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Imagens do jantar harmonizado com vinhos italianos da MS Import

A importadora MS Import de Marcos Simonsen realizou mais um jantar harmonizado com grande participação (cerca de 60 pessoas), desta vez com vinhos italianos integrantes de seu portfólio abaixo mencionados:

Moon Hills Vermentino 2010 – R$ 48

Colle di Giove Montefalco Bianco DOC 2010 – R$ 46

Lima Mayer Rosé Alentejo 2010 – R$ 45

Rosato Le Cinciole Toscana 2010 – R$ 53

Le Potazzine IGT 2009 – R$ 46

Cinciorosso Le Cinciole IGT 2009 – R$ 61

Camalaione IGT 2005 – R$ 220 - 90/100 pts.  da Wine Advocate - Robert Parker em 30 de junho de 2008 e 91/100 pts. da Wine Spectator em 15 de outubro de 2008. 

Wine Dinner MS Import: 7 vinhos, 6 Toscanos e um Alentejano puderam ser degustados

 

 

 

 

Os pratos que foram servidos no Restaurante Freddy de São Paulo:

Coquille de Crabe

Carpaccio de Chester com Salada

Patê Maison

Confit de Canard

Chateaubriand Madeira

Poisson Grilé aux Herbs

Marjolaine

Profiteroles

Frutas da Época 

Este foi o último de 2011, em 2012 a MS Import promete realizar aquele que será tão bom quanto os anteriores, agora com os vinhos Riojanos “Del Medievo”.

Confraternização “Todo Vino” com degustação orientada pelo Sommelier Max Cohn

Na semana passada, mais precisamente na noite de 14 de dezembro, a importadora Interfood realizou um jantar com vinhos Santa Helena para os clientes “Todo Vino”. Toda equipe de vendas e de marketing  da Interfood esteve presente. O Sommelier Max Cohn conduziu a degustação e os vinhos abaixo puderam ser harmonizados com pizzas da Maremonti Jardins.

Santa Helena Vernus Sauvignon Blanc 2010

Santa Helena Vernus Malbec 2008

Santa Helena Vernus Syrah 2008 

Parras Viejas Cabernet Sauvignon 2009

Santa Helena Late Harvest

A seguir algumas imagens da festiva confraternização que contou com a participação de vários clientes “TodoVino”:

Vinhos Santa Helena Vernus: aprovação do público

 

 

Vernus Sauvignon Blanc 2010 - ótima tipicidade

 

 

Clientes TodoVino

 

Max Cohn e Carlos Alberto, da Interfood

 

 

Credidio (Cluvinho) e Josye, da Interfood

 

 

Equipe de vendas da Interfood

 

 

Josye e Max

 

 

Credidio e Carlos Alberto, da Interfood

 

 

 

 

 

 

 

 

Degustação vinhos da Sícilia Tasca de Almerita

Na noite de 6 de dezembro, Nicola Massa, embaixador da Tasca D’Almerita no Brasil, conduziu um jantar harmonizado no restaurante Cosi, de Renato Carioni. O evento contou com a presente de Otávio Lilla (Diretor da Mistral), Rodrigo Mainardi e Claudia Mota  (Marketing Mistral) e Patrícia Jota (jornalista), para degustação dos seguintes vinhos:    

Regaleali Le Rosé 2009 – US$ 38,90

Nozze d’Oro 2008 Inzolia – US$ 55,90

Sallier de La Tour Syrah 2009 – US$ 30,75

Rosso del Conte 2000 (magnum) – US$ 188,50

Malvasia Capofaro 2008 – US$ 89,90 (500 ml)

