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Benegas Finca Libertad 2008 escolhido como “bom vinho do mês” da revista Gula 239

A Revista Gula número 239, na coluna “o bom do mês”, de Mauro Marcelo Alves, Jornalista e Editor de Vinhos, indicou o Benegas Finca Libertad 2008, da Cálix/Decanter. A seguir, transcrevemos a descrição desse vinho, muito elogiado por aqueles que já tiveram o privilégio de provar, eis que se trata de uma modalidade de vinho que os argentinos são verdadeiros “especialistas” na produção: blend de variedades francesas, aliás, um autêntico corte bordalês: Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Merlot. Preço: R$ 112,70

“Com uvas provenientes de vinhedos muitos antigos, alguns até quase centenários, esse argentino foi produzido em Cruz de Piedra, Maipú, em Mendoza, com as variedades típicas  da mistura bordalesa: Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Merlot em partes iguais, com 14,5% de álcool. A região tem um clima desértico com invernos bem frios, primaveras e verões amenos, favorecendo a plena maturação das uvas. O Benegas Finca Libertad 2008 é um dos frutos da paixão de Federico Benegas Lynch, autor, junto com seu consultor Michel Rolland, de vinhos concentrados e cheio de vigor, mas sempre elegantes. Estagiou 18 meses em barricas de carvalho francês e pode ser bebido agora ou guardado por alguns anos. Como todos os Benegas, o Finca Libertad é incisivo em seu aroma e sabor, com bastante estrutura percebida pelo paladar, reverberando as notas anteriores de frutas negras, baunilha e tostado fino. Persistência longa e prazerosa”.

Calix

 

Vinhos bons e baratos: Revista Proteste promoveu degustação de brancos a partir de R$ 10,50

A revista Proteste (n° 120 – Dez/2012) levou para o laboratório 55 marcas de vinhos nacionais, argentinos, chilenos, italianos, franceses e portugueses, para verificação da qualidade. Os vinhos testados, das safras 2009 a 2011, de diversos tipos de uvas, como Chardonnay, Sauvignon Blanc e Riesling (Itálico), tinham preços médios entre R$ 10 e R$ 70 (setembro 2012), apresentaram bom nível de qualidade. 

 

Análise Sensorial

Um painel de consumidores e um painel de sommeliers provaram os vinhos e deram suas notas. Aos especialistas, coube a tarefa de buscar defeitos nos produtos. Para os consumidores, a intenção foi a de descobrir qual o vinho agrada mais ao público em geral.  

 

A avaliação

A avaliação que se faz de um vinho é, sem dúvida, subjetiva. E isso ficou evidente no resultado de nossa análise sensorial. Enquanto os especialistas buscavam por defeitos nas bebidas, os consumidores avaliaram a aceitação quanto ao aroma e sabor. Os sommeliers identificaram três vinhos oxidados, a saber: Santa Ana (Argentina), Santa Rita (Chile) e Santa Helena (Chile), todos da variedade Chardonnay. Alguns vinhos foram bem aceitos por sommeliers e nem tanto pelos consumidores, o que não é estranho de acontecer.

 

Os critérios de avaliação

O uso de conservante à base de ácido ascórbico foi um dos fatores levados em consideração nos resultados da avaliação. Esse aditivo começou a ser usado como conservante nos produtos alimentares desde a década de 1950. O ácido ascórbico age sobre as leveduras, impedindo que se multipliquem e fermentem os açúcares, o que pode alterar a característica sensorial do vinho. No vinho podem ser utilizados até no máximo 200 mg/l desse ácido. Só que, em doses tão baixas, esse ácido não apresenta propriedades antimicrobianas, limitando-se apenas a evitar a refermentação dos vinhos. Assim, consideramos desnecessária sua utilização e diminuímos a pontuação daqueles que o fazem. Apenas cinco vinhos testados continham ácido ascórbico: J. P. Chenet (França), C’Annata (Itália),  Casal Garcia (Portugal), Acácio (Portugal) e Marcus James (Brasil).

