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	<title>Blog do Jeriel</title>
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	<description>Vinhos, Viagens, Eventos, Restaurantes e Degustações</description>
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		<title>Dicas de harmonização: taninos e ponto de cozimento</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 09:08:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jeriel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>

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		<description><![CDATA[  Ontem almoçamos juntos, eu, Jeriel e cada uma das respectivas esposas. Três de nós escolhemos um prato clássico, o “Steak au poivre”, filé mignon bem selado em seu próprio molho com um pouco de creme de leite e pimentas &#8230; <a href="http://blogdojeriel.com.br/2012/02/dicas-de-harmonizacao-taninos-ponto-de-cozimento/">Read more <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"> </p>
<div id="attachment_56352" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://blogdojeriel.com.br/wp-content/uploads/2012/02/zzzzzzzzzzzzzzzzz-040.jpg"><img class="size-medium wp-image-56352" title="zzzzzzzzzzzzzzzzz 040" src="http://blogdojeriel.com.br/wp-content/uploads/2012/02/zzzzzzzzzzzzzzzzz-040-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Steak au Poivre do Restaurante paulistano Poivre</p></div>
<p style="text-align: justify;">Ontem almoçamos juntos, eu, Jeriel e cada uma das respectivas esposas. Três de nós escolhemos um prato clássico, o “Steak au poivre”, filé mignon bem selado em seu próprio molho com um pouco de creme de leite e pimentas frescas (que podem ser verdes, pretas, rosas ou um mix), acompanhado de batatas, assadas com manteiga e queijo (rösti) ou um purê.</p>
<p style="text-align: justify;">Para acompanhar tal prato, há uma gama enorme de vinhos possíveis, mas a pergunta é “o que poderia levar a escolher cada um deles”? Quais são as bases racionais da harmonização?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>HARMONIZAÇÃO “LATO SENSU”</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Aquilo que chamamos de uma boa harmonização em eno-gastronomia é uma soma favorável e satisfatória de sensações gustativas que os aromas e sabores do vinho e da comida nos proporcionam, quando provados juntos. A soma das partes deve ser tão agradável quanto possível, formando um conjunto uniforme. As percepções que obtemos são diferentes daquelas quando degustamos cada um separadamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Quero dizer com isso é que cada um pode escolher o que bem entender, até mesmo as combinações mais esdrúxulas, mas que existem algumas regras básicas que comprovadamente trarão impressões bem mais interessantes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>CARNES VERMELHAS E VINHOS</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Por que vinhos “sempre” (toda regra tem exceções) são bons companheiros de carnes vermelhas? Um dos motivos é que as carnes brancas, de aves ou peixes raramente poderão ser servidas com um ponto de cozimento que beire o cru, e quando isso acontecer lhes faltará o que sobra nas carnes vermelhas: a suculência.</p>
<p style="text-align: justify;">Características gerais de cada um:</p>
<p style="text-align: justify;">- <strong>Carnes vermelhas:</strong> possuem sabor próprio, textura variável em função do cozimento. Quanto mais cozidas, menos suculentas (mais secas) e menos macias (há formas de cozimento longo que deixam as carnes macias, mas são reservadas às aves de sabor delicado).</p>
<p style="text-align: justify;">- <strong>Vinhos tintos:</strong> possuem aromas, sabores e sobretudo TANINOS, que serão o ponto crucial do equilíbrio das sensações gustativas (com carnes vermelhas, além da óbvia mescla de aromas e sabores, há de se valorizar as sensações táteis!).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SENSAÇÕES TÁTEIS</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, como dito, é o ponto-chave da harmonização que discutimos! Por que ocorrem?</p>
<p style="text-align: justify;">As carnes bem seladas, de textura interna bem macia, liberam sucos, que embora interessantes, alcançam o equilíbrio perfeito através da interação com um elemento de efeito contrário, “secante”, que são justamente os taninos dos vinhos tintos! A sensação, muito boa, é de complementaridade, num equilíbrio que nenhum dos dois componentes, carne e vinho, seriam capazes de dar se degustados isoladamente!</p>
<p style="text-align: justify;">Deste modo, conforme exposto, devemos raciocinar assim: carne mais crua e suculenta pede vinho mais tânico, quanto mais cozida menos os taninos ajudarão, podendo até resultar em amargor. Também é condenável, a presença excessiva de sal, que não formam bom par com taninos.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, numa situação ideal é que todos à mesa peçam suas carnes com um cozimento parecido, pois se isso não ocorrer, cada um poderá dar uma impressão diferente, positiva ou negativa, sobre a combinação com o vinho escolhido!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>COZIMENTOS</strong></p>
<p style="text-align: justify;">- Mal-passado: vinho tânico, pode ser relativamente jovem</p>
<p style="text-align: justify;">- Ao ponto: vinho tânico, porém maduro ou de média tanicidade</p>
<p style="text-align: justify;">- Bem-passado: preferência para vinhos de baixa carga tânica, jovens, frutados</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A IMPORTÂNCIA DOS MOLHOS</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, os molhos são personagens centrais e determinantes para a escolha. Aqui, ao invés do saudável antagonismo entre “taninos-suculência”, teremos uma pista para a harmonização por similaridade. E o que é isso? No caso, o fato do molho conter pimentas, sendo assim aromático e também picante.</p>
<p style="text-align: justify;">O vinho a se escolher deve ter as mesmas características, ou seja, ser aromático, frutado e sobretudo com uma dose de picância, quer dizer, aromas e sabores de especiarias!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>DICAS ESPECÍFICAS PARA STEAK AU POIVRE</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mal-passado:</strong> Tannat uruguaio jovem com passagem em madeira; Bordeaux jovem à base de Cabernet Sauvignon; vinhos à base de uva Mourvédre (sul da França, Chile)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ao ponto:</strong> tintos maduros, podem ter idade entre 6-10 anos, média a boa tanicidade tais como <em>Chiantis e de uva Aglianico (Itália), Rioja/Ribera del Duero/Toro (Espanha), Crozes-Hermitage, Chateauneuf-du-pape (França), Carmenére chileno, Zinfandel norte-americano</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Bem-passado:</strong> <em>Beaujolais “Crus” (Morgon, Moulin-a-vent), Cabernet Franc do Vale do Loire (Bourgueil), Syrah do sul da França (Nîmes), Barberas ou Dolcettos (Itália</em><em>)</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Texto de André Logaldi</em></strong></p>
<div class="tweetthis" style="text-align:left;"><p> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://twitter.com/share?url=http://blogdojeriel.com.br/2012/02/dicas-de-harmonizacao-taninos-ponto-de-cozimento/&text=%3Ccenter%3EDicas+de+harmoniza%C3%A7%C3%A3o%3A+taninos+e+ponto+de+cozimento%3Ccenter%3E&via=tweetthisplugin&related=richardxthripp%2Ctweetthisplugin" title="Postar no Twitter"><img class="nothumb" src="http://blogdojeriel.com.br/wp-content/plugins/tweet-this/icons/en/twitter/tt-twitter3.png" alt="Post to Twitter" /></a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://twitter.com/share?url=http://blogdojeriel.com.br/2012/02/dicas-de-harmonizacao-taninos-ponto-de-cozimento/&text=%3Ccenter%3EDicas+de+harmoniza%C3%A7%C3%A3o%3A+taninos+e+ponto+de+cozimento%3Ccenter%3E&via=tweetthisplugin&related=richardxthripp%2Ctweetthisplugin" title="Postar no Twitter">Compartilhe esse Post</a></p></div>]]></content:encoded>
