- Astor Piazzolla
- Basílico
- Biovinho
- Blog de Vinhos
- Bodega Bouza Uruguai
- Bodega Pisano Uruguai
- Bodegas del Medievo – Rioja
- Bucelasg60.blogspot.com
- CH2A
- Club de Amantes do Vinho – La Cav
- Club do Jeriel
- Concha y Toro
- Confraria do Arinto
- Confraria2Panas
- Copo de 3
- Decantando a Vida
- Directorio Vinos
- Dufry Shopping
- Dutyfreedufry Brasil
- Enoleigos
- Espaço do Vinho
- Esse eu tomei!
- Essência do Vinho – Portugal
- Hannover Vinhos
- Jancis Robinson
- João à mesa
- La Cav – Clube dos Amantes do Vinho
- Mais um gole e mais um som
- Megavinho
- Mendoza Holidays
- Meu vinho com Susana Balbo
- Mochila Chic
- MS Import
- Notas do Raul
- Orion Vinhos
- Planeta Vino
- Pousada Villa Victória – Mendoza – Victoria Wine Lodge
- Principiantes dos Vinhos
- Revista de Vinhos – Portugal
- Rui Falcão
- Sil Vinhas
- Snooth
- Todo Tango
- Tommasi no vinho
- Universo dos Vinhos
- Varela Zarranz – Uruguai
- Vignadores de Carignan
- Vinho on Line
- Vinho para todos
- Vinho sem frescuras
- Vinho Sul Importadora
- Vinhos Brasucas
- Vinhos e mais Vinhos
- Vinhos e Viagens
- Vinhos Pizzorno Uruguai
- Vino del Sol – "The Argentine Wine Specialist"
- Vinos iProfesional
- Vivendo a Vida
- Volta ao Mundo Google Earth
- Wine Enthusiast
- Wine Everybody
- Wine-Searcher
- Wines of Uruguay
Category Archives: Vinho degustado
Espumante Ortigão Brut
Posted in Vinho degustado
Adèo Campo alla Sughera DOC Bolgheri 2004
Marcelo Copello esclarece o significado da expressão “Supertoscano”: ” foi criada no início dos anos 1980 pela imprensa inglesa e americana para se referir aos vinhos desta região que, apesar de serem na época, pela lei italiana, apenas “vino da tavola”, alcançavam alta qualidade e preço. Estes vinhos “fora da lei” inovaram e ousaram ao misturar uvas estrangeiras como a Cabernet Sauvignon com uvas locais, como a Sangiovese. O resultado foi excepcional, não só do ponto de vista enológico, mas também de marketing. No que diz respeito à modernização dos vinhos do velho mundo, a primeira região a se renovar em bloco (embora de maneira não organizada), criando um estilo próprio e um fenômeno de marketing, foi a Toscana.
O conceito de mesclar uvas internacionais com autoctona se espalhou por toda a Europa, com ótimos resultados, não apenas por motivos “marqueteiros”, mas também por questões de viticultura. Na Toscana, por exemplo, muitos produtores admitem que em alguns terrenos da região é bem mais fácil conseguir bons resultados com Cabernet Sauvignon, Merlot ou Syrah, por exemplo, do que com a rainha local, a Sangiovese.
A própria legislação italiana, vilã do início desta historia, vem se adaptando e absorvendo as mudanças nos vinhos. Em 1994 um decreto ministerial criou a DOC (Denominazione di Origine Controllata) Bolgheri, que permitia ao Sassicaia (um dos supertoscanos ícones) ser rotulado como “DOC”. Hoje algumas DOC muito tradicionais já permitem adição de um certo percentual de uvas “estrangeiras”. Muitos dos supertoscanos também recebem hoje a classificação de IGT-Toscana ou Indicazione Goegrafica Típica, mas flexível que uma DOC.
Hoje a única ressalva é quanto a banalização do termo “supertoscano” que, como não é objeto de nenhuma legislação, mas apenas um “apelido” aos grandes vinhos modernos da região, vem sendo usado indiscriminadamente.
