Category Archives: Vinícolas

Giro pelo Noroeste do RS – Vinícola Antonio Dias

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Estabelecida  na Rodovia RS 324 – km 59 – cep 99675-000 – Três Palmeiras – RS (Noroeste do Estado)  contato@vinhosantoniodias.com.br, (54) 3367.1233, a Vinícola Antonio Dias foi instalada depois de muita pesquisa de solo e clima, decidindo-se pela implantação de cinco hectares de uvas finas. A Região do Alto Uruguai é considerada uma região no mínimo diferente para o cultivo de videiras. Três Palmeiras, se caracteriza por um relevo de coxilhas, solos bem drenados, pedregosos e de média fertilidade. Devido a proximidade do Rio Uruguai, o ciclo da videira inicia-se alguns dias antes do que nas regiões vitivinícolas tradicionais do Sul do Brasil, conseqüentemente a colheita se dá também algumas semanas antes. Devido a essa precocidade na produção das uvas, as mesmas fogem da época das chuvas dessa região, que ocorrem, normalmente, a partir do mês de abril.
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Nos meses de janeiro, fevereiro e primeira quinzena de março, meses de colheita de uvas brancas, tintas precoces e tintas tardias, respectivamente, a região é marcada por fortes estiagens, o que favorece a perfeita maturação de suas uvas, chegando a produzir vinhos com 14,5 % de álcool natural.

Os vinhedos

Os vinhedos

Também há uma boa amplitude térmica, diferença da temperatura do dia para a noite, chegando a ultrapassar a casa dos 8ºC. Isso favorece as altas intensidades de cor dos vinhos tintos, bem como a perfeita maturação dos taninos da uva.

A vinícola Antônio Dias se prepara para o Enoturismo: aqui será o fruturo restaurante.

A vinícola Antônio Dias se prepara para o Enoturismo: aqui será o futuro restaurante.

E no de 2007, com arquitetura voltada à produção de vinhos de boutique, com quatro pavimentos sobrepostos, utilizando a gravidade como aliada no processo de elaboração, a Antonio Dias é construída em pedras de basalto, que mantém uma temperatura amena e constante no ambiente. Todo o sistema produtivo encaixa-se no sistema de produção de vinhos de boutique, ou seja, o processo de recebimento de uvas, seleção de grãos, fermentação, afinamento, barris de carvalho e caves, tudo em seqüência, além é claro de modernos equipamentos de vinificação, barris de carvalho francês e os melhores vinhedos da propriedade, que circundam a vinícola.

Os vinhos justificaram a boa fama.

Os vinhos justificaram a boa fama.

A seguir a descrição e avaliação dos vinhos Antonio Dias (este artigo está dividido em duas partes, esta é a primeira), salientando que fomos gentilmente recebido pelo Enólogo Silvânio Antônio Dias, co-proprietário da vinícola, que teceu considerações importantes e claras sobre o terroir local, eis que a vinícola produz “vinhos de terroir”. Igualmente, apenas à título de ilustração,  registramos que Silvânio também elegeu-se Prefeito do Município de Três Palmeiras – RS, que atualmente conta com cerca de 5.000 habitantes a 380 km de Porto Alegre. E agora vem o principal: o terroir local é promissor eis que os vinhos são frescos, balanceados, com a barrica judiciosamente utilizada e todos de boa tipicidade. Os vinhedos totalizam apenas 6,5 hectares existindo 0,6 hectare da variedade portuguesa Touriga Nacional. O restante está dividido entre Tannat, Cabernet Sauvignon, Merlot, Pinot Noir e Chardonnay. A produção total não ultrapassa 40.000 garrafas anuais, com utilização da gravidade para evitar o bombeamento.  Mistela, Cachaça (que recentemente foi apontada em concurso como a melhor do Brasil)  e Brandy também são produzidos nas dependências da vinícola, de forma que a mão-de-obra  (cinco empregados, dois nos vinhedos e três na vinícola) disponível é utilizada durante todo ano com a manutenção dos empregos dos trabalhadores.

O Pinot exibiu a leveza da casta e o Rosé o frescor que se espera desse tipo de vinho.

O Pinot exibiu a leveza da casta e o Rosé o frescor que se espera desse tipo de vinho.