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		<title>De onde vem o melhor Riesling australiano?</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 01:45:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jeriel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[Os vales de Clare e Eden têm forte tradição em Riesling de qualidade. Os do Vale do Clare apresentamcaráter bem mineral, com aromas cítricos e acidez bem revigorante &#8211; esta confere austeridade e persistência, as marcas registradas dos Rieslings de &#8230; <a href="http://blogdojeriel.com.br/2012/02/de-onde-vem-melhor-riesling-australiano/">Read more <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://blogdojeriel.com.br/wp-content/uploads/2012/02/020.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-56350" title="020" src="http://blogdojeriel.com.br/wp-content/uploads/2012/02/020-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Os vales de Clare e Eden têm forte tradição em Riesling de qualidade. Os do Vale do Clare apresentamcaráter bem mineral, com aromas cítricos e acidez bem revigorante &#8211; esta confere austeridade e persistência, as marcas registradas dos Rieslings de Clare Valley. Já no Vale do Eden, a uva ganha nuances florais, cítricas e (em alguns anos) até de frutas tropicais. Seu principal atributo é a elegância. A maioria dos vinicultores separa os vinhos dos dois vales, mas outros provam que eles casam bem &#8211; como Wendy Stuckey, vinicultora chefe de brancos de Wolf Blass, que soma o melhor de cada em seu rótulo mais vendido, o Gold Medal. <strong>Fonte:</strong> Vinhos do Mundo vol. 13 &#8211; Adega Veja</p>
<div class="tweetthis" style="text-align:left;"><p> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://twitter.com/share?url=http://blogdojeriel.com.br/2012/02/de-onde-vem-melhor-riesling-australiano/&text=%3Ccenter%3EDe+onde+vem+o+melhor+Riesling+australiano%3F%3Ccenter%3E&via=tweetthisplugin&related=richardxthripp%2Ctweetthisplugin" title="Postar no Twitter"><img class="nothumb" src="http://blogdojeriel.com.br/wp-content/plugins/tweet-this/icons/en/twitter/tt-twitter3.png" alt="Post to Twitter" /></a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://twitter.com/share?url=http://blogdojeriel.com.br/2012/02/de-onde-vem-melhor-riesling-australiano/&text=%3Ccenter%3EDe+onde+vem+o+melhor+Riesling+australiano%3F%3Ccenter%3E&via=tweetthisplugin&related=richardxthripp%2Ctweetthisplugin" title="Postar no Twitter">Compartilhe esse Post</a></p></div>]]></content:encoded>
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		<title>Série vinícolas argentinas &#8211; Chakana Estate Wines</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Feb 2012 20:20:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jeriel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vinícolas]]></category>

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		<description><![CDATA[Com sua simbologia do universo, a Chakana, ou cruz quadrada, é um antigo símbolo andino. Com 350 hectares a 950 metros de altitude, Chakana foi capaz de recuperar importantes vinhedos com mais de anos  de idade e plantar variedades alinhadas &#8230; <a href="http://blogdojeriel.com.br/2012/02/serie-vinicolas-argentinas-chakana-estate-wines/">Read more <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://blogdojeriel.com.br/wp-content/uploads/2012/02/0192.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-56253" title="019" src="http://blogdojeriel.com.br/wp-content/uploads/2012/02/0192-300x248.jpg" alt="" width="300" height="248" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Com sua simbologia do universo, a <strong>Chakana,</strong> ou cruz quadrada, é um antigo símbolo andino. Com 350 hectares a 950 metros de altitude, <strong>Chakana</strong> foi capaz de recuperar importantes vinhedos com mais de anos  de idade e plantar variedades alinhadas às tendência de consumo mundial. Por sua filosofia de controle completo sobre todas as estapas do processo produtivo do vinho, <strong>Chakana</strong> optou por produzir vinhos com uvas cultivadas na própria vinícola. <strong>Importador</strong> World Wine.</p>
<div class="tweetthis" style="text-align:left;"><p> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://twitter.com/share?url=http://blogdojeriel.com.br/2012/02/serie-vinicolas-argentinas-chakana-estate-wines/&text=%3Ccenter%3ES%C3%A9rie+vin%C3%ADcolas+argentinas+%E2%80%93+Chakana+Estate+Wines%3Ccenter%3E&via=tweetthisplugin&related=richardxthripp%2Ctweetthisplugin" title="Postar no Twitter"><img class="nothumb" src="http://blogdojeriel.com.br/wp-content/plugins/tweet-this/icons/en/twitter/tt-twitter3.png" alt="Post to Twitter" /></a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://twitter.com/share?url=http://blogdojeriel.com.br/2012/02/serie-vinicolas-argentinas-chakana-estate-wines/&text=%3Ccenter%3ES%C3%A9rie+vin%C3%ADcolas+argentinas+%E2%80%93+Chakana+Estate+Wines%3Ccenter%3E&via=tweetthisplugin&related=richardxthripp%2Ctweetthisplugin" title="Postar no Twitter">Compartilhe esse Post</a></p></div>]]></content:encoded>
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		<title>Duelo Novo x Velho Mundo</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Feb 2012 13:30:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jeriel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vinho degustado]]></category>

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		<description><![CDATA[O palco desse duelo foi um tradicional restaurante de São Paulo. De um lado o pontuadíssimo Cobus 2008 &#8220;Corte a Nico&#8221;, corte de Cabernet Sauvignon (82%) e Malbec (18%) que arrancou nada menos do que 98/100 pts. da Wine Advocate (Robert &#8230; <a href="http://blogdojeriel.com.br/2012/02/duelo-novo-velho-mundo/">Read more <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O palco desse duelo foi um tradicional restaurante de São Paulo. De um lado o pontuadíssimo <strong>Cobus 2008 &#8220;Corte a Nico&#8221;,</strong> corte de <strong>Cabernet Sauvignon (82%) e Malbec (18%)</strong> que arrancou nada menos do que<strong> 98/100 pts.</strong> da <strong>Wine Advocate (Robert Parker)</strong>, sem dúvida, um dos grandes vinhos da Argentina, a &#8220;bola da vez no Novo Mundo&#8221;. Do outro lado, como desafiado o quase desconhecido <strong>Wences 2004</strong>, um vinho espanhol da emergente região de <strong>Toro</strong>, elaborado com <strong>Tinta de Toro</strong> (80%) e o restante de castas nativas. O primeiro custa <strong>R$ 890,</strong> <em>um preço elevado para um vinho do Novo Mundo,</em> muito provavelmente decorrente das elevadas pontuações que recebe safra após safra, o que demonstra consistência do produtor. Já o vinho ibérico, custa cerca de <strong>R$ 249,</strong> sem nenhuma pontuação expressiva, mas com nada desprezíveis <strong>86/100 pts. do Guia Peñin 2009,</strong> uma medalha de prata no concurso &#8220;citadelles du vin&#8221; e outra (de prata também) no concurso internacional de &#8220;Zarcillo&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
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<div> </div>
<div style="text-align: justify;">Ambos foram servidos às cegas. O primeiro vinho apresentou cor vermelho rubi violáceo profundo, intenso com halo granada em formação. Aberto nos aromas com notas balsâmicas, algum terroso sobre frutas em compota. Na boca taninos polidos, elegantes e ainda presentes. Fluído, expansivo e com todos elementos em sintonia, inclusive o álcool na casa dos 14,5%. Persistente e salivante ao marcante final.  O segundo vinho já causou impacto na taça com sua cor retinta com reflexo púrpura. Aromas menos complexos do que o vinho anterior, contudo, com excepcional evolução na taça com baunilha, frutas negras sobre um fundo mentolado, quase que denunciando uma das principais características da casta majoritária no seu corte, a<strong> Cabernet Sauvignon.</strong> Na boca um vinho denso, concentrado, um pouco pesado, com menos acidez do que o primeiro vinho e muita fruta encoberta pela madeira. De longa persistência, quase que interminável,  um verdadeiro &#8220;infanticídio viníco&#8221; prová-lo agora.</div>
