





Na próxima terça, 27 de março de 2012, 20:30 horas, o tema da degustação gratuita de vinhos na Enoteca e Cantina Matterello será “Uma volta por Portugal”, com vinhos da importadora Hannover e apresentação deste blogueiro. A seguir, a relação dos vinhos da degustação:
1- Do Douro, Mural Reserva, Safra 2007
Variedades: Touriga Franca (40%), Tinta Roriz (40%) e Touriga Nacional (20%) – preço R$
2- Da Bairrada, Quinta de Baixo Colheita, Safra 2008
Castas: Baga (50%) e Touriga Nacional (50%) - preço R$
3 – Do Alentejo – Herdade da Soberana, Safra 2005, Castas: Alicante Bouschet (33%), Trincadeira (31%), Aragonez (16%), Alfrocheiro (13%) e Tinta Caiada (7%) – preço: R$
4 – De Colares (atual Lisboa) - Senhor D’Adraga, Safra 2007
Castas: Alicante Bouschet, Cabernet Sauvignon, Syrah, Touriga Franca e Touriga Nacional – preço: R$
Próxima terça feira na Enoteca e Cantina Matterello, rua Fidalga, 120 - tel 3813-0452 www.matterello.com.br
A degustação é livre e gratuita.
Vitor Lotufo
Posted in Divulgação

Na próxima terça, 27.03.2012, o tema da degustação gratuita de vinhos na Enoteca e Cantina Matterello será “Uma volta por Portugal”, com vinhos da importadora Hannover e apresentação deste blogueiro. A seguir, a relação dos vinhos da degustação:
1- Do Douro, Mural Reserva, Safra 2007
Variedades: Touriga Franca (40%), Tinta Roriz (40%) e Touriga Nacional (20%) – preço R$
2- Da Bairrada, Quinta de Baixo Colheita, Safra 2008
Castas: Baga (50%) e Touriga Nacional (50%) - preço R$
3 – Do Alentejo – Herdade da Soberana, Safra 2005, Castas: Alicante Bouschet (33%), Trincadeira (31%), Aragonez (16%), Alfrocheiro (13%) e Tinta Caiada (7%) – preço:
4 – De Colares (atual Lisboa) - Senhor D’Adraga, Safra 2007
Castas: Alicante Bouschet, Cabernet Sauvignon, Syrah, Touriga Franca e Touriga Nacional – preço: R$
Próxima terça feira na Enoteca e Cantina Matterello, rua Fidalga, 120 - tel 3813-0452 www.matterello.com.br
A degustação é livre e gratuita.
Vitor Lotufo
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O vinhedo de Pomerol desenvolveu-se, desde o século XII à Revolução, sob a égide dos Cavaleiros de São João de Jerusalém, de Rodes e de Malta.
O Château GAZIN, que era uma aldeia no século XVIII, está provavelmente situado no local do “Hospital de Pomeyrols”, construído pelos Cavaleiros para receber os peregrinos no caminho de Santiago de Compostela. O nome do segundo vinho do vinhedo, “Hospitalet de Gazin”, foi diretamente inspirado nisso.

O Château Gazin, possui 26 hectares, contiguos ao l'Evangile e Petrus, é um dos crus de mais prestígio do Pomerol. Custa US$ 230,50 - 2007 - Mistral
As vindimas manuais são realizadas, parcela a parcela, com a maturação perfeita. As uvas passam por uma primeira triagem na vinha, efetuada pelos vindimadores.
Na tina são realizadas duas triagens, antes e depois da separação dos engaços, de modo a otimizar a qualidade da fruta.
As fermentações alcoólicas são feitas em pequenas cubas de betão, cepa a cepa e parcela a parcela, antes de um período de maceração dos sumos com as cascas, durante duas a três semanas.
Depois ocorre o escoamento dos vinhos de gota e a prensagem dos vinhaços cujo sumo é cuidadosamente colocado à parte. A segunda fermentação, malo-láctica, é depois realizada, de acordo com a qualidade dos lotes de vinho, em pipas ou em cubas, cepa a cepa.
A colheita é envasilhada em barris de carvalho (50% de madeira nova).
Durante 18 meses de trabalhos de adega, os vinhos serão progressivamente reunidos no momento das trasfegas efetuadas mais ou menos de três em três meses.
Em contato com as borras finas e os taninos do carvalho, vão adquirindo, pouco a pouco, a estrutura e a complexidade que lhes permite constituir “vins de garde” capazes de melhorar ao longo do tempo.
