não somente por sua apresentação mas também pela organização, pelo grau de profissionalismo  de quem estava lá e pelo portfólio variado, cheio de novidades. Não custa repetir, é bom ficar de olho na Domno, porque é uma importadora que está com um portfólio de respeito. A seguir nossas impressões sobre os vinhos degustados, do produtor espanhol Frontaura y Victoria:

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Frontaura Verdejo DO Rueda 2011 – Álcool: 13,5% – região: Sitio de La Erilla/Rueda – preço: R$ 195 - vinho amadurecido sete meses em barrica de carvalho francês - Análise organoléptica:  palha na transição para dourado. No olfato uma verdadeira explosão de aromas florais e frutados, com ênfase em flores do campo secundadas por maracujá, abacaxi e lima com ampla sustentação na taça. No paladar também demonstrou potência aliada a sua acidez vibrante. Macio, fresco, aveludado, um vinho completo e versátil, porque pode ser desfrutado sozinho ou à mesa. Avaliação: 90/100 pts.

Nas mãos da Diretora Jociane Casagrande, um dos melhores brancos da Expovinis 2013, um Rueda da variedade Verdejo, aromático e untuoso

Nas mãos da Diretora Juciane Casagrande, um dos melhores brancos da Expovinis 2013, um Rueda da variedade Verdejo, aromático e untuoso

Frontaura Crianza 2005 – DO Toro – Álcool: 14% – região: Morales de Toro/Toro – preço: R$ 229 - vinho amadurecido doze meses em barrica de carvalho francês -  Análise organoléptica - vermelho rubi com halo granada em formação. No paladar taninos macios em plena sintonia com a acidez, a madeira corretamente utilizada e a ótima expressão de fruta. Longo, persistente, termina intenso, aveludado. Avaliação: 90/100 pts.

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Frontaura Reserva 2005 – DO Toro – Álcool: 14,4% – região: Morales de Toro/Toro – preço: R$ 264 - vinho amadurecido dezoito meses em barrica de carvalho francês, produzido com uvas de “Viñas Viejas de Toro” - Análise organoléptica: vermelho rubi intenso com leve halo granada em formação. Nos aromas notas de caramelo, chocolate e baunilha, muito provavelmente aportadas pele estágio em barricas. Na boca taninos  um pouco salientes encobrindo a fruta, sem subjuga-la totalmente. Acidez média/boa e álcool generoso sem incomodar. Final longo, seco. Avaliação: 89/100 pts.+

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Nexus DO Ribera Del Duero Cosecha 2011 – álcool: 13,5% – região: Pesquera de Duero/Ribera del Duero – preço: R$ 119 - Vermelho rubi intenso. Aromas florias sobre frutas vermelhas e negras. Na boca taninos macios “aveludados”, boa acidez, perfil moderno, integrado, apresentando generosidade de fruta. Termina com média persistência, redondo, generoso, marcado pela fruta. Avaliação: 89/100 pts.+

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Vini Vinci’13 – Compañia de Vinos del Norte de España

Logo na entrada da Vini Vinci 2013 o primeiro produtor que fizemos questão de provar:  os vinhos da tradicional Compañia de Vinos del Norte de España (Rioja)
CVNE - Vinhos de excelência, esbajam tipicidade e elegância

CVNE – Vinhos de excelência, que esbanjam tipicidade e elegância.

Aqui o simpático José Luis Cornejo del Olmo, Diretor CVNE para América Latina

Aqui o simpático José Luis Cornejo del Olmo, Diretor CVNE para América Latina

A seguir a descrição e avaliação dos vinhos degustados:

Cune Blanco 2011 – US$ 27,90 - elaborado exclusivamente com a variedade Viura, cor palha  claro, nariz floral secundado por toques cítricos e vegetais, boca untuosa, acidez delicada envolta em notas cítricas e minerais. Fácil de beber, muito fresco e de boa relação preço-qualidade. Avaliação: 88/100 pts.

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Cune Rosado 2011 – US$ 17,90 - elaborado exclusivamente com a variedade Tempranillo, exibiu cor intensa, brilhante. Nos aromas uma profusão de frutas vermelhas (cereja e morango) com ampla sustentação na taça. Na boca exibiu o desejável e esperado frescor proporcionado pela acidez pungente e ao mesmo tempo delicada. Tem bom volume,  maciez e sobretudo balanço. Fácil de beber, vivaz e de boa relação preço-qualidade. Avaliação: 88/10 pts.