O importante a ressaltar a respeito dos supertoscanos é que, apesar de muitos serem feitos com castas estrangeiras, são vinhos inconfundivelmente italianos. Enquanto muitos exemplares californianos, chilenos ou australianos, feitos com Cabernet Sauvignon e amadurecido em carvalho novo se confundem, sendo difícil distinguir sua origem, os “supertoscanos” têm um caráter claramente italiano”. – Marcello Copelo no portal “Mar de Vinho”.
Adèo Bolgheri Rosso 2004 – região: Campo Alla Sughera, Toscana-Itália álcool: 13,5% – uvas: Cabernet Sauvignon (60%) e Merlot (40%) – importador: Enoteca Fasano – preço: R$ 213 - Vermelho rubi escuro com reflexos violáceos. Aroma intensos e complexos, com fruta bem definida e copiosa, amora, ameixa, especiarias, baunilha, tostados e as típicas notas vegetais da casta majoritária a Cabernet Sauvignon. No paladar é um vinho potente, macio, refinado, taninos muito finos, acidez salivante e final persistente, longo e profundo. Avaliação: 90/100 pts.++
Posted in Vinho degustado
Tagged informações sobre vinhos, Supertoscano
Santa Helena Selección del Directório Sauvignon Blanc (Leyda) x Sauvignon Blanc (Colchágua)
O título dado a este post é uma demonstração do avanço chileno na busca pelo terroir ideal para suas cepas. Escolhemos o Santa Helena Selección del Directório Sauvignon Blanc de duas regiões costeiras: Leyda e do litoral de Colchágua. A leitura dos contrarrótulos é elucidativa. No de Leyda está escrito que “ Proveniente de viñedos plantados en los valles costeros de Leyda, ubicados a 12 km del Océano Pacífico, posée una fantástica expresión, con fruta cítrica, aromas a durazno y gran frescura. Su buen volumen, gran equilibrio y agradable persistencia lo convierten en un compañero ideal para carnes blancas, pescados y mariscos. Se sugere servir frío (10 graus celsius)”. Colchágua “ Proveniente de viñedos costeros de nuestro Valle de Colchágua, ubicados a 10 km del Oceáno Pacífico…”o restante do conteúdo é idêntico ao de Leyda.
Degustação
Santa Helena Selección del Directório Sauvignon Blanc Leyda 2007 – álcool: 13,5%
Santa Helena Selección del Directório Sauvignon Blanc Colchágua (viñedos costeros) 2009 – álcool: 13,5% – palha com reflexo tendendo ao dourado. Aromas complexos com flor de maracujá, algum vegetal sobre notas levemente defumadas. Na boca é um vinho concentrado que confirma as sensações olfativas. Profundo, mineral, limpo, sem amargor ou sinais de declínio. Termina fresco, frutado e macio. Avaliação: 88/100 pts.
Posted in Vinho degustado
Espumante Aurora Chardonnay – método charmat
No dia 14 de fevereiro de 1931, dezesseis famílias de produtores de uvas do município de Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha, reuniram-se para lançar a pedra fundamental do que viria a se transformar no maior empreendimento do gênero do Brasil: a Cooperativa Vinícola Aurora. Eram anos difíceis, de baixo consumo e alta produção, com vários pequenos produtores sem recursos para negociar com os atravessadores, que lhes impunham suas condições, sempre desfavoráveis aos produtores. Unir forças foi a saída para essa situação e a formação dessa cooperativa representou um marco definitivo na história do vinho brasileiro.
Um ano após a fundação, a Aurora já colhida uma safra coletiva de 317 mil quilos de uvas, fixando a base de um empreendimento destinado não só a ser o maior, mas também um dos mais qualificados tecnologicamente do país.
Instalada no coração de Bento Gonçalves (RS), a Aurora conta com a produção das 1.100 famílias associadas, com suas propriedades em distritos e municípios da região, que cultivam as variedades viníferas e americanas, responsáveis pela produção média anual de 55 milhões de quilos de uvas e pela elaboração de 42 milhões de litros de vinhos, espumantes e sucos de uva. Toda a produção dos agricultores é feita sob orientação direta dos técnicos da Aurora que, diariamente, estão em contato com o produtor, fornecendo toda a assistência necessária.
