A importadora Wine Lovers apresentou na noite de 29 de novembro, novos vinhos da Itália que passam a integrar seu portfólio: D’Alessandro Azienda Agricola, sediada em Agrigento, Sícilia. Além de Catia e Walter Betta, da Wine Lovers estiveram presentes a Sommelière Adua Villa (Master Class), que tem um programa de TV na Itália (Rai Uno). Também esteve presente o Diretor Comercial e de Marketing da vinícola, Daniele Lizza, que explicou detalhes que vão desde a produção das uvas até o engarrafamento dos vinhos. Foram degustados: varietais brancos de Inzolia, Catarratto e Grillo e dois tintos: um varietal de Nero D’Ávola e outro de Nero D’Ávola com Syrah. A seguir algumas imagens do evento:
os vinhos D'Alessandro agradaram bastante por seu frescor e respeito ao caráter varietal de cada cepa.
Na tarde de 21 de novembro de 2011, realizou-se mais uma prova exclusiva de vinhos portugueses promovida pela Comissão Vitivinícola Regional do Dão em São Paulo com apoio da CH2A – Assessoria de Imprensa, com a presença de onze produtores, muitos deles sem importadores para os seus vinhos no Brasil.
A Dão Sul é uma empresa fundada em 1990 e combina o enorme potencial dos vinhos portugueses com enoturismo. O sucesso da Dão Sul/Global Wines se assenta numa estratégia de reconversão das vinhas e do elevdo cuidado de todos os seus processos de vinificação em modernas adegas. Cabriz, Casa de Santar e Paço de Cunhas de Santar e Grilos são as três principais propriedades e marcas do grupo Dão Sul na região do Dão, onde a empresa nasceu e tem sua sede.
Espumante Quinta de Cabriz
Quinta de Cabriz Encruzado 2010
Vinhos degustados:
Cabriz Espumante Bruto Branco
Cabriz Colheita Seleccionada Branco 2010
Cabriz Colheita Seleccionada Tinto 2009
Cabriz Encruzado Branco 2010
Cabriz Reserva Tinto 2008
Cabriz Touriga Nacional 2009
Conclusão
Degustamos os vinhos Cabriz e todos apresentaram relação preço-qualidade bastante favorável ao consumidor consoante a melhor tradição do Dão. A novidade é que agora são importador pela Interfood, importadora que faz um bom trabalho de divulgação e distribuição das marcas que integram seu portfólio.
Na tarde de 21 de novembro de 2011, realizou-se mais uma prova exclusiva de vinhos portugueses promovida pela Comissão Vitivinícola Regional do Dão em São Paulo com apoio da CH2A – Assessoria de Imprensa, com a presença de onze produtores, muitos deles sem importadores para os seus vinhos no Brasil.
Enólogos da importadora Épice:Carlos e Regiane.
Fundada em 1927 em Sangalhos por 11 associados, a Aliança conta com mais de 80 anos de vida e 500 hectares de vinhas na principis regiões produtoras de Portugal. Logo no início de sua atividade passou exportar pra o Brasil, África e Europa. Hoje, mais de 50% de sua produçõ destina-se à exportação, sobretudo de vinhos, espumantes e aguardentes, imagem de marca da Aliança em Portugal e nos cerca de 60 países para onde exporta. A Quinta da Garrida possui cerca de 100 hectares em Vila Nova de Tazem e seu vinhos já receberam as seguintes distinções:
Quinta da Garrida Dão Tinto 2008 – ouro no Wine Challenge de Londres, considerado Best Value na Wine Spectator com 87/100 pts. e excelentes pontuações na Revista de Vinhos de Portugal. No Brasil, seus vinhos são importados e distribuídos por Épice, Licínio Dias/Casa dos Frios – Recife e Casa Santa Luiza – São Paulo.
Vinhos degustados:
Quinta da Garrida Dão ReservaBranco 2010
Quinta da Garrida Dão Tinto 2008
Quinta da Garrida Dão Reserva Tinto 2008
Quinta da Garrida Dão Touriga Nacional 2005
Conclusão
O Quinta da Garrida Dão Tinto 2008 não decepcionou. Custa cerca de R$ 60 e tem relação preço-qualidade. Os demais também são vinhos de grande tipicidade e que valem o preço.
Na tarde de 21 de novembro de 2011, realizou-se mais uma prova exclusiva de vinhos portugueses promovida pela Comissão Vitivinícola Regional do Dão em São Paulo com apoio da CH2A – Assessoria de Imprensa, com a presença de onze produtores, muitos deles sem importadores para os seus vinhos no Brasil.