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Cune Crianza 2009 – US$ 42,90 - elaborado com as variedades Tempranillo (85%), Garnacha e Mazuelo, com uvas cultivadas nas proximidades da cidade de Haro, este vinho se apresentou macio, redondo e com ligeira adstringência final. Avaliação: 88/100 pts.+

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Viña Real Crianza 2009 – US$ 44,90 – elaborado com as variedades Tempranillo (90%), Garnacha e Mazuelo, com uvas cultivadas nas proximidades de Laguardia, este vinho se apresentou macio, redondo, expansivo, suculento e com a fruta se destacando. Seu final é harmonioso, aveludado e promete boa evolução na garrafa. Avaliação: 89/100 pts.+

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Viña Real Reserva 2005 – US$ 77,90 – de composição idêntica ao Crianza, este vinho está num ótimo momento de sua evolução para ser bebido, eis que arrancou elogios da maioria dos presentes no momento no qual degustavamos. Logo na entrada já impressionou pela textura fina e acetinada de seus taninos. Seus 13,5% de álcool estão integrados aos demais elementos não havendo pontas, nem arestas. Notas de caramelo, chocolate e frutas negras. O final é macio, marcado pela fruta. Delicioso! Avaliação: 92/100 pts.+

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Viña Real Gran Reserva 2001 – US$ 98.50 – elaborado com Tempranillo (85%), Graciano (10%) e Mazuelo (5%), já na cor de matiz castanho denunciou o peso dos anos. Aromas etéreos, frutas secas, sous-bois e toques animais. Na boca exibiu mais frescor do que o esperado. Taninos presentes (será que vão amaciar?) , bom equilíbrio entre álcool (13,5%), acidez, fruta e madeira num corpo pleno, expansivo e que marca o paladar. O final é persistente, longo denunciando uma ponta de austeridade. Avaliação: 91,5/100 pts.+

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Expovinis 2013 – Importadora Domno Brasil – Bordaleses Antoine Moueix

A  importadora Domno – Brasil foi um dos destaques do 17° Salão Internacional do Vinho - Expovinis 2013, não somente pelo tamanho de seu estande mas também pelo grau de profissionalismo e pelos vinhos que poderiam ser livremente degustados.  Não custa repetir, a Domno é uma importadora que está com um portfólio de respeito. A seguir, nossas impressões sobre os vinhos bordaleses (Saint-Émilion) das marcas: Antoine Moueix (AOC Bordeaux), La Grande Chapelle (Bordeaux), Chapelle Saint-Martin (AOC Puisseguin Saint-Émilion), Larose-Montenac (Médoc) e os Grand Cru Chateau Capet Guillier e Chateau Tour de Capet (AOC Saint-Émilion Supérieur).

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Sobre a Domno

A Domno do Brasil, criada em agosto de 2008, é uma empresa do grupo Famiglia Valduga especializada em importar vinhos finos de qualidade e na elaboração de  espumantes pelo método charmat. A sede da Domno fica na cidade de Garibaldi, terra dos espumantes, às margens da RSC 470 no quilômetro 224, numa área de mais de 60 mil metros quadrados, antiga área da Domec, tradicional empresa de destilados. O diretor da empresa é Jones Valduga, filho de João Valduga, um dos três sócios da Casa Valduga.

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Antoine Moueix Saint-Émilion AOC 2009 – álcool: 12,5% – uva: Sauvignon Blanc – Preço: R$ 101 - amadurecido seis meses em barrica de carvalho francesa – Palha brilhante. Aromas típicos com notas vegetais (grama cortada), frutas tropicais maduras com ênfase em maracujá, limão e damasco. Muito macio, cítrico, delicado na acidez e equilibrado no paladar. De longa persistência termina harmônico, sem amargor. Avaliação: 88/100 pts.

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La Grande Chapelle  Bordeaux AOC 2010 - álcool: 13% – uvas: Merlot (60%) e Cabernet Sauvignon (40%) - preço: R$ 73 – vermelho rubi com reflexo na transição para granada. Perfil unidimensional nos aromas com frutas negras (ameixas). Na boca exibiu taninos de presentes, leve aquecimento (álcool generoso), acidez média e final secante. Avaliação: 86/100 pts.