Para o público, o melhor vinho foi o nacional Marcus James Chardonnay Meio Seco 2011 e para os experts o português Porca de Murça Douro branco 2011 foi o escolhido.

Do total de 55 degustados, publicamos apenas os 10 primeiros na ordem de pontuação e outros três vinhos que também se destacaram: 

O Chardonnay chileno Gato Negro, obteve 85/100 pts. apresentou ótima qualidade, agradou tanto a sommeliers como leigos

1° lugar – Gato Negro Chardonnay 2010 – Chile – preço: entre R$ 19,90 e 31,90 – Avaliação: 85/100 pts. “O melhor do teste” – imp. La Pastina

2° lugar – Terrazas de los Andes Chardonnay 2009 – Argentina – preço: entre R$ 23,30 e 47,80 – Avaliação: 84/100 pts. – imp. Moët Hennesy Brasil

3° lugar – Miolo Reserva Chardonnay 2011 – Brasil – preço: entre R$ 23,50 e 36,90 – Avaliação: 84/100 pts.

4° lugar – Casilero Del Diablo Reserva Chardonnay 2009 – Chile – preço: entre R$ 22,90 e 41,90 – Avaliação: 84/100 pts. – VCT Brasil

5° lugar – Finca Flichmann Roble Chardonnay 2010 – Argentina – preço: entre R$ 24,90 e 33,90 – Avaliação: 84/100 pts.

6° lugar – Lagarde Chardonnay 2010 – Argentina – preço: R$ 39,90 – Avaliação: 83/100 pts. – importador: Devinum

7° lugar – Clos de Nobles Riesling (Itálico) 2011 – Brasil – preço: entre R$ 10,50 e 16,40 - Avaliação: 83/100 pts.     ”A escolha certa: boa qualidade e o melhor preço”

8° lugar – Concha y Toro Reservado Sauvignon Blanc (meio seco) 2011 – Chile – preço: entre R$ 14,98 e 26,90 - Avaliação: 83/100 pts. – VCT Br.

9° lugar – Miolo Reserva Sauvignon Blanc 2010 – Brasil – preço: entre R$ 22,00 e 33,90 – Avaliação: 82/100 pts.  

10° lugar – Ventisquero Reserva Chardonnay 2010 – Chile – preço: entre R$ 36,63 e 49,49 – Avaliação: 82/100 pts. - importador: Cantu

Com 81/100 pts., este Sauvignon Blanc nacional agradou o paladar geral e também exibiu uma boa relação qualidade-preço.

23° lugar – Almadén Sauvignon Blanc 2011 – Brasil – preço: entre R$ 10,70 e R$ 16,79 – Avaliação: 81/100 pts.   “A escolha certa: boa qualidade e o melhor preço”  

33° lugar – Casa Valduga Gran Reserva Chardonnay 2010 - Brasil – preço: entre R$ 54 a R$ 69,90 - Avaliação: 79/100 pts.

O Santa Ana Chardonnay ficou apenas na 50a. colocação, com 73/100 pts. mas foi bem avaliado pelos consumidores leigos.

50° lugar – Santa Ana  Chardonnay 2009 – Argentina – preço: entre R$ 11,00 e 16,90 – Avaliação: 73/100 pts. “Vinho escolhido pelos consumidores na degustação”

Fonte: Revista Proteste n° 120 – Dezembro de 2012 

Quais são os países/regiões que têm mais vinhos com boa relação preço/qualidade?

Recentemente, fomos instados pela Repórter Especial da revista Vinho Magazine Maria Edicy Moreira, para responder à pergunta que entitula este post (que também foi formulada para mais nove enófilos de todo Brasil), a nossa resposta segue abaixo transcrita (VM n° 91, fls. 56 - já nas bancas), isto é, indicamos vinhos produzidos somente no Brasil:

1. Aurora Millésime Cabernet Sauvignon 2008 – R$ 49,90

2. Don Laurindo Assemblage (Tannat, Merlot e Cabernet Sauvignon) 2006  - R$ 42

3. Alma Única Merlot 2005 – R$ 35

  

A embalagem também pode dar sua contribuição na identificação de um vinho com bom preço/qualidade?