<div style="text-align: justify;"> </div>
<div style="text-align: justify;"><strong>Conclusão</strong></div>
<div style="text-align: justify;">Fugindo à regra deste blog esses dois vinhos não serão pontuados. Explico.  Se o fizesse, certamente que o vinho &#8220;desafiado&#8221; receberia uma pontuação maior. <em>Todavia, entendemos que a comparação de um vinho elaborado majoritariamente com <strong>Cabernet Sauvignon</strong> com outro de <strong>Tinta de Toro   </strong>não é pertinente.</em> <em>Além disso as safras também são diferentes, o que corrobora essa assertiva.</em> Mas sem perder tempo com outras considerações, vamos direto à conclusão. Não é porque o <strong>Cobos custa R$ 890</strong> e já tenha recebido a astronômica pontuação de<strong> 98/100 pts. da WA de Robert Parker</strong>  que isso lhe dá a credencial de ser imbatível. Ledo engano. Essa degustação, que na realidade foi apenas uma brincadeira entre dois amigos trouxe um ensinamento para quem gosta de vinho: não devemos beber rótulos, premiações e nem pontuações. Não devemos acreditar piamente em tudo o que lemos. <em>As pontuações são úteis para orientação do consumidor (até as pedras sabem que este escritor as defende, porque foi assim que aprendemos a analisar vinhos e porque as pontuações servem de norte para os interessados), mas nem sempre devemos nos apegarmos ferrenhamente a elas, eis que no mundo do vinho a verdade que deve imperar é a &#8220;verdade da taça&#8221;. Ou seja, o bom senso é imprescindível.</em> O que deveria ser nem sempre é: não é porque recebeu 98/100 pts. da WA de RP que o vinho é melhor do que outro que nem pontuado foi&#8230;.e ponto final!</div>
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		<title>Nova série: vinícolas argentinas</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Feb 2012 21:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jeriel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vinícolas]]></category>

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		<description><![CDATA[A Argentina é um país que se localiza entre a cordilheira dos Andes e o oceano Atlântico na parte meridional do continente americano e que têm cerca de 37 milhões de habitantes distribuídos em 23 Províncias. Possui a 8ª maior &#8230; <a href="http://blogdojeriel.com.br/2012/02/nova-serie-vinicolas-argentinas/">Read more <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_56257" class="wp-caption aligncenter" style="width: 234px"><a href="http://blogdojeriel.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Mercosul.gif"><img class="size-medium wp-image-56257" title="Mercosul" src="http://blogdojeriel.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Mercosul-224x300.gif" alt="" width="224" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Argentina e Brasil são os principais integrantes do Mercosul</p></div>
<p style="text-align: justify;">A <strong>Argentina</strong> é um país que se localiza entre a cordilheira dos Andes e o oceano Atlântico na parte meridional do continente americano e que têm cerca de 37 milhões de habitantes distribuídos em 23 Províncias. Possui a 8ª maior extensão territorial do planeta. É o 5º maior produtor mundial de vinhos e o 10º exportador. Sua principal região vinícola, <strong>Mendoza</strong> (localizada há 2.500 km ao norte da Patagônia), não sofre influência marítima porque está localizada há 1.000 km do oceano Atlântico e sofre forte incidência do sol o ano inteiro devido ao clima seco que propicia poucas chuvas. A amplitude térmica é grande e isso favorece a vinicultura. Depois de <strong>Mendoza</strong>, as demais regiões vinícolas do país são: <strong>Calchaquies, La Rioja, San Juan e a Patagônia.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto <strong>Mendoza</strong> é a região vitivinícola mais importante da <strong>Argentina</strong>, responsável por 70% do vinho, não se pode dizer que seja um mar homogêneo de <strong>Malbec.</strong> Cada distrito, dentro de <strong>Mendoza,</strong> pode se orgulhar de sua própria interpretação desta cepa tinta. Se quisermos generalizar podemos dizer, por exemplo, que o vinho de <strong>Malbec</strong> foi produzido com uvas do <strong>Vale de Uco</strong> somente. Todavia, não podemos diexar de lado o que está acontecendo em regiões como <strong>San Carlos, Tunuyan e Tupungato,</strong> porque a diferença de vinhos da mesma cepa impressiona até o mais desatento dos degustadores. O mesmo raciocínio vale para a <strong>DOC Luján de Cuyo,</strong> uma vez que existem alguns excelentes vinhos provenientes dos subdstritos de <strong>Agrelo, Perdriel, Vistalba e Ugartche</strong> e cada vez mais de <strong>Maipú</strong> e subsdistritos de <strong>Cruz de Piedra, Las Margaritas e Lunlunta.</strong></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Doze linhas para a embalagem &#8220;bag in box&#8221;</title>
		<link>http://blogdojeriel.com.br/2012/02/algumas-linhas-sobre-embalagem-bag-box/</link>
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		<pubDate>Sat, 04 Feb 2012 17:40:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jeriel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[informações sobre vinhos]]></category>

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		<description><![CDATA[A garrafa de vinho, como conhecemos hoje, é uma solução inglesa do século XVII para comercializar a bebida. De lá para cá, outras embalagens foram desenvolvidas. Uma delas é a bag in box (bib, para os íntimos). Trata-se de caixas &#8230; <a href="http://blogdojeriel.com.br/2012/02/algumas-linhas-sobre-embalagem-bag-box/">Read more <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_56235" class="wp-caption aligncenter" style="width: 305px"><a href="http://blogdojeriel.com.br/wp-content/uploads/2012/02/A21.jpg"><img class="size-medium wp-image-56235" title="A21" src="http://blogdojeriel.com.br/wp-content/uploads/2012/02/A21-295x300.jpg" alt="" width="295" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Crédito da imagem</p></div>
<p style="text-align: justify;">A garrafa de vinho, como conhecemos hoje, é uma solução inglesa do século XVII para comercializar a bebida. De lá para cá, outras embalagens foram desenvolvidas. Uma delas é a bag in box (bib, para os íntimos). Trata-se de caixas de papelão que acomodam até 6 litros de vinhos que, depois de aberto, mantém-se até por dois meses. Internamente são constituídas de uma bolsa de filme transparente na parte interna e laminado na parte externa e fechada à vácuo. A bebida é retirada por uma torneira com válvula de passagem que impede a entrada de oxigênio. As bib são amplamente utilizadas em vinhos de grande produção e exportação do Novo Mundo e começam a ser difundidas em regiões tradicionais, como Bordeaux, na França. São ideais para venda de vinhos em taça ou grandes comemorações mais informais. <strong>Fonte:</strong> Adega Veja do Vinho, volume 6 &#8220;como guardar o vinho&#8221;.  </p>
<div class="tweetthis" style="text-align:left;"><p> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://twitter.com/share?url=http://blogdojeriel.com.br/2012/02/algumas-linhas-sobre-embalagem-bag-box/&text=%3Ccenter%3EDoze+linhas+para+a+embalagem+%E2%80%9Cbag+in+box%E2%80%9D%3Ccenter%3E&via=tweetthisplugin&related=richardxthripp%2Ctweetthisplugin" title="Postar no Twitter"><img class="nothumb" src="http://blogdojeriel.com.br/wp-content/plugins/tweet-this/icons/en/twitter/tt-twitter3.png" alt="Post to Twitter" /></a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://twitter.com/share?url=http://blogdojeriel.com.br/2012/02/algumas-linhas-sobre-embalagem-bag-box/&text=%3Ccenter%3EDoze+linhas+para+a+embalagem+%E2%80%9Cbag+in+box%E2%80%9D%3Ccenter%3E&via=tweetthisplugin&related=richardxthripp%2Ctweetthisplugin" title="Postar no Twitter">Compartilhe esse Post</a></p></div>]]></content:encoded>
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		<title>MS Import incrementa seu portfólio com 60 novos vinhos</title>
		<link>http://blogdojeriel.com.br/2012/02/ms-import-incrementa-seu-portfolio-60-novos-vinhos/</link>