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Chapelle Saint-Martin  AOC Puisseguin Saint-Emilión 2009 - álcool: 13,5% – uvas: Merlot (70%), Cabernet Franc (25%) e Cabernet Sauvignon (5%) - preço: R$ 97 - vermelho-rubi com leve halo granada. Aromas finos, delicados com toques de frutas vermelhas sobre um gostoso fundo balsâmico. Na boca repete a elegância do nariz, com taninos macios, aveludados, álcool integrado, final persistente e suave. Detentor de boa relação preço-qualidade. Avaliação: 88,5/100 pts. 

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Château Capet-Guillier Saint-Émilion Grand Cru 2009 - álcool: 13,5% – uvas: Merlot (80%), Cabernet Franc (10%) e Cabernet Sauvignon (10%) - preço: R$ 304 - vermelho-rubi profundo com leve halo granada. Aromas finos, delicados com toques de frutas vermelhas sobre um gostoso fundo balsâmico. Discreta nota animal.  Na boca repete a elegância do nariz, com taninos macios, aveludados, álcool integrado, final persistente e suave. O conjunto é harmonioso e destaca-se pela harmônia. Um verdadeiro protótipo da elegância, sofisticação e classe francesas. Avaliação: 92/100 pts. ++

Wines of Portugal: Vinho Verde Quinta de Carapeços na Expovinis 2013

A seguir imagens colhidas no estande da Wines of  Portugal na última Expovinis (2013). Comigo (na foto abaixo), Miguel Pereira de Abreu, Sales Manager da Quinta de Carapeços, que produz Vinhos Verdes de ótima qualidade disponíveis no Brasil através da importadora Vinhos do Mundo. Na oportunidade pudemos confirmar a qualidade dos vinhos que já havíamos provados em Portugal, só que agora em nova safra: 2012.

Jeriel e Miguel Pereira de Abreu

Jeriel e Miguel Pereira de Abreu

 

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Vinhos de qualidade acima da média importados no

Brasil pela Vinhos do Mundo – RS com distribuição em

SP

Expovinis 2013 – Importadora Domno – Brasil – Bodega Vistalba

O estande foi de longe um dos destaques da feira, não somente por sua apresentação mas também por sua organização. Não custa repetir que a Domno é uma importadora que está com um portfólio de respeito. A seguir nossas impressões sobre os vinhos mendocinos da Bodega Vistalba:

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Tomero Sauvignon Blanc 2012 – álcool: 12,8% - preço: R$ 56 -  palha claro com reflexo esverdeado brilhante. Pouco intenso mas exibindo os aromas da casta com notas vegetais e de frutas tropicais maduras (maracujá e damasco). Na boca bom frescor proporcionado pela acidez. Final de média persistência  com ligeira aspereza dentro do aceitável. Avaliação: 87/100 pts. 

Tomero Malbec 2011 – álcool: 14,1% - preço: R$ 56 - vermelho rubi intenso. Aberto nos aromas com leve toque de violetas sobre ameixa. Na boca os oito meses de barrica estão bem integrados. Álcool generoso. Taninos macios e final persistente, bem resolvido. Avaliação: 87/100 pts.

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Tomero Cabernet Sauvignon 2010 – álcool: 13,8% - preço: R$ 56 - vermelho rubi intenso. Aberto nos aromas com frutas vermelhas e negras sobre especiarias. Na boca taninos macios, álcool integrado e confirmação dos aromas. Persistente, exibiu boa tipicidade e final suave, sem amargor. Avaliação: 87,5/100 pts.

Vistalba Gran Reserva Malbec 2009 – álcool: 14,5% – preço: R$ 260 – quase negro na cor, aberto nos aromas com especiarias, frutas vermelhas e negras sobre um toque de baunilha. Na boca é a Malbec numa de suas melhores expressões. Taninos aveludados, álcool generoso. Ótima concentração de fruta num perfil que concilia elegância com potência. A madeira está presente (18 meses de carvalho francês) mas não incomoda. O final é longo, persistente e deixa uma nota de chocolate. Avaliação: 90/100 pts.