Instados pela Repórter Especial da revista Vinho Magazine Maria Edicy Moreira, para responder à pergunta que entitula este post (que também foi formulada para nove enófilos de todo Brasil), a nossa resposta segue abaixo transcrita (VM n° 91, já nas bancas): “Há produtores que elaboram bons vinhos, mas não capricham na apresentação do produto. Não basta o líquido ser bom, tem que parecer ser bom. Recentemente, participei de uma degustação às cegas e um vinho português foi um dos destaques. Se tivesse visto a embalagem, dificilmente compraria aquele vinho sem prová-lo, pois sua apresentação era no mínimo de gosto duvidoso”. – fls. 55/56

 

A primeira vez que fomos convidados para participar de uma degustação de vinhos promovida por uma revista especializada, foi por iniciativa da Vinho Magazine em 2004. 

Qual é o vinho que dá mais pelo seu dinheiro?

Instados pela Repórter Especial da revista Vinho Magazine Maria Edicy Moreira, para responder à pergunta que entitula este post (que também foi formulada para nove enófilos de todo Brasil), indicamos os seguintes vinhos (VM n° 91, já nas bancas):

Frontera Cabernet Sauvignon 2009 – VCT Brasil – preço: R$ 24 – Chile

Viña Maipo Carménère 2010 – Ravin – preço: R$ 21 – Chile

Rayun Sauvignon Blanc 2009 – Vinho Sul – preço: R$ 39,90 – Chile

Finca Resalso Ribera Del Duero 2008 – Épice – preço: R$ 49 – Espanha

Ruca Malén Petit Verdot 2008 – Hannover – preço: R$54 – Argentina

Anos atrás, ao lermos uma matéria veiculada na Vinho Magazine sobre blogs de vinhos, nasceu  a idéia da criação deste blog.

No próximo post, nossa resposta à seguinte pergunta: a embalagem também pode dar sua contribuição na identificação de um vinho com bom preço/qualidade?

Blog do Jeriel mencionado na Revista Divino n° 15

O Blog do Jeriel e outros importantes da Comunidade Enoblogs, foram agraciados com duas páginas na Revista Divino, em máteria da lavra de Cláudia Zani, que solicitou a cada blogueiro uma recomendação de um vinho qualquer. Essa iniciativa merece o nosso aplauso porque a revista reconhece a importância dos blogueiros como formadores de opinião e a democratização de seu espaço demonstra que ambos podem coexistir pacificamente.

A foto acima foi publicada na Revista Divino que numa rara atitude da mídia impressa reconheceu diversos blogueiros como formadores de opinião e por isso dedicou duas páginas para esses profissionais.

Nossa colaboração para Revista Divino n°10, nas bancas: uma adega de múltiplas opções

divino

Uma Adega de Múltiplas Opções

O mercado brasileiro é um dos mais diversificados do mundo. Somente nos EUA, Inglaterra e Japão existem tantas opções de vinhos como aqui. Por isso, o principiante poderá ter alguma dificuldade na hora de escolher. Abaixo, segue uma lista para celebrações e datas especiais. Há também dois tintos abaixo de R$ 50, ótimos para o almoço de domingo.

 

Cava Cordoniu Pinot Noir Brut – R$ 114 (Interfood).Produzido pelo método tradicional, este delicioso Cava brut oferece intensas notas de frutas vermelhas e cassis. Elegante na boca tem doçura na medida e confirma a fruta. É uma ótima opção para os dias quentes do verão, por conta de sua cremosidade, estrutura, frescor e tipicidade. Versátil, vai bem com pratos leves e sobremesas.

 

Louise Brison Brut Millésime 2003 – R$ 175 (Cave Jado).