Espumante Antonio Dias Brut Champenoise 2011 – 12,5% de álcool – região: Três Palmeiras/Alto Uruguai/RS – preço: R$ 48,90 – autólise 15 meses – Variedades: Chardonnay (90%) e Pinot Noir (10%) – Intenso na cor dourada com reflexo brilhante esverdeado. Perlage fina e abundante. Uma verdadeira paleta de aromas exalam da flûte com  toques de pão fresco, frutas de polpa branca (pêra e maçã verde) secundadas por  frutas secas. Muito fino. Completa o conjunto um toque cítrico. Na boca tivemos a plena subscrição das sensações olfativas com acidez promovendo seu elegante frescor resultando num espumante elegante, típico  e prazeroso. Avaliação: 88,5/100 pts.

Os equipamentos para vinificação são todos novos.

Os equipamentos para vinificação são todos novos, importados da Itália.

Antonio Dias Rosé 2012 – 12% de álcool – variedades: Merlot (70%) e Pinot Noir (30%) – região: Três Palmeiras/Alto Uruguai/RS – preço: R$ 48,90 – salmão brilhante com alguma profundidade. Aberto nos aromas com notas terrosas secundadas por frutas vermelhas. Boca fresca,  alegre, vivaz, tudo isso proporcionado pela boa acidez que lhe confere frescor. Final intenso, longo, sem amargor. Perfil gastronômico. Avaliação: 86/100 pts.

O enólogo Dias, é um dos proprietários da vinícola e Prefeito do município de Três Palmeiras, empossado no último dia 1° de janeiro.

O enólogo Silvânio Dias, é um dos proprietários da vinícola e Prefeito do município de Três Palmeiras, empossado no último dia 1° de janeiro.

Antonio Dias Pinot Noir 2011 – 13,8% de álcool – região: Três Palmeiras/Alto Uruguai/RS – preço: R$ 48,90vermelho rubi intenso. Aromas abertos com notas terrosas secundadas por frutas negras. Na boca é um vinho sápido que apresentou taninos macios, acidez típica da casta, ótimo entrosamento entre fruta e madeira. Acento mineral com longa persistência. Termina fresco, salivante sem arestas. Vinho gastronômico. Avaliação: 87/100 pts.

Espumante Antonio Dias Champenoise. Corte de Chardonnay (90%) e Pinot Noir, produzido numa região sem tradição na produção de vinhos finos, teve desempenho surpreendente na flûte. Altamente recomendado!

Espumante Antonio Dias Champenoise. Corte de Chardonnay (90%) e Pinot Noir, produzido numa região sem tradição na elaboração de vinhos finos, teve desempenho surpreendente na flûte. Altamente recomendado!

Antonio Dias Tannat 2009 – 13,8% de álcool – região: Três Palmeiras/Alto Uruguai/RS – preço: R$ 48,90 – oportunamente será degustado e avaliado. Provamos amostra de tanque 2012 que exibiu cor intensa, aromas levemente frutados e taninos de qualidade acima da média. O vinho ainda não passou por madeira, mas já está pronto. Deverá amadurecer oito meses em baarricas francesas de 1° e 3° usos. Agradável, fácil de beber e sobretudo de ótima tipicidade. Avaliação: 88/100 pts.

Jacques martins e Dias

Jacques Martins e Silvânio Dias

Antonio Dias Cabernet Sauvignon 2009 – 13,5% de álcool – região: Três Palmeiras/Alto Uruguai/RS – preço: R$ 48,90 - será degustado e avaliado oportunamente.

Antonio Dias Merlot 2009 – 13,5% de álcool – região: Três Palmeiras/Alto Uruguai/RS – preço: R$ 48,90 - será degustado e avaliado oportunamente.

Onze linhas para o Champagne Jacquesson

Fundada em 1798 por Memmie Jacquesson, a Maison Jacquesson tem 26 hectares de vinhedos próprios em Grands Crus como Aÿ, Avize e Oiry, e Premiers Crus como Hautvillers, Dizy e Mareuil-sur-Aÿ, e é passagem obrigatória para os apreciadores de champagne. Mesmo com o atual sucesso, a vinícola manteve sua produção de 35.000 garrafas por ano e não incorporou métodos industriais. O trabalho começa nos vinhedos bem cuidados e termina lentamente na cave, com a vinificação dos vinhos-base em barricas de carvalho que conferem complexidade e elegância a seus vinhos. Além disso, a casa costuma manter o champagne por longo tempo em contato com as leveduras e um dos seus diferenciais é a parcimônia com que usa o licor de dosagem, no máximo 6g de açúcar por litro.

