“Amigos:
Depois de quase duas décadas de convívio, procurando oferecer uma comida saudável e gostosa, bem acompanhada de vinhos bons e de baixo custo, estamos sendo obrigados a encerrar as atividades.
É difícil responder exatamente o porque, mas com certeza a inflação sentida na atividade do restaurante é uma das responsáveis, pois perde-se clientes ao transferi-la para a conta.
Nunca pretendemos baixar a qualidade do que servimos à mesa, a massa sempre foi produzida no restaurante todos os dias, nunca utilizamos molho de tomate comprado, o parmezão sempre foi o Faixa Azul etc.
Enfim, encerraremos as atividades do Matterello no dia 31 de maio próximo.
Continuaremos trabalhando com pizzas nas “Oficinas de Pizza” da Rua Purpurina, 507 e da Rua Inácio Pereira da Rocha, 15 e em junho devemos transferir as degustações das terças feiras para a Oficina de Pizza da rua Purpurina.
A partir desta próxima terça feira, nos horários de funcionamento do Matterello, vamos fazer uma grande liquidação de vinhos para diminuir nosso estoque. Venderemos os vinhos de nossa adega com grande desconto e temos muita coisa interessante”.
Vinho californiano, Cabernet Sauvignon, com passagem de 28 meses em barricas de carvalho francês, novos e velhos. Na verdade é um corte de 76% Cabernet Sauvignon, 10% Cabernet Franc, 8% Merlot e 6% de Petit Verdot.
As elevações de Mayacama se situam a cerca de 520m de altitude no condado de Sonoma, California, de solos vulcânicos. As uvas vêm de vinhedos dali e de algumas áreas vizinhas.
A condução dos vinhedos segue os preceitos biodinâmicos, o clima é fesco e as uvas, após desengace, sofrem a “pisa a pé” tal como em alguns tradicionais produtores da região do Vale do Rio Douro em Portugal, visando aporte de cor sem extrair matéria adstringente.
Coloração rubi bastante concentrado, sem halo de evolução, muito brilhante, de lágrimas fartas, finas e rápidas.
Aromas inicialmente fechados, talvez mereça ao menos meia hora de decantação, mostravam frutas negras (groselhas, amoras e cerejas), especiarias, mentolado, madeira praticamente imperceptível à despeito dos 28 meses de maturação. No final, um toque de ervas secas e chocolate.
Seco, bastante macio, acidez consistente e fresca, álcool bem integrado (cerca de 14,8%), taninos em boa quantidade mas de muito boa qualidade, notas frutadas com extraordinária predominância de cerejas e uma boa persistência fazem deste vinho, uma ótima compra.
Há cerca de um mês atrás, o Blog do Jeriel publicou um editorial no qual assumiu, sem medo de melindrar ninguém, a postura de combater as famigeradas salvaguardas pleiteadas por produtores nacionais que pretendem acabar com a importação de vinhos para monopolizar esse mercado. O artigo repercutiu muito bem e chegou a ser reproduzido em portais importantes, inclusive no do respeitado Arthur de Azevedo, ex-presidente e Diretor Executivo da ABS-SP no triênio 2012/2015. Na mesma linha do primeiro editorial, fizemos a tradução de um artigo analítico (inédito no Brasil) da jornalista chilena Mariana Martínez denominado “Tiempo de Contrademanda”. Não perca!!
Jayson Pahlmeyer começou com frutas do vinhedo de uma família amiga em Coombsville e, desde que lançou seu primeiro vinho na década de 1980, faz excelentes tintos com base na Cabernet Sauvignon e deliciosos Chardonnay. Nos primeiros anos, ele recebeu assistência da enóloga Helen Turley, que depois foi sucedida por Eric Green. Os vinhos da Pahlmeyer são fermentados naturalmente com leveduras selvagens, que lhes acrescenta complexidade. O excelente Merlot e o vinho tinto do proprietário são mesclas provenientes das pequenas produções de diversos lugares, como Waters Ranch de Atlas Peak, criado por David Abreu. Os vinhos Pahlmeyer têm bom preço.Fonte – O Grande Livro dos Vinhos – Publifolha – Edição 2012
Na última segunda-feira, vespera do feriado de 1° de maio, quem escreve essas linhas e José Luiz, Lucas, André Logaldi e André Schmid reuniram-se no Ráscal da Alameda Santos para degustação às cegas de vinhos de procedências vairadas. Não foi nenhum exercício comparativo, eis que cada confrade levou sua garrafa embrulhada no papel alumínio apenas para que os demais confrades advinhassem a procedência do vinho. O serviço foi supervisionado por Anderson Teixeira, Gerente da filial Alameda Santos e o serviço do vinho executado com atenção pelo Sommelier Loyola.