Sobre a Tasca de Almerita

Desde sua fundação, há mais de um século, Tasca d’Almerita é uma das mais importantes vinícolas  da Sicilia, elaborando alguns dos mais destacados vinhos do Sul da  Itália — como seus famosos  Rosso del Conte, Cygnus, Cabernet Sauvignon e Chardonnay. Além disso, a vinícola também produz a consagrada linha  Regaleali, muito elogiada por Robert Parker. Recentemente, Tasca d’Almerita lançou algumas deliciosas novidades,  da nova vinícola Salier de la Tour e o novo tinto Tascante (US$ 139,50 – safra 2008),elaborado com uvas cultivadas nas encostas do vulcão Etna — região em grande evidência na atualidade. Por fim, cabe salientar que o recém-lançado Gambero Rosso 2012 — o mais importante e respeitado guia de vinhos da Itália — acaba de eleger Tasca d’Almerita como sua “Vinícola do Ano”. O prêmio é concedido àquele que é considerado o melhor produtor de toda a Itália nesta edição do guia. Considerando todas as maiores referências para vinhos italianos, não existe nenhum reconhecimento mais importante do que este. Nas palavras do Gambero Rosso, Tasca d’Almerita traz “uma linha realmente excelente de vinhos, além de uma visão clara de futuro, com uma importante preocupação com a ética nos negócios e a conservação ambiental”.

   

Regaleali Rosé, Rosso Del Conte
Tasca d’Almerita “Le Rosé” 2009US$ 38,90 -  sedutora cor salmão brilhante. Nariz com profusão de frutas vermelhas – cerejas,  morangos e tutti-fruti. Na boca um degrau a mais. Vinho escorregadio, frutado e sobretudo fresco. Elaborado com a  Nerello  Mascalese (afirmação do sommelier da Mistral, o francês Cedric), que tem algumas semelhanças com a Pinot Noir. Sem amargor, este vinho tem nítida vocação gastronômica. No palato apresentou um gostoso contraste entre sua mineralidade quase salina e os aromas doces e florais sinalizados no nariz. Estruturado e muito fresco, deixa uma nota frutada no fim-de-boca.  Avaliação: 88/100 pts. 
 
Otávio Lila, Rodrigo Mainardi e Nicola Massa

Nozze d’Oro 2008  – US$ 55,90 – uvas: Inzolia (78%) e Sauvignon Tasca (22%) – álcool: 13% – Nozze d’Oro significa “bodas de ouro” – palha com reflexo na transição para  o dourado.  No aromas fruta doce sobre um fundo floral. Na boca médio frescor, macio,  escorregadio, média persistência, final sem arestas. Avaliação: 86/100 pts.  

Jormalistas presentes na degustação

Rosso del Conte 2000 (magnum) – álcool: 15% – uvas: Nero D’Ávola, Cabernet Sauvignon e Merlot – preço: US$ 188,50 – vermelho rubi com halo granada. Aromas abertos com sottobosco, caramelo, couro sobre um fundo balsâmico. Na boca exibiu taninos macios, finos e empolgantes. Concentrado, intenso e sobretudo saboroso está no auge de sua evolução. De boa persistência e de ótima acidez, longo, intenso, deixa uma nota de chocolate no fim-de-boca. Avaliação: 90/100 pts.

 

Contra-rótulo da garrafa magnum do Rosso Del Conte 2000

  

Nozze D'Oro: Inzolia (78%) e Sauvignon Tasca (22%)

  

Tenuta Capofaro Malvasia – delicioso vinho de sobremesa

Tasca d’Almerita Capofaro Malvasia di Salina IGT 2008US$ 89,90  – garrafa 500 ml – amarelo com reflexo dourado brilhante. Nariz opulento e complexo com damasco seco, casca de laranja sobre um gostoso fundo floral que apresentou  boa sustentação na taça. Na boca confirmou o nariz. De estrutura fina, delicada e de ótimo frescor, termina longo, profundo, sem arestas. Avaliação: 90/100 pts.   

Nicola Massa e Renato Carioni

 

 

Para o jantar harmonizado cerca de oito magnuns foram abertas: não faltou vinho para ninguém!

12a. Fenachamp 2011 – Garibaldi – RS

A 12a. Fenachamp 2011Festa Nacional do Champanha, realizada na cidade gaúcha de Garibaldi,  é uma Feira Comercial, Industrial e Agroindustrial, que ocorre a cada dois anos. Nessa feira são degustados e comercializados alguns dos melhores espumantes do Brasil e  ainda são disponibilizados produtos de todos os setores da economia (portal Fenachamp). São realizados cursos de degustação em parceria com Ibravin e vinícolas expositoras. Por fim, a Fenachamp também tem caráter eminentemente familiar.  A seguir algumas imagens da feira que se realizou no perído de  6 a 30 de outubro de 2011. 