Degustação
Espumante Aurora Chardonnay – método charmat (longo) - álcool: 12% – região: Serra Gaúcha - preço: R$ 30 - palha claro boa intensidade de aromas no nariz, perlage fino, constante e persistente, com boa concentração de fruta e vivacidade. Seu final de boca é elegante, limpo agradável e sem amargor. Pode acompanhar vários pratos com peixes e frutos do mar, inclusive os in natura (como tartar, sashimi e ostras), pratos de carne suína, aves de carne branca e vários queijos. Avaliação: 86,5/100 pts.
Posted in Vinho degustado
A vivacidade do José de Souza Mayor 1994
A JMF tem mais de 175 anos e longa tradição na produção de vinhos. Da sua produção total, 80% é exportado para os seguintes países: Brasil (principal), Suécia, Escandinavia, EUA, Canadá, Holanda, Itália, França e Espanha e até o mercado árabe, que exige vinho sem álcool, está contemplado com 200.000 garrafas anuais.
A casta Grand Noir
Casta de bagos pequenos, criada por Henri Bouschet, desacreditada na França, encontrou na Península de Setúbal um ótimo terroir para desenvolver-se. Sua acidez ajuda a dar equilíbrio e reduzir o grau alcoólico, eis que possui grande quantidade de ácidos primários. Resultado do cruzamento das castas Petit Bouschet e Aramon, é uma casta tintureira. Eduardo Paes, da Inovini, ressaltou que a Aramon, foi a casta mais plantada na França no século XIX até a primeira metade do século XX. A Petit Bouschet, de seu turno, resulta do cruzamento Aramon e Teinturier du Cher. Já a conhecida Alicante Bouschet nasce do cruzamento da Petit Bouschet com a Grenache.

O José de Souza Mayor é reconhecida-mente um vinho longevo. O deste post ainda estava palatável, mas seu auge já deve ter ocorrido há
Degustação
José de Souza Mayor 1994 – região: Alentejo – uvas: Trincadeira, Aragonês e Grand Noir – álcool: 13% – importador: Mistral (atualmente importador Inovini) – granada brilhante com sedimentos em suspensão. Aromas abertos com tabaco, leve terroso sobre notas defumadas. Na boca se mostrou um vinho de taninos delicados, algum frescor, leve vinagrinho com notas achocolatadas. Acidez presente, final limpo e persistente com a ratificação das notas olfativas. Avaliação: 88/100 pts.
Posted in Vinho degustado
Pira Luigi Dolcetto D’Alba 2010
Pira Luigi é uma vinícola estabelecida no Piemonte, em Serralunga D’Alba, de propriedade da Família Pira. A propriedade foi criada no início dos anos cinqüenta e no início apenas produzia uvas para vender para outras vinícolas. Numa segunda fase começou a produzir vinho vendido a granel para negociantes locais, entre os quais, uma pequena quantidade de Barolo “base” começou a ser engarrafada. Anos depois passou a produzir dois Barolos de vinhedo único (sim, os italianos também tem tradição na produção de vinhos elaborados com uvas de um único vinhedo), a partir dos premiados “crus” “Margheria” e “Marenca”. O Barolo Vigna Rionda foi lançado pela primeira vez ostentando no rótulo a safra 1997. Os vinhos refletem o grande terroir de Serralunga, mas também a extrema dedicação e paixão da família Pira nas vinhas e na adega.
Algumas informações
Ano de fundação: 1950
Produção anual total / garrafas: 45.000
Extensão total dos vinhedos: 11,00 ha
Variedades plantadas e extensão (em hectares):
Barbera – 2,00
Dolcetto – 2,50
Nebbiolo – 6,50
Sistema de espaldeira, método Guyot. Existência de grama entre os vinhedos colheita verde. Época de colheita: primeira semana de setembro (Dolcetto), meados de outubro (Nebbiolo).
Engenheiro agrônomo e enólogo: Gianpaolo Pira
Tipo de viticultura: integrada / sustentável.
Extensão dos vinhedos (Dolcetto): 2,20 ha
Ano de plantação: 1980
Tipo de solo: calcário-argiloso
Exposição: Norte
Vinificação e amadurecimento: vinificação em fermentadores rotativos com controle de temperatura durante 6-7 dias. Maturação em tanques de aço durante 8-9 meses. Sem passagem por madeira.