Depois do engarrafamento na propriedade, o vinho é expedido em caixas de madeira para todo o mundo pelo comércio de Bordéus. 86% da produção do Château GAZIN destina-se aos apreciadores estrangeiros.
A propriedade consegue produzir até 100 000 garrafas.
Um segundo vinho Pomerol, o Hospitalet de Gazin, foi criado em 1986 para reservar o melhor da colheita para o Château GAZIN.
Femininos, encantadores, devido à dominância do Merlot, os vinhos do Château GAZIN saboreiam-se de forma agradável, após alguns anos de envelhecimento, embora a maioria das vezes mereçam esperar entre quinze e vinte anos ou mais. A sua suntuosa generosidade oferece um vasto leque aromático de frutos vermelhos e pretos que é harmonizado com a sua cor intensa, púrpura ou grená.
Proporcionam igualmente, na maioria das vezes, nuances de ameixa, chocolate, café ou alcaçuz, aromas de amêndoa, pão torrado, tabaco e baunilha, uma frescura de menta.
A maturidade confere-lhes um aroma a especiarias, perfumes de trufas, notas de matagal e animais: caça, pele, cabedal…
A colheita de 2009 produziu 66 500 garrafas de um vinho composto por 90% de Merlot, 7% de Cabernet Sauvignon e 3% de Cabernet Franc.
Esta colheita é potente, bem constituída e de cor bordeaux escura e intensa. Apresenta notas tostadas, de frutos pretos, cereja, alcaçuz, especiarias. Os seus taninos são flexíveis e redondos, mas presentes. O vinho é rico, suntuoso, com muita matéria e longo no final. Merece um envelhecimento de 8 a 12 anos na sua cave e poderá conservar-se entre 25 a 30 anos sem qualquer dificuldade.
CHÂTEAU GAZIN – Pomerol
Rubi concentrado, notas de frutas ao licor, especiarias, aromas balsâmicos, café e figos. Uma elegância incrível, num corpo delicado sem jamais parecer magro, final longo. Excepcional!
Avaliação de André Logaldi, Diretor da ABS-SP e colaborador deste blog. Texto compilado do portal do Château Gazin por este blogueiro. Importador: Mistral
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Recentemente tivemos a oportunidade de participar de uma degustação de vinhos e um dos confrades levou uma garrafa do licor Beirão, importado por Épice, um dos mais populares de Portugal. Na sua ficha técnica consta que: “o licor beirão é preparado com produtos naturais, seu aroma é fruto de uma dupla destilação de plantas e sementes aromáticas. Notas de prova: cor topázio, límpido. Intensas notas aromáticas exalam grande complexidade. Sabor doce, alcoólico.” O preço é da ordem de R$ 71,45 - Seu teor de álcool está na casa dos 22%, garrafa 670 ml, recomendado como digestivo, simples ou com gelo. Ideal também para o preparo de coquetéis. Opinião: o licor é realmente interessante, tem boa viscosidade, seu álcool elevado está integrado e seus aromas lembram infusão de ervas aromáticas. Na boca é escorregadio, concentrado e muito persistente. Leve toque cítrico, casca de laranja. Em nenhum momento se mostrou enjoativo, ao contrário, se mostrou fino, prazeroso, persistente. Recomendamos expressamente!
Importado por Épice, que está em novo endereço: Rua Alto Belo, 1067, Vila Antonieta, São Paulo-SP, tel 011 2910-4662 ou www.epice.com.br
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A importadora Ana Import mudou de endereço em São Paulo. Saiu do Bairro Santana (Zona Norte) e veio para os jardins (Zona Oeste), mais precisamente Jardim América, Rua Arthur de Azevedo n° 443. Abaixo mais informações:


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Livro revisado desde seu lançamento, em 1983, alcança a sexta edição
Desafio é transmitir mudanças de gosto que, para Hugh Johnson, ameaçam ‘dividir os dois lados do Atlântico’
CRISTIANA COUTO – CADERNO COMIDA F3 – FSP, 21.03.2012
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
O profissional e o apaixonado por vinhos já podem abrir espaço em suas estantes para mais uma publicação fundamental do setor.
A “Enciclopédia do Vinho”, do britânico Hugh Johnson, acaba de ser traduzida pela editora Senac.
Em sua sexta edição, “Hugh Johnson’s Wine Companion” (o título original) está, ao lado de “The History of Wine” (“A História do Vinho”) e de “World Atlas of Wine” (“Atlas Mundial do Vinho”, atualmente em parceria com a inglesa crítica de vinhos Jancis Robinson), entre suas obras de maior sucesso. Sucesso esse que justificou, também, traduções recentes dos livros para o português.