Rainha e princesas da Fenachamp - Garibaldi 2011

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

De camisa azul, o Sr. Presidente da Cooperativa de Garibaldi, Oscar Ló

 

 

Liana Sabo, do Correio Brasiliense, Jeriel, Affonso Ritter e o Prefeito de Garibaldi, Sr. Cirano Cisilotto

Gianluca Carbone, da Marchesi di Frescobaldi esteve em São Paulo para divulgação dos vinhos Frescobaldi

No dia de 18 outubro, os vinhos Frescobaldi  foram apresentados à imprensa especializada de São Paulo em almoço com a presença de Gianluca Carbone e Diretoria de seu importador oficial, Ravin.

 

Sobre  Marchesi di Frescobaldi

O nome Frescobaldi representa tradição não só na elaboração de vinhos, mas também nas áreas de arte, da cultura e da história da Toscana, que remonta a mais de 700 anos.  A história começa com Frescobaldi Berto que adquiriu para seus filhos, propriedades rurais, entre elas casas, moinhos, vinhas, pomares e fazendas. Nos séculos XV e XVI a família florentina era uma fornecedora de vinhos que vendia para o inglês Royal Court e muitos outros estabelecimentos da família real em toda Europa, incluindo a corte papal. Gianluca Carbone, Gerente de Exportações da Marchesi di Frescobaldi, esteve em São Paulo e conduziu uma degustação dos seguintes vinhos:

 

Castello di Pomino Bianco DOC 2009  – R$ 89,00

Pater IGT 2009 – R$ 75,00

Nipozzano Riserva Chianti Rufina DOCG 2007 – R$ 115

Tenuta di Castiglioni Frescobaldi IGT 2008 – R$ 159

Castelgiocondo Brunelo di Montalcino 2006 – R$ 290

Mormoreto IGT 2008 – R$ 390

Luce IGT 2006 – Luce della Vite – R$ 690

 

A seguir a descrição e avaliação de todos vinhos:

Castello di Pomino Bianco DOC 2009  – uvas: Chardonnay e Pinot Bianco – R$ 89,00  - álcool: 12,5% – região: Toscana - palha claro brilhante. Discreto nos aromas com leves notas de frutas de polpa branca sobre um fundo floral. Muito delicado na boca, com acento mineral e boa dose de frutas cítricas. Expansivo, macio, escorregadio, de boa acidez, apresentou ótima evolução na taça. Cresceu à mesa. Avaliação: 88/100 pts.

 

Pater IGT 2009 – uva: Sangiovese – R$ 75,00 – álcool: 13% - região: Toscana – vermelho rubi brilhante de média intensidade. Aromas pouco intensos de frutas vermelhas e negras sobre mentol. No paladar é um vinho de corpo leve, taninos macios, frutado e de boa persistência. Final suave, sem rusticidade. Avaliação: 86/100 pts.

 

 

Nipozzano Riserva Chianti Rufina DOCG 2007 – uva: Sangiovese (90%) e Malvasia Nera, Cabernet e Merlot – álcool: 13,5% – R$ 115 – região: Toscana – Vermelho rubi intenso, brilhante, profundo com discreto halo granada em formação. Aromas complexos  com notas de alcaçuz, frutas negras, especiarias sobre notas terrosas. Na boca exibiu toda característica da Sangiovese com taninos presentes de qualidade muito boa, integração do álcool, fruta, madeira formando um conjunto solidamente estruturado, que só reivindica mais algum tempo para adquirir suavidade e elegância. Um vinho emblemático de excelente tipicidade. Avaliação: 89/100 pts.+

 