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Notas de degustação fornecidas pelo importador (WW): 

Cor: amarelo palha, com perlage delicada e abundante.
Aroma: frutas brancas, notas florais e toques defumados e tostados.
Sabor: fino, elegante e complexo, com bom frescor e final marcante e persistente. Harmonização: aperitivo ou acompanhando peixes com molhos intensos, massas com molho ao curry e queijos médios.
Grad. Alcoólica: 12%

Série Vinícolas Portuguesas – Valle Pradinhos

JEOInstalada em Trás-os-Montes, região afastada no Norte do Douro, esta propriedade surgiu em 1913 como refúgio para uma família – as videiras foram plantadas somente mais tarde. Atualmente, é uma empresa controlada por Maria Antônia Mascarenhas e a produção de vinhos esta nas mãos de Rui Cunha que também faz vinhos na Quinta da Covela. Há algo de selvagem e nervoso nos vinhos, o que reflete a rusticidade da região de onde procedem. O branco, que mescla Riesling, Gewürztraminer e Malvasia Fina, é aromático e vívido. O vinho da propriedade é um corte de Touriga Nacional, Cabernet Sauvignon e Tinta Amarela, com frescor, notas de ameixa e muitos sabores. No Reserva predomina a uva Cabernet Sauvignon, revelando a doçura concentrada da amora-negra, com estrutura firme e notas de alcatrão. Fonte: O Grande Livro dos Vinhos – Informações atualizadas de mais de 4.000 vinícolas em todo mundo. Publifolha – Edição 2012JEO

Dez linhas para Abbazia di Novacella – Alto Adige

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Circundada pelos Alpes, que a protegem de ventos do Norte da Europa, produz uvas típicas como Pinot Grigio, Sylvaner, Müller Thurgau e Gewürztraminer, sempre lembradas pela elegância e complexidade. A influência  austríaca é marcante na lingugem, na cultura e principalmente no estilo de produção dos vinhos brancos, todos frescos, aromáticos, leves de corpo e ricos de sabor. Nesse contexto, a Abbazia Novacella está localizada num Monastério Agostiano fundado em 1.142, que até hoje se destaca por sua viticultura fina e por sua rica biblioteca. Devido à sua localização geográfica, ao Norte limitada pelos Alpes Italo-Austríacos e ao Sul ela Lombardia e pelo Vêneto, produz vinhos elegantes, aromáticos, elaborados com variedades típicas citadas no princípio deste texto. Fonte: Catálogo da World Wine

Série Vinícolas Portuguesas – Monte da Raposinha

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O Monte da Raposinha situa-se no Norte Alentejano, em Montargil, Concelho de Ponte de Sôr, a cerca de 800 metros a jusante do leito da barragem (de Montargil), o ex-libris da Terra.

Integrado em propriedade familiar desde finais do Sec. XVIII, o nome “Raposinha” dado à propriedade é uma homenagem ao pai da atual proprietária, Pedro de Sousa, que muito carinhosamente assim a tratava desde criança.

Ladeado pela Ribeira do Sôr e pelos canais de rega da barragem, a fertilidade dos seus terrenos descobriu a realização do sonho das novas gerações, a implantação de uma vinha, cultura que já caracterizou noutros tempos esses mesmo terrenos.

Assim, para além da criação do seu espaço de lazer e de férias, residentes em Coimbra, o casal Maria do Rosário e Nuno Ataíde, respectivamente psicóloga e Juiz, decidiram enveredar no grande desafio da viticultura, dedicando à vinha 11 hectares da propriedade, cuja plantação teve início em 2004.

A vinificação teve início em 2007, então apenas em lagares multifunções, de manta submersa e com temperaturas controladas, num armazém há alguns anos construído para apoio da atividade agrícola, tendo sido realizada com os maiores cuidados técnicos, sob orientação do enólogo Carlos Magalhães e com o permanente acompanhamento dos produtores.