A seguir a lista dos vinhos degustados:
Tablas Creek Esprit de Beaucastel blanc 2005 – World Wine
Coyam Vale Central 2002 – Magna Import
Yacochuya Cafayate Salta 2001 – Grand Cru
Rocca Primitivo Salento IGT 2008 – Santar
Albae Tempranillo Vino de La Tierra de Castilla 2010 - Carrefour
François Martenot Bourgogne Pinot Noir 2008 – Ravin
Nessa degustação, três vinhos se destacaram, a saber, levados respectivamente porquem escreve essas linhas, André Logaldi e Lucas:
Tablas Creek Esprit de Beaucastel blanc 2005 – importador: Terroir (atual importador: World Wine) - amarelo com reflexo dourado brilhante. Aromas complexos e intensos com notas de frutas tropicais maduras (abacaxi, damasco, carambola), favo de mel sobre toques florais. Pleno de boca confirmando toda a complexidade olfativa com sabores cítricos, minerais e se destacando sobretudo por seu elevado frescor. Termina intenso, profundo e persistente.Seu estilo remete diretamente a um bom branco do Rhône. Avaliação: 91/100 pts.
Coyam Vale Central 2002 – Magna Import (atual importador: World Wine) - vermelho rubi intenso, concentrado, profundo com halo granada em formação. No olfato despontaram notas de fruta em compota (goiabada), balsâmico, mentol sobre leve tostado. Na boca é um vinho quente, denso, concentrado, de taninos de qualidade muito boa, média acidez boa presença de fruta. Longo e persistente, se destacou por seu frescor. Ainda vai evoluir na garrafa. Avaliação: 91/100 pts.+
Yacochuya Cafayate Salta 2001 – Grand Cru – vermelho rubi intenso, profundo, quase retinto com halo granada nas bordas. Aromas finos com notas alicoradas, vermute, ameixa em calda e uma ponta de álcool (16%). Na boca é um vinho tânico (boa qualidade), acidez média, fruta e madeira em harmonia, toques de chocolate e final rugoso, persistente, com boa sobrevida na garrafa. Avaliação: 90/100 pts.
A Quinta do Portal é uma vinícola familiar de tamanho médio no vale do Douro. tradicionalmente, eles costumavam fazer vinhos do Porto e toda a produção era exportada. Em 1991, a família começou a construir a Quinta do Portal, com os olhos voltados para os vinhos de mesa e os vinhos do Porto, comprando algumas quintas novas. A Quinta do Portal possui cinco propriedades no vale do Pinhão, com um total de mais de 100 hectares. Os primeiros vinhos foram lançados em 1994. O enólogo francês Pascal Chantonnet dá consultoria desde o início e a vinificação está nas mãos de Paulo Coutinho. No começo, a qualidade era irregular, mas houve grande melhora nas safras recentes. O Reserva e o Grande Reserva são vinhos de destaque desde 2005, e os vinhos do Porto Vintage Portal e Portal + Vintage, este um cuvée especial, são deliciosos, bem definidos, com puras notas doces e intensas da fruta. Fonte – O Grande Livro dos Vinhos – Publifolha – Edição 2012
Além de se destacar por produzir algo único e primoroso, o vinho do Porto, ser o berço do vinho mais mítico de Portugal, o Barca Velha, e proporcionar tintos (sobretudo) e brancos de altíssima qualidade (de dez anos para cá), a região do Douro cativa pela emocionante beleza de sua paisagem. Não há como descrever a imagem das águas mansas do rio Douro serpenteando o vale composto por encostas íngremes tomadas por videiras dispostas em terraços construídos pelo homem. Uma conjunção fantástica entre homem e natureza, com muita justiça reconhecida pela Unesco como Patrimônio da Humanidade. Pedir mais é estar lá durante uma semana de céu azul e lua cheia. Foi o que aconteceu logo depois de terminada a colheita, que de quebra é considerada excepcional.