Tenuta di Castiglioni Frescobaldi IGT 2008 – R$ 159 – uvas: Cabernet Sauvignon (50%), Merlot (30%), Cabernet Franc e Sangiovese em partes iguais (10% cada) – álcool: 13,5% – região: Toscana – vermelho rubi intenso com alguma profundidade sem halo de evolução. Aberto nos aromas com frutas negras (ameixa e figo) sobre um fundo especiado e balsâmico. Na boca a sua entrada revela um vinho macio, de taninos redondos, expansivo e sobretudo elegante. Acidez gastronômica. Longo, intenso, termina sem adstringência. Avaliação: 89/100 pts.+

 

Mormoreto IGT 2008 – álcool: 14,5% – uvas: Cabernet Sauvignon (60%), Merlot (25%), Cabernet Franc (12%) e Petit Verdot (3%) – região: Toscana – preço:  R$ 390 – vermelho rubi intenso, profundo, quase retinto com halo púrpura. Aromas complexos com notas de couro, tabaco, frutas negras sobre  reminiscência de sous-bois. Na boca sua entrada revelou um vinho poderoso, de taninos jovens, de grande concentração, com a madeira (24 meses em barricas novas francesas) por se integrar à fruta.  Generoso no álcool e de boa acidez.  Longo, persistente, é um vinho que vai afinar na garrafa nos próximos 5/10 anos. Avaliação: 90/100 pts.++ 

 

Castelgiocondo Brunelo di Montalcino 2006 – R$ 290 – álcool: 13,5% – uva: Sangiovese Grosso – região: Montalcino/Toscana – Vermelho rubi profundo com halo granada em formação. Aromas abertos com notas de frutas negras (ameixa, figo e amora), especiarias sobre uma sugestão de alcaçuz. No paladar é um vinho tânico (qualidade muito boa), potente, salivante, longo e profundo. De longa persistência, deixa no retrogosto uma nota de mentol. Vai longe. Avaliação: 90/100 pts.++

 

Luce IGT 2006 – Luce della Vite – R$ 690 – álcool: 15% – uvas:Merlot (55%) e Sangiovese (45%) – região: Montalcino/Toscana – Em 1995, um acordo entre a família Marchesi de Frescobaldi e a vinícola da Califórnia de Robert Mondavi adquiriram uma propriedade em Montalcino detendo cada uma das partes 50%, fundando a vinícola Luce della Vite. Foi a primeira experiência da combinação da Sangiovese com a Merlot em Montalcino. Atualmente,  propriedade pertence somente ao Marchesi de Frescobaldi, que em 2007 produziu seu primeiro Brunello, a fim de sublinhar o interesse da vinícola na produção do vinho mais famoso da região. Análise organoléptica: vermelho rubi profundo com halo púrpura. Paleta de aromas complexos e sutis com notas de alcaçuz, mentol, ameixa em calda sobre um fundo de chocolate. No paladar é um vinho que se destaca por sua maciez, taninos presentes (potentes) de ótima qualidade, boa expressão de fruta com   a confirmação das notas olfativas. Álcool generoso (15%). Intensamente salivante, aveludado, amadurecido durante 18 meses em barricas de carvalho francês, este Luce é um vinho hedonista, de estilo muito particular. Avaliação: 93/100 pts.++ 

 

Agradecimento: Máxima Assessoria de Imprensa – Karina Martins – karina@maximasp.com.br e Silvia Pacolla – spacolla@uol.com.br = tel. 011 3283 2508 e 011 7673 7118

 

Vale à pena: degustação de sucos de uva na Cooperativa Vinícola de Garibaldi

Degustação de sucos de uva na Cooperativa de Garibaldi, realizada no dia 22.10.2011, na visita que fizemos a Garibaldi (RS), através de convite recebido da Cooperativa citada, que comemorou seus 80 anos abrindo suas portas para vinte jornalistas de diversas regiões do Brasil: RS, São Paulo, RJ, Brasília, Recife e Fortaleza. 

Quatro tipos de sucos de uva foram degustados: acertamos as cegas o tipo de cada um, orgânico, integral, reconstituído e adoçado

Os benefícios do suco de uva para a saúde.

