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Casa Flora inaugura filial no Rio de Janeiro

A Casa Flora, tradicional atacadista e importador de São Paulo, abriu no fim de 2011 sua filial na cidade do Rio de Janeiro
Humberto Carcamo - Gerente Geral Casa Flora Rio de Janeiro; Roland Villard - Hotel Sofitel; Luciana Froes - O Globo; Jaime Chavier - Supermercado Zona Sul; Antonio Carvalhal Neto - Diretor Casa Flora.
Foi inaugurada em dezembro, numa charmosa rua de Botafogo, a sede carioca da Casa Flora Importadora.
Com a presença de jornalistas, principais clientes e formadores de opinião, foi aberto oficialmente o show-room com a linha de vinhos e produtos gourmet.
O projeto estava sendo implantado desde o começo de 2011, quando o local foi escolhido para abrigar a filial Rio.
Uma reforma total foi realizada no imóvel, a fim de abrigar todas as necessidades da filial, tais como, depósitos climatizados para vinhos e alimentos, show-room, cozinha gourmet para a realização de aulas, treinamentos e pequenos eventos.
O imóvel possui 3 andares, sendo o último um belíssimo terraço, com vista para o Corcovado, onde se pode organizar degustações ao ar livre. Mas há também espaços internos destinados a essa função.
A gerência da filial Rio está a cargo de Humberto Carcamo.
A filial está preparada para o atendimento aos clientes que desejarem fazer suas compras, bem como aulas, degustações, treinamento de brigada e eventos.

Humberto Carcamo - Gerente Geral Casa Flora Rio de Janeiro; Roland Villard - Hotel Sofitel; Luciana Froes - O Globo; Jaime Chavier - Supermercado Zona Sul; Antonio Carvalhal Neto - Diretor Casa Flora.

A Casa Flora, tradicional atacadista e importador de São Paulo, abriu no fim de 2011 sua filial na cidade do Rio de Janeiro


Serviço: Casa Flora Importadora – Filial Rio de Janeiro
Rua Prof. Alfredo Gomes, 18 (Botafogo) – estacionamento no local
Atendimento: de seg. a sexta-feira, das 08h00 as 18h00
Estacionamento ao lado do imóvel
Tel. (21) 3178-0016 ou 2226-3905

Suco de uva está na moda

O suco 100% de uva brasileiro está na moda. A partir desta quinta-feira (19) e até a próxima terça-feira (24), o produto que mais cresce no setor vitivinícola estará presente no São Paulo Fashion Week. Seis empresas que elaboram suco com 100% de fruta, sem adição de água nem açúcar, promoverão a degustação de seus produtos no maior evento de moda do país. Galiotto, Casa Madeira, Cooperativa Vinícola Garibaldi, Perini, Gran Legado e Campestre foram reunidas pelo Ibravin (Instituto Brasileiro do Vinho), em parceria com a Abest (Associação Brasileira de Estilistas) e a Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecções).

A estreia do suco 100% uva será no lounge da Abit e da Abest na Fundação Bienal, no Parque do Ibirapuera, sede dos lançamentos do inverno 2012 da 32ª edição do São Paulo Fashion Week, que este ano receberá estrelas como o ator Ashton Kutcher, Alessandra Ambrosio e Rosie Huntington-Whiteley, uma das mulheres mais belas do mundo, modelo da Victoria’s Secret e estrela do filme “Transformers”.

O local receberá diariamente cerca de 300 pessoas, entre estilistas, jornalistas, formadores de opinião e convidados vip das associações organizadoras. Cada empresa participante é responsável por abastecer o lounge com um de seus sucos 100% uva durante um dia, de forma exclusiva. A agenda é a seguinte: Galiotto (dia 19), Casa Madeira (20), Cooperativa Vinícola Garibaldi (21), Perini (22), Gran Legado (23) e Campestre (24).


No folder entregue sobre os produtos e as empresas, o Ibravin aproveita para explicar a diferença entre os diversos tipos de suco de uva disponíveis no mercado. O suco integral tem 100% da fruta, sem adição de água ou açúcar. O néctar tem até 30% de fruta (uva), é diluído em água e adoçado. A bebida ou refresco de uva possui de 8% a 30% de fruta ou polpa, é diluído em água e pode ser adoçado. E o suco desidratado tem 1% da fruta, pois é obtido pela desidratação do suco integral.