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Primeiras imagens do Vini Vinci 2013

Otávio e Ciro Lilla

Otávio e Ciro Lilla

O evento bienal da importadora Vinci trouxe uma seleção de quase 250 vinhos, de 40 produtores, de 11 países do Velho e do Novo Mundo, servidos ao público por  proprietários, enólogos e diretores das vinícolas. O nome do evento: Vini Vinci´13. A importadora comandada por Ciro Lilla trouxe ao Brasil representantes de vinícolas da África do Sul, Alemanha, Argentina, Chile, Espanha, França, Grécia, Itália, Portugal, Nova Zelândia e Uruguai.  O evento bienal, em sua 4ª edição, passou no dia 13 de maio pelo Rio de Janeiro (Hotel Windsor Atlântica) e nos dias 14 e 15 de maio em São Paulo (Hotel Tivoli Mofarrej).

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Os representantes das vinícolas,  proprietários, enólogos ou diretores,  vieram ao país para servir pessoalmente ao público brasileiro alguns de seus melhores vinhos. No evento, pôde ser degustada uma seleção de quase 250 grandes rótulos, produzidos em diferentes regiões e nos mais diversos terroirs.

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Alguns dos produtores participam do Vini Vinci pela primeira vez, como o português Stéphane Ferreira, da Quinta do Pôpa e os italianos Federico Manetti, da Fontodi, Luca Cigliuti, da La Spinetta e Alessio Di Majo Norante, da Di Majo Norante. Também estreiam no evento os franceses Gregory Hecht e François Bannier, da Hecht & Bannier e Tim Ford e Barbara Ford, da Domaine Gayda, além de Christina Boutari, diretora das vinícolas gregas Boutari e Cambas,  Jose Manuel Fournier, que elabora tintos e brancos na Argentina, Chile e Espanha, a italiana Caterina Dei, proprietária da Dei, o espanhol Julio López de Heredia Montoya, da Viña Tondonia e Gabriel Pisano,  da Viña Progreso. A seguir as  primeiras imagens do evento, esclarecendo ao prezado leitor que faremos matérias sobre os vinhos dos produtores abaixo:

No centro da foto, Ciro Lilla , proprietário das importadora Vinci e Mistral, à sua esquerda, Maria Conceição da Cunha, proprietária da Quinta do Mondego e dolado direito a enóloga Joana Cunha

No centro da foto, Ciro Lilla, proprietário das importadoras Vinci e Mistral, à sua esquerda, Maria Conceição da Cunha, proprietária da Quinta do Mondego (Dão) e do lado direito a enóloga Joana Cunha.

Mercedes de la Veja, Export Assistant da Luca Wines - Mendoza não se furtou a dar todas explicações solicitadas sobre os vinhos Luca

Mercedes de la Veja, Export Assistant da Luca Wines – Mendoza não se furtou a dar todas explicações solicitadas sobre os vinhos Luca, de Laura Catena.

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Impressionante Dão safra 1975 - impecavelmente fresco, sedoso e macio

Impressionante Dão safra 1975 – impecavelmente fresco, sedoso e macio.

Célia Brandão Alves - Caves São João

Célia Brandão Alves – Caves São João – Bairrada. Seus brancos e espumantes têm o mesmo nível de qualidade dos tintos, fato auspicioso, porque não são todos produtores que conseguem ter um portfólio homogêneo.

Aqui o versatil Chef Diogo Fernandes demonstrando que tambem entende de vinho: serviu-nos o melhor branco do evento, o Tondonia Gran Reserva branco 1991 - US$ 246,50

Aqui o versatil Chef Diogo Fernandes demonstrando que tambem entende de vinho: serviu-nos o melhor branco do evento, o Tondonia Gran Reserva branco 1991 – US$ 246,50

 

Raul Manriquez, Diretor Regional Errazuriz para América Latina e Caribe

Raul Manriquez, Diretor Regional Errazuriz para América Latina e Caribe. Provamos todas linhas de vinhos, mas gostamos do Kai, La Cumbre e Don Maximiano.

 
Aqui o simpático José Luis Cornejo del Olmo, Diretor CVNE para América Latina
Aqui o simpático José Luis Cornejo del Olmo, Diretor CVNE para América Latina

Este é o primeiro de uma série de

posts sobre o evento.