O sucesso desta primeira produção foi imediato, patenteado na distinção de todo o Vinho Tinto por parte da Confraria dos Enófilos do Alentejo, que primeiramente atribuiu ao vinho colocado em estágio em barrica a (única) “Talha de Bronze” no XVII concurso “Os Melhores Vinhos do Alentejo”, vinho este engarrafado em Novembro de 2008 como Grande Escolha e a marca Monte da Raposinha – ATHAYDE 2007, e também o 2º prémio (Medalha de Prata) no “Concurso de Vinhos Engarrafados do Alentejo 2008”, que se realizou em Maio de 2008.

O Monte da Raposinha – ATHAYDE 2007, cuja produção se cifrou em cerca de 8.000 garrafas de 0,75 de 198 garrafas Magnuns de 1,5 litro, foi também distinguido com “Medalha de Prata” no Concurso Mundial de Bruxelas de 2009 e 2010, bem como com “Medalha de Bronze” nos IWSC de 2009 e 2010.

Foi também atribuído ao Monte da Raposinha uma “Menção Honrosa” ao vinho Tinto da produção 2008 que se encontra a estagiar em barrica, no XVIII Concurso “Os Melhores Vinhos do Alentejo”, organizado pela Confraria dos Enófilos do Alentejo, vinho este que foi engarrafado em Dezembro de 2009 como Grande Escolha e a marca Monte da Raposinha – ATHAYDE.

Com a mesma marca Monte da Raposinha – ATHAYDE, foi entretanto lançado um Reserva Branco 2009, composto essencialmente de Chardonnay (85%) e também Arinto.

Não esquecendo o vinho tinto “início de gama” com a marca “Monte da Raposinha – NÓS”, o topo de gama temos o tinto “Monte da Raposinha – FURTIVA LAGRIMA” 2007.

A adega inicial serve atualmente para local de estágio dos vinhos em barricas, sob temperatura controlada, tendo sido edificada uma nova adega em Julho de 2008, aumentando-se a capacidade de fermentação e de estágio, sendo que no ano de 2008 foram produzidas cerca de 60.000 garrafas, produção que já se viu aumentada em 2009 para quase 100.000 garrafas, patamar que os produtores consideram a ideal para serem mantidos os níveis de qualidade já atingidos.

Estes grandes estímulos muito credibilizaram e estimularam o projeto, de índole familiar, animando-o no crescendo objetivo de produzir vinhos de grande qualidade. Fonte: ViniPortugal

Série Vinícolas Portuguesas – Pêra Grave

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A Quinta de S. José de Peramanca fica situada no coração da famosa região conhecida pelo menos desde o séc. XIV, citada nas inquirições Fernandinas como – “Vinhas e terras de  Peramanca” – Alentejo.

Segundo Túlio Espanca no inventário artístico de Portugal: “A Capela da Quinta de S. José de Peramanca foi construída em terras realengas onde, durante centúrias se havia experimentado, com frutos celebrizados o vinho de Peramanca, que é citado nas crônicas quinhentistas e se exportava, largamente, nas esquadras portuguesas em demanda das terras ultramarinas.”

A coroar a excelência, os vinhos produzidos na região de Peramanca ganham no final do séc. XIX várias medalhas em concursos internacionais, nomeadamente ouro em Bordeaux.

Os atuais vinhos produzidos nesta Quinta, oferecem-lhe a oportunidade de voltar a desfrutar dos notáveis vinhos produzidos  junto à ribeira de Peramanca.

Ambiente/Paisagem em que se integra: Solos graníticos, com afloramentos de pedra em equilíbrio oscilante (pedras mancas) rodeiam uma bonita casa datada do séc. XVII. Fonte: ViniPortugal

Série vinícolas portuguesas – Roquevale

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Ao longo de quase vinte anos, a Roquevale desenvolveu uma gama completa de vinhos elaborados principalmente das castas do Alentejo pela enóloga Joana Rouqe do Vale. A Sociedade Agrícola Herdade da Madeira Ltda. foi criada em  1983, na sequência da existência de uma sociedade irregular, familiar, a trabalhar no concelho de Redondo desde 1970. Passou a denominar-se Roquevale.

A atividade agrícola da Roquevale foi, durante alguns anos, diversificada. De destacar, além da cultura da vinha, a cerealicultura e a pecuária (ovinos). Nos finais da década de 80, houve a opção de abandonar todas as outras atividades, tendo a empresa passado a dedicar-se apenas à vitivinicultura.

Em 1989 foi construída uma adega, no Monte Branco.