“Em um ambiente que consagra a beleza, cuidar da saúde é fundamental, e o suco 100% uva carrega uma série de benefícios à saúde”, afirma o gerente de Marketing do Ibravin, Diego Bertolini. “Suco de uva está na moda. Fechamos o ano passado com quase 30% de crescimento nas vendas do suco 100% uva, que além de ser refrescante, faz muito bem pra saúde”.


Em alta

Segundo levantamento do Ibravin, o mercado de suco de uva tem crescido a uma média de 15 a 20% por ano, sendo que os sucos integrais (com 100% da fruta) têm incremento ainda maior, ao redor de 30%. “Toda a produção tem sido absorvida, o que leva as empresas a apostarem nesse produto”, comenta Bertolini. Em três anos, a comercialização de suco de uva 100% natural aumentou 132% no Brasil, passando de 13,7 milhões de litros em 2007 para 31,8 milhões de litros em 2010. A expectativa é fechar 2011 com um volume recorde no Brasil: a colocação de mais de 40 milhões de litros de suco 100% uva.

A demanda crescente pelo suco de uva 100% natural está modificando a realidade no campo. Nas duas últimas safras, a metade das uvas comuns (americanas ou híbridas) colhidas no Rio Grande do Sul, estado responsável por cerca de 90% da produção brasileira, foi destinada para a produção de suco. Nos anos anteriores, a média ficava em 30%. “Isso se deve à crescente aceitação dos consumidores ao suco de uva, especialmente o 100% integral, que não contém adição de água nem açúcar”, avalia o gerente de Marketing do Ibravin.

Saúde

Segundo estudo publicado no site das pesquisadoras Caroline Dani, Livia Oliboni, João Henriques e Mirian Salvador, a uva, que é a variedade de fruta mais cultivada no mundo, – e o seu suco – “induzem uma importante atividade antioxidante, antiplaquetária, antitumoral e antimutagênica”.

Ou seja, pesquisas apontam que os sucos de uva, tanto branca quanto tinta, são ricos em compostos bioativos capazes de diminuir o dano causado pelo estresse oxidativo, auxiliando na prevenção de muitas doenças relevantes, como câncer, doenças cardiovasculares e neurológicas. “O suco de uva pode ser incluído na dieta de crianças e pessoas idosas, casos em que bebidas alcoólicas não são indicadas”, sugerem os pesquisadores.


Peculiaridade
Uma das virtudes de todo suco natural é ter características organolépticas marcantes da fruta que o gerou, aponta o enólogo Adolfo Lona. No caso dos sucos de uva, os provenientes de variedades de origem europeia, utilizadas para obter vinhos finos como Chardonnay, Riesling, Merlot e Cabernet Sauvignon, não apresentam as características da casta. “São neutros, sem graça”, diz ele. “Já os elaborados a partir de uvas da espécie Americanas e/ou híbridas como Concord, Seibel e Isabel – abundantes na Serra Gaúcha – são extremamente ricos em aromas e gosto de uva”, assegura Lona.

É por este motivo que o suco brasileiro é muito apreciado e raro, porque na grande maioria dos países produtores o cultivo das espécies americanas é proibido, como na França, por exemplo. Tradicional produtor e exportador de suco concentrado, o Rio Grande do Sul possui indústrias existentes desde a década de 70, estando entre as mais modernas do mundo. Adolfo Lona garante que o consumidor que provar o suco de uva brasileiro irá descobrir um produto natural, puro, integral e sem álcool. E mais: “que reúne todos os benefícios à saúde que os derivados das uvas tintas oferecem devido à presença do resveratrol”.