Segundo a Dra. Caroline Dani, o suco de uva se tomado com habitualidade traz efeitos positivos para a saúde, pela presença de compostos fenólicos presentes na casca da uva.  Os sucos orgânicos são aqueles são elaborados sem a adição de agrotóxicos e por isso produzem mais compostos fenólicos. O Resveratrol tem poder antioxidante e combate a ação dos radicais livres. A adição de açúcar no suco reduz sua capacidade antioxidante. As Antocioaninas são responsáveis por sua cor violeta intensa do suco orgânico, cuja escolha do sistema de produção por esse método tem que ocorrer por firme convicção do produtor por ser uma forma alternativa.

A degustação de sucos de uva também foi as cegas.

 A degustação.

Os sucos orgânico, integral, reconstituído e adoçado foram degustados “às cegas”.

1a amostra: adoçado. Cor rubi violáceo com halo aquoso. Aromas herbáceos pouco intensos. Na boca o açúcar prevalece sobre a acidez. Esse tipo de suco tem uma gama imensa de apreciadores, principalmente crianças e idosos.  

 

2a. amostra: orgânico. Dos quatro sucos foi o de cor mais intensa, com reflexo púrpura. Aberto nos aromas que remetem à própria uva. Na boca mostrou  as suas maiores virtudes: concentração e fruta intensa. Denso, integrado, compacto, convidativo e sobretudo saboroso. Pode ser diluído, mas perde um pouco suas propriedades, segundo relatou a Dra. Carolina Dani. 

 

3a. amostra: reconstituído. O suco de menor intensidade de cor da degustação, como se já denunciasse sua pobreza olfativa de gustativa. Na boca não apresentou consistência. Magro, doce e pouco concentrado. Leve e fácil de beber.

 

4a. amostra: integral: concentrado na cor, muito parecido com o orgânico mas sutilmente menos intenso. Aromático lembrando a própria uva. Na boca  é mais doce que o orgânico e menos do que o adoçado e o reconstituído.  Na boca é gostoso, medianamente concentrado e também pode ser diluído.  Às cegas foi difícil distingui-lo do orgânico, mas quem escreve conseguiu acertar (somente 5 dos vinte presentes conseguiram), eis que é um pouco menos saboroso que o orgânico, o campeão da degustação. 

 

A articulada Profa. Dra. Caroline Dani proferiu rica palestra sobre os efeitos benéficos do suco de uva para a saúde

 

 

 

 

 

Conclusão

A qualidade do suco de uva da Cooperativa de Garibaldi realmente é superior. Na degustação a superioridade do suco integral e do orgânico em relação ao adoçado e reconstituído ficou evidente. São mais saborosos e concentrados ao passo que o adoçado e o reconstituído, além do gosto inferior, tem menos propriedades benéficas à saúde. Pena que na cidade de São Paulo não seja tão fácil encontrá-los, mas se o leitor encontrá-los será um compra inteligente e saudável.

Degustação Wines of Chile em São Paulo: Don Melchor 2007

O Don Melchor 2007 é o segundo vinho da esquerda para direita

 
A Wines of Chile promoveu, na noite de 11.11.11, com apoio da CH2A de Alessandra Casolato, uma degustação de vinhos ícones chilenos conduzida  por Carlos Cabral  seguida de jantar harmonizado. A degustação contou com a participação dos principais jornalistas, blogueiros e formadores de opinião. O serviço do vinho coube a Manoel Beato e sua equipe. A seguir a descrição e avaliação do Don Melchor 2007:

Carlos Cabral coordenou a degustação destinada aos jornalistas

Don Melchor 2007 (14,5% álcool – 98% Cabernet Sauvignon e 2% Cabernet Franc – 15 meses em barrica francesa 70% de primeiro uso e 30% de segundo uso) - Vermelho rubi intenso, profundo, quase retinto com halo púrpura.  Nariz  fechado com sutis notas de licor de cassis, frutas vermelhas e negras sobre um fundo de baunilha. Muito complexo já sinalizando grande potencial de evolução. Na boca taninos vivos, de fina textura e sobretudo jovens. Álcool, acidez, fruta e madeira integrados. Persistente, profundo e longo no palato, abrir este vinho no momento é quase cometer um “infaticídio viníco” de tão jovem que está. Mesmo assim não irá decepcionar quem fizer isso. Com mais dez/quinze anos de garrafa pela frente. Avaliação: 92,5/100 pts.++ 