Análise organoléptica (Enólogo): “rubi intenso vermelho com reflexo violeta. Aromas: frutado, floral, trufas. No paladar um vinho bem equilibrado e persistente, longo e complexo. Vai bem com pratos à base de massas com molho de carne, pratos de carne branca. Temperatura de serviço: 18 ° C”
Produção garrafas / ano: 15.000
Degustação
Pira Luigi Dolcetto D’Alba 2010 – álcool: 14% – uva: Dolcetto – região: Serralunga D’Alba – importador: MS Import – preço: R$ 59 – Púrpura intenso com reflexo arroxeado. Aromas com enfase nas frutas negras, especiarias e algum floral, leve adocicado. Na boca é um vinho fresco, de taninos vivos, ótima acidez e razoável concentração de fruta. Intenso, mineral, de média persistência apresentou bom comportamento à mesa, notadamente com pizza. Apresenta uma adstringência inicial que logo cede espaço para uma particular doçura final. Mais algum tempo na garrafa concorrerá para o afinamento do conjunto, que no momento já agrada. Um Dolcetto surpreendente. Avaliação: 87/100 pts.
Posted in Vinho degustado
Tagged informações sobre vinhos, Vinho de relação preço-qualidade
O delicioso Estreia Vinho Verde 2010
Mais uma vez pudemos comprovar a consistência de um dos melhores vinhos verdes de Portugal, o Estreia DOC 2010, aromático, vivaz e refrescante, de aromas clássicos e caráter moderno. Frutado, fresco e intenso, ótima companhia como aperitivo ou acompanhando saladas e pratos de frutos do mar, peixes, entre outros. Sua temperatura de serviço está entre 8 e 10 graus Celsius. Não tem e está à procura de importador. Eventuais interessados poderão fazer contato através deste blog. Melhor do que este vinho somente seu preço: o Estreia é detentor de extraordinária relação preço-qualidade. O Vinho Verde mudou sem perder suas características e o Estreia é a maior prova disso. Sua presença é praticamente obrigatória no portfólio de qualquer importador!
Posted in Vinho degustado
Duelo Novo x Velho Mundo
O palco desse duelo foi um tradicional restaurante de São Paulo. De um lado o pontuadíssimo Cobus 2008 “Corte a Nico”, corte de Cabernet Sauvignon (82%) e Malbec (18%) que arrancou nada menos do que 98/100 pts. da Wine Advocate (Robert Parker), sem dúvida, um dos grandes vinhos da Argentina, a “bola da vez no Novo Mundo”. Do outro lado, como desafiado o quase desconhecido Wences 2004, um vinho espanhol da emergente região de Toro, elaborado com Tinta de Toro (80%) e o restante de castas nativas. O primeiro custa R$ 890, um preço elevado para um vinho do Novo Mundo, muito provavelmente decorrente das elevadas pontuações que recebe safra após safra, o que demonstra consistência do produtor. Já o vinho ibérico, custa cerca de R$ 249, sem nenhuma pontuação expressiva, mas com nada desprezíveis 86/100 pts. do Guia Peñin 2009, uma medalha de prata no concurso “citadelles du vin” e outra (de prata também) no concurso internacional de “Zarcillo”.
Posted in Vinho degustado
Vermentino DOC Colli di Luni 2010 “Terenzuola” 2010
Para Joanna Simon, a Vermentino “é uma uva aromática que faz brancos vívidos na Sardenha, Ligúria, Córsega e Languedo-Rousillon, provavelmente a mesma que a uva Rolle da Provença (França).” Já Hugh Johnson, com o laconismo exigido pelo seu guia de bolso, assim a define: ”italiana, jovial, com textura satisfatória e potencial de envelhecimento.”
Sangiovese – 0.30
Merlot – 0.70
Vermentino – 9.00
Merla – 2.00
Tintoretto – 2.00
Sauvignon Blanc – 0.80
Vermentino Nero – 1.00

Degustação
Vermentino DOC Colli di Luni “Terenzuola” 2010 – álcool: 12% – uvas: Vermentino (90%) e outras uvas autóctones - região: Fosdinovo/Massa/Toscana – importador: MS Import – preço: R$ 72 – palha claro com reflexo esverdeado. Muito aromático com notas florais sobre um fundo mineral. No paladar é um vinho macio, equilibrado, fresco, com sugestões cítricas e confirmação da mineralidade quase salina sinalizada no nariz. Sua boa acidez o habilita para a mesa e o seu final é limpo, intenso e persistente. Um vinho fino e de personalidade. Avaliação: 88/100 pts.