Ambiente/paisagem em que se integra:

Situada no sopé da Serra d’Ossa, a Roquevale faz parte da região vitivinícola de Redondo, actualmente, uma das oito sub-regiões da Denominação de Origem Controlada (D.O.C.) Alentejo. Apesar de possuir vinhos brancos de excelente qualidade, ainda são os tintos que fazem desta zona vitivinícola uma das de maior prestígio em Portugal.

Características especiais da vinha:

As duas herdades propriedade da empresa são o Monte Branco, com solos de origem granítica, fundamentalmente dirigido à produção de uvas brancas e a Herdade da Madeira Nova de Cima, com solos vermelhos de xisto, vocacionada para a produção de uvas tintas. A área total de vinha ronda os 185 hectares, 80 % de uvas tintas e o restante de castas de uva branca.

Na adega, além de pequenos investimentos, pontuais e consecutivos, os grandes projetos de expansão ocorreram em 1991/1992, em 1996/1997 e em 2002/2003.

A Roquevale ficou assim dotada das estruturas imprescindíveis à sua actividade, ao nível da produção, controlo de qualidade, engarrafamento, armazenagem, estágio de vinhos e defesa do meio ambiente.

Arquitetura:

Numa ampla e bonita cave inaugurada no ano 2003, os vinhos de maior qualidade estagiam em barricas de carvalho francês e americano e também se efectua o estágio do vinho em garrafa, indispensável à obtenção de vinhos de grande nível. Fonte: ViniPortugal

Série vinícolas portuguesas – Sociedade Agrícola João Teodósio Matos Barbosa & Filhos

JEOA Sociedade Agrícola João Teodósio Matos Barbosa & Filhos Ltda. é uma empresa de caráter familiar nascida no ano de 1997. Fundada por João Teodósio  Matos Barbosa, a empresa foi crescendo lentamente ao longo do anos através de produtos não produzidos pela própria e só em 2.000 as primeiras vinhas foram plantadas, na propriedade de Valle de Junco, em Hortas de Baixo, Esperança, Distrito de Porta Alegre e em Porta de Teira, Rio Maior, Distrito de Santarém. A entrada de produtos produzidos pela João Teodósio no mercado ocorreu em 2005, depois de uma pequena produção em 2003 na vinha de Porta de Teira e em 2004 em Valle de Junco. Nas adegas de cada uma das vinhas são criados os vinhos Ninfa e Lapa dos Gaviões com os cuidados que só as pequenas empresas conseguem transmitir pelas suas uvas.

Vinhos produzidos:

Lapa dos Gaviões – VR Alentejo

Ninfa - VR Tejo

Sidónio de Sousa Rosé Espumante Bairrada

Sidónio de Sousa Garrafeira Bairrada DOC

Lapa dos Gaviões VR Alentejo

Ninfa Escolha – VR Tejo

Sidónio de Sousa Espumante Bairrada DOC

Sidónio de Sousa Reserva 2005 Tinto Bairrada

Série vinícolas portuguesas – Falua Sociedade de Vinhos

O enólogo João Portugal Ramos começou a produzir vinhos no promissor Vale do Tejo com objetivo prioritário de engrandecer a região.  Nas instalações moderníssimas dotada dos mais modernos equipamentos, João Portugal traz uvas dos melhores vinhedos do Tejo – nova designação do Ribatejo – para transformá-las em vinhos de classe mundial. Respeitado como um dos grandes nomes de Portugal no momento, o Conde João Filipe Osório, ou Conde Foz de Arouce, está neste projeto ao lado de seu genro, o famoso João Portugal Ramos. Neste terroir distinto, com influências atlânticas mais moderadas que na Bairrada, “eles conseguem trabalhar a uva Baga da melhor forma possível e são possivelmente os melhores produtores dessa  variedade em Portugal”, segundo Robert Parker.

Enólogo João Portugal Ramos. Crédito da imagem: Inner Editora

Enólogo João Portugal Ramos. Crédito da imagem: Inner Editora

Série vinícolas portuguesas – Churchill’s

Belgica

“Fundada em 1981 pelos irmãos Graham, a Churchill’s logo estabeleceu a reputação de produzir LBVs e portos vintage bons e densos. O amendôado Dry Wine Port, que envelhece 10 anos em madeira e tem o caráter de um Tawny, é um dos poucos Portos brancos que valem à pena.” Fonte: Coleção Vinhos do Mundo – volume 10 – Portugal e Grécia