Resultado de viticultura orgânica com a utilização de Chardonnay e de Pinot Noir em proporções iguais é um champagne de borbulhas numerosas e pequenas. Perlage fino e intenso. Nariz com sugestões de fermento, fruta branca e algum cítrico. No palato é leve, macio, de acidez delicada e refrescante. Deixa uma sensação gostosa na boca.

 

Ruca Malén Chardonnay 2006 – R$ 54,00 (Hannover). Paleta aromática diversificada com pitadas de baunilha, damasco, pêssego e um leve toque cítrico. No palato chamou atenção por seu frescor, maciez, alguma untuosidade, fruta (abacaxi maduro) e madeira (50% do mosto passou por barricas francesas durante oito meses) em comunhão. Equilibrado, tudo no lugar certo (álcool, acidez e madeira), termina suave e refrescante.

 

 

Ervideira Branco Reserva DOC Alentejo 2007 – R$ 81,00 (World Wine). Elaborado com uma das melhores castas brancas portuguesas, a Antão Vaz, é um vinho que comprova que Portugal também produz brancos de elevada qualidade. Sua complexa paleta aromática evoca frutas tropicais (toranja), madeira fina e uma nota mineral solidamente confirmada no palato. Na boca é balanceado, estruturado, sua acidez e sabor aveludado lembram um bom Chablis. Fim de prova longo sem arestas. Apresenta potencial de evolução na garrafa.

 

Arboleda Sauvignon Blanc Leyda 2007 – R$ 85,00 (Expand). O Chile também vem se destacando na produção de brancos. Este exuberante sauvignon blanc esbanja tipicidade com suas notas vegetais (grama cortada), aspargos e maracujá. Na boca é voluptuoso, concentrado, de acidez rica e cítrico sem perder o acento mineral dos vinhos do Vale de Leyda, localizado a apenas 14 km do Pacífico.

 

 

 

 

 

Louis Latour Chablis Côte D’Or 2007 – R$ 126 (Aurora). Palha claro brilhante. No olfato seu forte traço mineral secundado por frutas brancas e a ótima sustentação na taça confirmam sua boa tipicidade. Boca que subscreve integralmente o olfato, intensa, de acidez delicada, fina com a repetição da mineralidade.Fim de prova persistente e agradável.

 

 

Don Laurindo Tannat Reserva 2005 – Vale dos Vinhedos – R$ 36 (Rei dos Whyskies) – Rubi violáceo intenso com alguma profundidade. Aromas frutados com predomínio de framboesa, especiarias e madeira fina. Denso e rugoso na boca, com uma massa tânica de ótima qualidadeque lhe dá vida. Tudo no lugar certo: álcool, taninos, acidez e madeira perfazendo um conjunto equilibrado e prazeroso. Vinho regular e consistenteque apresenta ótima evolução na garrafa, podendo ser guardado por 8/10 anos.

 

Don Diego Cabernet Sauvignon Roble Orgânico Catamarca 2007 – R$ 48,00 (SP Gourmet) -Vinho surpreendente que apresenta ótima tipicidade da casta no noroeste da Argentina, eis que seu perfil é distinto dos cabernets mendocinos. Intenso e profundo na cor, de boa expressão aromática com notas mentoladas, tabaco, groselha sobre um fundo madeirado crocante. Na boca é fresco, taninos firmes e de grande personalidade. Não é superconcentrado e a madeira está bem colocada (seis meses em barricas francesas e americanas) e lhe dá boa complexidade. Termina com ligeira rugosidade e com mais algum tempo na garrafa deverá arredondar-se ainda mais. Bom para churrascos.