Posted in Vinho degustado
Segunda degustação de vinhos Irurtia – Cabernet Sauvignon e Tannat
No dia 31 de janeiro realizamos mais uma degustação dos vinhos uruguaios Irurtia, com a presença de Clóvis Pavan e de Marcos Simonsen, da MS Import. Desta vez foram degustados dois vinhos:
Irurtia Cosecha Particular Cabernet Sauvignon 2008
Irurtia Posada Del Virrey Tannat 2008
Sobre as Bodegas Irurtia
Os Estabelecimentos Irurtia nasceram com a chegada ao Uruguai do imigrante Vasco Don Lorenzo Irurtia nos primeiros anos do século passado. Sua paixão pelos bons vinhos e a dedicação ao trabalho no cultivo da videira dão seus frutos em 1913 com a primeira vindima. (a próxima vindima – 2012 – será a número 100). A partir de 1954, Dante Irurtia promove a instalação de vinhedos selecionados para a produção de vinhos de qualidade internacional. Hoje, os Estabelecimentos Irurtia conjugam os máximos avanços da tecnologia com a tradição artesanal.
Contrarrótulo
“Color rojo rubi intenso, aromas a ciruela, especias, arándanos, frambuesas, su sabor es agradable, redondo, complejo, de muy buena estructura, con un final pronunciado e armónico. Platos: quesos, carnes rojas, pastas y comidas con buen aderezo. Temperatura de degustación 18 graus.”
Degustação
Irurtia Cosecha Particular Cabernet Sauvignon 2008 – álcool: 13% – região: Carmelo/Colonia - Vermelho rubi de média intensidade. Aromas de frutas vermelhas formando um perfil unidimensional. Na boca taninos leves, acidez mediana e alguma concentração de sabor com a fruta assumindo o papel principal, porque a madeira não incomoda. De média persistência, termina um pouco curto e sem amargor. Um Cabernet Sauvignon de perfil leve, sem a presença dos taninos marcantes que caracterizam essa cepa. Preço: US$ 3,93
Contrarrótulo do Irurtia Posada Del Virrey Tannat 2008
“El Tannat con su color rubi profundo de gran intensidad, desarolla sus aromas frutales y se muestra en la boca con gran caráter, untuoso, en un excelente final que habla de elegancia y personalidad. Acompaña pastas, carnes rojas y todo tipo de comidas con buen aderezo.”
Degustação
Posada Del Virrey Tannat 2008 – álcool: 13% – região: Carmelo/Colonia - um pouco mais intenso do que o anterior na cor, que já tem alguma profundidade. Aromas frutados com framboesa, alcatrão sobre um fundo tostado. Na boca é um Tannat bem diferente daqueles que estamos acostumados, eis que seus taninos são leves e proporcionam maciez ao conjunto. Não tem a “pegada” normalmente exibida pelos Tannats uruguaios, característica essa que agrada a muitos mas que também afasta outros dos vinhos elaborados com essa cepa. A acidez também é boa assim como a concentração de sabor, sustentada pela fruta copiosa e pela madeira integrada. Média persistência e final limpo, sem adstringência - preço: US$ 6,90
Nesta segunda degustação os vinhos Irurtia confirmaram a fama porque se mostraram equilibrados, sem excessos de madeira, álcool ou mesmo de extração. Os dois tintos, produzidos com uvas da safra 2008, se destacaram no frescor e na qualidade. O primeiro mostrou que a Cabernet Sauvignon, permite a elaboração no Uruguai, de vinhos leves, sem taninos exagerados e sem as cansativas notas herbáceas que essa uva apresenta em alguns exemplares do Novo Mundo. O Posada del Rey Tannat cresceu à mesa, como acompanhamento de um entrecote e harmonizou razoavelmente por conta de sua boa estrutura. Enfim, um vinho de taninos finos, maduros e muito fácil de beber.
Posted in Vinho degustado




