 

Para ler, imprimir e ir às compras: saldão de vinhos

crédito da imagem - portal lphbrasil

O Caderno  ”Comida”  da  Folha de São Paulo  de hoje,   publicou interessante matéria denominada “Saldão de Vinhos”, com indicações de vinhos que poderão ser adquiridos nas várias promoções existentes no mês de janeiro de 2012 com descontos de até 70%. A matéria de Patrícia Jota ocupa três páginas do jornal  e além de indicar vinhos, dá dicas para comprar bem. Este blogueiro no intuito de facilitar a vida dos consumidores transcreve abaixo os vinte e quatro vinhos indicados por Patrícia Jota e mais dois especialistas:

1. Cono Sur Bicicleta 2008 – Expand/Chile – De R$ 28,50 por R$ 19,95

2. La Ronciere Reserva Shiraz 2008 – KMM/Chile – De R$ 49 por R$ 27 – Já foi analisado neste blog e aprovado.

3. Castello Banfi-Centine Rosato IGT 2007 – World Wine/Itália – De R$ 66 por R$ 29,90

4. Casa Marguery Malbec 2009 – Vinea/Argentina – De R$ 65 por R$ 32,50

5. Festivo Malbec 2009 – Ana Import/Argentina – De R$ 49 por R$ 36,75

6. Mionetto Prosecco Valdizze Brut – World Wine/Itália – De R$ 64 por R$ 39,90

7. Piera Martellozzo Prosecco Incontri – Vinea/Itália – De R$ 58 por R$ 40,60 - analisado neste blog e aprovado.

8. Villa Matilde Falanghina IGT Campania 2009 – Vinea/Itália – De R$ 83 por R$ 41,50 - analisado neste blog e aprovado.

9. William Cole Winemaker’s 2007 - Ana Import/Chile – De R$ 75 por R$ 52,50

10. Elias Mora 2005 – Casa do Porto – Casa do Porto/Espanha – De R$ 78 por R$ 54,60

11. Peter Lehmann Riesling 2008 – Expand/Alemanha – De R$ 85 por R$ 59,50

12. Château Citran 2006 – World Wine/França – De R$ 126 por R$ 69,90

Veja a lista completa dos vinhos em promoção por importadora no link folha.com/no1035192 

 

SEGUNDA LISTA

 

1. Corte Alla Flora Verone IGT 2005 - Ana Import/Itália - De R$ 148.80 por R$ 74,40 - analisado neste blog e aprovado.

2. Domaine Olivier Guyot – Bourgogne Pinot Noir 2007 – World Wine/França – De R$ 140 por R$ 79,90

3. J. L. Wolf Pechstein Riesling Spätlese 2006 – Expand/Alemanha – De R$ 118 por R$ 82,60

4. T-Oinos Assyrtico 2008 - World Wine/Grécia – De R$ 295 por R$ 99,90

5. Champagne Máxime Blin Carte Blanche Brut – Vinea – De R$ 158 por R$ 110,60 - analisado neste blog e aprovado.

6. Quinta de La Quietud 2003 – Casa do Porto/Espanha – De R$ 160 por R$ 112

7. Lafken Garage Wine 2007 – Vinissimo/Chile – De R$ 240 por R$ 144

8. Clos Mathis Riesling 2006 – Zahil/França – De R$ 243 por R$ 145,80

9. Champagne Delamotte Blanc de Blanc Brut – World Wine – De R$ 258 por R$ 149,90

10. Casa de Santa Eufêmia Porto Vintage 2003 – World Wine - De R$ 302,00 por R$ 149,90

11. El Albar Excelencia 2005 – Zahil/Espanha – De R$ 276 por R$ 179,40

12. Silvio Nardi Brunello di Montalcino Manachiara 2001 – Ana Import – De R$ 496 por R$ 347,20

 

Veja a lista completa dos vinhos em promoção por importadora no link folha.com/no1035192 

Ibravin projeta quebra de 20% na safra de uva no Rio Grande do Sul

A safra de uva este ano no Rio Grande do Sul deve ter uma quebra de 20%. A projeção foi feita pelo Ibravin (Instituto Brasileiro do Vinho) nesta segunda-feira (16). “A metade das perdas são em consequência do granizo que atingiu os parreirais no Estado, responsável por cerca de 90% da elaboração brasileira de vinhos e 55% da produção de uvas. A outra metade é por conta da estiagem”, afirma o presidente do Conselho Deliberativo do Instituto, Alceu Dalle Molle. Assim, a colheita este ano deve somar de 560 a 600 milhões de quilos de uva. Na safra passada, o RS colheu a maior safra da sua história, com 707,2 milhões de quilos de uvas tiradas das videiras gaúchas. Em 2010, foram colhidos 526,8 milhões de quilos.