Talvez este cenário sedutor pudesse interferir nas avaliações dos vinhos degustados, mas isso de verdade não aconteceu. É bem verdade que o roteiro não dava margem a erro. Desta vez foram relativamente poucas visitas, mas longas. Começou com a Quinta do Crasto, uma propriedade belíssima de 130 hectares situada na margem direita do Douro, a meio caminho entre Régua e Pinhão. Mais recentemente desenvolveram um projeto no Douro Superior, a Quinta da Cabreira, que já conta com 100 hectares de vinha. Está nas mãos da família de Jorge Roquette (irmão do dono do Esporão, no Alentejo – as duas vinícolas são distribuídas no Brasil pela Qualimpor, pertencente, não por acaso, ao terceiro irmão, que se chama João Roquette) há mais de um século e tem vinhas que chegam a 80 anos. De duas dessas parcelas mais antigas saem os “single vineyards” Quinta do Crasto Vinha Maria Teresa e Vinha da Ponte, engarrafados apenas em anos excepcionais. Nos últimos anos foram comprados mais alguns vinhedos antigos, que entram na composição do rótulo Vinhas Velhas, por vezes “turbinado” com uvas provenientes das parcelas Maria Teresa e Ponte, quando estas não são comercializadas e, eventualmente, com uma ou outra barrica “descartada” destes dois rótulos, os tops de linha da vinícola.
O sucesso alcançado pela Quinta do Crasto é sem dúvida alavancado pelo Vinha da Ponte e Maria Teresa, mas o que merece ser comentado é a consistência que toda a gama atingiu nestes últimos anos, começando pelos Flor de Crasto e Crasto, dois vinhos bastante acessíveis. Sinal de prestígio também é a parceria feita com o celebrado bordalês Jean-Michel Cazes, proprietário de châteaux de primeira linha, como o Lynch Bages. Os dois tintos resultantes dessa sociedade, o Xisto, só lançado em safras ótimas, e o Roquette & Cazes, o segundo rótulo, produzido todos os anos, são elaborados pela equipe do Crasto com a participação de um enólogo francês, o que lhe confere um estilo mais clássico, diferente, de certa forma, do padrão mais moderno dos vinhos da casa.
Na sequência veio a Niepoort (Mistral), casa histórica, fundada em 1842. Ela é comandada desde meados da década de 90 pelo excêntrico e genial, Dirk van der Niepoort, 46 anos e quinta geração da família de origem holandesa. Ele foi responsável por mudar os rumos da empresa ao apostar firme nos vinhos de mesa, desviando-se um pouco do que seus antecessores se dedicavam com exclusividade, o Vinho do Porto. A propósito, fora tudo o que promoveu dentro de sua própria vinícola, Dirk foi talvez o maior incentivador e mola propulsora dos Douro Boys, o hoje bastante conhecido grupo de cinco produtores que reúne, além da Niepoort, a Quinta do Vale Meão, a Quinta do Vale Dona Maria, a Quinta do Vallado e a já citada Quinta do Crasto, nomes que a partir de um trabalho conjunto conseguiram grande projeção internacional.