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		<pubDate>Sat, 04 Feb 2012 10:29:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jeriel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Divulgação]]></category>

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		<description><![CDATA[   &#160; São vinhos de quase duas dezenas de vinícolas da Itália, França e Espanha, a maioria delas inéditas no Brasil Quem acompanha o trabalho do jovem importador Marcos Simonsen sabe de seu empenho em trazer para o País vinhos &#8230; <a href="http://blogdojeriel.com.br/2012/02/ms-import-incrementa-seu-portfolio-60-novos-vinhos/">Read more <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>  <a href="http://blogdojeriel.com.br/wp-content/uploads/2012/02/0000011.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-56217" title="000001" src="http://blogdojeriel.com.br/wp-content/uploads/2012/02/0000011.jpg" alt="" width="300" height="189" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>São vinhos de quase duas dezenas de vinícolas da Itália, França e Espanha, a maioria delas inéditas no Brasil</em></p>
<p style="text-align: justify;">Quem acompanha o trabalho do jovem importador <strong>Marcos Simonsen</strong> sabe de seu empenho em trazer para o País vinhos de alta qualidade e preços acessíveis. Decidido a ampliar seu portfólio, ao longo de 2011 <strong>Simonsen</strong> visitou inúmeros produtores do Velho Mundo – na Itália, França e Espanha.</p>
<p style="text-align: justify;">        Na Itália, com a valiosa colaboração do expert <strong>Marc de Grazia</strong>, radicado em Florença, degustou centenas de diferentes vinhos de vinícolas de pequeno e médio porte. Ao final, selecionou para trazer ao Brasil vinhos de nove vinícolas, oito delas nunca antes aqui representadas. Da Espanha, está trazendo rótulos de uma vinícola de La Rioja, também nova entre nós. Da França, selecionou sete diferentes rótulos, de pequenos produtores da região de Bordeaux. E selecionou ainda novos rótulos da vinícola portuguesa Lima Mayer.<br />
        Seus critérios de escolha continuam essencialmente os mesmos. “Procuro sempre vinhos de preços razoáveis, agradáveis ao paladar brasileiro e fáceis de beber; vinhos com ‘bom nariz e boca’, de boa complexidade mas não agressivos”, explica <strong>Marcos Simonsen</strong>.<br />
        Os novos produtos, somados aos vinhos das bodegas argentinas <em>Cinco Tierras</em>, <em>Sur de Los Andes</em> e <em>Cumbres Andinas</em>, totalizam agora cerca de <strong>90 diferentes rótulos, uma grande variedade de opções para atender tanto o público consumidor final quanto restaurantes e hotéis.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>AS NOVIDADES DA ITÁLIA —</strong> Hoje são <strong><span style="text-decoration: underline;">doze</span></strong> os produtores italianos representados com exclusividade pela <strong>MS Import</strong>. Oito deles têm pela primeira vez seus vinhos distribuídos no Brasil; três já figuravam no portfólio da empresa; e um já teve produtos aqui distribuídos por outra importadora. No total, a <strong>MS Import</strong> tem hoje cerca de 50 diferentes rótulos italianos.<br />
        Sete dos produtores são da <strong><span style="text-decoration: underline;">Toscana</span></strong>: </p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong><em>Baracchi</em></strong>, vinícola instalada na província de Arezzio</li>
<li><strong><em>Tenuta Friggiali</em></strong>, da família Centolani, de Montalcino</li>
<li><strong><em>Terenzuola de Ivan Giuliani</em></strong>, instalada na comuna de Fosdinovo</li>
<li><strong><em>Le Potazzine</em></strong>, do produtor Giuseppe Gorelli, de Montalcino  </li>
<li><strong><em>Le Cinciole Podere</em></strong>, de Panzano in Chianti</li>
<li><strong><em>Podere il Palazzino</em></strong>, de Monti in Chianti</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://blogdojeriel.com.br/wp-content/uploads/2012/02/DSC087913.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-56219" title="DSC08791" src="http://blogdojeriel.com.br/wp-content/uploads/2012/02/DSC087913-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">        Dois são do <strong><span style="text-decoration: underline;">Piemonte</span></strong>: </p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong><em>Pira Luigi</em></strong>, de Serralunga D’Alba</li>
<li><strong><em>Socré</em></strong>, da tradicional região de Roncaglie</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">        Dois são da <strong><span style="text-decoration: underline;">Umbria</span></strong>:</p>
<p style="text-align: justify;"> <strong><em>Palazzone</em></strong>, de Orvieto</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Fratelli Pardi</em></strong>, de Montefalco</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">        Um é de <strong><span style="text-decoration: underline;">Marche</span></strong>:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Valturio</em></strong>, de Moltefeltro</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">        E outro da <strong><span style="text-decoration: underline;">Basilicata</span></strong>:</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong><em>D’Angelo di Ruppi Filomena</em></strong>, de Rionero in Vulture, vinícola que tem como diretor técnico o reconhecido enólogo Donato D’Angelo</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> <a href="http://blogdojeriel.com.br/wp-content/uploads/2012/02/medievo-035.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-56220" title="medievo 035" src="http://blogdojeriel.com.br/wp-content/uploads/2012/02/medievo-035-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>AS NOVIDADES DA ESPANHA —</strong> Pela primeira vez chegam ao mercado brasileiro vinhos da <strong><em>Bodegas del Medievo</em></strong>, com instalações em Aldeanueva de Ebro, região de La Rioja.<br />
        <strong>Marcos Simonsen</strong>, da <strong>MS Import</strong>, selecionou sete diferentes vinhos dessa vinícola espanhola em que <em>“tradición y vanguardia se dan la mano”</em> – todos eles D.O.C. Rioja.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://blogdojeriel.com.br/wp-content/uploads/2012/02/medievo-038.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-56222" title="medievo 038" src="http://blogdojeriel.com.br/wp-content/uploads/2012/02/medievo-038-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>AS NOVIDADES DA FRANÇA —</strong> Da França, a <strong>MS Import</strong> está trazendo sete rótulos, cada um deles de diferentes vinícolas familiares da região de Bordeaux: </p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Château Mazeau, produtor de Entre deux Mers</li>
<li>Château des Landes, produtor de Lussac-Saint Emilion</li>
<li>Château Croix du Trale, produtor de Saint-Serin-de-Cadourne</li>
<li>Château Les Baraillots, produtor de Margaux</li>
<li>Domaine d’Arfeuille &#8211; Les Matines, produtor de Roussillon Villages</li>
<li>Château Martillac Loupiac, produtor de Loupiac</li>
<li>Château Doisy Daëne Sauternes, da tradicional família Doubourdieu, de Barsac  </li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
AS NOVIDADES DE PORTUGAL — </strong>A <strong>MS Import</strong> traz também quatro novos rótulos da <strong><em>Lima Mayer</em></strong>, do produtor Thomaz Lima Mayer, vinícola que tem sua quinta no Alto Alentejo, a pouco mais de uma hora de Lisboa, com a qual já trabalha há muito tempo.<br />
        A principal novidade <strong><em>Lima Mayer</em></strong> é o espetacular <em>Petit Verdot 2006</em>  – tinto da casta Petit Verdot, uva clássica da região de Bordeaux –, que tem sido unanimemente considerado o melhor de Portugal.<br />
        E a <strong>MS Import</strong> aposta também no potencial do tinto <em>Subsídio</em>. Vinho de grande aceitação no Brasil, <em>Subsídio</em> agora está disponível também em embalagem <strong>‘bag-in-box’ de 5 litros,</strong> opção bastante econômica e prática para restaurantes que trabalham com vinho em taça.</p>