Mesmo com o prejuízo em volume, a safra de 2012 deve ser a terceira maior da história do RS, só perdendo para a de 2011 e a de 2008, que teve a colheita de 634 milhões de quilos de uva. “A perda é irreversível. Os grãos já estão formados agora, só irão amadurecer”, salienta o diretor-executivo, Carlos Raimundo Paviani. Em termos qualitativos, a safra deste ano sofreu a ocorrência do fenômeno La Niña, que trouxe em clima mais seco, com menos incidência de chuvas. “A menor quantidade será compensada, se o clima continuar favorável, por uma excelente qualidade da matéria-prima”, diz Paviani. Segundo ele, se as videiras gaúchas não tivessem sofrido com o granizo e com a seca, esta seria a maior safra já colhida no Estado. “Era para ser uma safra cheia, superior a 750 milhões de quilos”, lamenta.

 

Chamán Gran Reserva Malbec 2006

“Nosso desejo é trazer os sabores característicos do Vale de Lolol (Colchágua), consistentes no tempo e possuidores de uma tipicidade única. Um clima com influência única,  a diversidade de solos proporciona  o perfeito amadurecimento das uvas, gerando vinhos de excelente qualidade, com aroms, concentração e estrutura únicos. Assim nasceu Chamán, vinho nobre e amável, antesala de todas nossas linhas de vinhos”. – Fonte: portal da Viña Santa Cruz.

“A vinícola Santa Cruz é propriedade do empresário Carlos Cardoen. É a única vinícola do Vale de Colchágua que apostou cem por cento na zona de  Lolol (região mais próxima do mar). Seu estilo tende aos vinhos frescos, com corpo médio e de muito boa acidez, o que sempre se agradece. A linha Chamán é um exemplo muito bom desse estilo” – Fonte: Guia Descorchados 2011

Já na edição 2007 do Guia Descorchados do crítico chileno Patrício Tapia afirmava, sobre a Viña Santa Cruz,  que: “finalmente chegaram ao mercado os vinhos da zona de Lolol, sudoeste do vale de Colchágua,  do empresário Carlos Cardoen. Já são bons, alguns muito bons. O que mais me agrada é que pouco a pouco uma zona fresca está sendo interpretada dentro da lógica quente do vale que enseja vinhos especiados e de acidez muito boa. O exemplo dado por Lurton com seus Cabernets potentes, aqui se sente algum parentesco. É uma questão de passar as safras. O vale de Lolol está cada vez mais interessante”.

 

Chamán Gran Reserva Malbec 2006 – álcool: 14,5% – uvas: Malbec (92%) e Cabernet Sauvignon (8%) – preço: R$ 95 -  importado por Wine Lovers -  Este é um vinho de aromas que lembram violetas e frutas frescas vermelhas como cerejas e ameixas, com um pouco de pêssego no final, as características dos vinhos de zonas frias (Lolos é uma subzona de Colchágua muito frsca). Apresenta uma cor vermelho-rubi agradável, com a presença de taninos, frescor e um toque sutil elegante. O paladar é carnudo e mantém o frescor do nariz, com taninos macios, acidez brilhante e um final frutado saboroso. Uvas colhidas à mão em caixas de 12 quilos, vinificação tradicional, seleção manual antes de desengace, seguido por uma segunda seleção de uvas sobre uma mesa vibratória. A fermentação ocorreu com  leveduras naturais em tanques de 6.500 e 13.000 litros. A fermentação alcoólica ocorreu em temperatura controlada a 24-26 º C durante 2 semanas. Depois, 50% do volume foi amadurecido em barricas francesas de primeiro e segundo uso  durante 8 meses. Gastronomia:  costeletas de cordeiro com molho  balsâmico, cereja e hortelã ou desfrutar com um filé mignon com batata assada e molho Malbec. Perfeito com queijos defumados, também com patos, perus e aves domésticas.  Sirva em temperatura ambiente (17-18 º C).