Do lado esquerdo, Pedro Dourado, Embaixador da Lusovini no Brasil
A Lusovini é uma empresa que produz vinhos nas principais regiões vinícolas portuguesas: Alentejo, Bairrada, Vinho Verde, Dão, Douro, Tejo, Porto e espumantes. Na região do Dão já está a produzir vinhos há mais de 20 anos e representa o que de melhor a região pode oferecer. Possui IFS, certificação ISO 9001, ISO 14001, Acordo de Produção Limpa (CPL) e Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (HACCP). Comercializa seus vinhos em mais de 30 países e possui centros de distribuição em Luanda (Angola) e agora no Brasil, em São Paulo: Rua Campos Vergueiro 20, Lapa, cep 05095-020, tel 011 3641 7972.
Vinhos que puderam ser degustados na tarde de 21.11.2011:
Flor de Nelas Tinto Colheita 2009
Flor de Nelas Tinto Seleção 2009
Flor de Nelas Tinto Reserva 2008
Flor de Viseu Tinto Tradition 2009
Pedra Cancela Branco 2010
Quinta dos Pinhanços Branco 2009
Quinta dos Pinhanços Tinto Reserva 2007
Pedra Cancela Tinto Reserva 2009
Pedra Cancela Touriga Nacional 2009
Altitude Edição Limitada – Branco 2009
Altitude Edição Limitada – Tinto 2007
Conclusão
Provamos todos vinhos e gostamos. Destaque para o “topo de gama” Altitude branco e tinto.
Altitude, vinho elaborado com Touriga-Nacional (65%) e diversas castas de vinha velha (35%), amadurecido 18 meses em cascos de carvalho allier.
Na noite de 24 de novembro, a loja Wine House em parceria com a Viña Concha y ToroBrasil promoveram com a presença da Enóloga da VCT Maria Alejandra Vallejo, um Wine Dinner que contou com mais de 200 pessoas. Foram harmonizados pratos dachurrascaria Baby Beef (Av. Marginal Pinheiros 16.741 – Morumbi – e-mail: babybeef.morumbi@gmail.com) com os seguintes vinhos:
Carpaccio de Tako (carpaccio de polvo marinado e polvo japonês) – Terrunyo Sauvignon Blanc 2008 – palha com reflexo dourado, aromas típicos com grama cortada, maracujá, ótimo frescor e muito longo no palato, sem arestas.
Oruga de galinha d’angola e queijo italiano – burrata ao ragu de funghi – Marques de Casa Concha Cabernet Sauvignon 2009 - escurão na cor com reflexo púrpura, aromas abertos com licor de cassis sobre framboesa, boca tânica (qualidade muito boa), corpo pleno e final secante. Vai evoluir na garrafa.
Steak (100% Wagyu) com arroz de alho negro – Don Melchor 2006 - profundo e intenso na cor, aromas complexos com tabaco, licor de cassis, madeira, vegetais, boca expansiva, taninos finos, denso, mastigável, longo, um dos melhores Don Melchor de safra par dos últimos anos.
Sonho de Figo - Concha y Toro Late Harvest 2007 – amarelo com reflexo dourado, aromas complexos com notas florais, fruta tropical madura sobre um fundo de favo de mel. Na boca é um vinho que apresenta bom equilíbrio entre frescor de dulçor. Fácil de beber, chega a ser guloso.
A seguir algumas imagens do evento:
Sob o olhar da Enóloga da VCT Maria Alejandra Vallejo, os vinhos na ordem inversa da degustação: Late Harvest 2007, Don Melchor 2006, Marques de Casa Concha Cabernet Sauvignon 2006 e Terrunyo Sauvignon Blanc 2006
Clóvis com Don Melchor 2006
Na tela, os vinhedos de Don Melchor
Alejandra e Sérgio Prandini, ganhador da única garrafa de Don Melchor 2006 sorteada na noite do Wine Dinner
Quase duzentas compareceram no Wine Dinner VCT-Baby Beef
Na tarde de 21 de novembro de 2011, realizou-se mais uma prova exclusiva de vinhos portugueses promovida pela Comissão Vitivinícola Regional do Dão em São Paulo com apoio da CH2A – Assessoria de Imprensa, com a presença de onze produtores, muitos deles sem importadores para os seus vinhos no Brasil.