<p><strong>SERVIÇO —</strong> Para mais informações, <a href="http://www.msimport.com/" target="_blank">www.msimport.com</a>.</p>
<blockquote>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"> <span style="font-family: Verdana; color: #333333; font-size: xx-small;"><span style="color: #666666;">Atendimento à imprensa</span></span></p>
<div><big><img src="http://bmail.uol.com.br/content_id?msg_id=MTQ3OTA&amp;cid=part9.03090902.09080601%40gabinete.com.br&amp;folder=JUNK" alt="" width="210" height="66" align="left" /></big><span style="font-family: Times New<br />
              Roman, Times, serif;">Gabinete de Comunicação<br />
</span><span style="font-family: Times New Roman, Times, serif;"><big>(11) 3082-5444  &amp;  7261-4785</big></span></p>
<div> </div>
<p><span style="font-family: Times New Roman, Times, serif;"><big>Arlene Colucci com Karina Monteiro</big></span></div>
</blockquote>
</blockquote>
<div class="tweetthis" style="text-align:left;"><p> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://twitter.com/share?url=http://blogdojeriel.com.br/2012/02/ms-import-incrementa-seu-portfolio-60-novos-vinhos/&text=%3Ccenter%3EMS+Import+incrementa+seu+portf%C3%B3lio+com+60+novos+vinhos%3Ccenter%3E&via=tweetthisplugin&related=richardxthripp%2Ctweetthisplugin" title="Postar no Twitter"><img class="nothumb" src="http://blogdojeriel.com.br/wp-content/plugins/tweet-this/icons/en/twitter/tt-twitter3.png" alt="Post to Twitter" /></a> <a target="_blank" rel="nofollow" class="tt" href="http://twitter.com/share?url=http://blogdojeriel.com.br/2012/02/ms-import-incrementa-seu-portfolio-60-novos-vinhos/&text=%3Ccenter%3EMS+Import+incrementa+seu+portf%C3%B3lio+com+60+novos+vinhos%3Ccenter%3E&via=tweetthisplugin&related=richardxthripp%2Ctweetthisplugin" title="Postar no Twitter">Compartilhe esse Post</a></p></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Vinho e sua cadeia de lucros &#8211; um teoria da Justiça</title>
		<link>http://blogdojeriel.com.br/2012/02/vinho-sua-cadeia-de-lucros-um-teoria-da-justica/</link>
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		<pubDate>Sat, 04 Feb 2012 09:00:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jeriel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>

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		<description><![CDATA[  Há algumas semanas, se instaurou uma discórdia no Facebook, tudo em função da polêmica dos impostos praticados no Brasil sobre os vinhos, eterno motivo de celeuma porque o problema das fatias de lucros começa já nas leis federais (e &#8230; <a href="http://blogdojeriel.com.br/2012/02/vinho-sua-cadeia-de-lucros-um-teoria-da-justica/">Read more <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
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</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Há algumas semanas, se instaurou uma discórdia no Facebook, tudo em função da polêmica dos impostos praticados no Brasil sobre os vinhos, eterno motivo de celeuma porque o problema das fatias de lucros começa já nas leis federais (e estaduais, conforme artigo publicado pelo Beto Duarte).</p>
<p style="text-align: justify;">A áspera discussão nasceu da exposição sobre o que cada “intermediário” ganha em lucros dentro desta cadeia que se inicia no produtor e se encerra no consumidor final. Cada elo desta corrente parece definir livremente o seu merecimento financeiro, então surgem as diferenças.</p>
<p style="text-align: justify;">A questão é: quais os limites “éticos” capazes de determinar o que cada um pode pleitear para si, sem incorrer em abusos? Lembrando sempre: neste país o vinho é vilanizado, tratado como droga lícita pelo governo federal.</p>
<p style="text-align: justify;">As aspas para a ética é porque ela parece inexistir. Com isso não quero dizer que são todos anti-éticos, mas simplesmente que esta ética, sob a ótica de “prática legal” não é regulamentada. Creio que já está tarde para se deliberar sobre isso! <em>Tudo o que se refere ao tema interessa ao sujeito mais lesado em toda a cadeia: <strong>o consumidor!</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>LIBERALISMO AUTO-REGULADO E EQUIVALÊNCIA MORAL</strong></p>
<p style="text-align: justify;">É fundamental o conceito da “liberdade negativa”: liberdade é fazer  <strong>tudo</strong> o que as leis permitem. Ou seja, não parto da idéia de estipular tetos de lucros idênticos como se fossem um “plano socialista” mas sim estabelecer um <strong>limite</strong> de auto-regulação que se imponha.</p>
<p style="text-align: justify;">Diz-se que o sistema capitalista é um modelo econômico em que todos tem um mesmo princípio de partida (ponto de origem), mas não um mesmo ponto de chegada, pois este irá variar com os dotes naturais, as oportunidades e até mesmo à “sorte” do indivíduo, ao longo de sua trajetória socio-econômica.</p>
<p style="text-align: justify;">Já no sistema socialista-comunista, o indivíduo se vê diante de uma imposição de limite de chegada, ou seja, vive uma limitação legitimada pela política, de sua possível ascenção social e sobretudo econômica. Ao capitalista é permitido a altura dos céus e como haverá diferentes possibilidades de evolução de acordo com os esforços de cada um, encontraremos uma “estratificação” social, com distribuições de bens (como salários e ganhos, por exemplo) que embora desiguais, NÃO ferem os princípios de justiça dentro do qual estão inseridos.</p>
<p style="text-align: justify;">Dentro desta perspectiva de justiça capitalista, se recompensa antes o <strong>ESFORÇO </strong>consciente de alguém que trabalha para obter qualificações que o autorizem a otimizar seus ganhos, mais do que se premia suas virtudes morais.</p>
<p style="text-align: justify;">Não esquecer: estamos discutindo uma iniquidade na distribuição de ganhos de um “sistema fechado”, a cadeia de componentes que se inicia na produção do vinho no campo até o preço final ao consumidor em restaurantes, bares, hotéis ou similares na outra ponta, passando por lojistas, importadores etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Partimos também do princípio que é o de admitirmos que ninguém é desonesto até prova em contrário! Assim, devemos em tese, admitir também que numa sociedade composta de pessoas de bem, que estão no mercado supostamente sem intenção de violar ditames éticos ou morais, TODOS devem por consequencia possuir um mesmo ponto de origem ético-moral, ou seja, todos são honestos. Existe um princípio de “equivalência moral”, portanto.</p>
<p style="text-align: justify;">Todavia pelo tom da discussão, é absolutamente cristalino que não se põe à baila a ilegitimidade da diferença de ganhos, mas sim se há ou não uma violação ética ao se estender ilimitadamente estes ganhos (cujos limites NÃO são previstos por meios legais).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>DISTRIBUIÇÃO JUSTA</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Então numa sociedade não “ideal”, mas uma sociedade democrático-capitalista e justa, dentro de suas próprias regras, a virtude moral NÃO determina a justa distribuição dos ganhos, mas sim a soma de habilidades, dotes ou qualificações da pessoa ou instituição que pleiteia o lucro.</p>
<p style="text-align: justify;">Dizer que o valor moral define o ganho e se este valor moral é equânime, significaria dizer que os envolvidos acham que TODOS deveriam tirar fatias semelhantes e isso, é uma transfiguração de toda a realidade dentro da qual estamos inseridos, ou seja, seria um clamor ao “comunismo” (dentro do contexto)!</p>
<p style="text-align: justify;">Conclusão: o princípio de equivalência moral não implica em uma equivalência distributiva, caso aceitemos isso estaremos criando uma ferramenta de amputação de oportunidades e subvertendo a ordem política que vivemos.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas se não se pretende que os ganhos sejam pré-determinados e de proporções idênticas,<strong> estamos assumindo que toleramos a diferença de ganhos, mas não toleramos </strong>o que nos parece ser um<strong> ABUSO, porque não previsto em leis, normas ou códigos éticos dos profissionais envolvidos.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>VALORES MORAIS</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Outro ponto: como medir o valor moral de uma pessoa ou mesmo de uma entidade envolvida neste elo em torno da questão?</p>