Clima favorável leva otimismo à colheita na Domno do Brasil

O mesmo clima seco provocado pelo fenômeno La Niña que preocupa o setor de grãos, leva aos produtores vitivinícolas a certeza de uma boa safra em 2012. Na Domno do Brasil, a colheita das variedades brancas foi iniciada nesta terça-feira (10 de janeiro), já dando sinais de qualidade superior à safra passada.  O enólogo da vinícola, Daniel Dalla Valle, destaca que os vinhedos estão em perfeitas condições de maturação e que, apesar de ainda ser cedo para previsões, as expectativas são de bons vinhos base para espumantes e vinhos a partir desta safra. “As uvas estão maturando muito bem, a quantidade está menor do que o ano passado, mas tudo indica que a qualidade vai superar 2011”, afirma.

 

A ocorrência espaçada de chuvas e as altas temperaturas formam o clima ideal para o maturação das uvas. E se no ano passado a Domno já observou uma boa safra para produção de espumantes, este ano promete ser ainda melhor, como comprovam os exemplares já colhidos das variedades Chardonnay e Pinot Noir, as primeiras a serem retiradas das videiras. “Deu pra perceber que a Pinot Noir está muito boa”, aponta Dalla Valle. Ele lembra, porém, que essa é uma impressão inicial das uvas, que ainda precisam ser levadas à fermentação para indicar qualidade dos vinhos elaborados com elas.

 

O enólogo argumenta que o momento da colheita também é fundamental para o resultado final dos vinhos e espumantes, e não somente as condições climáticas. Se o clima persistir na atual situação, as uvas tintas também devem ter qualidade superior a 2011. Na Domno do Brasil, o principal cultivo entre as tintas é a Cabernet Sauvignon, que deve ser colhida a partir da segunda quinzena de fevereiro, quando elas devem atingir o nível de açúcar ideal para elaboração de vinhos.

 

A última vez que o fenômeno La Niña havia resultado em uma safra tão positiva foi em 2005, ano que rendeu ótimos vinhos oriundos da produção gaúcha. Para Dalla Valle, essa situação não apenas deve se repetir, como pode ser até superada. “As uvas estão de iguais para melhores do que em 2005, é claro que a seca e o calor tiveram forte influência”, diz o enólogo.

 

Cooperativa Vinícola Garibaldi deve colher uma das melhores safras da história

O clima seco e quente está gerando uma ótima perspectiva sobre a safra na Cooperativa Vinícola Garibaldi. Diante das condições ideais para o plantio da uva, a vinícola dá a largada à colheita das uvas brancas nesta quarta-feira (11). Pelos primeiros exemplares recebidos, já se percebe qualidade bastante superior à safra de 2011. O enólogo da Garibaldi, Gabriel Carissini, revela que maturação das uvas Chardonnay, as primeiras a serem colhidas, está ideal, com equilíbrio entre açúcar e acidez. Além disso, o especialista destaca o resultado da colheita possibilitado pelo clima. “Teremos, provavelmente, uma das melhores safras da história em qualidade”, sentencia Carissini.

Fonte: DOC Assessoria e Comunicação

Mesmo com os altos ganhos em qualidade, a seca traz como contrapartida a redução no volume de uvas colhidas. Ainda assim, a Garibaldi deve se manter no mesmo patamar de 2011, reduzindo suas expectativas para 2012 em 10% a 15% em quantidade, fator que não tira o otimismo da cooperativa. Carissini revela que as boas condições para o plantio também devem incidir em uma qualidade excepcional no caso das uvas tintas, que começam  a ser  colhidas na segunda quinzena de fevereiro. “A sanidade das uvas está muito boa, pois com a seca os fungos não conseguem se desenvolver, então tudo indica que as outras uvas também vão ser excelentes, assim como a Chardonnay, até porque o clima seco influencia muito mais as uvas tintas do que as base de espumante”, explica o enólogo.

Carissini lembra que o fenômeno La Niña, que hoje afeta o clima do Rio Grande do Sul, já havia rendido uma das melhores safras já observadas em 2005. De acordo com ele, essa condição deve se repetir ou até mesmo ser superada com qualidade superior das uvas que estão sendo colhidas. “Se continuar nesse ritmo podemos até superar 2005, a expectativa é que seja uma safra muito parecida, mas pode superar em qualidade”, diz ele. O enólogo acrescenta que para a produção do suco de uva, o clima também está ajudando, pois apesar da falta te água atingir com maior intensidade o segmento, a maior possibilidade de maturação das uvas torna os sucos mais doces e menos ácidos.