Espumantes Adolfo Lona na Fenachamp

A seguir algumas imagens do estande produtor Adolfo Lona na Fenachamp, realizada em Garibaldi – RS – na noite de 22 de outubro de 2011: 

Estande do produtor Adolfo Lona na Fenachamp

  

Adolfo Lona tecendo considerações sobre o Consórcio dos Produtores de Espumantes de Garibaldi - CPEG para jormalistas de diversas partes do Brasil

 

 

Foram servidos os seguintes espumantes:

 

Adolfo Lona Brut Rosé – Método Charmat – Uva: Pinot Noir – cor casca de cebola, bom perlage, aromas pouco intensos e ostentando boa fruta. No paladar é leve, curto, fácil de beber.

 

Adolfo Lona Brut – Método Charmat – Uvas: Chardonnay (predominante) e Pinot Noir – boa perlage, aromas cítricos, cremoso e um pouco mais complexo do que o anterior.

 

Adolfo Lona Demi – Método Charmat – Uvas: Moscatel (Serra Gaúcha) – um pouco mais carregado na cor. Boa complexidade aromática com notas de fruta madura, mel e notas que remetem à própria uva. Na boca é prazeroso, moderadamente doce e com o frescor se destacando. Tem menos açúcar que os espumantes desse gênero. O resultado é a sua leveza. Termina sem arestas.

 

Adolfo Lona Brut Método Tradicional - Uvas: Chardonnay (predominante) e Pinot Noir. - cor palha claro, borbulhas pequenas, ótimo frescor, boa complexidade, média/longa persistência. 

 

 

Adolfo Lona Nature Pas Dosé – Método Tradicional – Uvas: Chardonnay (predominante), Pinot Noir  e uma parcela menor de Merlot vinificado em branco. Análise organoléptica: perlage delicado com bolhas pequenas, bom frescor, cremosidade e ausência de amargor. Custa menos do que R$ 50. O produtor está à procura de um representante de seus espumantes para São Paulo. 

Aniversário de Patrícia Mora foi comemorado com uma degustação temática: vinhos espanhóis

A amiga Patrícia Mora comemorou na sexta-feira, 28 de outubro de 2011, mais um aniversário regado com bons vinhos. Um deles foi o Vega-Sicilia Valbuena trazido da Espanha por Alexandre, que trouxe na mala algumas preciosidades líquidas da Península Ibérica: El Puntido, Rioja Alta Gran Reserva (todos já foram postados aqui no blog), Pago de Carraoviejas, Porto Noval, etc. A seguir algumas imagens da comemoração, ocorrida no Cabaña del Asado – Granja Viana, Cotia, São Paulo.

A Aniversariante

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Alexandre e Mendez

 

 

 

 

Em primeiro plano, Fabiano Aurélio, Sommelier da Grand Cru

Primeiras impressões: sicilianos da Wine Lovers se destacam em degustação

A importadora Wine Lovers apresentou na noite de 29 de novembro, novos vinhos da Itália que passam a integrar seu portfólio: D’Alessandro Azienda Agricola, sediada em Agrigento, Sícilia. Além de Catia e Walter Betta, da Wine Lovers estiveram presentes a Sommelière Adua Villa (Master Class), que tem um programa de TV na Itália (Rai Uno). Também esteve presente o Diretor Comercial e de Marketing  da vinícola, Daniele Lizza, que explicou detalhes que vão desde a produção das uvas até o engarrafamento dos vinhos. Foram degustados: varietais brancos de  Inzolia, Catarratto e Grillo  e dois tintos: um varietal de Nero D’Ávola e outro de Nero D’Ávola com Syrah. A seguir algumas imagens do evento:

 

os vinhos D'Alessandro agradaram bastante por seu frescor e respeito ao caráter varietal de cada cepa.

 

Daniele Lizza e Adua Villa

 

 

Os vinhos estão avaliados no Due Mille Vini 2012

 

MATÉRIA COMPLETA EM DEZEMBRO DE 2011