Abrangente e ao mesmo tempo concisa, a “Enciclopédia do Vinho” vem sendo sistematicamente revisada desde seu lançamento, em 1983.
Pela ambição do projeto -discorrer virtualmente sobre todas as regiões vinícolas, produtores e seus vinhos em busca de um retrato da atual indústria vitivinícola-, Hugh Johnson contou com o especialista Stephen Brook para essa última atualização, de 2009. Um dos desafios é transmitir ao leitor as mudanças de gosto que, segundo Johnson, ameaçam neste início de século “dividir os dois lados do Atlântico”.
Mas, na introdução da obra e numa referência direta a Robert Parker, de quem é opositor confesso, Johnson consegue mais do que justificar este cenário: “Influentes críticos norte-americanos estão avaliando os vinhos mais pelo impacto que causam do que pelas características que os tornam bons companheiros: a capacidade de seduzir e cativar, acompanhar comida e matar a sede”. Aqui, ele sintetiza sua própria filosofia de trabalho, que o consagrou um dos mais respeitados especialistas de vinhos do mundo e que, por sua vez, se traduz na enorme seleção de vinhos que recheia esse livro.
“Enciclopédia” também procura atrair o leitor não especializado. Johnson explica o que é o vinho moderno, os princípios de sua elaboração e as principais uvas plantadas hoje. Não por acaso, o autor ganhou, certa vez, uma feliz comparação: “Hugh Johnson e Jancis Robinson são o Bordeaux e a Borgonha dos escritores de vinhos”.
Enciclopédia do Vinho
AUTOR Hugh Johnson
TRADUÇÃO Carlos Szlak, Fernando Janson e Janaína Marcoantonio
EDITORA Senac São Paulo
PREÇO R$ 139,90 (672 págs.)
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A importadora INTERFOOD – TODOVINO já está com tudo pronto para a realização de sua primeira feira que acontece no dia 2 de Maio em São Paulo e 3 de Maio no Rio de Janeiro.
Durante a feira, serão apresentadas novidades do portfolio da importadora. O evento contará com importante presença de produtores de vinhos de países como França, Itália, Espanha, Portugal, Argentina, Chile, Uruguai, Austrália e África do Sul.
São eles – Itália: Fattoria dei Barbi, Schiopetto, Bortolo Nardini, Fantinel, Rocca di Montegrossi, Chianti Melini, Feudo MonaciBolla, Sella & Mosca, Planeta, Giuseppe Cortese, Rocche dei Manzon, iAnella Andreani, Tommasi, Elio Grasso
França: La Chablisienne, Chateau D’Esclans, Cattier, Dampierre, Armand de Brignac e Barton & Guestier
Argentina: Trapiche, Finca La Celia, Septima e Navarro Correas
Chile: Santa Helena e Misiones de Rengo
Portugal: Aveleda, Dão Sul, Porto Cálem e Companhia das Quintas
Espanha: Marqués de Riscal, Codorníu e Quixote
Uruguai: Família Deicas
África do Sul: JC Le Roux e Durbanville Hills
Austrália: Rosemount Penfolds
Destaque para a vinda pela primeira vez ao Brasil de Gianlucca Grasso (Elio Grasso), Joaquin Sanchez (Quixote), Fabian Gardini (Navarro Correas). Vale também atenção especial: Matias Rivera (enólogo Santa Helena), Giuseppe Albertino (Rocche dei Manzoni), Santiago Deicas (Família Deicas) e Marco Ricasoli (Rocca di Montegrossi).
Serviço
São Paulo – Dia 2 de Maio de 2012, das 15:00 às 21:00 – Hotel Tivoli – Al. Santos, 1437 – Jardins
Rio de Janeiro – Dia 3 de Maio de 2012, das 15:00 às 21:00 – Clube Naval Piraquê- Av. Borges de Medeiros, 2364 – Lagoa
Ingressos: R$150,00
Não serão vendidos nos locais do evento, somente através do telefone 11 2602-7266. Vagas limitadas www.todovino.com.br
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O Blog do Jeriel recomenda o jantar harmonizado acima eis que os vinhos e o restaurante escolhido são muito bons.
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O Casa Mayor Cabernet Sauvignon 375 ml é um vinho produzido com uvas do Vale de Colchágua, no Chile. Sua importação é da Orion Vinhos de São Paulo, telefone 011 – 3331 3808. Já provamos e gostamos. Tem boa tipicidade, sem excessos, bom frescor e taninos finos. Enfim, um vinho de boa relação preço-qualidade.
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