Vinho orgânico: Six Sigma Sauvignon Blanc Lake County 2005

As terras do “Six Sigma Ranch” em Lake County, California, existem desde meados de 1800 quando foram ocupadas por duas dezenas de famílias, a maioria delas vivendo nos seus 160 hectares. Vários dos nomes de família originais ainda estão ligadas ao “Six Sigma Ranch”, seja em terra ou fazendas vizinhas: Asbill Creek, Copsey Creek,  Hutchinson’s Range, Jim Dollar Mountain, Kouns Flat, Schwiers ‘Flat.  

” Construída com foco na produção de pequenos lotes de vinhos de alta qualidade, nossa adega possui os melhores equipamentos modernos, incluindo duas tabelas de classificação de qualidade das uvas, com tanques de aço inoxidável de temperatura controlada  e uma cave para amadurecimento dos vinhos que estagiam em carvalho. A data que marcou seu primeiro uso foi 28 setembro de 2005, quando seis toneladas de uvas Tempranillo foram colhidas oriundas no vinhedo denomindo “Christian’s Diamond Mine Vineyard”. Uma adega subterrânea está em construção, que em última análise, servirá de base para o nosso novo centro de hospitalidade”.

Six Sigma Sauvignon Blanc - disponível na Wine Lovers

Itens de diferenciação

Manuseio suave das uvas e meticulosa classificação a mão são garantias de que apenas os melhores frutos são usados para vinificação. As uvas são transportadas para a adega usando  caixas pequenas, evitando que se  machuquem ou que ocorra o rompimento das cascas. Em seguida, são colocadas na esteira para que as melhores sejam classificadas em primeiro lugar e descartadas as  imperfeitas,  danificadas por queimaduras solares ou frutos verdes. Uma vez que as uvas são desengaçadas, cada baga é inspecionada e classificada antes de ser transferida para o tanque de fermentação, que  ocorre em cubas de aço inoxidável com temperatura controlada sob supervisão da equipe de elaboração do vinho. Essa temperatura pode ser aquecida ou resfriada conforme a necessidade. Com essa precisão, somos capazes de ajustar o estilo de cada vinho para mostrar seus melhores atributos. Terminada essa fase, os vinhos são transferidos para barricas de carvalho para o amadurecimento nas caves, onde a  temperatura e umidade são ideais permitindo o desenvolvimento  de aromas e sabores  complexos. Fonte: portal do produtor.

Notas de Prova enólogo

Six Sigma Lake County Sauvignon Blanc 2005 – álcool: 13,5% – região: Lake County – preço: R$ 105seco, de acidez empolgante com notas de maçã verde, uva, kiwi, e citrinos. Um nariz expressivo de grapefruit, figo e maçã verde é seguido por um bocado de fruta cítrica fresca, pêra e kiwi. Luminoso e festivo, com bom acabamento e de acidez cortante e seca. Este gostoso vinho é engarrafado como o sol da Califórnia. Vinhedos cultivados organicamente em 12 acres. Vinhas dentro do “Six Sigma Ranch”, onde os cachos de Sauvignon Blanc prosperam nos dias quentes de sol e noites frias desta área de elevada altitude.  A temperatura máxima pode atingir  45°C  graus durante o dia, preservando a acidez natural das uvas e promovendo o desenvolvimento de frutos ricos em sabores. As característica deste sítio montanhoso proporciona uma grande diversidade de solos muito propícios para as videiras - solos vulcânicos e  aluviais, ensejam vinhos ricos e  complexos. Vinificação: as uvas foram desengaçadas e 100% do mosto  foi fermentado em tanques de aço inoxidável. O vinho recebeu uma colagem de luz e filtração antes de seu engarrafamento de seis meses depois. Harmonizações: combina bem com frutos do mar, saladas e legumes grelhados.