 

 

 

 

 

 

 

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Muscadet Sèvre et Maine na Expovinis 2013 – Domaines et Châteaux Véronique Günther-Chéreau

 

Aurore Günther, dos Muscadets Château du Coing

Aurore Günther, dos Muscadets Château du Coing

Na Expovinis 2013 tivemos oportunidade de provar  os Muscadet Sèvre et Maine produzidos por Véronique Günther-Chéreau, que pela terceira vez consecutiva marca presença na feira com a finalidade de encontrar um importador para seus vinhos. Aliás, qualidade e tipicidade  é o que não lhes falta, todos  abaixo indicados, que degustamos e aprovamos:

 Espumante método tradicional Perles Fines du Going

 Muscadet Sèvre et Maine Coing de Sevre

 Muscadet Sèvre et Maine Chateau du Going de St. Fiacre

 Muscadet Sèvre et Maine Comte de St. Hubert

 Muscadet Sèvre et Maine Cuvée Ancestrale 

Véronique Günther-Chereau é viticultora na região do Muscadet de Sèvre et Maine. Pertence a uma família de viticultores há várias gerações, detentora de dois domínios que figuram entre os mais belos da região demarcada. É uma empresa familiar  famosa por seus grandes vinhos brancos de guarda. Os vinhos são citados todos os anos nos melhores guias de vinhos:

La revue des Vins de France”, “Le Grand Livre des Vins de France” de Bettane e Dessauve.

Em 2011 -  Le Grand Guide des Vins de France 2011 de Bettane et Desseauve. O domaine Véronique Günther-Chereau faz parte dos Top 20 dos melhores vinhos produzidos numa propriedade drigida por uma mulher.

Em 2012 - menção especial no famoso Guia  “Gault et Millau 2012″; no Guia Dussert-Gerber 2012, a Sra. Günther Chereau é classificada nos domínios « Satisfects »; o Guia Gilbert et Gaillard 2012 consagra os vinhos Günther-Chereau que obtém as melhores notas desta denominação.

Na região do Muscadet, os 45 hectares do Château du Coing de Saint Fiacre desfrutam de uma situação privilegiada em pleno coração da denominação de origem Sèvre et Maine, na confluência dos dois rios Sèvre e Maine.

Trata-se de uma das mais belas propriedades de vinhedos, que existe desde a Revolução Francesa. Por outro lado, seu terreno é extraordiário: o solo, composto de rochas xistosas, dá muita finura e expressão aos vinhos, com aromas de flores e de frutas.

Safra 2011: Medalha de Ouro, Concurso Geral Agrícola de Paris 2012

Safra 2010: Medalha de Prata, International Wine Challenge, Londres 2011

Safra 2010: Medalha de Prata, Concurso dos Grandes Vinhos da França (Mâcon) 2011

Safra 2010: Medalha de Prata, Concurso Geral Agrícola de Paris 2011

Safra 2010: Medalha de Ouro, Grande Concurso de Vinhos de Nantes 2011

Safra 2008: Prêmio de Excelência, Concurso  Vinalies 2011

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Sobre o Château de la Gravelle

Esta propriedade de 15 hectares está situada no município de Gorges, no coração da denominação Sèvre et Maine, tendo em seu ponto culminante um moinho de vento típico da região. Este terreno é pouco comum, pois seu subsolo é composto por rochas vulcânicas. Esta particularidade confere aos vinhos uma elegância e um bouquet excepcionais: flores, frutas brancas e mineralidade, de que resultam grandes vinhos de guarda extremamente complexos.

Safra 2011: Medalha de Ouro, Concurso Geral Agrícola de Paris 2012

Safra 2010: Medalha de Prata, Concurso Geral Agrícola de Paris 2011

Safra 2008: Prêmio  Vinalies, Concurso Vinalies 2011

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Expovinis 2013 – Vinícola Campos de Cima lança novo Malbec

  • Jeriel e o Enólogo Nuno Duarte, da vinícola Campos de Cima

    Jeriel e o Enólogo Nuno Duarte, da vinícola Campos de Cima

    No estande dos vinhos brasileiros, tivemos oportunidade de provar o novo Malbec da safra 2012 com o novo rótulo da vinícola Campos de Cima (Itaqui – RS). Lá, fomos recebidos pelo Enólogo português Nuno Duarte e por ninguém menos do que Hortência Ravache Brandão Ayub, proprietária da vinícola. A seguir nossas impressões sobre o Malbec lançado no 17° Salão Internacional do Vinho: cor intensa, exatamente como deve ser porque como sabemos a Malbec é uma variedade “tintureira”. Nos aromas uma ponta de violetas sobre frutas vermelhas. Na boca, a sua entrada revelou um vinho de taninos presentes de boa qualidade, corpo médio e alguma doçura no final. A sua característica marcante é a tipicidade. Enfim, parece-me que a vinícola acertou não só no rótulo, mas principalmente no vinho que corrobora a qualidade de outros caldos da promissora Campos de Cima.