Um produtor que chamou atenção pela qualidade de seus vinhos foi a Casa da Passarela, que os produz à partir de 7 vinhas distintas sendo que cada uma exibe as particularidades de seu terroir. O processo de produção respeita a tradição da casa: o amadurecimento se dá em barricas de carvalho francês e americano, permitindo apresentar vinhos diferentes na relação fruta-madeira. Todos processos de produção são submetidos a um elevado e permanente controle de qualidade, inclusive o engarrafamento, tudo isso com objetivo de oferecer vinhos que sempre identificaram a Casa da Passarela ao longo da sua história secular.
Puderam ser degustados:
Casa da Passarela Rosé 2010 – 2,50 Euros na origem - exibiu cor atraente e convidativa. Na boca, corpo magro e o frescor é o seu maior destaque. Avaliação: 85/100 pts.
Casa da Passarela Colheita 2008 - 2,50 Euros na origem – vermelho rubi intenso. Aromas abertos com frutas vermelhas e negras. Boca simpels e direta com taninos redondos. Avaliação: 87/100 pts.
Casa da Passarela Colheita Seleccionada 2008 - muito parecido com o vinho anterior, só que um pouco mais elegante. Avaliação: 87,5/100 pts.
Casa da Passarela Reserva 2008 – 5,00 Euros na origem - denso, carnudo, estruturado e vigoroso. Avaliação: 88/100 pts.
Casa da Passarela Vinhas Velhas 2008 - 7,50 Euros na origem – Bastante intenso na cor, complexo nos aromas e largo no meio de boca. Intenso, sboroso e persistente. Avaliação: 89/100 pts.
Conclusão
Os vinhos foram provados e aprovados. O produtor busca importador. Mais informações no link “contatos” deste blog. O perfil é moderno sem perder a tipicidade dos vinhos do Dão, normalmente de boa qualidade por preços competitivos, que torna possível sua importação regular para o Brasil.
Na noite de 22.11 realizou-se, no Restaurante Poivre, jantar harmonizado com vinhos da importadora MS Import com a presença de toda equipe dessa importadora, inclusive de Marcos Simonsen. Mais de 30 pessoas estiveram presentes e puderam harmonizar os vinhos Sur de Los Andes, Lima Mayer e Cinco Tierras com os deliciosos pratos do restaurante, com destaque para o “Filet ao Poivre”. Na oportunidade pudemos tecer comentários sobre essa harmonização. Parabéns ao parceiro Clóvis Pavan, equipe MS Import e brigada do Poivre (destaque ao Pimenta), sem os quais o evento não teria sido exitoso como foi. A seguir a relação dos vinhos:
Sur de Los Andes Torrontés (San Juan) 2010 -
Sur de Los Andes Premium Chardonnay 2009 -
Lima Mayer VRA 2008 -
Sur de Los Andes Malbec Reserva 2008 -
Cinco Tierras Bonarda 2008 -
A seguir algumas imagens do evento:
Os vinhos da MS Import foram vendidos com até 35% de desconto na noite do jantar harmonizado
Marcos Simonsen com uma garrafa do Cinco Tierras Bonarda
Sur de Los Andes Torrontés 2010: aromas finos, boca delicada e ausência de amargor. Vendido com desconto por R$ 27, recebeu vários elogios. Não é tão aromática como a de Salta, mas é bem mais elegante do que a mendocina.
Sur de Los Andes Chardonnay 2009 - um vinho fresco, fácil de beber
Lima Mayer Subsídio VRA 2008: confirmou sua vocação gastronômica pontada pelo respeitado crítico português João Paulo Martins na edição 2012 de seu célebre "Vinhos de Portugal"
O Sur de Los Andes Malbec reserva 2008 apresentou boa capacidade de hrmonização, principalmente com o prato principal "Steak Au Poivre" (Filet Mignon grelhado com pimenta e batata cozida). O filet e batata harmonizaram com o vinho, já a pimenta......
Aqui o prato que dá nome ao restaurante
Cinco Tierras Bonarda - vinho redondo, frutado, fácil de beber e de ótima tipicidade
Na tarde de 21 de novembro de 2011, realizou-se mais uma prova exclusiva de vinhos portugueses promovida pela Comissão Vitivinícola Regional do Dão em São Paulo com apoio da CH2A – Assessoria de Imprensa, com a presença de onze produtores, muitos deles sem importadores para os seus vinhos no Brasil.
Uma das mais tradicionais regiões produtoras de vinhos de Portugal e berço daquela que é considerada a mais nobre das castas tintas – a Touriga Nacional –, o Dão surpreende e aumenta a exportação de brancos para o Brasil, contrariando uma tendência do mercado brasileiro em consumir mais tintos.