<p style="text-align: justify;">Não se mede alguém em sua estatura moral em função de quanto trabalha e muito menos baseando-se em suas qualificações ou sua “raridade”, ou seja, a soma de seus dotes naturais aliado às suas especializações no assunto. Como diz John Rawls, “o valor moral de uma pessoa não varia de acordo com o número de indivíduos que apresentam habilidades semelhantes”.</p>
<p style="text-align: justify;">Aliás dotes naturais, habilidades inatas de alguém (como Parker, por exemplo), são uma “arbitrariedade da Natureza”! Sendo a justiça um esforço humano de equalização das diferenças observadas na sociedade, não se pode derivar uma teoria de “premiação” em favor da moral que seja considerada justa, uma vez que todas as condições “naturais” que favoreçam ou não uma pessoa, são ARBITRÁRIAS! A natureza e a “sorte” nas oportunidades dão condições desiguais às pessoas e portanto, aquilo a que as pessoas tem DIREITO não é proporcional e nem depende de seus valores intrínsecos, sejam eles de dons inatos ou adquiridos!</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, qualquer altercação que tente diminuir ou magnificar o valor de uma pessoa dentro desta cadeia com base no julgamento de suas habilidades, é antes de tudo, absolutamente INJUSTO além de improdutivo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A ÉTICA COMO FUNÇÃO UTILITARISTA</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Não defendo teorias, de forma alguma, apenas tento captar o que pode haver de melhor em cada uma delas.</p>
<p style="text-align: justify;">Dentro da questão utilitarista vale a máxima “o maior bem para o maior número de pessoas possível”. Independente das críticas à esta  teoria, podemos subtrair algumas coisas boas, desde que os bens tenham uma finalidade louvável, no caso, o<strong> respeito ao consumidor final.</strong> Então para exercer este “bem” é preciso que se estabeleça limites dentro da filosofia socio-econômica da nossa “cadeia enofílica”.</p>
<p style="text-align: justify;">As pessoas, de acordo com suas qualificações e lugares que ocupam nessa cadeia, podem e devem possuir o que se chama de “expectativas legítimas” e creio que aqui sim, tem lugar uma discussão saudável e respeitosa que possa ajudar a determinar quais seriam as atitudes que poderiam ser tomadas por violação de princípios éticos e sociais, <strong>uma vez que a preocupação com o consumidor final é o que torna imprescindível a discussão.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A teoria da justiça carrega consigo o significado de uma espécie de “teoria da felicidade”, por tentar proporcionar uma satisfação dos desejos de uma maioria. Contudo, sem dúvidas, há e deve haver sempre uma limitação para o que pode ser ou não “desejável”. Estes limites justos, decorrem de acordo com Rawls, com uma hierarquização de princípios, com “prioridades”. E estas seriam a prioridade da justiça sobre a eficiência (no nosso caso do “bem maior” sobre o lucro) e da liberdade sobre as vantagens econômicas e sociais (valorizar e usufruir das regras do jogo, porém sem cometer “abuso”).</p>
<p style="text-align: justify;">Então, os tais limites éticos com os quais sonhamos e que nos inquietam porque são geridos somente pela consciência de quem está nessa cadeia, deveriam prescindir de toda injustiça! Quais seriam? Não se pode “desejar coisas inerentemente injustas” e tampouco “saciar os desejos que não podem ser satisfeitos senão pela violação de acordos justos”!</p>
<p style="text-align: justify;">À partir disto, reforço o caráter atual da teoria do “liberalismo auto-reulado”, porque tenta adequar a realidade capitalista de oportunidade “infinita” de ganhos com a questão “socialista” de preocupação com o estabelecimento de limites éticos que possam colocar o ideal liberal em atividade sem ferir um código tão democrático quanto utilitarista de levar o maior bem possível ao maior número de pessoas possível. Sem LESÁ-LAS!</p>
<p style="text-align: justify;">Então, toda esta analogia serve “justamente” a levantar a questão de pensarmos em como fazer com que se definam regras de condutas éticas numa cadeia que envolve profissionais que, embora trabalhem em cima da mesma paixão, nem sequer possam ser considerados dentro de uma mesma esfera de trabalho, portanto não são passíveis de possuirem um mesmo caráter ético!</p>
<p style="text-align: justify;">Como cobrar uma uniformidade de ações e deveres que visem um bem-estar comum em um grupo tão diferente em suas funções? São todos unidos por um fator comum que é o vinho, mas modulados por regras que são em suas origens absolutamente extrínsecas ao seu universo.</p>
<p style="text-align: justify;">O<em> governo brasileiro, com sua visão distorcida do vinho enquanto produto, é o arquétipo da discrepância abissal entre o que o mercado clama e o que efetivamente se realiza</em>. As mudanças necessárias para se promover a “inteligência mercadológica” do setor, passa por impensáveis e fantasiosas reformas que passam tanto pelo quadro político quanto pela imposição de uma limitação consciente da filosofia socio-econômica atual.</p>
<p style="text-align: justify;">O mais absurdo de tudo isso é que o vinho está presente em quase todas as esferas sociais, sendo item sempre obrigatório até mesmo, e sobretudo, às mesas de quem legisla contra ele.</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, não enxergo uma saída prática, não me passa pela cabeça nada que não seja uma <strong>reformulação de ordem inicialmente política,</strong> que por si só, tendo que partir da cabeça dos próprios políticos brasileiros, não deverá ter outro destino que não seja seu crepúsculo.</p>
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<p><em>Há algumas semanas, se instaurou uma discórdia no Facebook, tudo em função da polêmica dos impostos praticados no Brasil sobre os vinhos, eterno motivo de celeuma porque o problema das fatias de lucros começa já nas leis federais</em> (e estaduais, conforme artigo publicado pelo Beto Duarte).</p>
<p>A áspera discussão nasceu da exposição sobre o que cada “intermediário” ganha em lucros dentro desta cadeia que se inicia no produtor e se encerra no consumidor final. Cada elo desta corrente parece definir livremente o seu merecimento financeiro, então surgem as diferenças.</p>
<p><strong>A questão é: quais os limites “éticos” capazes de determinar o que cada um pode pleitear para si, sem incorrer em abusos?</strong> Lembrando sempre: <em>neste país o vinho é vilanizado, tratado como droga lícita pelo governo federal.</em></p>
<p>As aspas para a ética é porque ela parece inexistir. Com isso não quero dizer que são todos anti-éticos, mas simplesmente que esta ética, sob a ótica de “prática legal” não é regulamentada. Creio que já está tarde para se deliberar sobre isso! Tudo o que se refere ao tema interessa ao sujeito mais lesado em toda a cadeia: o consumidor!</p>
<p><strong>LIBERALISMO AUTO-REGULADO E EQUIVALÊNCIA MORAL</strong></p>
<p>É fundamental o conceito da “liberdade negativa”: liberdade é fazer <strong>tudo</strong> o que as leis permitem. Ou seja, não parto da idéia de estipular tetos de lucros idênticos como se fossem um “plano socialista” mas sim estabelecer um <strong>limite</strong> de auto-regulação que se imponha.</p>
<p>Diz-se que o sistema capitalista é um modelo econômico em que todos tem um mesmo princípio de partida (ponto de origem), mas não um mesmo ponto de chegada, pois este irá variar com os dotes naturais, as oportunidades e até mesmo á “sorte” do indivíduo, ao longo de sua trajetória socio-econômica.</p>