 

 

Taurus Crianza Tinta de Toro DO 2005 Bodega Marco Real – R$ 89,90 (Obra Prima) – A emergente região de Toro vem surpreendendo com seus vinhos potentes, concentrados e gulosos. Este, não foge à regra porque consegue aliar madeira à fruta de forma interessante. Aromas intensos de frutas negras, mentol e caramelo. Na boca é um vinho quente, macio, carnudo e muito saboroso. Tem acento mineral e uma boa dose de fruta em compota. Termina crocante e suave prometendo uma boa evolução na garrafa nos próximos anos. Contra-rotulo: “TCnace em nuestros viñedos de Tinta de Toro, vendimiados a mano.Trás la fermentación, el vino fue criado em barricas de roble francês durante seis meses y osteriormente em botella hasta la fecha. De color rojo cereza picota com tonos granates, em nariz se aprecian potentes aromas de frutas negras maduras, em perfecto equilíbriocom notas eseciadas y tostadas. Amplio y carnoso, em boca posee gran final, elegante y persistente. Este vino no ha sido filtrado ni estabilizado, por lo que se recomiendadecantar”

 

 

 

 

 

Ventisquero Grey Syrah Colchágua 2006 – R$ 98,00 (Cantú) – O Vale de Colchágua é comprovadamente o melhor terroir da Syrah no Chile. Este varietal tem uma participação pequena de Cabernet Sauvignon e de Carménère que lhe conferem mais complexidade. No olfato violetas, frutas vermelhas e um toque picante de especiarias (noz moscada e cravo) a lhe confirmar tipicidade. Álcool elevado sem incomodar. Na boca os taninos macios dão o tom. A madeira (carvalho francês) está presente e não tripudia sobre a fruta. De acidez firme e sólida, é um vinho guloso que se move facilmente no palato e que termina longo, suave e sem arestas.

 

 

 

 

 

Cesari Bosan Ripasso DOC 2006 – R$ 120,00 (Wine Brands) – De forma simplificada, a técnica Ripasso consiste na refermentação de vinhos da mesma safra ou anteriores no bagaço das uvas do Amarone. Potente no nariz com frutas negras, especiarias e uma deliciosa nota de licor de cacau. Boca rica, de taninos macios, aveludados, acidez gastronômica. Encorpado, profundo e intenso, sua concentração de sabor evoca ameixas em calda. Termina sedoso e sem arestas. De ótima tipicidade, apresenta qualidade superior a de alguns Amarones mais baratos. Ótima opção para carnes grelhadas, queijos maturados ou para ser bebido sozinho.

 

 

 

Borgonero IGT 2003 – Borgo Scopeto – “Supertoscano” – R$ 256,00 (MM Vinhos) -Nariz complexo com notas de caça, couro, terroso, madeirado e com uma boa dose de frutas negras e especiarias. Ao ingressar na boca, apresenta uma estrutura imponente, discreta e equilibrada, com acidez evidente, taninos mastigáveis prevalecendo sobre o álcool. Notas de canela e de especiarias perfazendo um conjunto concentrado, profundo e intenso. Guloso, concilia de forma ímpar a força da Sangiovese com a elegância da Cabernet Sauvignon e as especiarias da Syrah. Termina doce e persistente convidando o degustador para o próximo gole. Para ser bebido nos próximos 10 anos.

 

 

A Naca Rosso IGT Sicília – Calatrasi 2006 – R$ 298,00 (Ravin) – A Casa Vinícola Calatrasi di San Cipirello é uma vinícola siciliana cuja produção apresenta qualidade em constante crescimento. Já obteve, inclusive, a certificação ISO 9002. Com 95% de Nero D’Avola e 5% de outras uvas autóctones, este A Naca apresenta nariz amplo, envolvente e complexo com alcaçuz e fruta madura (cereja e amora) sobre um fundo de tabaco. Na boca, sua entrada é quente e confirma as sensações olfativas com taninos densos, poderosos e doces. Ótima acidez e integração da fruta, madeira (amadurece 15 meses em barricas de origem não divulgada), acidez e taninos. Deixa uma sensação agradável no fim de boca. Vinho de grande tipicidade e inequívoca personalidade mediterrânea. Seu estilo lembra um bom Amarone.