Ocupando atualmente a terceira posição no ranking de exportações dos vinhos do Dão, o Brasil importou, nos dez primeiros meses de 2011, 22% a mais que no mesmo período no ano passado. Este crescimento abrange todas as gamas – tintos, brancos e rosés – mas foram os brancos que registaram o maior aumento. “O dobro em relação a 2010”, afirma Arlindo Cunha, presidente da Comissão Vitivinícola Regional do Dão.
Culinária brasileira
Segundo Cunha, “os vinhos brancos do Dão apresentam aromas frutados, complexos e delicados, frescos na boca e com acidez equilibrada, harmonizando com a culinária brasileira, com o clima tropical do país e, principalmente, com os dias quentes do verão”.
Para apresentar as características singulares de uma das mais tradicionais regiões vitivinícolas do mundo, os produtores Álvaro Castro, Casa da Passarela, Caves Aliança, Dão Sul, FTP Vinhos, Lusovini, Quinta das Camélias, Quinta do Carvalhão Torto, Quinta do Cerrado, Quinta de Lemos e Seacampo .
Arlindo Cunha, que foi ministro da Agricultura e Deputado do Parlamento Europeu, completa: “A expectativa é que as negociações entre a União Europeia e o Mercosul conduzam à redução de medidas protecionistas atualmente aplicadas aos vinhos portugueses no Brasil, o que levará, consequentemente, a um aumento ainda mais significativo nas nossas exportações para o mercado brasileiro”.
Vinhos Quinta de cabriz agora na Interfood
Enólogos da importadora Épice de São Paulo
Vinhs Casa da Passarela. Perfil moderno sem perder tipicidade
Com a presença de Evandro, Lucas, Clóvis e José Luiz, foi realizada uma degustação dos vinhos verdes Estreia no Ráscal Itaim-Bibi. A seguir algumas imagens dessa degustação:
Da esquerda para direita: Vinhos Verdes Estreia Branco, Rosado e Tinto
José Luiz, André e JerielNo lado esquerdo os vinhos verdes Estreia: branco, rosado e tinto
A Equipe do Ráscal preocupa-se com o atendimento dos clientes
Clóvis, Anderson e Lucas
A seleta equipe de degustadores: Clóvis, Lucas, José Luiz, Jeriel e Evandro
Estreia Vinho Verde 2010 – álcool: 11% – uvas: Loureiro (85%), Trajadura (7,5%) e Arinto (7,5%) – palha claro com reflexo esverdeado. Aberto nos aromas com notas florais, frutas brancas sobre um fundo mineral. Na boca a sua entrada revela um vinho fresco, vivaz, com alguma efervescência, leve agulha e toques cítricos. Um vinho bem feito, harmonioso, sem defeitos que serve para “limpar a boca” antes de uma refeição. Tem bom corpo e final sem arestas. Avaliação: 87,5/100 pts.
Estreia, Vinho Verde Rosado, 2010 - álcool: 11% – uvas: Vinhão (60%), Borraçal (30%) e Espadeiro (10%) – sem importador – atraente cor rosada de matiz cereja brilhante. Aromas intensos com as frutas vermelhas sobressaindo, notas de morangos, cerejas e tutti-frutti. Na boca o seu frescor, potência e fruta chamam atenção. A casta Vinhão participa na proporção de 60% do corte e confere estrutura ao vinho, que tem perfil mineral sem ser cansativo e sem ocultar a fruta. Taninos leves os quais encontram contraponto na acidez salivante. Um vinho festivo, gostoso, que recebeu elogios e cujo perfil vai agradar os brasileiros. Bom para refeições leves, petiscos e peixes. Avaliação: 88/100 pts.
A importadora Cantu participou do “Wine Day Net Drinks”.Nicolás Farias Torres esteve presente no dia 19.10.2011, no “Espaço Pinheiros” e, gentilmente serviu os vinhos abaixo relacionados:
Châteaux de Porcieux Rosé 2010 – R$ 64
Ciconia VR Alentejano 2009 – R$ 28,90
Dominio Del Plata Malbec BenMarco Malbec 2008 – R$ 66,90
Dominio Del Plata Crios Syrah/Bonarda 2009 – R$ 37,40
96-100 pts. Espetacular
90-95 pts. Excelente
85-89 pts. Muito Bom
80-84 pts. Bom
75-79 pts. Regular
50-74 pts. Fraco
símbolo + após a nota = vinho que tem condições de envelhecer bem nos próximos 0-5 anos
símbolo ++ após a nota = vinho que tem condições de envelhecer bem nos próximos 5-10 anos ou mais