<p>Já no sistema socialista-comunista, o indivíduo se vê diante de uma imposição de limite de chegada, ou seja, vive uma limitação legitimada pela política, de sua possível ascenção social e sobretudo econômica. Ao capitalista é permitido a altura dos céus e como haverá diferentes possibilidades de evolução de acordo com os esforços de cada um, encontraremos uma “estratificação” social, com distribuições de bens (como salários e ganhos, por exemplo) que embora desiguais, NÃO ferem os princípios de justiça dentro do qual estão inseridos.</p>
<p>Dentro desta perspectiva de justiça capitalista, se recompensa antes o <strong>ESFORÇO </strong>consciente de alguém que trabalha para obter qualificações que o autorizem a otimizar seus ganhos, mais do que se premia suas virtudes morais.</p>
<p>Não esquecer: estamos discutindo uma iniquidade na distribuição de ganhos de um “sistema fechado”, a cadeia de componentes que se inicia na produção do vinho no campo até o preço final ao consumidor em restaurantes, bares, hotéis ou similares na outra ponta, passando por lojistas, importadores etc.</p>
<p>Partimos também do princípio que é o de admitirmos que ninguém é desonesto até prova em contrário! Assim, devemos em tese, admitir também que numa sociedade composta de pessoas de bem, que estão no mercado supostamente sem intenção de violar ditames éticos ou morais, TODOS devem por consequencia possuir um mesmo ponto de origem ético-moral, ou seja, todos são honestos. Existe um princípio de “equivalência moral”, portanto.</p>
<p>Todavia pelo tom da discussão, é absolutamente cristalino que não se põe à baila a ilegitimidade da diferença de ganhos, mas sim se há ou não uma violação ética ao se estender ilimitadamente estes ganhos (cujos limites NÃO são previstos por meios legais).</p>
<p><strong>DISTRIBUIÇÃO JUSTA</strong></p>
<p>Então numa sociedade não “ideal”, mas uma sociedade democrático-capitalista e justa, dentro de suas próprias regras, a virtude moral NÃO determina a justa distribuição dos ganhos, mas sim a soma de habilidades, dotes ou qualificações da pessoa ou instituição que pleiteia o lucro.</p>
<p>Dizer que o valor moral define o ganho e se este valor moral é equânime, significaria dizer que os envolvidos acham que TODOS deveriam tirar fatias semelhantes e isso, é uma transfiguração de toda a realidade dentro da qual estamos inseridos, ou seja, seria um clamor ao “comunismo” (dentro do contexto)!</p>
<p>Conclusão: o princípio de equivalência moral não implica em uma equivalência distributiva, caso aceitemos isso estaremos criando uma ferramenta de amputação de oportunidades e subvertendo a ordem política que vivemos.</p>
<p>Mas se não se pretende que os ganhos sejam pré-determinados e de proporções idênticas, estamos assumindo que toleramos a diferença de ganhos, mas não toleramos o que nos parece ser um ABUSO, porque não previsto em leis, normas ou códigos éticos dos profissionais envolvidos.</p>
<p><strong>VALORES MORAIS</strong></p>
<p>Outro ponto: como medir o valor moral de uma pessoa ou mesmo de uma entidade envolvida neste elo em torno da questão?</p>
<p>Não se mede alguém em sua estatura moral em função de quanto trabalha e muito menos baseando-se em suas qualificações ou sua “raridade”, ou seja, a soma de seus dotes naturais aliado às suas especializações no assunto. Como diz John Rawls, “o valor moral de uma pessoa não varia de acordo com o número de indivíduos que apresentam habilidades semelhantes”.</p>
<p>Aliás dotes naturais, habilidades inatas de alguém (como Parker, por exemplo), são uma “arbitrariedade da Natureza”! Sendo a justiça um esforço humano de equalização das diferenças observadas na sociedade, não se pode derivar uma teoria de “premiação” em favor da moral que seja considerada justa, uma vez que todas as condições “naturais” que favoreçam ou não uma pessoa, são ARBITRÁRIAS! A natureza e a “sorte” nas oportunidades dão condições desiguais às pessoas e portanto, aquilo a que as pessoas tem DIREITO não é proporcional e nem depende de seus valores intrínsecos, sejam eles de dons inatos ou adquiridos!</p>
<p>Portanto, qualquer altercação que tente diminuir ou magnificar o valor de uma pessoa dentro desta cadeia com base no julgamento de suas habilidades, é antes de tudo, absolutamente INJUSTO além de improdutivo.</p>
<p><strong>A ÉTICA COMO FUNÇÃO UTILITARISTA</strong></p>
<p>Não defendo teorias, de forma alguma, apenas tento captar o que pode haver de melhor em cada uma delas.</p>
<p>Dentro da questão utilitarista vale a máxima “o maior bem para o maior número de pessoas possível”. Independente das críticas à esta  teoria, podemos subtrair algumas coisas boas, desde que os bens tenham uma finalidade louvável, no caso, o respeito ao consumidor final. Então para excercer este “bem” é preciso que se estabeleça limites dentro da filosofia socio-econômica da nossa “cadeia enofílica”.</p>
<p>As pessoas, de acordo com suas qualificações e lugares que ocupam nessa cadeia, podem e devem possuir o que se chama de “expectativas legítimas” e creio que aqui sim, tem lugar uma discussão saudável e respeitosa que possa ajudar a determinar quais seriam as atitudes que poderiam ser tomadas por violação de princípios éticos e sociais, uma vez que a preocupação com o consumidor final é o que torna imprescindível a discussão.</p>
<p>A teoria da justiça carrega consigo o significado de uma espécie de “teoria da felicidade”, por tentar proporcionar uma satisfação dos desejos de uma maioria. Contudo, sem dúvidas, há e deve haver sempre uma limitação para o que pode ser ou não “desejável”. Estes limites justos, decorrem de acordo com Rawls, com uma hierarquização de princípios, com “prioridades”. E estas seriam a prioridade da justiça sobre a eficiência (no nosso caso do “bem maior” sobre o lucro) e da liberdade sobre as vantagens econômicas e sociais (valorizar e usufruir das regras do jogo, porém sem cometer “abuso”).</p>
<p>Então, os tais limites éticos com os quais sonhamos e que nos inquietam porque são geridos somente pela consciência de quem está nessa cadeia, deveriam prescindir de toda injustiça! Quais seriam? Não se pode “desejar coisas inerentemente injustas” e tampouco “saciar os desejos que não podem ser satisfeitos senão pela violação de acordos justos”!</p>
<p>À partir disto, reforço o caráter atual da teoria do “liberalismo auto-reulado”, porque tenta adequar a realidade capitalista de oportunidade “infinita” de ganhos com a questão “socialista” de preocupação com o estabelecimento de limites éticos que possam colocar o ideal liberal em atividade sem ferir um código tão democrático quanto utilitarista de levar o maior bem possível ao maior número de pessoas possível. Sem LESÁ-LAS!</p>
<p>Então, toda esta analogia serve “justamente” a levantar a questão de pensarmos em como fazer com que se definam regras de condutas éticas numa cadeia que envolve profissionais que, embora trabalhem em cima da mesma paixão, nem sequer possam ser considerados dentro de uma mesma esfera de trabalho, portanto não são passíveis de possuirem um mesmo caráter ético!</p>
<p>Como cobrar uma uniformidade de ações e deveres que visem um bem-estar comum em um grupo tão diferente em suas funções? São todos unidos por um fator comum que é o vinho, mas modulados por regras que são em suas origens absolutamente extrínsecas ao seu universo.</p>
<p><em>O governo brasileiro, com sua visão distorcida do vinho enquanto produto, é o arquétipo da discrepância abissal entre o que o mercado clama e o que efetivamente se realiza.</em> As mudanças necessárias para se promover a “inteligência mercadológica” do setor, passa por impensáveis e fantasiosas reformas que passam tanto pelo quadro político quanto pela imposição de uma limitação consciente da filosofia socio-econômica atual.</p>
<p>O mais absurdo de tudo isso é que o vinho está presente em quase todas as esferas sociais, sendo item sempre obrigatório <strong>até mesmo, e sobretudo, às mesas de quem legisla contra ele.</strong></p>
<p>Enfim, não enxergo uma saída prática, não me passa pela cabeça nada que não seja uma <strong>reformulação de ordem inicialmente política,</strong> que por si só, tendo que partir da cabeça dos próprios políticos brasileiros, não deverá ter outro destino que não seja seu crepúsculo.</p>