As “maluquices” de Dirk Niepoort – é dele mesmo esta definição – são bem compreendidas e colocadas em prática no dia a dia por Luis Seabra, seu enólogo principal para a gama dos vinhos de mesa. A diretriz é ter vinhos diferenciados, com frescor, provenientes dos mais diversos vinhedos, alguns próprios, outros de parcelas de terceiros, criteriosamente escolhidas. Seu primeiro vinho, denominado Robustus foi produzido em 1990 e nem foi comercializado devido às críticas recebidas do pai na época. O nome foi ressuscitado agora, contemplando um vinho da safra 2008, que ainda está estagiando em grandes tonéis, e lembra um pouco um barolo. Há, da mesma forma, de estilo oposto, o Charme, o xodó da casa, inspirado nos borgonhas, pelo processo de elaboração utilizado e no resultado, mais elegante, nunca abrindo mão de ser composto integralmente por castas portuguesas. A proposta de ter rótulos com perfis distintos é bem clara com o Redoma, considerado por eles seu vinho mais importante, porque representa melhor o Douro – “é mais selvagem, não está maquiado, é mais autêntico”, como comentou Luis Seabra. O Batuta, por outro lado é, em relação ao Redoma, mais refinado, polido, “mais certinho”.
Visita obrigatória quando vou à região é conferir o que há de novo na gama do Pintas (Adega Alentejana), produzido pelo casal de talentos Sandra Tavares da Silva e Jorge Serôdio Borges. Além de acompanhar os vinhos – Guru (um dos melhores brancos de Portugal), Pintas Character e o próprio Pintas (este tinto) – das safras mais recentes, 2008 até os recém-fermentados 2011, havia duas gratas novidades: a primeira colheita do 100% Touriga Nacional e o Quinta da Manoela Vinhas Velhas 2009, já engarrafado, que agora faz sua estreia no mercado. O Touriga Nacional tem origem em um vinhedo plantado há cinco anos ao lado do Pintas e já surpreende pela intensidade e caráter da fruta. O segundo, por sua vez, vem de uma parcela de vinhas com quase um século, de uma propriedade herdada recentemente por Jorge Serôdio. O que chama atenção é o fato de, apesar de vinificados da mesma forma, Pintas e Quinta da Manoela terem características tão distintas – o primeiro é mais robusto e explode em fruta, enquanto o Quinta da Manoela apresenta um estilo mais clássico.
O roteiro não poderia estar completo sem a Quinta do Vale Meão (importado pela Mistral). E não poderia haver melhor preparo psicológico para prová-los do que confortáveis e visualmente indescritíveis três horas de barco subindo o Douro para chegar lá. A propriedade está situada no Douro Superior e foi comprada, em 1877, por Dona Antonia Adelaide Ferreira, uma das mais destacadas personagens da história do Vinho do Porto e fundadora da Casa Ferreira, nome de referência no Douro. Na época o local era pouco valorizado e inacessível, bem diferente do que ocorreu mais tarde ao se perceberem suas possibilidades. O responsável pelo “descobrimento” foi o senhor Fernando Nicolau de Almeida, que ali concebeu o mítico Barca Velha. Desde 1998, a família Olazabal, descendentes de Dona Antonia e proprietários da Quinta, resolveram produzir seu próprio vinho, deixando de fornecer as uvas ao Barca Velha.
Desde a primeira safra comercializada, 1999, a responsabilidade pela produção dos vinhos da Quinta do Vale Meão cabe a “Xito” Olazabal, neto de “seu” Fernando e de quem, sem dúvida, herdou todo o talento. Xito é um dos melhores enólogos de Portugal e seus vinhos são prova disso – arrisco afirmar que é o melhor vinho do Douro na atualidade (o Barca Velha, até pelo seu estilo particular, está numa categoria à parte). São sofisticados, complexos e marcam com incrível fidelidade o melhor caráter que o Douro oferece.
A história da Maison François Martenot tem inicio no século 20, quando Lucien Gustave Martenot adquiriu um domaine de 10 hectares em Savigny-les-Beaune. Este domaine foi criado em 1859 por Léonce Bocquet, então proprietário exclusivo do Château du Clos Vougeot, e acérrimo defensor da Borgonha e do seu patrimônio cultural. Sua filha, Charlotte Martenot, com um carisma feminino radiante, assegurou a supervisão da empresa, cuja fama foi de progresso. Assim, através das gerações, Maison François Martenot, digna herdeira dos fundadores de renome, ampliou suas atividades para todas as denominações da Borgonha ao Beaujolais. Hoje seus vinhos são distribuídos em vários países levando a tradição e o caráter da Borgonha.