  • O Novo Malbec Campos de Cima 2012 exibiu boa tipicidade

    O Novo Malbec Campos de Cima 2012 exibiu boa tipicidade. E o novo rótulo da vinícola  também agradou!

Famosos mexilhões do Chile chegam ao Brasil

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Recebemos convites de Oscar Páez, diretor do ProChile – Brasil e de Pedro Pablo Ovalle, presidente do Comitê da AMICHILE (Associação dos Produtores de Mexilhões), para participar no último dia 9 de maio, da degustação de lançamento da marca “Patagonia Mussel”, que inaugura no mercado brasileiro a campanha de divulgação do mexilhão chileno. O evento foi organizado pela CH2A Assessoria de Imprensa e o local escolhido foi o Hotel Golden Tulip / Paulista Plaza, sito à Alameda Santos, 85, Jardins – São Paulo/SP. Além de formadores de opinião, jornalistas  de diversos veículos, representantes dos exportadores chilenos de mexilhões, também esteviram presentes Fernando Schmidt, Exmo. Sr. Embaixador da República do Chile no Brasil, Oscar Páez Gamboa, Diretor do Escritório Comercial do Chile no Brasil e Álvaro B. Camargo Júnior, Assistente da Direção do Escritório Comercial do Chile no Brasil. Os famosos mexilhões chilenos puderam ser harmonizados com vinhos chilenos “Ventisquero” consoante imagens abaixo:

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Situado entre a Cordilheira dos Andes e o Pacífico, o Chile é um país de grandes contrastes e produtos tão variados quanto sua paisagem. Sua vasta costa marítima oferece ampla diversidade de frutos do mar. Desta extensão, chega ao Brasil mais uma opção em mariscos: os mexilhões da Patagônia, encontrados nas versões enlatados e congelados.

Oscar Páez Gamboa, Diretor Comercial do escritório do ProChile no Brasil e Jeriel

Oscar Páez Gamboa, Diretor Comercial do escritório do ProChile no Brasil e Jeriel

A pureza das águas geladas da Patagônia elevam a excelência dos mexilhões chilenos, que são cultivamos em um ecossistema protegido e livre de poluição. 100 % naturais, seu sabor, textura e riqueza nutritiva permitem uma variedade de preparações. Podem ser servidos quentes, frios, em sopas, como aperitivos ou mesmo como prato principal.

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Os mexilhões também têm múltiplas virtudes nutricionais: fonte de fitoesteróis, que facilitam a eliminação do colesterol do organismo, tem baixo índice de sódio e fornecem ao organismo fósforo, potássio e zinco.

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Desde 1991, o Chile conta com uma associação de produtores de mexilhões, a AMICHILE, com mais 50 associados entre produtores e exportadores de todo país. Com apoio do ProChile, instituição do Ministério de Relações Exteriores do governo chileno para Direção de Promoção de Exportações, o órgão reuniu, em 2011, nove das principais empresas exportadoras do produto para dar uma identidade única aos mexilhões da Patagônia através da marca setorial Patagonia Mussel.(www.patagoniamussel.com).

Produzidos com uvas do Vale de Leyda, no Chile, este Ventisquero Queulat brilhou na harmonização com os deliciosos mariscos chilenos, preparados com maestria.

Produzidos com uvas do Vale de Leyda, no Chile, este Ventisquero Queulat brilhou na harmonização com os deliciosos mariscos chilenos, preparados com maestria.

A marca promove campanha no Brasil para incentivar a entrada dos mariscos por aqui, bem como melhorar suas vantagens competitivas. A ação pretende chegar a quatro principais segmentos: importadores, distribuidores, varejistas e o mundo gourmet.