<p><strong>Texto de André Logaldi </strong></p>
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		<title>Santana do Livramento sediou abertura da colheita de uva na Campanha Gaúcha</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 21:00:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jeriel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Divulgação]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160;     Nesta quinta-feira (2 de fevereiro), às 16h, ocorreu a Abertura Oficial da Colheita da Uva Safra 2012 na Campanha Gaúcha. O evento foi realizado nos vinhedos de Luis Pedro Escosteguy, em Santana do Livramento, e contou com &#8230; <a href="http://blogdojeriel.com.br/2012/02/santana-livramento-sedia-abertura-da-colheita-de-uva-na-campanha-gaucha/">Read more <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description>
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<p style="text-align: justify;"> </p>
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<p style="text-align: justify;">Nesta quinta-feira (2 de fevereiro), às 16h, ocorreu a Abertura Oficial da Colheita da Uva Safra 2012 na Campanha Gaúcha. O evento foi realizado nos vinhedos de Luis Pedro Escosteguy, em Santana do Livramento, e contou com a presença do secretário da Agricultura do Rio Grande do Sul, Luiz Fernando Mainardi, do diretor-executivo do Ibravin (Instituto Brasileiro do Vinho), Carlos Raimundo Paviani, e demais autoridades locais e regionais.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">A expectativa é que as 17 vinícolas em funcionamento na região colham uma safra de 10 milhões de quilos de uva, cerca de 20% superior à safra de 2011 na área. A informação é do presidente da Associação dos Produtores de Vinhos Finos da Campanha Gaúcha, Afrânio Moraes Filho. Conforme ele, a produção deve gerar aproximadamente 7 milhões de litros de vinho.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">“Na prática, a colheita começou há seis dias e causou uma grande surpresa. Essa é a melhor safra de uvas colhidas na região desde 2005, e o clima no Estado foi o fator fundamental para isso”, afirma Afrânio. Ele aponta que desde as horas de frio, no inverno, que foram suficientes para o período de dormência da uva, até a maturação da fruta durante a atual estiagem, que contribui para que as uvas apresentem agora um grau de açúcar elevado, foram elementos importantes e favoráveis que contribuíram para que a safra atual pudesse ser qualificada como excepcional.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">O Ibravin projeta uma colheita entre 560 e 600 milhões de quilos de uva no Rio Grande do Sul este ano. A safra passada foi a maior da história, com 707,2 milhões de quilos de uvas. “Tradicionalmente, a Campanha Gaúcha tem safras estáveis. Mas este ano teremos uma matéria-prima de excelente qualidade, que vai gerar vinhos de primeira classe”, observa Paviani.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Orestes de Andrade Jr. </p>
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		<title>Vermentino DOC Colli di Luni 2010 &#8220;Terenzuola&#8221; 2010</title>
		<link>http://blogdojeriel.com.br/2012/02/colli-di-luni-vermentino-doc-2010/</link>
		<comments>http://blogdojeriel.com.br/2012/02/colli-di-luni-vermentino-doc-2010/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 15:00:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jeriel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vinho degustado]]></category>
		<category><![CDATA[Informações sobre vinho de relação preço-qualidade.]]></category>

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		<description><![CDATA[Para Joanna Simon, a  Vermentino &#8220;é uma uva aromática que faz brancos vívidos na Sardenha, Ligúria, Córsega e Languedo-Rousillon, provavelmente  a mesma que a uva Rolle da Provença (França).&#8221; Já Hugh Johnson, com o laconismo exigido pelo seu guia de &#8230; <a href="http://blogdojeriel.com.br/2012/02/colli-di-luni-vermentino-doc-2010/">Read more <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Para <em>Joanna Simon</em>, a  <strong>Vermentino</strong> &#8220;é uma uva aromática que faz brancos vívidos na Sardenha, Ligúria, Córsega e Languedo-Rousillon, provavelmente  a mesma que a uva <strong>Rolle</strong> da Provença (França).&#8221; Já <em>Hugh Johnson</em>, com o laconismo exigido pelo seu guia de bolso, assim a define:<a href="http://blogdojeriel.com.br/wp-content/uploads/2012/02/DSC08783.jpg"> &#8221;italiana, jovial, com textura satisfatória </a>e potencial de envelhecimento.&#8221;</p>
<div id="gt-tgt-lang-sugg"> </div>
<div id="gt-res-wrap">
<div id="gt-res-content">
<div style="text-align: justify;" dir="ltr">Os vinhos brancos de <strong>Colli di Luni,</strong> na Toscana,  são recomendados para harmonização com sopas e massas com molho pesto. O resultado é agradável ao paladar. O <strong>Vermentino,</strong> é adequado para aperitivos e pratos principais de peixe e marisco e os tintos para combinar com a cozinha Toscana, em geral, especialmente carnes, queijos e carnes brancas. </div>
<div style="text-align: justify;" dir="ltr"> </div>
<div style="text-align: justify;" dir="ltr"> </div>
<div style="text-align: justify;" dir="ltr"> </div>
<div style="text-align: justify;" dir="ltr"><strong>Sobre o produtor: Terenzuola di Ivan Giulani</strong></div>
<div style="text-align: justify;" dir="ltr">Em 1993, Ivan Giuliani decidiu deixar seus estudos universitários em economia e se dedicar em tempo integral para viticultura e vinificação. Sua propriedade se estende por 15 hectares, 14,8 dos quais  plantados com vinhas. Ivan é o único produtor que elabora vinhos das uvas autóctones <strong>Merla</strong> e <strong>Tintoretto</strong>, duas varietais tintas cultivadas na área desde o século XIX. Tipo de viticultura: a <strong>prática orgânica (não certificada).</strong> Ivan firmou recentemente  parceria com o Dr. Evasio Pasini, um famoso cardiologista, e agora também vai gerir uma propriedade em Cinque Terre (Ligúria), nas zonas históricas para a viticultura Montenero, Corniolo e Volastra.</div>
<div style="text-align: justify;" dir="ltr"> </div>
<div style="text-align: justify;" dir="ltr"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><strong>Vinhas plantadas: </strong></span></span><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><br />
Sangiovese &#8211; 0.30<br />
Merlot &#8211; 0.70<br />
<strong>Vermentino &#8211; 9.00</strong><br />
Merla &#8211; 2.00<br />
Tintoretto &#8211; 2.00<br />
Sauvignon Blanc &#8211; 0.80<br />
Vermentino Nero &#8211; 1.00</span></span></div>
</div>
</div>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-56004" title="DSC08783" src="http://blogdojeriel.com.br/wp-content/uploads/2012/02/DSC08783-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Degustação</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Vermentino DOC Colli di Luni &#8220;Terenzuola&#8221;  2010 &#8211; álcool: 12% &#8211; uvas: Vermentino (90%) e outras uvas autóctones - região: Fosdinovo/Massa/Toscana &#8211; importador: MS Import &#8211; preço: R$ 72</strong>  &#8211; palha claro com reflexo esverdeado. Muito aromático com notas florais sobre um fundo mineral. No paladar é um vinho macio, equilibrado, fresco, com sugestões cítricas e confirmação da mineralidade quase salina  sinalizada no nariz. Sua boa acidez o habilita para a mesa e o seu final é limpo, intenso  e persistente. Um vinho fino e de personalidade. <strong>Avaliação: 88/100 pts.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong></strong> </p>
<div id="attachment_56140" class="wp-caption aligncenter" style="width: 177px"><a href="http://blogdojeriel.com.br/wp-content/uploads/2012/02/000AAAA1A.jpg"><img class="size-full wp-image-56140" title="000AAAA1A" src="http://blogdojeriel.com.br/wp-content/uploads/2012/02/000AAAA1A.jpg" alt="" width="167" height="113" /></a><p class="wp-caption-text">Vermentino DOC Colli di Luni é na MS Import - www.msimport.com</p></div>
<p style="text-align: justify;"><strong></strong> </p>
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