Notas de degustação
Six Sigma Lake County Sauvignon Blanc 2005 – álcool: 13,5% – região: Lake County – preço: R$ 105 – amarelo com reflexo dourado denunciando sua evolução. Aromas igualmente evoluídos com fruta cítrica madura – kiwi, grapefruit sobre um fundo vegetal. Na boca um degrau a mais. Macio, redondo e de acento mineral com a fruta cítrica fazendo contraponto. Corpo pleno,  acidez viva, cortante e vibrante que não entrega o peso dos anos. O estilo é de clara opção pela elegância, às cegas poderia passar por um vinho do Vale do Loire. Persistente, termina limpo, longo, complexo e sem arestas. Avaliação: 87,5/100 pts.

Tenuta San Guido Olio Extravergine di Oliva

Este azeite de oliva tem sua origem na Toscana, mais precisamente em Bolgheri, produzido pela Tenuta San Guido, que produz um dos vinhos mais famosos da Itália, o Sassicaia.  Este denso azeite é de categoria superior obtido diretamente da oliva unicamente mediante procedimento mecânico, apresentou cor amarelo dourado com reflexos esverdeados. Aromas vegetais com notas de folhas secas e pasto verde. Na boca é denso, escorregadio e sobretudo saboroso. De constituição delicada, chama atenção por sua untuosidade e excelente acidez. Muito bom com pão e melhor ainda se adicionado a comida, sua verdadeira vocação. Preço: R$ 178 -  importado por: Ravin.

Vale à pena provar o White Oak Napa Valley Cabernet Sauvignon 2005

Nascido em Los Angeles, Bill Myers trabalhou como empreiteiro e pescador de salmão no Alasca. Durante a década de 1970, Bill mudou-se para a bucólica cidade de Healdsburg, Califórnia, vendeu seu barco, comprou seu primeiro vinhedo em Alexander Valley e começou a produzir vinho.

Com seus vinhedos recém-adquiridos,  Bill montou uma pequena sala de degustação  proxima da praça  central de Healdsburg e começou a fazer vinhos. Ele rapidamente se tornou conhecido por produzir  maravilhosos Chardonnay e Zinfandel  e também aquele que viria a ser o vinho emblemático da White Oak Vineyards & Winery: Sauvignon Blanc. Em 1991, Bill levou para casa seu primeiro prêmio “Sonoma County Harvest Fair Sweepstakes Award” por seu  Sonoma County Chardonnay 1990.

Em 1997, Bill formou uma aliança com  “Burdell Properties” para continuar  a expansão de sua vinícola, criando,  assim,  as bases da White Oak Vineyards de hoje. “Don Groth” e “Burdell Proprierties” trouxeram mais de 750 hectares de vinhas de primeira no Napa Valley e do Russian River Valley para a vinícola.

Pouco tempo depois Bill construiu uma impressionante adega de estilo mediterrâneo numa das áreas mais belas de Alexander Valley.

White Oak Cabernet Sauvignon Napa Valley 2005

 

White Oak Napa Valley Cabernet Sauvignon 2005 – blend de 86% Cabernet Sauvignon (86%), Merlot (11%) e Cabernet Franc (3%) -  preço: R$ 148 – solos vulcânicos, forte afloramentos de cascalho com  depósitos de xisto. Elevação: 1400 pés. As uvas são manualmente colhidas no estado de maturação ideal. Amadurecimento: o mosto amadurece em barricas de carvalho  cinquenta por cento novas  durante 20 meses, de origem francesa (60%) e  húngara (40%). Notas de degustação do Enólogo: vinho clássico e elegante, com aromas de cereja e carvalho tostado  que são complementados por pitadas de baunilha. Na boca é um vinho rico, que  enche o palato com camadas de cereja, romã  e groselha que se desdobram com taninos suaves e final persistente.

 

tel. 011 5531 0081 ou 011 8439 3392 – e-mail: contato@winelovers.com.br ou www.winelovers.com.br

White Oak Napa Valley Cabernet Sauvignon 2005 – blend de 86% Cabernet Sauvignon (86%), Merlot (11%) e Cabernet Franc (3%) -  preço: R$ 148 – vermelho rubi com reflexo violáceo e discreto halo de evolução. Aromas finos com algumas notas de mentol, fruta madura (ameixa), sobre um fundo de tabaco. No paladar confirmou o nariz com taninos presentes de qualidade muito boa, acento mineral e uma forte carga de madeira que não subjuga a fruta (ameixa e figo). Um vinho de ótima tipicidade com uma longa estrada pela frente. Avaliação: 89/100 pts.+