Vinificação
As uvas são colhidas manualmente e passam por marceração a frio por 3 a 4 dias seguida de maceração quente para finalizar. A fermentação malolática inicia em tanques de aço inox e termina em barricas de carvalho sendo 30% novos.
“Issu d’une sélection rigoureuse de Pinot Noir de la Côte d’Or, nosenolegues réalisant cette cuvée avec passion, créant un vin fin et charpenté aux nuances de fruits rouges. Parfait pour acompagner vos viandes rouges et fromages, servi entre 14° et 16°C”.
Descrição do enólogo
François Martenot Bourgogne Pinot Noir 2008 – álcool: 12,5% – região: Beaune/Côte-d’Or – importador: Ravin – preço: R$ 79 – Vermelho rubi claro. Aroma: Delicado com forte presença das pequenas frutas vermelhas. Palato: Em boca é fresco, balanceado e com taninos macios. Harmonização: Acompanha carnes vermelhas grelhadas ou assadas e queijos em geral.
O noroeste da Itália é uma das regiões produtoras de vinhos finos com maior diversidade no mundo. Uma quantidade imensa de uvas autóctones é cultivada em terroirs distintos que vão do alto das montanhas e vales alpinos a colinas banahdas pelo sol a poucos quilômetros da costa. Surpreendentemente, essa diversidade é preservada e, na verdade, valorizada por grande parte das pequenas propriedades que produzem quantidades relativamente pequenas de vinho. As grandes vinícolas são raras na região, e mesmo elas tendem a refletir a postura artesanal de seus vizinhos. O noroeste, sem dúvida, a região produtora mais importante e vibrante da Itália, com um patrimônio gastronômico ímpar e um povo apaixonado e orgulhoso, ávido por compartilhar sua herança com os visitantes. Fonte – O Grande Livro dos Vinhos – Publifolha – Edição 2012
Valfieri Cassabó “Vino da Tavola” – Origem: Piemonte/Itália – safra: 2001 – álcool: 14% – uvas: Nebbiolo e Barbera – preço: R$ 147,00 – importador: Vinea – tel. 011 3059 5205 – Vermelho rubi granada brilhante, com nítido halo de evolução. Parte dessa cor se deve à presença da uva Nebbiolo. Nariz complexo, com toques tostados e de baunilha. Depois, terra molhada, mineral, sous-bois e frutas negras. Vinho encorpado e estruturado, de boa acidez e de taninos pronunciados, porém, de ótima qualidade. Retrogosto com toques tostados. Vinho de classe que pede pratos untuosos em face de seus taninos e destacada acidez. Já está pronto para o copo, mas sua adstringência ainda lhe confere potencial de guarda. Avaliação: 89/100 pts.+
O noroeste da Itália é uma das regiões produtoras de vinhos finos com maior diversidade no mundo. Uma quantidade imensa de uvas autóctones é cultivada em terroirs distintos que vão do alto das montanhas e vales alpinos a colinas banahdas pelo sol a poucos quilômetros da costa. Surpreendentemente, essa diversidade é preservada e, na verdade, valorizada por grande parte das pequenas propriedades que produzem quantidades relativamente pequenas de vinho. As grandes vinícolas são raras na região, e mesmo elas tendem a refletir a postura artesanal de seus vizinhos. O noroeste, sem dúvida, a região produtora mais importante e vibrante da Itália, com um patrimônio gastronômico ímpar e um povo apaixonado e orgulhoso, ávido por compartilhar sua herança com os visitantes.
96-100 pts. Espetacular
90-95 pts. Excelente
85-89 pts. Muito Bom
80-84 pts. Bom
75-79 pts. Regular
50-74 pts. Fraco
símbolo + após a nota = vinho que tem condições de envelhecer bem nos próximos 0-5 anos
símbolo ++ após a nota = vinho que tem condições de envelhecer bem nos próximos 5-10 anos ou mais