O Queulat Pinot Noir elaborado com uvas de Casablanca também foi bem na harmonização com mexilhões. Quem escolheu esses dois vinhos tem noções de harmonização, fato que nem sempre ocorre. Sorte dos comensais!

O Queulat Pinot Noir elaborado com uvas de Casablanca também foi bem na harmonização com mexilhões. Quem escolheu esses dois vinhos tem noções de harmonização, fato que nem sempre ocorre. Sorte dos comensais!

“Nosso desafio é convidar os consumidores brasileiros a descobrir e apreciar o sabor e a qualidade dos mexilhões chilenos, um alimento que se destaca pelo sabor, textura e valor nutritivo, produzido de forma natural nas águas limpas e frias da Patagônia”, afirma Pedro Pablo Ovalle, diretor comercial da AMICHILE.

Christophe Besse e Alessandra Casolato

Christophe Besse e Alessandra Casolato

“Estamos trabalhando de forma comprometida para continuar trazendo para o Brasil produtos saudáveis e gostosos. Durante 2012 nossa exportação de frutos do mar  para o Brasil superou US$ 320 milhões e estamos muito otimistas de que a Patagonia Mussel, com esta aposta de aproximação nos ajude a incrementar nossa presença principalmente como fornecedores confiáveis de alimentos de qualidade.” Comentou Oscar Paez, diretor comercial do Prochile no Brasil. AMICHILE – Associação de Produtores de Mexilhão do Chile

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A Associação de Produtores de Mexilhão do Chile (www.amichile.com) surgiu em 1991 para promover a atividade, centralizar as informações relacionadas ao setor, constuir pontes de cooperação e apoiar os pequenos produtores de mexilhão no desenvolvimento tecnológico. Atualmente, a associação detém mais de 80% da produção e exportação de mexilhões no Chile. A mitilicultura é a segunda principal atividade agrícola no país, gerando 12 mil postos de trabalho e movimentando anualmente cerca de 180 milhões de dólares em exportações.

O Exmo. Sr. Embaixador da República do Chile, Schmid

O Exmo. Sr. Embaixador da República do Chile, Fernando Schmidt

Sobre o ProChile

O ProChile, Escritório Comercial do Chile no Brasil, possui uma ampla gama de serviços que promovem as exportações de produtos chilenos, além de contribuir na promoção e atração de investimentos estrangeiros e no fomento do turismo do país. Com mais de 35 anos de experiência e uma rede de mais de 50 escritórios comerciais no mundo, o ProChile mapeia e apoia empresas chilenas a participarem das mais importantes feiras e palestras internacionais, bem como eventos em que empresários de diferentes regiões do mundo se reúnem para estreitarem relações comerciais.

A equipe da CH2A: Fábio, Magaly, Alessandra e Néliane

A equipe da CH2A:
Luis Henrique, Magaly, Alessandra e Néliane

 

Espetacular vista da região da Avenida Paulista - centro financeiro da cidade de São Paulo

Extraordinaria vista da região da Avenida Paulista – centro financeiro da cidade de São Paulo – Brasil

Se quiser saber mais sobre  mexilhões do Chile: http://www.clubdojeriel.com.br/saudaveis-e-versateis-mexilhoes-do-chile-chegam-ao-brasil/

Outro flagrante espetacular do centro financeiro de SP

Outro flagrante espetacular do centro financeiro de SP

Expovinis 2013 – Espumante .Nero “Blanc de Blancs” Golden Conceptual Edition

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O estande da importadora Domno – Brasil,  foi de longe um dos melhores da Expovinis 2013, por sua apresentação, pela variedade do portfólio e também pelo grau de profissionalismo  de quem estava lá. A seguir nossas impressões sobre o novo espumante Espumante nacional .Nero Blanc de Blancs Golden Conceptual Edition:

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Espumante .Nero “Blanc de Blancs” Golden Conceptual Edition – Álcool: 12% – uva: Chardonnay - palha com reflexo dourado. Perlage fina e abundante. Aromas finos e típicos com notas de fermento de pão, frutas secas sobre leve tostado para lhe conferir alguma sofisticação. Tudo confirmado no paladar, leve, fresco e sobretudo complexo com uma notinha de fruta tropical madura (lima).  De média/longa persistência, deve ganhar harmonia com mais algum tempo na garrafa. Avaliação: 89/100 pts.

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